<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868</id><updated>2012-02-08T17:00:52.288-08:00</updated><title type='text'>Blog do Luciano de Paula Lourenço</title><subtitle type='html'>Este Blog contém subsídios às Lições da Escola Bíblica Dominical(Lições da CPAD), para todos aqueles que se interessarem em otimizar suas aulas, concernentes aos tópicos propostos nas lições bíblicas. Por favor, deixe o seu comentário. "Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino”(Rm 12:7).</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>188</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-8002649805146774276</id><published>2012-02-06T02:20:00.000-08:00</published><updated>2012-02-06T02:29:38.312-08:00</updated><title type='text'>Aula 07 - “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Filipenses 4:10-19&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Posso todas as coisas naquele que me fortalece”(Fp 4:13)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Tudo posso naquele que me fortalece”(Fp 4:13 –ARA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;). Há pessoas que costumam usar esse texto de Paulo aos Filipenses como um aval bíblico ativo para diversas empreitadas pessoais. Os adeptos da Teologia da Prosperidade tomam-no fora do seu contexto e utilizam-no imediatamente, fazendo com que muitos crentes acreditem que podem possuir o que quiserem, já que é Deus quem lhes garante isso. Mas, o contexto em que essa frase está inserida não corresponde ao que está sendo pronunciado em muitos de nossos púlpitos. Como sempre, é necessário observar o contexto da passagem. O contexto imediato (Fp 4:10-20) indica que Paulo está tratando de necessidades pessoais. Podemos ver isso quando ele usa frases e termos como “&lt;em&gt;pobreza” (v. 11) “fartura e fome”; “abundância e escassez” (v. 12); “dar e receber” (v. 15) e “necessidades” (vv. 16 e 19&lt;/em&gt;). Todas estas palavras e frases tratam de necessidades físicas e imediatas como comida e moradia. Ele pessoalmente passou por necessidades nestas áreas e está mostrando como Cristo lhe deu força para enfrentá-las.&lt;br /&gt;Portanto, ao dizer “&lt;em&gt;Tudo posso naquele que me fortalece&lt;/em&gt;”, Paulo não quis dizer “tudo” num sentido absoluto. O que ele quis dizer era que, de todas as coisas que havia passado, que necessitavam de poder para enfrentar, como pobreza, fome, escassez e necessidades, Cristo supria tudo que ele precisava. Pelo que já havia passado, Paulo tinha confiança, e quis passar esta mesma confiança aos Cristãos em Filipos, de que Cristo havia de suprir toda a força que eles precisavam, seja qual fosse a situação. É por isso que ele encoraja os cristãos em Filipos com as palavras “&lt;em&gt;E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades&lt;/em&gt;” (Fp 4:19).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. PROSPERIDADE NA ADVERSIDADE&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Escassez e abundancia.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Quantas vezes já pensamos e falamos: "&lt;em&gt;Senhor por que estou sofrendo? Por que o Senhor ainda não agiu?".&lt;/em&gt; Meus irmãos e amigos, o que determina a vida de um indivíduo não é o que lhe acontece, mas como reage ao que lhe acontece. Há pessoas que são infelizes tendo tudo; há outras que são felizes não tendo nada. A felicidade não está fora, mas dentro de nós. Há pessoas que pensam que a felicidade está nas coisas: casa, carro, trabalho, renda. Mas Paulo era feliz mesmo passando por toda sorte de adversidades (2Co 11:24-27). Mesmo passando por todas essas lutas, é capaz de afirmar: "&lt;em&gt;Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então é que sou forte"&lt;/em&gt; (2Co 12:10). O mesmo Paulo comenta em sua carta aos filipenses: &lt;em&gt;"Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez&lt;/em&gt;" (Fp 4:11,12). Aos crentes de Roma escreve:&lt;em&gt; “... também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência&lt;/em&gt;”(Rm 5:3).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O apóstolo Paulo jamais deixou de confiar em Deus, sejam quais fossem as circunstâncias&lt;/strong&gt;. O Senhor Jesus era a sua contínua suficiência. Ele sabia estar humilhado, isto é, quando não tinha suprimento para as necessidades básicas da vida, e também sabia ser honrado, ou seja, quando recebia mais do que necessitava. Em todas as circunstancias, já tinha experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez.&lt;br /&gt;Como Paulo aprendeu tal lição? Simplesmente porque tinha a certeza de estar na vontade de Deus onde quer que estivesse, fossem quais fossem as circunstâncias. Assim, se passasse fome, era porque Deus queria que ele passasse fome. Se tivesse fartura, era porque Deus planejou que fosse assim. Em fim, o contentamento de Paulo não dependia da abundancia ou da escassez de bens materiais, mas da suficiência em Cristo. Estando ocupado fielmente no serviço do rei Jesus, ele podia dizer; &lt;em&gt;“Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado&lt;/em&gt;”. Certamente, a vida do apóstolo Paulo não serve como modelo para os insanos propagadores da “teologia da Prosperidade”.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Perseguição e rejeição.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Os falaciosos pregadores da “teologia da prosperidade”, em sua maioria, por incentivar os incautos de que “tudo pode”, irresponsavelmente, negam o sofrimento na vida do cristão. Todavia, o apóstolo Paulo mostra em suas epístolas que a vida cristã não é ausência de luta. Não há amenidades no cristianismo. Ele não é uma redoma de vidro. Estamos expostos à fraqueza da nossa natureza decaída, a este mundo tenebroso e à fúria de Satanás. As perseguições e as rejeições estão sempre às espreitas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo suportou todo tipo de perseguição:&lt;/strong&gt; foi açoitado, apedrejado, fustigado com varas e preso(2Co 11:25).&lt;strong&gt; Embora Satanás tenha intentado contra ele, nunca Paulo o considerou como o agente de seus sofrimentos&lt;/strong&gt;. Quem estava no comando de sua agenda não era o inimigo, mas Deus. Paulo não acreditava em casualidade nem em determinismo. Ele sabia que a mão da Providência o guiava até mesmo na prisão. Ele foi perseguido, odiado, caluniado, açoitado, enclausurado, mas jamais viu os seus adversários como agentes autônomos nessa empreitada. Ele sempre olhou para os acontecimentos na perspectiva da soberania e do propósito de Deus. Considerava-se embaixador em cadeias. Estava preso, mas a Palavra de Deus estava livre. Paulo considerava o evangelho mais importante que o evangelista; a obra, mais importante que o obreiro. A divulgação do evangelho mais importante que o mensageiro. Por isso, na prisão Paulo foca sua atenção na proclamação do evangelho, e não em si mesmo.&lt;br /&gt;Paulo foi perseguido, rejeitado, esquecido, apedrejado, fustigado com varas, preso, abandonado, condenado à morte, degolado, mas, em vez de fechar as cortinas da vida com pessimismo, amargura e ressentimento, termina erguendo ao céu um tributo de louvor ao Senhor: &lt;em&gt;"A Ele [o Senhor Jesus Cristo], glória pelos séculos dos séculos. Amém&lt;/em&gt;" (2Tm 4:18b). Podemos, também, fazer este louvor ao Senhor nos momentos em que as perseguições e rejeições batem à nossa porta?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. PROSPERIDADE NA HUMILDADE&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. O exemplo de Paulo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Como imitador de Cristo(1Co 11:1), foi um grande exemplo de humildade. É claro que se ele estivesse vivo hoje os seus ensinos seriam censurados pelos réprobos “teólogos da prosperidade”. Quem serve a Deus com humildade e integridade desperta animosidade e muita hostilidade no arraial do inimigo. Paulo servia a Deus com lágrimas. A vida ministerial não lhe foi amena. Em vez de ganhar aplausos do mundo, recebeu ameaças, açoites e prisões. Paulo manteve sua consciência pura diante de Deus e dos homens, mas os judeus tramaram ciladas contra ele. Viveu num campo minado. Enfrentou inimigos reais, porém, às vezes, ocultos. Nem sempre Deus nos poupa dos problemas. Às vezes, ele nos treina nos desertos mais tórridos e nos vales mais profundos e escuros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Bíblia nos orienta a vivermos satisfeitos em Cristo&lt;/strong&gt;: “&lt;em&gt;Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei” (Hb 13:5). O Apóstolo Paulo assim descreve o seu contentamento: “Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho&lt;/em&gt;”(Fp 4:11).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao demonstrar contentamento, independentemente das circunstancias, Paulo não manifesta orgulho&lt;/strong&gt;. Ele demonstra, sim, que a sua felicidade era o resultado de sua total dependência de Deus. Para ele, tanto a humilhação quanto a honra, tanto a riqueza quanto a pobreza, tanto a fartura quanto a fome, não eram impedimento para o seu estado de contentamento. Para ele, a satisfação era um estado de alma que não dependia das coisas que possuía ou experimentava. O contentamento que ele experimentava, quer na riqueza ou pobreza, na fartura ou miséria, eram reflexos de uma mesma realidade vivida na presença de Deus. Paulo era grato por tudo que Deus lhe havia concedido. Ele se afastava daquilo que não era essencial para poder se concentrar naquilo que é eterno. Muitas vezes, o desejo de ter mais ou melhores posses é, na verdade, o desejo de preencher uma lacuna existente na vida da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É bom saber que a ambição ou o simples desejo de ganhar mais, de obter além das necessidades é o que movimenta o pecado no ser humano&lt;/strong&gt;. Desejar mais um pouco é a circulação sanguínea que conduz o ser humano a grandes realizações ou a crimes hediondos por quantias pequenas e até mesmo por simples objetos. Enfim, estar contente com o que possui a ponto da satisfação recusar um pouco mais é um dom que bem poucos conseguiram e conseguem viver.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os principais fundamentos do contentamento do crente são:&lt;/strong&gt; A provisão divina, a ausência de cobiça e a disposição de suportar a privação. Que Deus molde o nosso contentamento em sua graça e em seu amor sem par. Amém!&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. O exemplo de Cristo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Jesus foi o maior exemplo de humildade, pois sendo Deus, fez-se homem, assumindo a forma de servo(Fp 2:5-7). Cristo sempre existiu, mas entrou neste mundo em semelhança de homem. Isso quer dizer que Ele era “verdadeiramente Homem”. A humanidade do Senhor é tão real quanto sua divindade. Ele é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. Que grande mistério!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Embora rico e dono de todo o Universo, fez-se pobre por amor a nós&lt;/strong&gt;(Fp 2:6; 2Co 8:9). Ele se humilhou para ser obediente até à morte. Isso é maravilhoso! Ele obedeceu ao custo da própria vida. Ser obediente até à morte significa que Cristo obedeceu até o fim. Ele era verdadeiramente o negociante que vendeu tudo quanto possuía para comprar uma pérola de grande valor (Mt 13:46).&lt;br /&gt;O salvador humilhou-se, mas “Deus Pai o exaltou sobremaneira”. Se Cristo não procurou um nome para si, “Deus Pai lhe deu o nome que está acima de todo nome”(Fp2:9). Se Ele dobrou os joelhos para servir aos outros, Deus já decretou que “todo joelho se dobre” perante Ele.&lt;br /&gt;O que aprendemos com isso? Aprendemos que para subir é preciso descer. Não devemos nos exaltar: devemos ser servos dos outros para que Deus nos exalte no devido tempo. Paulo nos recomenda: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tendo em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”(Fp2:5). &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. PROSPERIDADE NA CARIDADE E NA UNIDADE&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. O amor e caridade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;E peço isto: que a vossa caridade aumente mais e mais em ciência e em todo o conhecimento”(&lt;/em&gt;Fp 1:9). Aqui, Paulo destaca o caráter dos irmãos de Filipos que, sensibilizados com a sua situação, resolveram ajudá-lo generosamente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No passado, os filipenses excederam na graça de dar e receber.&lt;/strong&gt; Nos primeiros dias do ministério de Paulo, quando ele partiu da Macedônia, nenhuma igreja se associou a ele financeiramente, a não ser os filipenses(Fp 4:15). Mesmo quando Paulo estava em Tessalônica, os filipenses mandaram “não somente uma vez, mas duas, o bastante para as suas necessidades”(Fp 4:16). É evidente que os filipenses mantinham tão estreita comunhão com o Senhor que Deus podia orientá-los com respeito às suas contribuições. O Espírito Santo fez pesar o coração deles com relação às necessidades do apóstolo Paulo, e eles responderam enviando-lhe dinheiro “não somente uma vez, mas duas”. A generosidade deles torna-se ainda mais notável pelo fato de Paulo haver ficado muito pouco tempo em Tessalônica. É importante observamos a seguinte lição: o crente, seja rico, seja pobre, sempre dependerá do Senhor, porque sem Ele nada podemos fazer. Isso é verdadeira prosperidade!&lt;br /&gt;É interessante que esses pormenores, que parecem ser de pouca importância, foram eternamente registrados na preciosa Palavra de Deus. O Senhor registra tudo que é feito para Ele e nos recompensa em boa medida, recalcada, sacudida e transbordante.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Provisão e gratidão.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Os falsos ensinadores e mestres da falaciosa “teologia da prosperidade” têm defendido um comportamento totalmente distinto do que ensinam as Escrituras. Eles sugerem um sem-número de fórmulas mágicas e de procedimentos para que tudo seja “conquistado”, pois seria promessa de Deus ao crente tudo possuir, tudo ter. “Não se contente em ser empregado, pois você foi chamado para ser o patrão”, afirmam eles, como se ser empregado fosse algo incompatível para o cristão. Devemos ter muito cuidado com estes ensinamentos triunfalistas e egoístas que sempre acompanham as pregações impregnadas das doutrinas da “confissão positiva” e da “teologia da prosperidade”. Muitos serão chamados por Deus e, apesar de estarem salvos, permanecerão como empregados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ingratidão é um dos maiores pecados contra Deus&lt;/strong&gt;. A vontade de Deus para conosco é que lhe sejamos gratos, que sejamos agradecidos por tudo que Ele fez para nós. Por mais que padeçamos nesta vida, por mais que não obtenhamos êxito e sucesso nas coisas desta vida, devemos sempre entender que temos a vida eterna e tal posse nos foi dada de graça, ou seja, sem qualquer merecimento de nossa parte.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nada nesta vida tem qualquer valor quando comparado com o que está reservado para nós,&lt;/strong&gt; por causa do amor de Deus demonstrado através de Jesus Cristo. As doenças, as dificuldades financeiras, as tentações, as mais diversas adversidades nada representa ante a certeza de que moraremos eternamente com o Senhor na glória. Como, então, podemos deixar de ser gratos a Deus por tudo que nos tem feito? Somente um insensato, somente um louco poderia ter um comportamento diverso, poderia ser ingrato com Deus a ponto de não admitir nem tolerar as vicissitudes da vida - ”Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”(1Ts 5:18).&lt;br /&gt;Querido irmão e amigo, você é capaz de dar graças a Deus e manter-se contente perante qualquer circunstancia que tenha de enfrentar? Paulo sabia como permanecer contente, quer tivesse abundância, quer estivesse passando necessidades (Fp 4:10-14). O segredo estava em aproveitar o poder de Cristo para obter a força necessária. Aprenda a confiar nas promessas de Deus e no poder de Cristo para ajudá-lo a manter-se contente. Se você está sempre querendo mais, peça ao Senhor para retirar esse desejo e ensiná-lo a estar contente em todas as circunstancias. Ele suprirá todas as suas necessidades, mas de uma forma que só Ele sabe ser a melhor para você.&lt;br /&gt;Certamente, Deus suprirá todas as nossas necessidades, se formos fiéis a Ele. O apóstolo Paulo tinha plena certeza disso, por isso ele expressou assim aos crentes de Filipos: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus”. Podemos confiar que Deus sempre atenderá as nossas necessidades. Ele sempre proverá tudo aquilo de que precisamos, mesmo que seja a coragem para enfrentar a morte, como no caso de Paulo. Entretanto, devemos nos lembrar da diferença que existe entre os nossos desejos e as nossas necessidades. A maioria das pessoas quer se sentir bem e evitar qualquer dor ou desconforto, mas podemos não alcançar tudo aquilo que almejamos.&lt;br /&gt;Através de nossa confiança em Cristo, nossas atitudes e nossos desejos podem ser mudados: ao invés de cobiçarmos tantas coisas, podemos passar a aceitar a provisão e o poder que o Senhor nos oferece para que vivamos para Ele. Amém?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. A comunhão e a sã doutrina&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. A verdadeira prosperidade bíblica consolida-se na unidade e na comunhão do Espírito Santo. Paulo deixa transparecer isso aos crentes de Filipos quando diz: &lt;em&gt;“Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo animo, sentindo uma mesa coisa&lt;/em&gt;”(Fp 2:1,2).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Filipos era uma cidade cosmopolita&lt;/strong&gt;, e a composição da igreja ali refletia sua grande diversidade, com pessoas de vários níveis, de várias origens, formação e condições de vida. Com tantos membros de diferentes origens e formações, deve ter sido muito difícil manter a união. Embora não existissem evidências de divisões na igreja, a unidade precisava ser resguardada (Fp 3:2;4:2).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muitas pessoas - e às vezes até mesmo cristãs – preocupam-se apenas em causar boa impressão aos outros ou a agradar a si próprias&lt;/strong&gt;. Porém, o egoísmo traz a discórdia. Paulo nos encoraja a nos resguardar contra qualquer forma de egoísmo, preconceito ou ciúme que podem levar à dissensão. Mostrar um interesse genuíno pelos outros será sempre um passo positivo para manter a unidade e a comunhão entre os crentes. Portanto, Paulo insiste na unidade espiritual pedindo aos filipenses para amarem uns aos outros e se unirem em espírito e propósito (ler Fp 2:3-5). Quando trabalhamos juntos, cuidando dos problemas de nossos semelhantes como se fossem nossos, revelamos o exemplo de Cristo, ao colocar os outros em primeiro lugar e viver em unidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com relação à sã doutrina.&lt;/strong&gt; No Salmo 1, o salmista diz que o varão bem-aventurado é como a árvore plantada junto ao ribeiro de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria (Sl 1:3). Ser uma árvore plantada junto a ribeiro de águas, com fortes e profundas raízes que asseguram um crescimento contínuo e uma saúde tal que faz com que frutifique e frutifique no tempo certo é tão somente ter conhecimento da Palavra de Deus, é meditar noite e dia, dia e noite na Palavra do Senhor. Quer ser uma árvore desta natureza? Quer ter firmeza e saúde espiritual? Basta dedicar-se à meditação na Palavra de Deus diariamente!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esta é a fonte da prosperidade.&lt;/strong&gt; Tudo que se fizer será bom, trará bem-estar se fizermos de acordo com a Palavra de Deus. Muitos têm tudo, até dinheiro em demasia, mas não têm o bem-estar. Vivem inquietos, atribulados, apesar e por causa das muitas riquezas, não tendo qualquer alegria ou contentamento verdadeiro, porque não fazem as coisas de acordo com a sã doutrina. Ser próspero é ter bem-estar em tudo o que se faz, algo muito diferente e muito melhor do que possuir bens materiais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Portanto, quando Paulo diz que “tudo posso naquele que me fortalece” ele está afirmando que pode fazer tudo aquilo que seja da vontade de Deus. Quando Paulo escreveu a carta aos Filipenses estava numa prisão em Roma. Ele queria agradecer os irmãos filipenses pela oferta generosa que eles haviam enviado. O apóstolo estava atravessando um momento difícil, todavia, ele conforta os irmãos mostrando que durante seu ministério aprendeu tanto a ter fartura como a padecer necessidade. Ele aprendeu que, quando Deus nos dá uma ordem, nos dá também a capacidade de cumpri-la. Ele sabe que Deus jamais pede que façamos algo sem providenciar a graça necessária para sua realização.&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração&lt;/strong&gt;: Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 49.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-8002649805146774276?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/8002649805146774276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/02/aula-07-tudo-posso-naquele-que-me.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/8002649805146774276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/8002649805146774276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/02/aula-07-tudo-posso-naquele-que-me.html' title='Aula 07 - “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE”'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-5686196946007302857</id><published>2012-01-30T06:29:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T06:36:45.733-08:00</updated><title type='text'>Aula 06 - A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Mateus 5:1-12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus&lt;/em&gt;”(Mt 5:16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nesta Aula estudaremos sobre a prosperidade dos bem-aventurados. Veremos que ser um bem-aventurado não é ter muitos bens materiais, mas é viver do favor de Deus. As bem-aventuranças que Jesus ensinou aos discípulos no Sermão do Monte mostram que os valores do Reino de Deus têm a ver com o &lt;strong&gt;SER&lt;/strong&gt; e não com o &lt;strong&gt;TER.&lt;/strong&gt; Elas mostram o quanto Jesus ensina sobre a verdadeira prosperidade&lt;strong&gt;: Ser&lt;/strong&gt; humilde de espírito, ganha o Reino dos céus; &lt;strong&gt;Ser&lt;/strong&gt; manso, herda a terra; &lt;strong&gt;Ser&lt;/strong&gt; misericordioso, alcança misericórdia; &lt;strong&gt;Ser&lt;/strong&gt; limpo de coração, vê Deus;&lt;strong&gt; Ser&lt;/strong&gt; pacificador, é filho de Deus e &lt;strong&gt;Ser&lt;/strong&gt; perseguido, recebe galardão. Quem não quer ter essa prosperidade? Todo verdadeiro cristão deve dizer como Asafe disse no salmo 73: “&lt;em&gt;Não possuo outro bem, senão a Ti, Senhor; não há nada em que me compraza na terra e não tenho outro no céu senão a T&lt;/em&gt;i” (Sl 73:25). Portanto, a vida do cristão deve ter como alvo o &lt;strong&gt;SER.&lt;/strong&gt; Deus deseja que seus filhos sejam prósperos, não prioritariamente em posses materiais, mas prósperos, na alma, da graça de Deus. É Jesus quem diz: “&lt;em&gt;Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma?”&lt;/em&gt;(Mt 16:26). Na carta aos Colossenses Paulo orienta os cristãos a buscarem as coisas lá de cima e não as que são aqui da terra; devem refletir sobre as coisas do Ser e não do Ter; pensar em Cristo e esse ressuscitado, pois morremos para as coisas efêmeras daqui da terra e vivemos para as coisas eternas onde Cristo está assentado e que em breve será manifestado em glória.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. O significado das bem-aventuranças.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; As “&lt;em&gt;Bem-Aventuranças&lt;/em&gt;” são verdadeiras orientações para o verdadeiro caráter e conduta do cristão, em relação a Deus e aos homens; elas nos desafiam a sermos diferentes. Elas apresentam os fundamentos de uma vida feliz. A expressão que se repete é: “Bem-aventurados”. No original grego, o vocábulo usado por Mateus é “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;makarios&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”, cujo significado lembra felicidade, alegria divina e perfeita. Felicidade não no sentido subjetivo de sentir, mas no sentido de realização por ter agido de forma correta. Felicidade do ponto de vista de Deus. Aos olhos de Deus, felizes são os humildes de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores e os perseguidos por causa da justiça.&lt;br /&gt;Para ser “&lt;em&gt;bem-aventurado”&lt;/em&gt; é necessário que se tenha sido salvo pelo Senhor (Dt 33:29), salvação esta que se dá mediante o perdão dos pecados (Sl 32:1,2), a fé no Senhor (Sl 34:8; 40:4; 84:12) e a eleição de Deus para se chegar a Ele (Sl 65:4). Todos estes requisitos são satisfeitos pela Igreja e, portanto, se os salvos são chamados bem-aventurados, isto é a prova evidente de que a prosperidade também é uma promessa que se estende à Igreja. No entanto, esta prosperidade não abrange aspectos materiais, mas, sim, um estado espiritual de felicidade, de bem-aventurança.&lt;br /&gt;Quando vemos a descrição dos “&lt;em&gt;bem-aventurado&lt;/em&gt;s” por parte do Senhor Jesus, em momento algum, vemos o Senhor se referindo a bênçãos materiais, a posse de riquezas. O bem-aventurado é reconhecido pelo seu caráter, pelo seu comportamento, não pelos bens que possa ter. Ao encerrar as bem-aventuranças, aliás, o Senhor faz questão de dizer que a prosperidade abrange um grande galardão nos céus, que deveria ser o motivo de exultação e alegria para a Igreja (Mt 5:11).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Bem-aventurados os pobres (humildes)(Mt 5:3).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Nesse aspecto, a referência não trata de pessoas que possuem dinheiro, e sim de pessoas que são dependentes de Deus. Tanto pobres quanto ricos podem ser “pobres de espírito”, ou seja, pessoas que reconhecem sua incapacidade espiritual e ficam na dependência de Deus para sua subsistência e salvação. Eles percebem sua necessidade espiritual e encontram o suprimento no Senhor. O “reino dos céus”, onde a auto-suficiência não é virtude e a auto-exaltação é um vício, pertence a tais pessoas.&lt;br /&gt;Por reconhecer suas verdadeiras necessidades espirituais, os “pobres de espírito” almejam um relacionamento mais profundo com Deus como o fez o salmista: “Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus? As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, porquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus? Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a multidão; fui com eles à Casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava. Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei na salvação da sua presença” (Sl 42:1-5).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Bem-aventurados os que choram(Mt 5:4).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Isso não se refere às vicissitudes da vida. É o choro que uma pessoa experimenta devido à comunhão que ele tem com o Senhor Jesus. É também sentirmos pesar por aquilo que entristece a Deus. É ter nossos sentimentos em sintonia com os sentimentos de Deus. É sentir aflição em nosso espírito por causa do pecado, da imoralidade e da crueldade prevalecentes no mundo.&lt;br /&gt;Em Lucas 19:41 está escrito que Jesus chorou, quando ia chegando em Jerusalém, por ocasião de sua entrada triunfal. Esse choro de Jesus significa mais do que derramar lágrimas. É lamentação, pranto, soluço e clamor de uma alma em agonia. Jesus, em sua deidade, não somente revela seu sentimento, como também o coração partido do próprio Deus, por causa da condição do homem perdido e da sua recusa em arrepender-se e aceitar a salvação. O cristão bem-aventurado compartilha ativamente com Jesus Cristo das dores e dos pecados do mundo. Esses que choram serão consolados no dia vindouro quando Deus "... enxugará dos olhos toda lágrima..." (Ap 21:4). Os crentes choram pelos descrentes agora, nesta vida, pois a tristeza de hoje é apenas uma amostra da tristeza eterna.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. A BEM-AVENTURANÇA DA MANSIDÃO E DA MISERICÓRDIA&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Bem-aventurados os mansos(Mt 5:5).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Mansidão não é ausência de sentimentos ante a determinadas situações. Na verdade é uma atitude amável e justa para com qualquer pessoa ou situação. Mansidão na vida do crente fiel é “fruto do Espírito” (veja Gl 5:22). Os “mansos” são os humildes e submissos diante de Deus. Acham nEle o seu refugio e lhe consagram todo o seu ser. Por natureza essas pessoas poderiam ser até temperamentais e ásperas. Mas por causa do espírito de Cristo que há neles, tornam-se mansos ou gentis (cf. Mt 11:29).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A pessoa mansa é gentil&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;e moderada nas causas próprias,&lt;/strong&gt; mas pode ser um leão quando se trata das coisas de Deus ou da defesa de outras pessoas. Deus espera que a mansidão seja uma característica dos seus filhos, como fruto da atuação do Espírito Santo no dia a dia da pessoa.&lt;br /&gt;Embora os homens achem que a terra será herdada pelos grandes guerreiros, pelos grandes estrategistas, pelos donos das armas mais poderosas do mundo, na verdade, quem vai herdar a terra são os mansos, aqueles que forem discípulos do Senhor. O povo de Israel chegou à terra prometida porque, entre outras coisas, tinha um líder manso, mansidão que foi fundamental para manter a unidade e a sobrevivência do povo durante a mudança de geração no deserto. Os mansos não herdam a terra agora; pelo contrário, herdam o abuso e a expropriação. Mas eles verdadeiramente herdarão a terra quando Cristo, o Rei, reinar durante mil anos em paz e prosperidade.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça (Mt 5:6).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A condição fundamental para uma vida santa em todos os aspectos é ter “fome e sede de justiça”. A essa pessoa há uma promessa de satisfação. Tal fome é vista em Moisés (Ex 33:13,18). O estado espiritual do cristão durante toda sua vida dependerá da sua fome e sede da presença de Deus(Dt 4:29), da Palavra de Deus(Sl 119:97-105)), da comunhão com Cristo(Fp 3:8-10), e da volta do Senhor(2Tm 4:8).&lt;br /&gt;A fome que o cristão tem das coisas de Deus pode ser destruída pelas preocupações deste mundo, pelo engano das riquezas (Mt 13:22), pela ambição pelas coisas materiais(Mc 4:19), pelos prazeres do mundo(Lc 8:14) e por deixar de permanecer em Cristo(João 15:4).&lt;br /&gt;Quando a fome de Deus cessa no crente, este morre espiritualmente (ler Rm 5:21). É então indispensável que sejamos sensíveis ao Espírito Santo ao convencer-nos do pecado (ver João 16:8-13; Rm 8:5-16). Aqueles que sinceramente têm fome e sede de justiça “serão fartos”.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Bem-aventurados os misericordiosos(Mt 5:7).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Ser misericordioso significa ser ativamente compassivo. Num sentido mais amplo, significa socorrer os necessitados que não podem se auto-ajudar. Deus mostrou misericórdia em reter o julgamento que nossos pecados mereciam e em nos demonstrar bondade através da obra salvadora de Cristo. Somos imitadores de Cristo quando temos compaixão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os misericordiosos&lt;/strong&gt; alcançarão misericórdia. Aqui, Jesus não está se referindo à misericórdia da salvação que Deus dá ao pecador que crê; essa misericórdia não depende de a pessoa ser misericordiosa — é uma dádiva incondicional e gratuita. Pelo contrário, aqui o Senhor está falando da misericórdia diária necessária para a vida cristã e da misericórdia naquele Dia futuro (no Tribunal de Cristo) quando as obras de cada um de nós serão avaliadas(1Co 3:12-15); se a pessoa não foi misericordiosa não recebera misericórdia, isto é, sua recompensa diminuirá consideravelmente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. A BEM-AVENTURANÇA DA PUREZA E DA AFLIÇÃO&lt;br /&gt;1. Bem-aventurados os limpos de coração(Mt 5:8).&lt;/strong&gt; Uma pessoa com um coração limpo é aquela cujos motivos são puros, os pensamentos são santos e a consciência é limpa. Aos limpos de coração é dada a certeza de que verão a Deus. A expressão verão a Deus pode ser entendida de vários modos. Em primeiro lugar, os limpos de coração vêem Deus agora por meio da comunhão na palavra de Deus e no Espírito. Em segundo, podem ter, às vezes, uma visão ou aparição sobrenatural do Senhor. Em terceiro lugar, verão a Deus na pessoa de Jesus quando ele vier novamente. Em quarto lugar, eles verão a Deus na eternidade. A verdade é que “só os limpos de coração verão a Deus”.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Bem-aventurados os pacificadores(Mt 5:9).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Aqui, o Senhor Jesus não está falando em relação às pessoas que têm uma disposição pacífica ou em relação aos que amam a paz. Ele está se referindo aos que ativamente trabalham para promover a paz. Não é somente observar e desejar que haja paz. A maior paz que pode ser promovida consiste em obter a paz com Deus - isto se faz mediante a pregação e ensino da mensagem do Evangelho.&lt;br /&gt;Uma promessa é dada aos pacificadores: “... serão chamados filhos de Deus”. Serão chamados filhos de Deus, porque demonstram ter a natureza pacificadora que provém de Deus. Eles já terão antes sido feitos filhos de Deus porque crêem em seu Filho, o Senhor Jesus Cristo (João 1:12).&lt;br /&gt;Não é por serem pacificadores que se tornam filhos de Deus. Só se toma um filho de Deus quem recebe o Senhor Jesus Cristo como Salvador (João 1:12). Promovendo a paz, os crentes se manifestam como filhos de Deus. Temos semeado a paz? Ou somos aqueles que se comprazem em levar a guerra entre os irmãos, entre os pastores, entre as igrejas?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça(Mt 5:10,11).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Aqui se trata dos que, pela sua fé em Cristo, procuram viver de maneira justa, honesta, íntegra e são perseguidos por causa disso. Sua integridade condena o mundo, que desagrada a Deus, e, em consequência disso, vem a hostilidade. As pessoas ímpias odeiam uma vida justa, pois ela expõe a injustiça delas. O Senhor Jesus esclarece este ponto em seguida, dizendo aos discípulos que eles serão bem-aventurados quando forem injuriados, perseguidos e caluniados por causa dele próprio. Isto lhes será motivo de exultação e alegria, pois os profetas antes deles também sofreram da mesma forma. Grande será o seu galardão no tribunal de Cristo. Cristo é a revelação da perfeita justiça de Deus. A história tem confirmado que o mundo odeia a justiça de Deus, e imenso tem sido o número de mártires que sofreram porque foram fiéis a Cristo, não cedendo às pressões do mundo idólatra e da religião apóstata dos seus dias. O ato de sofrer por Cristo é um privilégio que deveria se tomar alegria. Um grande galardão aguarda os que assim se tomam companheiros dos profetas nas tribulações.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As bem-aventuranças de Jesus Cristo apresentam um retrato do cidadão ideal no reino de Cristo. Elas contrariam totalmente os conceitos da Teologia da Prosperidade, pois mostram o aspecto atemporal do Reino de Deus – o SER, e não o aspecto material e efêmero - o TER. Observe a ênfase: na Justiça (Mt 5:6), na paz (Mt 5:9) e na alegria (Mt 5:12). É provável que o apóstolo Paulo tivesse essa passagem em mente quando escreveu: "Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo" (Rm 14:17).&lt;br /&gt;Logo após as bem-aventuranças, ainda no sermão do monte, dirigido à Igreja, Jesus faz questão de mostrar que o que levará os homens a glorificar a Deus por causa dos seus discípulos, não é, como ocorria com Israel, a prosperidade material, mas, sim, a presença de boas obras (Mt 5:16). Enquanto Israel engrandeceria o nome do Senhor por intermédio de bênçãos materiais (Dt 28:10), a Igreja levaria as nações a glorificarem a Deus pela sua conduta, pelo seu comportamento, por ser luz do mundo e sal da terra.&lt;br /&gt;------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 49.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-5686196946007302857?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/5686196946007302857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-06-prosperidade-dos-bem.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5686196946007302857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5686196946007302857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-06-prosperidade-dos-bem.html' title='Aula 06 - A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-5060207865832557218</id><published>2012-01-23T04:02:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T05:15:27.457-08:00</updated><title type='text'>Aula 05 - AS BÊNÇÃOS DE ISRAEL E O QUE CABE À IGREJA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Deuteronômio 28:1-14; Êxodo 15:26&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;em&gt;Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo, como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor&lt;/em&gt;" (Ef 1:3,4).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Na Palavra de Deus encontramos muitas preciosas e incondicionais promessas para toda a humanidade, como por exemplo, "sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite", enquanto a Terra durar e sem cessar(Gn 8:22). Todavia, algumas bênçãos e promessas são especificas para Israel e outras são para a Igreja. Entendemos que não é fácil distinguir que tipo de bênçãos foi destinado apenas para Israel, e quais bênçãos podem ser estendidas para a Igreja, hoje composta majoritariamente por gentios (não judeus). É um tema que precisa ser abordado com cuidado, pois, em nossos dias, é comum que algumas pessoas desavisadas tomem um verso bíblico em particular, e de forma bem isolada, e entendam que o conteúdo dele é para si. Falta equilíbrio de muitos pregadores que sobem nos púlpitos e despejam nos auditórios o resultado de interpretações equivocadas, dando um sentido às Escrituras Sagradas que o próprio Deus não tinha intenção de transmitir. Hoje, a maior bênção que uma pessoa pode experimentar é quando ela, pela fé, entrega a sua vida a Jesus e recebe o perdão dos seus pecados por &lt;strong&gt;intermédio do sangue do Cordeiro Imaculado.&lt;br /&gt;I. PROMESSAS DE BÊNÇÃOS MATERIAIS PARA ISRAEL – Dt 28:8,11,12&lt;br /&gt;1. Condição &lt;em&gt;"sine qua non":&lt;/em&gt; a obediência.&lt;/strong&gt; O Senhor fez promessas de bênçãos materiais aos israelitas, para que eles pudessem se manter como nação independente das demais e com condições de levá-las a servir a Deus. Porém, nem tudo o que foi prometido por Deus a Israel era unilateral. Na verdade, a maioria das promessas dependia de uma obediência a Deus e temor para com Sua Palavra. Sem esses elementos, muitas das bênçãos não seriam derramadas. Eram bênçãos condicionadas, ou seja, dependiam de atitudes humanas para receberem a retribuição divina.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em havendo obediência ao Senhor&lt;/strong&gt;, Deus prometia a Israel a manutenção de seu sustento, as condições para que pudesse, do fruto da terra, obter a sua sobrevivência, para que, tendo com que comer, beber e vestir, pudesse exercer o seu papel de "reino sacerdotal e povo santo". Já no capítulo 11 do livro de Deuteronômio, vemos que o Senhor traz os benefícios da obediência, a começar pela chuva a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que pudessem ser recolhidos o grão, o mosto e o azeite (Dt 11:14). Deus prometia chuvas no tempo certo não com o objetivo de que Israel tivesse "fartura desmedida" como pagamento de sua obediência, mas lhes dar condição para que, tendo com que comer, beber e vestir, não depender das demais nações e, assim, em independência, poder cumprir o propósito estabelecido para que servisse a Deus e fosse um veículo de aproximação entre Deus e os demais povos. Também, o Senhor prometeu erva no campo para que o gado pudesse se alimentar (Dt 11:15) e, desta maneira, servir não só de alimento para o povo, mas também para que os sacrifícios exigidos pela lei pudessem ser feitos.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que o Senhor prometia bênçãos materiais para Israel, não deixou de alertar os israelitas para que seus corações não se deixassem enganar pela prosperidade material e, com isso, se desviassem dos caminhos do Senhor, pois, se isto acontecesse, se o povo deixasse de servir a Deus por causa das bênçãos dadas por Deus, tais bênçãos desapareceriam, com o fechamento dos céus, a falta de água e o consequente perecimento por falta de condições de sobrevivência (Dt 11:16,17).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Objetivo das bênçãos materiais para Israel:&lt;br /&gt;a) Cumprir o propósito de Deus, que era o de Israel ser uma referencia entre as nações para que elas se voltassem ao Senhor (Dt 28:1).&lt;/strong&gt; A "exaltação sobre todas as nações da Terra" prometida pelo Senhor a Israel se obedecesse aos Seus mandamentos, não era o de fazer de Israel uma "potência política-econômica", um "império", mas, sim, de uma nação diferente das demais, com plenas condições de autossustento e que se distinguisse das outras pela sua maneira de viver, pela sua adoração a Deus.&lt;br /&gt;É precisamente o que se requer da Igreja em nossos dias. Diante dos sistemas do mundo, ela deve ter uma maneira de viver distinta que faça com que os homens venham a nos perguntar a razão da esperança que há em nós (1Pe 3:15), algo que advém da nossa santidade, daquilo que somos, não daquilo que porventura tenhamos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os "teólogos da prosperidade",&lt;/strong&gt; entretanto, desvirtuam esta realidade bíblica, defendendo uma "exaltação" que é antibíblica e satânica. O salvo por Cristo Jesus não precisa ser um "milionário" para mostrar ao mundo que serve a Cristo, que é salvo e que vai para o Céu. Não é através de uma "ostentação de riqueza" que iremos mostrar que servimos a Deus. Pelo contrário, a "ostentação de riquezas" nada mais é que a "soberba da vida", um dos elementos que caracteriza o mundo sem Deus e sem salvação (1Joao 2:16).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Dar condições para que o papel espiritual de Israel fosse cumprido&lt;/strong&gt;. Os frutos materiais da obediência ao Senhor não visavam, em absoluto, uma vida regalada, uma vida voltada para os prazeres deste mundo, mas tão somente a criação de meios para que Israel se dedicasse a servir a Deus diante das demais nações.&lt;br /&gt;A ganância desmedida estimulada pelos agentes da "teologia da prosperidade" não tem qualquer respaldo bíblico, nem mesmo no capítulo 28 do livro de Deuteronômio. Quem põe sua esperança e confiança no dinheiro, jamais se satisfará e tudo isto, diz Salomão, é vaidade (Ec 5:10). Fujamos, pois, desta pregação do deus Mamom, pois quem serve ao dinheiro, jamais servirá ao Senhor (Mt 6:24).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Criar condições para que Israel fosse "&lt;em&gt;povo santo&lt;/em&gt;"(Dt 28:9).&lt;/strong&gt; Através das bênçãos materiais (Dt 28:8,11,12), o Senhor tinha por propósito confirmar a Israel como "povo santo", para mostrar às demais nações que era "o povo chamado pelo nome do Senhor" (Dt 28:10) e, por este motivo, os povos teriam temor de Israel, expressão que não significava apenas "medo", mas, muito mais do que isto, respeito e consideração, atitudes que fariam com que os povos se interessassem em saber porque Israel era assim e, deste modo, pelo testemunho apresentado pelos israelitas, pudessem se aproximar do Senhor. Desta feita, os bens materiais jamais poderiam ser utilizados para a prática do pecado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os "teólogos da prosperidade"&lt;/strong&gt; de nossos dias não explicam qual o objetivo com que Deus prometia abençoar Israel. Assim, sem tal explicação, acabam por incitar no povo incauto o desejo pela vaidade, o desejo pela acumulação de bens materiais, o desejo pelo enriquecimento, etc. Já perceberam que os "testemunhos" apresentados por este tipo de gente só traz pessoas que dizem ter hoje uma "vida regalada?". Quantos já ouviram "testemunhos de prosperidade" em que a abundância supostamente recebida é utilizada para "confirmação da santidade", para a glória do nome do Senhor? Acredito que ninguém!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d) Emprestar a quem precisa (Dt 28:12b).&lt;/strong&gt; A abundância patrimonial prometida a Israel seria aproveitada para que houvesse "&lt;em&gt;empréstimos a muitas gentes&lt;/em&gt;", ou seja, o que sobrasse eventualmente do produzido, das riquezas auferidas, deveria ser "emprestada" a outros povos, empréstimos que não poderiam ser usurários, com propósito de exploração das outras nações, algo que era vedado pela lei, que mandava que o estrangeiro fosse bem tratado, visto que Israel havia sido povo estrangeiro no Egito (Ex 22:21; 23:9; Lv 19:33,34; Dt 10:19).&lt;br /&gt;Portanto, o Senhor estava disposto, sim, a dar prosperidade material a Israel, mas como uma forma de permitir que os israelitas cumprissem o propósito maior de ser "reino &lt;em&gt;sacerdotal e povo santo&lt;/em&gt;"(Ex 19:6), algo bem diferente do que se anda ensinando por aí pelos falsos pregadores da prosperidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De igual modo, a Igreja,&lt;/strong&gt; para bem cumprir a sua missão de evangelizar o mundo, tem, também, da parte de Deus, promessas condicionadas à sua obediência, mas jamais para que tenha uma vida regalada aqui na Terra, e sim para que possa ser "luz do mundo" e "sal da terra". Temos consciência disto?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. AS BÊNÇÃOS DE ISRAEL E O QUE CABE À IGREJA&lt;br /&gt;1. AS BÊNÇÃOS DE ISRAEL.&lt;/strong&gt; Estas bênçãos encontram-se, sobretudo, elencadas em conjunto nos primeiros quatorze versículos do capítulo 28 do livro de Deuteronômio, um dos textos prediletos dos "teólogos da prosperidade" que, retirando o texto do contexto, tomam esta passagem como uma das "demonstrações" do que o Senhor tem prometido ao Seu povo neotestamentário a prosperidade material. Isto é falso e deve ser prontamente refutado pelos servos do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;a) "Bendito serás tu na cidade e bendito serás no campo" (Dt 28:3).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A primeira bênção, condicionada à obediência, diz respeito ao próprio ser do israelita. Ele mesmo seria uma bênção, seja na cidade, seja no campo. Isto está diretamente ligada ao propósito estatuído por Deus àquela nação: a de que seria uma bênção (Gn 12:2).&lt;br /&gt;Deus promete que Seu povo seja uma bênção, isto é, ele será um motivo para que todos que estejam com ele sejam abençoados. Ele é um canal de bênçãos, pois ele é "bendito". Assim Jesus Se apresentou aos homens e assim foi aclamado quando adentrou em Jerusalém pela última vez em Seu ministério terreno – "... &lt;em&gt;bendito o que vem em nome do Senhor&lt;/em&gt;..." (Mt 21:9; Mc 11:9). Jesus foi aclamado como "bendito", porque provou sê-lo ao andar fazendo bem e curando a todos os oprimidos do diabo (At 10:38). Nós, como Seus imitadores (1Co 11:1; 1Pe 2:21), também devemos nos comportar como Ele se comportou, andando a fazer bem e a curar a todos os oprimidos do diabo. Assim, provaremos que somos "benditos", que somos "luz do mundo e sal da terra".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vemos, pois, que esta primeira bênção discrepa radicalmente do que é ensinado e estimulado pelos "teólogos da prosperidade",&lt;/strong&gt; que não falam de "pessoas abençoadas" que "façam bem e curem todos os oprimidos do diabo", mas, sim, de pessoas que irão possuir muito para seu próprio deleite e regalo, sem se preocupar com o próximo e querendo sempre ganhar e ganhar cada vez mais. Tais "teólogos" estão a querer transformar os salvos em Cristo Jesus no rico da "história do rico e Lázaro" (Lc 16:19-31) e, que, como aquele rico, acabarão por passar para eternidade sem Deus e sem salvação, por ter amado as riquezas materiais em detrimento às riquezas espirituais (1Tm 6:9,10). Que Deus nos guarde!&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;b) "Bendito o fruto do ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas e das tuas ovelhas" (Dt 28:4).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Aqui, o Senhor prometeu ao israelita fiel que abençoaria a sua descendência, algo necessário para a manutenção da existência da nação ao longo das gerações para que cumprisse o seu papel diante da humanidade, como também de todo o patrimônio, para que se tivesse o suficiente indispensável para a sobrevivência da nação.&lt;br /&gt;Observemos que o Senhor não prometeu a multiplicação indiscriminada, a acumulação de riquezas em virtude da obediência a Deus. Prometeu que a descendência e o patrimônio seriam abençoados, ou seja, seriam tais que permitiriam a manutenção da existência da nação ao longo das gerações. Não temos aqui a promessa de um acúmulo desmedido, mas de que tudo contribuiria para o bem.&lt;br /&gt;Não resta dúvida de que Deus quer abençoar a nossa família e o nosso patrimônio, mas o objetivo desta bênção é a da manutenção da nossa existência ao longo das gerações para que cumpramos o propósito divino de sermos "luz do mundo e sal da terra". Não há aqui qualquer promessa divina para que tenhamos uma "vida regalada", para que sejamos "milionários". Tudo isto não passa de distorção das Escrituras por parte dos ardilosos agentes da "teologia da prosperidade".&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;c) "Bendito o teu cesto e a amassadeira" (Dt 28:5).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Deus prometia não só uma produção suficiente, mas que haveria condições para que aquela produção fosse aproveitada, devidamente armazenada e distribuída de maneira que todos pudessem ser satisfeitos em suas necessidades. Isto assume uma importância muito grande, pois sabemos que, na atualidade, muitos passam fome ao redor do mundo, mas não é por falta de produção. O Senhor dá o necessário para o sustento de toda a humanidade, algo que, inclusive, é potencializado pelo desenvolvimento tecnológico que tem aumentado a produtividade. Entretanto, toda esta produção não é distribuída corretamente, de sorte que muitos passam fome e muito alimento é desperdiçado no mundo.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;d) "Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres" (Dt 28:6).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A Nova Versão Internacional traduz esta benção como "a benção em tudo o que fizerem". Trata-se da promessa de sucesso e de bom êxito em todas as ações que forem realizadas pelo povo.&lt;br /&gt;O Senhor Jesus ensinou-nos que nada podemos fazer sem Ele (João 15:5). Assim, quando o Senhor prometeu a Israel que ele seria bem sucedido em tudo quanto fizesse, estava a prometer que estaria com o Seu povo em todos os momentos, em se mantendo a comunhão com Ele.&lt;br /&gt;Israel, estando em comunhão com o Senhor, tudo faria para cumprir o seu papel diante das nações, ou seja, estaria a tomar atitudes sempre com o objetivo de glorificar e adorar ao Senhor, de fazer com que as nações se aproximassem de Deus. Eis a razão pela qual todas estas ações seriam bem sucedidas, porque seriam do agrado do Senhor e teriam por finalidade a glória do Seu nome.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;e) Posição superior aos demais povos – "ser cabeça e não cauda" (Dt 28:13).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Aqui não se trata de uma posição de ostentação para que houvesse a opressão dos demais povos, mas uma posição de destaque, de uma demonstração de grandeza espiritual, que levassem os povos a servir a Deus, a reconhecer que o Senhor estava com Israel e que era o único Senhor e Deus (Dt 6:4). Portanto, "ser cabeça e não cauda" nada tem a ver com ostentação, fama ou elevação de uma posição social invejável, como se diz por aí pelos "teólogos e pregadores da prosperidade", mas de estar "espiritualmente por cima", ou seja, de se manter em pé, em comunhão com o Senhor, cumprindo-se o que Deus quer de cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;f) A bênção da saúde&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;"E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor que te sara" (Ex 15:26).&lt;/em&gt; Esta foi uma bênção dada pelo Senhor ao povo de Israel, sob condição de obediência, logo no início da jornada no deserto, em Mara. Ali, o Senhor disse a Israel que, se ele fosse obediente, não poria nenhuma das enfermidades que havia posto sobre o Egito, porquanto Ele era o "Senhor que sara" (Javé-Rafá).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A saúde aqui&lt;/strong&gt; também está vinculada à missão que Israel deveria realizar para o Senhor diante das nações. Israel não seria atingido por juízo divino algum para que pudesse ser "reino sacerdotal e povo santo", para que pudesse levar as nações à comunhão com o Senhor.&lt;br /&gt;É bom ressaltar que esta benção não era de "imunidade contra as doenças", de "saúde eterna", até porque nas próprias promessas dadas a Israel, estava a da bênção do fruto do ventre, para continuidade da existência biológica do povo, prova de que as pessoas haveriam de morrer, haja vista que estamos no mundo e a morte física é um juízo estatuído por Deus a toda a humanidade por causa do pecado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com base nesta promessa dada pelo Senhor a Israel, há aqueles que também defendem uma "imunidade contra doenças&lt;/strong&gt;" por parte de Deus a todos quantos forem fiéis ao Senhor. A doença, dizem os defensores da "teologia da confissão positiva", seria um sinal de pecado. Isso é uma tremenda falsidade! Tanto assim é que um grande profeta levantado por Deus, Eliseu, morreu por causa de uma enfermidade (2Rs 13:14), doença esta que não era resultado de pecado algum, tanto que, mesmo depois de morto, ainda foi contabilizado um milagre a Eliseu, a ressurreição de um morto que tocou em seus ossos (2Rs 13:21).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. O QUE CABE À IGREJA.&lt;/strong&gt; No Novo Testamento, a primazia do povo de Deus não está voltada para os bens materiais, mas predominantemente aos espirituais. Portanto, as bênçãos do capitulo 28 de Deuteronômio, tão utilizadas pelos pregadores da "teologia da prosperidade" em nossos dias, foram direcionadas ao povo de Israel, como fica bem claro no intróito da relação, em Dt 28:1, e tinha uma finalidade especifica, a saber, a exaltação de Israel sobre todas as nações da Terra, como fruto da fidelidade à lei de Moisés, lei que, como bem sabemos, já não mais vigora na atual dispensação. Infelizmente, algumas heresias têm sido fomentadas nos arraiais evangélicos porque algumas dessas promessas são tomadas como se fossem também para a Igreja. Não há respaldo bíblico para se confirmar isso, sendo mais uma artimanha dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente a todos quantos não conhecem a doutrina(Ef 4:14).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outrossim,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;as Bênçãos dadas individualmente aos vários personagens bíblicos&lt;/strong&gt;, como Abraão, Isaque, Jacó, Noé, Salomão, Ana, Raabe, Ezequias (prorrogação de sua vida) e muitos outros, foram específicas e não podem ser tomadas como algo que deva acontecer da mesma forma hoje, ainda que o seu conteúdo espiritual permaneça válido. Foi o caso de Salomão (1Rs 3:11-13), que recebeu a prosperidade material não porque a tivesse pedido, mas, sim, porque quis, antes, sabedoria, a verdadeira prosperidade. Como isso agradou a Deus, Salomão recebeu, também, riquezas materiais (1Rs 3:5-10). Portanto, é um tremendo engano querer fazer as pessoas crerem que, assim como Salomão, de igual modo, Deus tem algum compromisso de enriquecer este ou aquele servo seu, pelo simples fato dele ser fiel ao Senhor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No Novo Testamento,&lt;/strong&gt; a prosperidade do povo de Deus é acumulada não na Terra, mas no Céu (Mt 6:19,20). Na carta aos Romanos 12:16, a Palavra do Senhor diz: "&lt;em&gt;Não devemos ambicionar coisas altas, mas acomodar às humildes".&lt;/em&gt; Aliás, no Novo Testamento não há sequer um versículo de promessa de abundância material para os que esperam pela vinda de Cristo. Se observarmos com cuidado o Novo Testamento, no tocante à vida na Igreja, com suas práticas e desafios, veremos que há mais referências para que tomemos cuidados com as riquezas do que o incentivo à busca delas. Como estes: &lt;em&gt;"Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína" (1Tm 6:9); "Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos" (1Tm 6:17); "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam"(Mt 6:19);&lt;/em&gt; &lt;em&gt;"...vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres..."(Mc 10:21).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Não negamos que Jesus tenha bênçãos materiais para a Sua Igreja:&lt;/strong&gt; "&lt;em&gt;Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma&lt;/em&gt;" (3João 1:2 ARA); a ideia de uma vida abençoada não se restringe ao Antigo Testamento. Todavia, é preciso observar que o enfoque do Novo Testamento não é prosperidade material; definitivamente, não é para isto que a Igreja foi constituída e não é este o propósito estabelecido para ela pelo Senhor. Quando mudamos a agenda divina de salvação de almas e aperfeiçoamento dos santos pela agenda de busca de prosperidade, estamos nos encaminhando, perigosamente, para a apostasia. Não é à toa que a primeira expressão da igreja de Laodicéia, que é o retrato da igreja apóstata dos últimos dias, antes do arrebatamento, seja "&lt;em&gt;rico sou e de nada tenho falta"&lt;/em&gt; (Ap 3:17), a mostrar que essa igreja tinha, em primeiro plano, a preocupação com as riquezas, com os bens materiais, comportamento que persiste nos nossos dias, onde, lamentavelmente, boa parte da igreja evangélica tem perdido a dimensão escatológica do Reino de Deus, ao privilegiar apenas seu aspecto externo, isto é, o "ter" e não seu lado atemporal ou eterno - o "ser"(ler 1Ts 4:17; 1Co 16:22). O apóstolo Paulo, escrevendo aos filipenses, afirmou: "&lt;em&gt;Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo"&lt;/em&gt; (Fp 3:20). É claro que o cristão não tem como evitar o lado "temporal" da vida, mas seu olhar deve fixar-se, prioritariamente, em sua redenção eterna.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nós que amamos a vinda do Senhor, e temos como principal alvo a promessa da vida eterna(1João 2:25), devemos priorizar a comunhão com o Senhor e não a busca insana por riquezas materiais, pois "&lt;em&gt;os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas que submergem os homens na perdição e ruína"(1Tm 6:9). "Vale mais o pouco que tem o justo, do que as riquezas de muitos ímpios&lt;/em&gt;" (Sl 37:16). "&lt;em&gt;Quem não se contenta com o que possui, priorizando a busca de riquezas e o amor ao dinheiro, é capaz de fazer qualquer coisa para ganhar mais e mais dinheiro, até mesmo mercadejar a Palavra de Deus (2Co 2: 17, ARA). A avareza é uma espécie de idolatria (Ef 5:5), e nenhum idólatra entrará no Reino de Deus (1Co 5:11; Ap 21:8)" (Pr. Ciro Sanches).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;--------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 49.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;Caramuru Afonso Francisco – Os frutos da Obediência na vida de Israel.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-5060207865832557218?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/5060207865832557218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-05-as-bencaos-de-israel-e-o-que.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5060207865832557218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5060207865832557218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-05-as-bencaos-de-israel-e-o-que.html' title='Aula 05 - AS BÊNÇÃOS DE ISRAEL E O QUE CABE À IGREJA'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-2555983888418714593</id><published>2012-01-21T18:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-21T18:32:57.021-08:00</updated><title type='text'>CÂNTICOS VOCAL - JERUSALÉM</title><content type='html'>&lt;iframe height="344" src="http://www.youtube.com/embed/ho6tBiIrfuk?fs=1" frameborder="0" width="459" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;É impossível não nos emocionarmos diante de tão linda e tocante melodia! Ela enche nossa alma de alegria e efervesce nossa esperança de um dia morarmos na Nova Jerusalém de Ouro.&lt;br /&gt;A Nova Jerusalém é a cidade celestial que foi feita para ser o local onde Deus habitará juntamente com os homens que Lhe foram fiéis e aceitaram a Sua oferta de submissão e obediência à Sua Palavra. A Nova Jerusalém é o local que substituirá o Éden como morada de Deus com os homens. Ela é explicitamente mencionada e revelada no capítulo 21 do livro do Apocalipse, mas, antes da visão do apóstolo João, já havia referências a ela nas Escrituras. O próprio Jesus já havia mencionado existir um lugar que seria por Ele preparado para que os Seus servos nele habitassem para sempre com o Senhor (João 14:3).&lt;br /&gt;A Nova Jerusalém apresenta-se, portanto, como o ambiente, o lugar onde Deus morará com os homens. É a restauração da convivência completa e perfeita entre Deus e os homens que havia antes que o pecado causasse o atual estado de divisão que existe entre Deus e a humanidade. Somente na Nova Jerusalém, esta comunhão será restabelecida por completo, ocorrendo aquilo que é dito pelo apóstolo, de vermos Deus como ele é (1João 3:2).&lt;br /&gt;As Escrituras afirmam que nenhum homem nascido e criado nesta nossa dimensão viu a Deus (João 1:18; 1João 4:12), porque, no atual estado em que nos encontramos, isto não é mesmo possível, pois é preciso que sejamos glorificados para que possamos contemplar o Senhor na Sua plenitude, ou seja, de forma completa, dentro das nossas imperfeições, naturalmente, pois sabemos que Deus é infinito e jamais poderemos contemplá-lo em Sua imensidão.&lt;br /&gt;O objetivo de Deus é fazer com que tenhamos, novamente, um lugar onde possamos habitar com Deus e a Nova Jerusalém é este local. Então, é válido, muito válido mesmo, ser crente em Jesus Cristo, nosso Salvador e Senhor.&lt;br /&gt;“Conservemos em nossa lembrança as riquezas do lindo país e guardemos conosco a esperança de uma vida melhor, mais feliz. Pois dali, pois dali, uma voz verdadeira não cansa de oferecer-nos do reino da luz o amor protetor de Jesus. Se quisermos gozar da ventura que no belo país haverá, é somente pedir de alma pura, que de graça Jesus nos dará. Pois dali, pois dali, todo cheio de amor, de ternura, deste amor que mostrou-nos na cruz, nos escuta, nos ouve Jesus” (3ª e 4ª estrofes do hino 202 da Harpa Cristã).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-2555983888418714593?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/2555983888418714593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/canticos-vocal-jerusalem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2555983888418714593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2555983888418714593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/canticos-vocal-jerusalem.html' title='CÂNTICOS VOCAL - JERUSALÉM'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ho6tBiIrfuk/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-11510122833905603</id><published>2012-01-17T16:01:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T16:03:46.454-08:00</updated><title type='text'>Pr. Silas Malafaia Pregando sobre a Teoria da Prosperidade, antes da Metamorfose</title><content type='html'>&lt;iframe height="344" src="http://www.youtube.com/embed/kPmpjq3akXM?fs=1" frameborder="0" width="459" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-11510122833905603?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/11510122833905603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/silas-malafaia-pregando-sobre-teoria-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/11510122833905603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/11510122833905603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/silas-malafaia-pregando-sobre-teoria-da.html' title='Pr. Silas Malafaia Pregando sobre a Teoria da Prosperidade, antes da Metamorfose'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/kPmpjq3akXM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-7642037741017819683</id><published>2012-01-15T17:59:00.000-08:00</published><updated>2012-01-15T18:06:37.217-08:00</updated><title type='text'>Aula 04 - A PROSPERIDADE EM O NOVO TESTAMENTO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: 2Co 8:1-9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo&lt;/em&gt;”(Rm 14:17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Na Aula 02 estudamos sobre a Prosperidade no Antigo Testamento, onde aprendemos que a nossa prosperidade não é apenas fruto de nossas mãos, mas é também resultado da bênção do Senhor sobre nossos empreendimentos e vida (Pv 10:22). Sem a bênção do Senhor, o nosso trabalho não passaria de ativismo. É a bênção do Senhor que enriquece e faz o nosso labor ser prazeroso e profícuo. Mas o nosso entendimento sobre o viver próspero seria imperfeito sem a devida análise do Novo Testamento. Nesta aula, vamos procurar sintetizar aquilo que a Nova Aliança diz sobre esse assunto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. A PROSPERIDADE NO NOVO TESTAMENTO E A ESCATOLOGIA&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Prosperidade e consumo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; A Pós-Modernidade retrata com nitidez e preocupação o consumismo exacerbado que tem invadido o ego de todas as pessoas em todo o mundo. Vivemos hoje num mundo onde há uma corrida desenfreada para o acúmulo de riquezas, onde todos buscam tão somente poupar bens para si. Há um consenso de que o homem foi feito para a riqueza material e que a vida se resume na posse de fortunas. Muitas pessoas, por sua vez, são julgadas e julgam as outras pelo que possuem, pelo seu patrimônio, numa completa inversão de valores morais e éticos. O materialismo distorce totalmente os relacionamentos entre as pessoas, que passam a ser, sobretudo, relacionamentos interesseiros, voltados para a obtenção de vantagens econômico-financeiras. Até mesmo os relacionamentos afetivos passam a ser guiados por motivos econômicos e financeiros, a ponto de muitos constituírem ou destruírem lares e famílias por motivos puramente patrimoniais. No entanto, não é este o ensino de Jesus. O Senhor é bem claro ao afirmar que “a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui”(Lc 12:15).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A prática materialista&lt;/strong&gt; tem se disseminado em todo o mundo. Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet), a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, etc., para incitar as pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais do que as espirituais (Pv 30:15; Mt 6:19-21). O crente em Jesus deve resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil, propalados pela mídia. Lembre-se: "&lt;em&gt;Crédito imediato é também dívida imediata&lt;/em&gt;!". A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 21:20; Is 55:2). O Senhor Jesus e os apóstolos desencorajam o consumo e o acúmulo de bens materiais(Mt 6:19; 1Tm 6:8-10).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O compromisso que Deus&lt;/strong&gt; tem com seus filhos não é o do consumismo, mas o da provisão diária(Mt 6:11). Há pessoas que necessitam de mais recursos em suas provisões e outros, de menos, e Deus sabe como distribuir esses meios para cada um. Em ambos os casos, a certeza do socorro divino é clara, o que não acontece quando uma pessoa se sente compelida a comprar coisas compulsivamente, movida por frustrações, transtornos do humor(pessoa que gasta dinheiro porque está triste ou irritada) ou pelo desejo de ostentação. Biblicamente falando, Deus não tem qualquer obrigação nesses casos.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Prosperidade e futuridade.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A excessiva preocupação do homem com as coisas desta vida é uma característica da prática materialista ao longo da história da humanidade. É evidente que o homem, para sobreviver, tenha de suprir suas necessidades essenciais (alimentação, vestuário, educação, transporte, habitação), necessidade que é reconhecida por Deus (Mt 6:32), mas também é ponto pacífico que o homem não pode pôr estas coisas como prioritárias na sua vida. No exato instante em que as coisas materiais passam a dominar o centro das atenções do homem, ele se torna presa do materialismo e, neste preciso momento, dá as costas para Deus. Quando amamos as coisas desta vida em primeiro lugar, passamos a servir às riquezas, ou seja, a Mamom (o deus das riquezas) e, por causa disto, deixamos Deus de lado. Jesus disse que não se pode servir a Deus e a Mamom (Mt 6:24) e, infelizmente, muitos são os que, na atualidade, mesmo se dizendo crentes, não servem a Deus, mas única e exclusivamente a Mamom.&lt;br /&gt;O dinheiro poderá suprir algumas necessidades materiais, e trazer alegria momentânea para as coisas deste mundo, mas também não compra tudo, e jamais irá proporcionar ao ser humano a oportunidade de provar o dom celestial e à consolidação na esperança da salvação para os dias vindouros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. A PROSPERIDADE EM O NOVO TESTAMENTO É MAIS UMA QUESTAO DE SER DO QUE DE TER&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Infelizmente, boa parte da igreja evangélica tem perdido a dimensão escatológica do Reino de Deus, quando demonstra privilegiar apenas seu aspecto externo, isto é, o "ter" e não seu lado atemporal ou eterno - o "ser"(ler 1Ts 4:17; 1Co 16:22). Encontramos no Novo Testamento certo homem(o rico insensato) preocupado mais em "ter" do que "ser" (Lc 12:16-20). Ele queria, por exemplo, ter muitos bens materiais, mas, por outro lado, não demonstrou nenhuma preocupação em ser alguém zeloso com as coisas espirituais. Fazer dos ganhos ou das riquezas da terra o propósito da nossa vida é um erro fatal que leva à perdição eterna(Lc 12:20,21).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Tesouros na terra&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; – &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”(Mt 6:19). Nesta passagem Jesus contradiz todo o conselho humano para providenciar um futuro financeiramente seguro. Quando Ele diz: “&lt;em&gt;Não ajunteis tesouros na terra&lt;/em&gt;”, está indicando que não há nenhuma segurança em coisas materiais. Qualquer tipo de tesouro material na terra pode ser destruído por elementos da natureza (traça ou ferrugem) ou roubado por ladrões ou destruído pelo tirânico sistema financeiro. Jesus diz que os únicos investimentos que não estão sujeitos à perda são os tesouros do Céu(Mt 6:20).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Certa feita, Jesus estava no meio de uma multidão&lt;/strong&gt; ensinando o povo a ter cuidado com os religiosos, quando alguém levantou uma questão: alguém pediu que Jesus fosse o juiz num caso de divisão de herança(Lc 12:13-15). Esse pedido feito a Jesus não era algo estranho, pois conforme Dt 21:17 existia a regra genérica de que um filho mais velho receberia o dobro da porção de um filho mais jovem. As disputas sobre tais questões eram em geral dirimidas pelos rabinos. Como bem sabemos, a divisão de uma herança é sempre um problema, pois nesse momento aparecem a usura e a avareza.&lt;br /&gt;Com certeza, muita gente pensa: "Ah! tudo estaria resolvido se aparecesse agora alguma herança". Será que esse não é o desejo de alguns de nós nesse momento? Mas aí é que está o erro. É enganoso pensar assim, pois a partir desse momento é que começam os conflitos e as dificuldades entre os herdeiros. Jesus foi muito claro quando disse: “&lt;em&gt;Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui”(Lc 12:15).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Esse pedido que o homem fez a Jesus era egoísta e materialista.&lt;/strong&gt; Jesus então lhe respondeu com uma parábola a respeito das consequências da ganância(Lc 12:16-22). Jesus contou que um homem rico teve uma colheita espetacular. Essa colheita foi tão boa que ele precisou construir novos armazéns para guardá-la. Ele imaginava estar, assim, acumulando garantias para o seu futuro. Na verdade, esse é o sonho de muita gente. Mas Jesus disse: “Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”(Lc 12:20).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aquele rico insensato&lt;/strong&gt; foi chamado de louco não porque estivesse cometendo algum crime, escândalo, roubo ou adultério, mas porque era avarento, voltado somente para sua riqueza. Ele pensava que a alma se alimenta de cereal. Ele foi considerado um pecador tão perigoso quanto aquele que mata, rouba e adultera. Em outras palavras, esse homem era materialista ou ateu, como tantos que existem hoje em nossa sociedade, vivendo como se Deus não existisse. O materialismo, isto é, o apego às coisas materiais, representa a própria negação de Deus, é ateísmo camuflado. Quando há o apego às coisas materiais, estamos, ainda que não o digamos com argumentos, na prática negando que Deus existe. É por este motivo que o apóstolo Paulo faz a seguinte exortação: “&lt;em&gt;Mas os que querem ser ricos caem em grande tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé...”&lt;/em&gt; (1Tm 6:9, 10). Portanto, todos aqueles que vivem alimentando as suas almas de coisas terrenas, esquecidos de Deus e das coisas de Deus, são considerados loucos.&lt;br /&gt;Hoje continua da mesma forma, muitos buscam a Cristo como um juiz repartidor de bens materiais. Querem fazer grandes celeiros, e a viverem uma vida farta. Porém esquecem a finalidade principal da aspersão do sangue de Cristo na cruz: nos dar da sua “graça”, remir os nossos pecados e nos ofertar a vida eterna, para vivermos num lugar onde a morte já não existe mais, e não haverá mais pranto, nem dor e nem clamor, porque Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vale a pena destacar um ponto importante:&lt;/strong&gt; a vida não nos pertence; os bens não nos pertencem; nem a vida nem os bens são nossas propriedades, são apenas um empréstimo. E então? De que adiantam os bens acumulados? As riquezas não podem atender as maiores necessidades da vida e nem mesmo nos libertar da ansiedade. Elas não são garantia de vida, porque a vida é um presente de Deus, do qual temos que prestar conta a qualquer momento. Mas ainda surge uma pergunta importante: e as coisas acumuladas, para quem ficarão? Primeiro, elas não deviam ter sido acumuladas, mas repartidas, porque o que sobra não pertence mais a nós, mas a todos aqueles que nada têm (Lc 11:41;12:33). Segundo, todo o acúmulo dos bens, mesmo repartido em herança, sempre gera problemas, exatamente como estava acontecendo quando aquele homem pediu que Jesus ordenasse a seu irmão que dividisse a herança com ele. Portanto, devemos estar cientes que o dinheiro ou os bens não oferecem qualquer segurança para a eternidade, porque de um momento para o outro seu possuidor pode ser surpreendido com o chamado de Deus. Onde você tem depositado sua confiança? Nas suas posses? Nos seus bens? Que sua segurança esteja totalmente depositada em Jesus Cristo, no Céu! Pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Tesouros no Céu&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; – “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mas ajuntai tesouros no Céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam, nem roubam&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”(Mt 6:20). O Novo Testamento traz uma mensagem que tenta tirar o nosso foco deste mundo e colocá-lo no Céu: "Não ajunteis tesouros na terra... Ajuntai tesouros no Céu”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os primeiros cristãos&lt;/strong&gt; visavam uma pátria celestial, onde estariam livres de todo o sofrimento terreno. A verdadeira prosperidade é ter tesouro no Céu. Sim, as verdadeiras riquezas são as espirituais e não materiais. “Se pensarmos em Cristo somente para as coisas desta vida, seremos os mais miseráveis de todos os homens” (1Co 15:19). Lamentavelmente, muitos pregadores da atualidade têm se esquecido de falar sobre o Céu. Aliás, eles têm "transferido" o Céu para a Terra, dando-lhe um sentido materialista, visível, hedonista, egocêntrico e imediato.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As Escrituras já haviam predito&lt;/strong&gt; que, nos últimos dias, haveria, no meio do povo de Deus, falsos mestres que não teriam qualquer pudor, mas após terem negado o Senhor que os resgatara, iriam fazer dos crentes negócio com palavras fingidas (2Pe 2:1-3). Hoje, esses falsos mestres são os propagadores da “teologia da prosperidade”. Na verdade, estes “pregadores de prosperidade” nada mais são que escravos do dinheiro e das coisas materiais. Vivem em função da acumulação de riquezas, vivem à busca das coisas desta vida, num sentido diametralmente oposto ao que se lê na Bíblia Sagrada, que manda aos crentes buscar as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus (Cl 3:1). Por isso, como verdadeiros estelionatários, procuram satisfazer a sua ganância através da ganância alheia. Assim, exploram o povo e arrancam verdadeiras fortunas dos bolsos destes incautos, vendendo a imagem de um Deus que faz barganhas com os Seus servos e que, ante o “sacrifício”, ante o “tudo” que foi entregue, serão ricamente abençoados e enriquecidos pelo Senhor. No fundo, porém, quem enriquece são estes mesmos pregadores ou, então, as instituições para as quais eles trabalham. Neste relacionamento estabelecido em cima da “pregação da prosperidade”, só temos que nos recordar das palavras do apóstolo Paulo: “…&lt;em&gt; os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados&lt;/em&gt;” (2Tm 3:13). Tenhamos, portanto, cuidado com este falso evangelho, com esta investida materialista travestida de cristã e de evangélica, pois, “… alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”(1Tm 6:10b).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. A PROSPERIDADE EM O NOVO TESTAMENTO É FILANTRÓPICA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Atentemos para o que nos exorta as Escrituras: “Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe fechar o seu coração, como permanece nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obras e em verdade”(1João 3:17,18). O princípio da generosidade está fundamentado na ideia de doar e não de ter. Para que a generosidade seja manifesta exteriormente, o coração deve antes estar enriquecido de amor e compaixão sinceros para com o próximo. Dar de nós mesmos, e daquilo que temos, resulta em: suprimir as necessidades dos nosso irmãos mais pobres; louvor e ações de graça a Deus(2Co 9:12); e amor recíproco da parte daqueles que recebem a ajuda(2Co 9:14)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Uma Igreja com diferentes classes sociais.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Assim como o mundo do Antigo Testamento, a sociedade neotestamentária era formada também por ricos, classe média, diaristas e escravos. É nesse contexto social que a Igreja nasce e começa a se expandir através da ação evangelística(At 6:7). Como resultado dessa ação, muita gente se converteu, incluindo as classes mais abastadas. Uma leitura bíblica atenta revela que grande parte dos discípulos, que era formada por escravos, era pobre. A ideia de prosperidade no Novo Testamento passa a estar intimamente ligada à solidariedade e à filantropia. A minha prosperidade não pode fazer "vista grossa" para as carências e necessidades do outro. O próspero é alguém que passa a se importar com o seu irmão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conhecedor das necessidades dos crentes da Judeia&lt;/strong&gt;, Paulo mostra aos crentes de origem gentílica que eles não deviam esquecer que fora a partir de Jerusalém que a bênção da Salvação chegara até eles - "&lt;em&gt;Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito recolhermos de vós bens materiais?"(2Co 9.11&lt;/em&gt;). As igrejas entenderam o apelo do apóstolo e mandaram seus donativos: "&lt;em&gt;Porque pareceu bem à Macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém&lt;/em&gt;" (Rm 15:26).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Não esquecer dos pobres&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; – “&lt;em&gt;Porque sempre tendes os pobres convosco, e podeis fazer-lhes bem, quando quiserdes”(&lt;/em&gt;Mt 14:7). A grandeza do ato de ajudar os pobres é um tema bastante repetido nas Escrituras(Ex 23:10,11; Dt 15:7-11; Jr 22:16; Am 2:6,7; Mt 6:2-4; João 13:29).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os pobres existem e continuarão existindo&lt;/strong&gt;, para que os cristãos generosos exerçam a caridade, a maior expressão do cristianismo verdadeiro. A igreja primitiva sobressaia-se neste mister, tanto que foi estabelecida a diaconia ou o serviço de atendimento social(ler At 6:1-10). &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O apóstolo Paulo recorda que Pedro&lt;/strong&gt;, Tiago e João, que eram tidos como as colunas da Igreja em Jerusalém, pediram-lhe que não se esquecesse dos pobres – “recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligencia”(Gl 2:10).&lt;br /&gt;A generosidade para com os necessitados é considerada não como um mérito à salvação, mas apenas como “um teste de caráter”. Ajudando os necessitados, estaremos rompendo com nossos próprios interesses egoístas, para acumular “tesouros no Céu” (Mt 6:19-21;Lc 12:33-34). O maior tesouro é, sem dúvida, a salvação eterna, pela graça de Cristo (Ef 2:8-10), daqueles que são levados a glorificar a Deus por nossas boas obras de generosidade (ver Mt 5:16). Você tem ajudado a quem necessita? Você se preocupa em saber quem precisa da sua ajuda? Pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No Novo Testamento, a primazia do povo de Deus não está voltada para os bens materiais, mas predominantemente aos espirituais. No Novo Testamento, a prosperidade do povo de Deus é acumulada não na Terra, mas no Céu (Mt 6:19,20). Na carta aos Romanos 12:16, a Palavra do Senhor diz: “Não devemos ambicionar coisas altas, mas acomodar às humildes”. Aliás, no Novo Testamento não há uma só referência, sequer um versículo de promessa de abundância material para os que esperam pela vinda de Cristo. Jesus Cristo nos dá a confortável confiança que não precisamos nos preocupar com o amanhã, com coisas materiais como alimento e as vestes. Devemos sim, buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas nos serão acrescentadas. Isso é o essencial para o nosso cotidiano, porque a inquietação com o amanhã é coisa dos gentios ímpios, aqueles que não temem e nem confiam no poder do Senhor (Mt 6:25-33). Aliás, Jesus descreve os gentios como sendo pessoas que se preocupavam apenas em correr atrás do beber, do comer e do vestir, dando a isto prioridade em suas vidas (Mt 6:31,32), comportamento que persiste nos nossos dias, onde, lamentavelmente, o “ter” tem preponderância sobre o “ser”.&lt;br /&gt;Após Cristo ter-se dado em sacrifício vivo para remissão dos nossos pecados, para alcançarmos a salvação, as prosperidades materiais tornaram-se coisas insignificantes, pequenas diante da grandeza de Deus em nos proporcionar a oferta da vida eterna, pois, agora temos uma melhor e mais confortável esperança em Jesus Cristo: encontramos a vida pela morte de Cristo na cruz, algo infinitamente superior a todos os bens materiais deste mundo.&lt;br /&gt;Portanto, no Antigo Testamento: bênçãos e prosperidades materiais para o homem fiel a Deus. No Novo Testamento: Paz no coração, alegria e promessa de vida eterna(1João 2:25) para os que crêem e guardam os mandamentos do Senhor até o fim.&lt;br /&gt;Mas, lamentavelmente, os promotores da falaz “Teologia da Prosperidade” que fazem a mídia no ambiente evangélico, criaram um cifrão ($) como símbolo de fé para os que buscam a prosperidade, priorizando a vontade da carne e a materialidade, em detrimento da “graça”, das bênçãos espirituais e da promessa da salvação e da vida eterna. Só veem o que está diante do nariz, mas não tem olhos espirituais para ver a grande divisão que há entre o Antigo e o Novo Testamento do Senhor Jesus Cristo. Não anunciam o que é mais importante do que todos os bens deste mundo, o propósito de Deus para o homem: a vida eterna, com Cristo no Céu(ler 1Joao 5:11,12; João 14:1-3).&lt;br /&gt;------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 49.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;Caramuru Afonso Francisco – Materialismo e Ateísmo&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-7642037741017819683?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/7642037741017819683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-04-prosperidade-em-o-novo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7642037741017819683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7642037741017819683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-04-prosperidade-em-o-novo.html' title='Aula 04 - A PROSPERIDADE EM O NOVO TESTAMENTO'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-1888330639821287289</id><published>2012-01-09T10:51:00.000-08:00</published><updated>2012-01-09T15:30:02.627-08:00</updated><title type='text'>Aula 03 - OS FRUTOS DA OBEDIENCIA NA VIDA DE ISRAEL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Deuteronômio 28:1-68&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;E será que, havendo-te o SENHOR, teu Deus, introduzido na terra, a que vais para possuí-la, então, pronunciarás a bênção sobre o monte Gerizim e a maldição sobre o monte Ebal”(Dt 11:29&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quando analisamos a história de Israel, fica evidente que o povo de Deus recebeu o direito de escolher se desejava ou não ser abençoado por Ele (vide Deuteronômio cap.28). A bênção viria como um fruto da obediência ao Senhor, e a ausência desta era vista como um fruto da desobediência aos preceitos divinos. Quando a nação obedecia a Deus, prosperava, mas quando seguia outros deuses, experimentava adversidades.&lt;br /&gt;Atualmente a palavra obediência parece andar um tanto esquecida. Fala-se muito em bênçãos e prosperidade, todavia, muitos se esquecem de que as bênçãos são decorrentes da obediência aos princípios divinos. A obediência é uma prova viva de amor ao Pai Celestial. A Bíblia diz em João 14:15, 23: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos... Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada”. O Espírito Santo só será dado àqueles que obedecem a Deus. A Bíblia diz em Atos 5:32: “E nós somos testemunhas destas coisas, e bem assim o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem”. Jesus obedeceu ao Seu Pai dando-nos um exemplo de como devemos obedecer ao Senhor. A Bíblia diz em Hebreus 5:8-9: “Ainda que era Filho, aprendeu a obediência por meio daquilo que sofreu; e, tendo sido aperfeiçoado, veio a ser autor de eterna salvação para todos os que lhe obedecem”.&lt;br /&gt;Deus é bom e quer nos abençoar integralmente. Entretanto, Ele também é justiça. A justiça do Pai, assim como a sua bondade, atinge todas as áreas de nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. OBEDIENCIA, UM FIRME FUNDAMENTO.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quando a Bíblia Sagrada diz que o homem foi criado com liberdade (Gn 2:16,17), devemos observar que liberdade é a possibilidade de o homem escolher entre obedecer ou desobedecer a Deus. A liberdade jamais pode ser concebida como “autonomia”, ou seja, como uma faculdade do homem de ele próprio estabelecer qual é a regra, qual é a norma, como, aliás, entenderam alguns filósofos ao longo da história da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A liberdade não se confunde com a ausência de um poder superior ao homem.&lt;/strong&gt; Deus é superior ao homem e estabelece, como Criador de todas as coisas, as regras e os mandamentos que devem ser observados pelo homem. O homem, por ser livre, tem a possibilidade de observar, ou não, estas regras, mas não há um mundo sem regras ou sem leis. A liberdade sempre se estabelece debaixo de um senhorio divino, debaixo de regras e mandamentos estabelecidos pelo Senhor. Por isso &lt;strong&gt;a liberdade redunda em responsabilidade&lt;/strong&gt;. O outro lado da liberdade, o outro lado da possibilidade de se atender, ou não, ao mandamento divino é a responsabilidade, ou seja, o homem responde pela opção que tomar. O homem não é senhor de si; não é ele quem estipula as regras e as normas que terá de responder diante de Deus pelo que tiver feito. Este princípio, aliás, foi muito bem apontado por Paulo quando escreveu aos gálatas: “ Não erreis, Deus não Se deixa escarnecer, porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gl 6:7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Deus fala e quer ser ouvido.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O Senhor tirou os israelitas do Egito, a fim de que eles fossem uma nação próspera e temente a Ele. Para que fossem abençoados, deveria pautar pela obediência a Ele e à Sua Lei. Esta condição pode ser resumida na frase encontrada várias vezes no Pentateuco: “Se ouvires a minha voz e guardares os meus mandamentos”(Ex 15:26;19:5; Lv 26:14;Dt 28:1).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No discurso de Moisés,&lt;/strong&gt; exarado no capítulo 28 de Deuteronômio, há uma extensa lista de bênçãos que viriam se o povo de Israel obedecesse à voz do Senhor quanto ao cumprimento de Sua Palavra. Os catorze versículos inicias falam das bênçãos que sucederiam a obediência, enquanto os últimos 54 versículos descrevem as maldições que recairiam sobre Israel se voltasse as costas para o Senhor. As bênçãos prometidas abrangem a preeminência entre as nações, propriedade material, fecundidade, colheitas abundantes, vitória nas batalhas e sucesso no comércio exterior. A proteção de Deus também seria notada por todos, quando aqueles que se diziam inimigos de Israel fossem derrotados, entregues pelo próprio Senhor aos israelitas. Para quem pensa que Ele ia cuidar apenas dos aspectos físicos da existência, Ele deixa claro que separaria Seu povo para que fosse santo, desde que Seu povo ouvisse a Sua voz, guardasse Seus mandamentos e andasse nos Seus caminhos. Isso atrairia o temor dos povos em torno de Israel. Essas promessas foram destinadas a Israel, que, infelizmente, trilhou por caminhos contrários a Deus, mostrando que a rebeldia humana pode destruir uma nação que tinha tudo para dar certo.&lt;br /&gt;Alguém pode perguntar: é possível que Deus estenda esses preceitos aos que andam pela fé em Sua Palavra em nossos dias? Com certeza. Deus não deixou de ter a bondade de abençoar, mas devemos levar em conta dois fatores: primeiro, não podemos nos apropriar de promessas que não foram destinadas a nós; segundo, devemos ser diligentes em nossos trabalhos, para que cresçamos de forma honesta, pois tão importante quanto crer nas promessas de Deus é fazer a nossa parte: andar nos caminhos dEle e trabalhar de forma diligente com nossas mãos.&lt;br /&gt;Portanto, o melhor que podemos fazer pela nossa vida é obedecer a Deus e à Sua Palavra. A Bíblia diz em &lt;strong&gt;Deuteronômio 30:15-16:&lt;/strong&gt; “&lt;em&gt;Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, a morte e o mal; porquanto te ordeno, hoje, que ames o Senhor, teu Deus, que andes nos seus caminhos e que guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, para que vivas e te multipliques, e o Senhor, teu Deus, te abençoe na terra, a qual passas a possuir&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deuteronômio 10:12-13 diz:&lt;/strong&gt; “&lt;em&gt;Agora, pois, ó Israel, que é o que o SENHOR, teu Deus, pede de ti, senão que temas o SENHOR, teu Deus, e que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR, teu Deus, com todo o teu coração e com toda a tua alma, para guardares os mandamentos do SENHOR e os seus estatutos, que hoje te ordeno, para o teu bem?”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;A obediência é a chave para uma vida de sucesso.&lt;/strong&gt; A Bíblia diz em Josué 1:8: “&lt;em&gt;Não se aparte da tua boca o livro desta Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho e, então, prudentemente te conduzirás”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Seremos avaliados em termos da nossa obediência aos mandamentos de Deus.&lt;/strong&gt; A Bíblia diz em Mateus 5:19: “&lt;em&gt;Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;2. A obediência e suas reais motivações.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Conforme lemos em Deuteronômio 28, a motivação principal para a obediência não era necessariamente receber a bênção de Deus (apesar de ela estar intrínseca no texto), e sim a comunhão com Deus e a sua aprovação em todas as coisas que o fiel realizava. Podemos inferir disso a certeza de que Deus conhece as reais motivações com que nos aproximamos dEle. Ele sabe quando os corações são ou não interesseiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. DESOBEDIÊNCIA, A CAUSA DA MALDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A maldição é um instrumento divino e, na verdade, faz parte de Sua atividade julgadora. Em Deuteronômio 11:26-28, Deus diz: “Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição: A bênção, quando ouvirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que hoje vos mando; porém a maldição, se não ouvirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes”. A Bíblia não diz que a bênção é de Deus e a maldição é do diabo. Tanto uma quanto a outra são prerrogativas divinas. A maldição está ligada à desobediência e a bênção à obediência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. A quebra da aliança.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Ainda com relação ao capítulo 28 de Deuteronômio, Moisés profetiza uma série de maldições como causa da desobediência a Deus e à Sua Palavra, ou seja, quebra do concerto divino: castigo, destruição, grande aflição, cativeiro e dispersão entre as nações (vide Dt 28:15-68).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dt 28:15-37&lt;/strong&gt; - As maldições incluíam escassez, esterilidade, ferrugem, seca, derrota nas batalhas, loucura, medo, adversidade, calamidade e vulnerabilidade(v.15-32). Os versículos 33-37 prevêem o cativeiro numa terra estrangeira, profecia que se cumpriu quando o povo foi levado cativo pelos assírios e babilônios. Israel seria pasmo, provérbio e motejo entre todos os povos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dt 28:38-46&lt;/strong&gt; – Os israelitas seriam amaldiçoados com colheitas minguadas e escassez de uvas e azeitonas. Seus filhos seriam “levados ao cativeiro, e o gafanhoto” consumiria seu “arvoredo e o fruto da [...] terra”. O estrangeiro no meio deles se elevaria mais e mais, enquanto o povo desceria mais e mais. Se os israelitas fossem obedientes, se tornariam credores no mercado internacional. Porém, se fossem desobedientes, teriam de tomar dinheiro emprestado de estrangeiros(v. 44).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dt 28:47-57&lt;/strong&gt; – Invasores estrangeiros levantariam cerco contra Israel, provocando os horrores escritos nos versículos 49-57. As condições seriam tão terríveis, que as pessoas devorariam umas às outras. Essa profecia se cumpriu quando Jerusalém foi sitiada pelos babilônios e, posteriormente, pelos romanos. Nas duas ocasiões, muitos recorreram ao canibalismo. Até o indivíduo mais refinado e “delicado” se tornaria “mesquinho” e canibalesco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dt 28:58-68&lt;/strong&gt; – Pragas e enfermidades graves e duradouras dizimariam a população de Israel. Os sobreviventes se dispersariam por toda a terra e viveriam com pavor constante de perseguição. Deus os faria até voltar ao Egito em navios. De acordo com Josefo, a profecia de que Israel voltaria ao Egito se cumpriu parcialmente no tempo de Tito, quando os judeus foram levados para lá em navios e vendidos como escravos. Nesse caso, porém, “Egito” pode indicar servidão em geral. Deus havia livrado Israel da escravidão literal do Egito no passado. Se, contudo, a nação não o amasse, nem reconhecesse seu direito soberano de receber obediência, não se manteria pura como esposa e não seria sua propriedade exclusiva. Caso escolhesse se portar como as outras nações, seria vendida de volta à escravidão. A essa altura, porem, estaria de tal modo destruída, que ninguém a desejaria, nem mesmo como escrava.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao meditarmos sobre essas condições,&lt;/strong&gt; ficamos abismados com a manifestação da ira de Jeová contra o povo. Moisés não poupou palavras e não deixou nenhum detalhe por conta da imaginação, antes, pintou um quadro nítido e realista. Israel precisava saber quais seriam as consequências da desobediência para que aprendesse a temer o nome do Senhor, o Deus de Israel. “Aquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão”(Lc 12:48). Israel havia recebido mais privilégios do que qualquer outra nação e, portanto, tinha mais responsabilidades e poderia sofrer castigo mais severo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. A maldição da idolatria.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Idolatria é colocar qualquer coisa, ou pessoa, em lugar de Deus. Está escrito que Deus não dá sua glória a ninguém (cf Is 48:11). Portanto, a idolatria é um pecado grosseiro e afrontoso ao Único e Verdadeiro Deus, porque: (a) lhe rouba a glória e consagra-a as obras que nada são; (b) ignora-lhe a eterna e inquestionável soberania; (c) zomba das reivindicações que Ele apresenta em Sua Palavra. O idólatra demonstra que não dá nenhuma importância à soberania divina (Sl 14:1).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A maldição vez por outra alcançava o povo de Israel&lt;/strong&gt; por causa da idolatria, que é veementemente condenada na Bíblia. Mesmo antes da decretação dos 10 mandamentos, o povo de Israel já se achava mais do que ciente acerca do pecado e da desgraça que é a idolatria. Quatro séculos depois, quando da promulgação do Decálogo, o Senhor Deus ordena: “Eu Sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” (Ex 20:2-4). Mais adiante, Moisés adverte: “Maldito o homem que fizer imagem de escultura ou de fundição, abominável ao Senhor, obra da mão de do artífice, e a puser em um lugar escondido! E todo o povo responderá: Amém!”(Dt 27:15).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Todos os profetas exortaram os israelitas a que se abstivessem da idolatria.&lt;/strong&gt; O que dizer das advertências de Isaías? Dos clamores de Oséias? Das mensagens de Amós? E o quanto não sofreu Jeremias a fim de reconduzir o seu povo ao Deus Único e Verdadeiro? Foi em consequência da idolatria que Israel e Judá foram expulsos de suas possessões e experimentaram o amargo cativeiro (2Rs 17:1-23; 2Cr 36:11-21).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se a idolatria era combatida com rigor no Antigo Testamento, não seria diferente no Novo.&lt;/strong&gt; No Concílio de Jerusalém, os apóstolos e anciãos, inspirados pelo Espírito Santo, recomendaram aos fiéis: “Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação; destas coisas fareis bem se vos guardardes” (At 15:29). Em suas diversas epístolas, os apóstolos condenaram duramente o envolvimento dos cristãos com a idolatria (1Co 10:14 ; 1Pe 4:3).&lt;br /&gt;Talvez hoje não mais encontremos por aí o horrendo deus Moloque, nem a infame Diana dos efésios. Mas, a moderna idolatria, além de seu aspecto tradicional e grosseiro (a adoração de imagens de escultura) vem, de forma sorrateira, furtiva e até subliminar, minando a resistência do povo de Deus. Muitos são os crentes que se vem deixando contaminar pelos promotores desse perverso e ímpio sistema idolátrico que, nos meios de comunicação, recebe os mais insinuantes títulos: humanismo, nova Era, regressão psicológica, teologia da prosperidade, pensamento positivo, liberação sexual, etc. Os agentes da impiedade não poupam esforços; sabem como insuflar suas doutrinas até entre os santos.&lt;br /&gt;Estejamos, pois, alerta! Não podemos traficar com a glória divina, nem trocá-la pelos ídolos, sejam quais forem as formas com que estes se apresentem. O Senhor não negocia a Sua majestade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. AS FALSAS IDEIAS SOBRE MALDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ultimamente, uma falsa doutrina tem se infiltrado no meio do povo de Deus: a falaciosa “maldição hereditária”. Os defensores dessa falsa doutrina concebem-na como sendo “… a autorização dada ao diabo, por alguém que exerce autoridade sobre outrem, para causar dano à vida do amaldiçoado…” ou, ainda, para outros, seria “… problemas e sofrimentos originados por problemas e pecados dos antepassados e herdados hereditariamente.…”.&lt;br /&gt;Segundo os “ensinadores” dessa falsa doutrina, a “maldição hereditária” tem de ser quebrada e um dos meios pelos quais se faz esta “quebra” é por intermédio da “regressão psicológica”, em que se “descobre”, no passado, a origem, a causa da maldição que, então, apresentada ao Senhor Jesus, pode ser quebrada, ocasionando a completa “libertação” do servo de Deus. Crendo nessa falsa doutrina, muitos que cristãos dizem ser entram numa espécie de paranóia, procurando alguma maldição para quebrar.&lt;br /&gt;Todavia, não é isto que ensina a Bíblia Sagrada. Nas Escrituras, fica claro que o que causa divisão entre o homem e Deus são os nossos pecados (Is 59:2), pois o salário do pecado é a morte, ou seja, a separação entre o homem e Deus (Rm 6:23). O pecado traz, em consequência, uma maldição ao homem (Dt 28:15-19; Gl 3:10). No entanto, Jesus fez-se maldição por nós e, com isto, pagou o preço da nossa redenção (Gl 3:13) e, por isso, converteu a maldição em bênção, de modo que, agora, a bênção de Abraão chega até nós por intermédio de Cristo Jesus (Gl 3:16), de modo que somos, agora, amigos de Deus (João 15:15).&lt;br /&gt;Aqueles, que cristãos dizem ser, que acham que precisam quebrar maldição não entenderam a obra de Cristo. Aqueles que temem que satanás possa prender algum crente sobre maldição não entenderam o que Cristo fez com o diabo para benefício dos crentes quando morreu na cruz. Gênesis 3:15 diz que Cristo feriria a cabeça da serpente e isso aconteceu quando Ele morreu na cruz do calvário. Da mesma forma Colossenses 2:13-15 fala-nos da obra de Cristo que removeu nossa dívida quando morreu na cruz. A vitória de Cristo é uma vitória completa, portanto, somos verdadeiramente livres.&lt;br /&gt;Mas não apenas isso. Em Romanos capitulo 6, Paulo explica o que aconteceu conosco quando nos convertemos (Rm 6:5). Isso significa que o crente espiritualmente participa da morte de Cristo. Ele(o velho homem) realmente morreu com Cristo na cruz (Rm 6:6). Todas as maldições cessam aí, crucificadas na cruz de Cristo. A ênfase de Paulo é que não ficamos mortos, e sim, como Cristo ressuscitou, nós também ressuscitamos – “&lt;em&gt;De sorte que fomos sepultados com Ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida&lt;/em&gt;”(Rm 6:4).&lt;br /&gt;Pode alguém que nasceu de novo, que morreu com Cristo e ressuscitou espiritualmente com Ele, ainda carregar maldições? Será que a obra de Cristo não foi completa? Se o crente pudesse ainda carregar maldições o texto de 2Coríntios 5:17 não seria verdadeiro – “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. Se ainda há maldições, então, não há nova criatura, nem novo nascimento, nem conversão. Se Cristo habita em nossos corações, não devemos menosprezar a Sua obra, não podemos diminuir a importância e a eficiência dela.&lt;br /&gt;Portanto, quem participa desta falsa doutrina não crê no poder transformador e suficiente do sacrifício de Jesus para nossa salvação e, lamentavelmente, se não crê no Filho, também não crê no Pai(1João 2:22,23), logo, está demonstrando, de modo cabal, que se caminha para a perdição de sua alma(Mc 16:17).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ainda estamos em um mundo decaído&lt;/strong&gt;, e, portanto, submetidos a muitas limitações. Porém, isso não significa que as maldições não foram quebradas em nossa vida. Ainda não somos tudo aquilo o que fomos projetados para ser - “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos”(1João 3:2). O Apocalipse descreve o momento quando toda maldição será retirada da criação e a cidade santa for estabelecida por Deus: “E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão”(AP 22:3). Glórias sejam dadas ao nome do Senhor Jesus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Obedecer a Deus é cumprir em nossas vidas a sua Santa Palavra (Dt 26:16). Não podemos duvidar do seu comando, da sua vontade, temos que acreditar e obedecer. Se obedecermos, então, permanecerá sobre nós a bênção do Senhor (Lv 26:3-13).&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 49.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-1888330639821287289?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/1888330639821287289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-03-os-frutos-da-obediencia-na-vida.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/1888330639821287289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/1888330639821287289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-03-os-frutos-da-obediencia-na-vida.html' title='Aula 03 - OS FRUTOS DA OBEDIENCIA NA VIDA DE ISRAEL'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-8357905655848968105</id><published>2012-01-08T12:20:00.000-08:00</published><updated>2012-01-08T12:43:19.450-08:00</updated><title type='text'>O Papel dos Grupos de Louvor na Adoração-Augustus Nicodemus</title><content type='html'>&lt;iframe height="344" src="http://www.youtube.com/embed/0DWynDzxlm0?fs=1" frameborder="0" width="459" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-8357905655848968105?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/8357905655848968105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/o-papel-dos-grupos-de-louvor-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/8357905655848968105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/8357905655848968105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/o-papel-dos-grupos-de-louvor-na.html' title='O Papel dos Grupos de Louvor na Adoração-Augustus Nicodemus'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/0DWynDzxlm0/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-2161914318096680559</id><published>2012-01-02T09:08:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T09:14:34.297-08:00</updated><title type='text'>Aula 02 - A PROSPERIDADE NO ANTIGO TESTAMENTO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Leitura Básica: Dt 8:11-18&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Vendo, pois, o seu senhor que o SENHOR estava com ele e que tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em sua mão&lt;/em&gt;” (Gn 39:3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nesta Aula estudaremos a respeito da Prosperidade no Antigo Testamento. Veremos que na Antiga Aliança, a Verdadeira Prosperidade é primeiramente espiritual. Uma vida bem-sucedida não é resultado do sucesso financeiro, mas sim da obediência a Deus, da fidelidade e da santidade: “Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço escreve-as na tábua do teu coração e acharás graça e bom entendimento aos olhos de Deus e dos homens” (Pv 3:3,4). Além disso, a Prosperidade na Antiga Aliança está diretamente relacionada à obediência à Palavra de Deus e a dedicação ao trabalho. É algo que vai muito além dos bens materiais. Que sejamos sensíveis à revelação do Espírito Santo para entendermos em que consiste, quais as fontes e os princípios que norteiam a Verdadeira Prosperidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. O QUE É PROSPERIDADE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Prosperidade é o estado do que é e se torna próspero. Mas o que é ser próspero? É ser feliz, ser abençoado, ser bem-aventurado, ter abundância de vida. É ter um bem-estar físico, relacionado à saúde; um bem-estar na família; um bem-estar no seu trabalho, ou seja, exercer o seu trabalho de forma que glorifique a Deus e traga resultado de bem-aventurança, como diz o salmo 1: “Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus fez o homem para ser feliz, próspero, abençoado.&lt;/strong&gt; E vemos isso no período da inocência, quando ainda antes da queda, antes do pecado, quando o homem ocupava o lugar de proeminência na obra da criação. Gêneses 1:28 diz: “ E Deus os abençoou...”. Deus fez o homem à sua imagem e à sua semelhança. Se Deus o fez assim, não foi para que o homem fosse escravo da miséria, mas o fez para desfrutar do que de bom há nele, em Deus: sua comunhão, seus bens. Após a criação do homem, a Bíblia diz em Gênesis 1:31: “E viu Deus tudo quanto tinha feito, eis que tudo era muito bom”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ainda no Éden&lt;/strong&gt;, observamos que Deus pôs o homem no jardim para lavrá-lo e guardá-lo (Gn 2:15), mas, antes de ali colocar o homem, fez questão que o jardim tivesse árvores agradáveis à vista como boas para comida (Gn 2:9). Neste gesto, o Senhor demonstrou, claramente, que seu objetivo era que o homem tivesse bem-estar físico e mental, que estivesse num ambiente em que pudesse ter satisfação, alegria, conforto e tranquilidade. Isto é um propósito que se estende a toda a humanidade. No entanto, o homem pecou e, por causa disso, aquele ambiente de satisfação, conforto e tranquilidade, passou a ser um ambiente penoso, de dificuldades, onde a sobrevivência não se daria mais por meio da satisfação, mas do suor do rosto, da dor (Gn 3:17-19). Por isso, a sobrevivência passou a ser algo advindo de sofrimento e esforço, não mais algo prazeroso, como era antes do pecado. Portanto, a prosperidade depende do perdão dos pecados, e não é por outro motivo que o servo de Deus é sempre chamado de “bem-aventurado”, pois, como diz o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, “bem-aventurado” é “aquele que goza de boa ventura, bem-afortunado, feliz”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Porém, para ser “bem-aventurado” é necessário que tenha sido salvo pelo Senhor (Dt 33:29&lt;/strong&gt;), salvação esta que se dá mediante o perdão dos pecados (Sl 32:1,2) e a fé no Senhor (Sl 34:8; 40:4; 84:12). Se os salvos são chamados bem-aventurados, então a prosperidade também é uma promessa que se estende à Igreja. No entanto, esta prosperidade não abrange aspectos materiais, mas, sim, um estado espiritual de felicidade, de bem-aventurança. A prosperidade do salvo é o fato de ser bem sucedido naquilo que é fundamental para alguém: ter a vida eterna, ter a certeza de que o seu fim é o de habitar com o Senhor para todo o sempre.&lt;br /&gt;Quando vemos a descrição dos “bem-aventurados” por parte do Senhor Jesus, no intróito do sermão do monte, que é conhecido como o “sermão das bem-aventuranças”, em momento algum, vemos o Senhor se referindo a bênçãos materiais, a posse de riquezas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O bem-aventurado é reconhecido pelo seu caráter&lt;/strong&gt;, pelo seu comportamento, não pelos bens que possa ter. Aliás, ao encerrar as bem-aventuranças, o Senhor faz questão de dizer que a prosperidade abrange um grande galardão nos céus, que deveria ser o motivo de exultação e alegria para a Igreja (Mt 5:12).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ainda no sermão do monte&lt;/strong&gt;, Jesus faz questão de mostrar que o que levará os homens a glorificar a Deus por causa dos seus discípulos, não é, como ocorria com Israel, a prosperidade material, mas, sim, a presença de boas obras (Mt 5:16). Enquanto Israel engrandeceria o nome do Senhor por intermédio de bênçãos materiais (Dt 28:10), a Igreja levaria as nações a glorificarem a Deus pela sua conduta, pelo seu comportamento, por ser luz do mundo e sal da terra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prosperidade ensinada na Bíblia não é também confissão positiva&lt;/strong&gt;: eu determino que vai acontecer e automaticamente isso aconteça. Também, Prosperidade segundo a Bíblia, não é triunfalismo e nem mesmo determinismo, mas a bênção de Deus. Porque sem a benção de Deus não há o que se falar em prosperidade. Sabe por quê? Porque é a benção de Deus que enriquece, e Ele não acrescenta dores (Pv 10:22).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. A PROSPERIDADE NO ANTIGO TESTAMENTO&lt;br /&gt;1. A Prosperidade no Antigo Testamento estava relacionada à comunhão com Deus.&lt;/strong&gt; Foi Deus por sua soberana vontade que plantou um jardim no Éden e nele pôs o homem que havia formado (Gn 1:8). Ali, Deus coloca o homem para que pudesse desfrutar de toda uma vida próspera, feliz e abençoada. Então, no período da inocência, vemos o homem desfrutando prosperidade, quando ele tinha comunhão com Deus, quando ele participava de uma convivência com Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. A Prosperidade no Antigo Testamento, em seu aspecto material, foi prometida, em primeiro lugar, ao povo de Israel, como consequência do pacto firmado com ele seja no Sinai, seja nos montes Gerizim e Ebal (o chamado “pacto palestiniano” – Dt 27:12-13; Js 8:33-35).&lt;/strong&gt; Tanto que a palavra “prosperidade” e seus derivados são encontrados quase que exclusivamente no Antigo Testamento e, nas duas vezes em que aparece em o Novo Testamento, está num contexto completamente alheio a promessas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Promessas Nacionais -&lt;/strong&gt; As famosas bênçãos materiais de Dt 28:1-14, tão utilizadas pelos pregadores de prosperidade em os nossos dias, são promessas dirigidas ao povo de Israel, são promessas “nacionais”, que têm como destinatários os israelitas, como, aliás, fica bem claro logo no intróito da relação, em Dt 28:1, quando se vê que a promessa era para que Israel se exaltasse sobre todas as nações da Terra e que era o resultado da fidelidade à lei de Moisés, lei que, como bem sabemos, já não mais vigora na atual dispensação. Tem-se, portanto, que a aplicação das referidas promessas de prosperidade material ali previstas, para a Igreja, em os nossos dias, é algo equivocado e que não encontra qualquer respaldo bíblico, sendo mais um engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente a todos quantos não conhecem a doutrina –“ para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro”(Ef 4:14).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Promessas Individuais&lt;/strong&gt; - Em outras passagens, vemos que a prosperidade material é prometida a pessoas específicas, sendo, pois, verdadeiras promessas “individuais”, exclusivas para seus destinatários. Foi o caso de Salomão (1Rs 3:11-13), que recebeu a prosperidade material não porque a tivesse pedido, mas, sim, porque quis, antes, sabedoria, a verdadeira prosperidade. Como isso agradou a Deus, Salomão recebeu, também, riquezas materiais (1Rs 3:5-10). Como se trata de promessas “individuais”, temos que tais promessas, igualmente, não podem ser consideradas como feitas a qualquer outra pessoa, sendo, também, engano querer fazer as pessoas crerem que, assim como Salomão, Abraão ou Ezequias, de igual modo, Deus tem algum compromisso de enriquecer este ou aquele servo seu, pelo simples fato de este indivíduo ser fiel ao Senhor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) A prosperidade material tem como propósito o engrandecimento do nome do Senhor.&lt;/strong&gt; Em Dt 28:10, fica bem claro que o objetivo da prosperidade material prometida a Israel era fazer com que as nações, sobre as quais Israel se sobressairia, viessem a reconhecer que aquele era o povo de Deus: “E todos os povos da terra verão que é chamado pelo nome do Senhor e terão temor de ti”. O objetivo declarado do Senhor era o de ver o seu nome exaltado e glorificado pelas demais nações. Tanto assim é que, em havendo a desobediência por parte de Israel, sobreviriam maldições, inclusive a penúria econômico-financeira, maldições que tinham o mesmo propósito, o de mostrar a grandeza do Senhor, como se lê em Dt 28:37: “e serás por pasmo, por ditado, e por fábula entre todos os povos a que o Senhor te levará”.&lt;br /&gt;Portanto, ainda que tais promessas fossem dirigidas à Igreja, o que não é o caso, também estariam equivocados os que as andam buscando para satisfação dos seus desejos, de seus caprichos, de sua ganância, pois, em momento algum, quis o Senhor que a prosperidade material servisse para agrado dos homens, mas única e exclusivamente para o engrandecimento do nome dEle. Não é por outro motivo que, no ocaso de sua vida, Salomão, a despeito de todo o seu riquíssimo patrimônio, tenha, publicamente, resumido a vida humana deste modo: “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos, porque este é o dever de todo o homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau” (Ec 12:13,14).&lt;br /&gt;Temos, portanto, verificado que, à primeira vista, a promessa da prosperidade não se reduz ao aspecto material, que é uma promessa condicional e que, notadamente em seu aspecto material, é uma promessa dirigida ou ao povo de Israel, ou, então, a pessoas específicas, tendo como propósito o engrandecimento do nome do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. A Prosperidade no Antigo Testamento era resultante de uma vida de obediência e temor a Deus&lt;/strong&gt;. No contexto bíblico, a verdadeira prosperidade material ou espiritual é resultado da obediência e reverência do homem a Deus. A Escritura afirma que Uzias "buscou o SENHOR, e Deus o fez prosperar". A prosperidade de Uzias nesse período foi extraordinária. Como rei, desfrutou de um sucesso e progresso imensurável (2Cr 26:7-15). Deus deu-lhe sabedoria para desenvolver poderosas máquinas de guerra para proteger Jerusalém (vv.14,15). A prosperidade de Uzias era subordinada à sua obediência a Deus. O profeta Zacarias o instruía no temor do Senhor, razão pela qual o monarca prosperou abundantemente. O homem verdadeiramente próspero é como a "árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará" (Sl 1:3). Porém, a soberba destronou o rei de seu palácio e prosperidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. A Prosperidade no Antigo Testamento não era aferida pelo poder aquisitivo de alguém&lt;/strong&gt;. Quando nos referimos à Prosperidade no contexto bíblico, devemos levar em conta que no Antigo Testamento havia um contraste enorme entre ricos e pobres. Não havia somente ricos, mas também muitos pobres. Isso nos ajuda a corrigir um ensino equivocado dos pregadores da prosperidade que passam a ideia de que no Antigo Testamento o povo de Deus não passava por revezes, mas viviam pisando em ouro. É o caso, por exemplo, de Rute, a moabita, e Boaz. Ele era rico, mas Rute era pobre, todavia ambos eram abnegados servos de Deus (Rt 2:1,2). Esse fato nos ajuda a desfazer duas ideias equivocadas sobre riqueza e pobreza, e que ainda continuam em voga hoje em dia. A primeira dessas ideias via a riqueza como uma consequência natural da bênção divina e a pobreza necessariamente como um sinal do julgamento de Deus sobre a pessoa. Por outro lado, havia aqueles que iam para o extremo oposto e não acreditavam que nenhum rico contava com o favor divino, pois somente os pobres eram merecedores desse favor. Todavia, o que vamos observar, ainda no Antigo Testamento, é que nem a riqueza nem a pobreza podem servir como aferidores da prosperidade de alguém. Havia ricos que não eram prósperos, como, por exemplo, Nabal (1Sm 25:2,3,6,25), além do fato de haver até mesmo ímpios que prosperavam! O salmista verificou que os ímpios também "prosperam" (Salmo 73). No Antigo Testamento, observamos que havia outros valores que eram tidos como sinais de uma vida próspera, e não somente a prosperidade material. Esses valores são espirituais, tais como a justiça, o entendimento, a humildade etc.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. A Prosperidade no Antigo Testamento advinha do comportamento sábio e prudente que a pessoa apresentava&lt;/strong&gt;. Nabal, que significa "louco", "imprudente", "tolo", demonstrou imprudência, tolice e loucura ao negar socorrer a Davi em suas necessidades. Embora rico, não era sábio e prudente (1Sm 25:10-17); sua estultice quase o leva à morte pelas mãos de Davi, mas não impediu que o mesmo fosse morto pelo Senhor (1Sm 25:37,38). Nabal não agiu com "sabedoria", "prudência", portanto, "não teve sucesso", "não foi próspero".&lt;br /&gt;Davi, por outro lado, viveu sabiamente diante de Saul, dos exércitos de Israel, do povo e diante do próprio Senhor: "E Davi se conduzia com prudência em todos os seus caminhos, e o Senhor era com ele" (1Sm 18:14; ler vv.12,15). O Senhor era com Davi, razão pela qual o filho de Jessé foi prudente em suas ações; Davi era sábio, justo e prudente, motivo pelo qual o Senhor era com ele. Portanto, a Verdadeira Prosperidade, também, advém do comportamento sábio e prudente que a pessoa deve apresentar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. A Prosperidade no Antigo Testamento, no período patriarcal, estava relacionada com a bênção proferida pelo patriarca aos seus filhos&lt;/strong&gt;. Nós vemos isso no exemplo de Isaque abençoando Jacó, verbalizando as seguintes palavras: “Assim, pois, te dê Deus do orvalho dos céus, e das gorduras da terra, e abundância de trigo e de mosto” (G 27:28). É verdade que Jacó ficou rico como fruto do seu trabalho. Durante 20 anos trabalhou para o seu tio Labão(Gn 31:41). Porém, o próprio Jacó reconheceu, “que se não fora o Deus de meu pai, o Deus de Abrão e o temor de Isaque, por certo me despediria agora de mãos vazias. Deus me atendeu ao sofrimento e ao trabalho das minhas mãos e te repreendeu ontem à noite”(Gn 31:42), falou Jacó a Labão. Então vemos Jacó se enriquecendo, mas teve que trabalhar. A riqueza não caiu de cima, não veio de cima. Jacó teve que trabalhar, e trabalhar duro! Durante o dia consumido pela sol, e à noite pela geada. Mas, antes de tudo, tinha a benção de seu pai. Então que possamos verbalizar bênçãos sobre a nossa família, pedindo que Deus abençoe nossa família, porque o Deus de Jacó é o nosso Deus, e Deus quer o nosso bem.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7. A Prosperidade no Antigo Testamento estava relacionada à bondade, ao favor e à soberania de Deus&lt;/strong&gt;. É da natureza de Deus abençoar os seus filhos; é do coração de Deus; faz parte da sua natureza. Deus tem prazer de abençoar o homem. Quando Moises desejou e pediu para ver a glória de Deus, Ele lhe disse: “farei passar diante de ti toda a minha bondade por diante de ti e proclamarei o nome do Senhor diante de ti; terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e me compadecerei de quem me compadecer”(Ex 33:18,19). Deus quer te abençoar. Deus tem o prazer em te abençoar. Nós estamos na sua dependência, porque faz parte da sua soberania. Nada impede ou obriga Deus de te abençoar. Deus faz isso por um ato liberal da sua vontade, da sua soberania. Ele é totalmente livre para te abençoar e deseja nos abençoar e nos prosperar em toda área de nossa vida.&lt;br /&gt;Nós vemos isso também na benção sacerdotal, quando o povo de Israel estava ainda no deserto do Sinai. Ali Deus chama Moises e dá uma ordem a Moises dizendo: “E falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes: O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. Assim, porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei” (Nm 6:22-27). Esta bênção, conhecida como bênção sacerdotal, revela o coração de Deus. E é tão interessante que quando Deus instruiu para que Moises instruísse os sacerdotes para que verbalizassem esta bênção, eles estavam ainda no deserto do Sinai. Não tinha ainda empreendia jornada em direção a Canaã.&lt;br /&gt;No capitulo 22 a 24 de Números acontece um incidente com o povo de Israel, quando o rei dos moabitas, Balaque, contrata o falso profeta Balaão para amaldiçoar o povo, porém, Balaão não pôde amaldiçoar porque Deus já tinha abençoado; o diabo chegou atrasado, porque Deus já tinha abençoado no capitulo 6 de Números. Deus já te abençoou, meu irmão, com a rica bênção da Sua graça. Ele deseja que tu tenhas comunhão com Ele, mas também deseja que os teus seleiros sejam fartos para que a sua glória seja manifestada.&lt;br /&gt;Todavia é bom ressaltar que Deus abençoa a quem Ele quer, assim como enriquece ou empobrece da mesma forma a quem quiser. Não adianta criar leis sobre a prosperidade financeira e deixarmos de fora a soberania de Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8. A Prosperidade no Antigo Testamento, também, estava relacionada à Obediência à Palavra de Deus&lt;/strong&gt;. Em 2 Crônicas 7:14 diz: “e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”. O que significa sarar a terra? Significa, novamente, torná-la fértil, frutífera, que produza o seu mantimento, que receba chuva no tempo certo para que Deus na sua bondade faça prosperar. Glórias a Deus!&lt;br /&gt;Depois que Salomão acabou o templo e seu palácio, o Senhor apareceu a ele de noite e lhe fez estas promessas, mas também advertências(ler 2Cr 7:19-22). Se Deus retivesse a chuva ou enviasse gafanhotos ou peste, o povo devia “se humilhar, e orar, e [...] buscar ao Senhor e se converter dos seus maus caminhos. Então, Ele perdoaria os pecados e restauraria seu povo”. Apesar de dirigido a Israel, pode ser aplicado corretamente às nações que possuem herança bíblica. É o caminho garantido para a restauração da prosperidade em qualquer tempo. Se as condições forem satisfeitas, Deus certamente cumprirá as promessas. Quem crê deve abandonar seus pecados, deixar a vida centrada no eu e se entregar à Palavra e à vontade de Deus. Só então, e não antes, o Céu enviará restauração, quer espiritual, quer física, quer material.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9. A Prosperidade no Antigo Testamento, enfim, estava relacionada com as prioridades corretas&lt;/strong&gt;. Você pode estar servindo a Deus, você pode estar buscando constantemente uma comunhão com Deus, mas você pode estar praticando prioridades erradas, contrárias à vontade de Deus. Isso aconteceu com o povo de Israel no tempo do profeta Ageu. A prioridade era a reconstrução do Templo do Senhor, que fora destruído pelo rei da Babilônia. Mas o povo estava dizendo que ainda não era tempo de reedificar a Casa do Senhor, e Deus ouviu. E Deus levantou o profeta Ageu para encorajar o povo. Ageu 1:6 diz assim: “Semeais muito e recolheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos saciais; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário recebe salário num saquitel furado”. Ou seja, vocês estão com prioridades erradas. A motivação de vocês é errada, por isso o céu retém o seu orvalho, e a terra não produz. É por isso que vocês estão em miséria, sofrendo. Mas no momento que mudarem a prioridade eu vou abençoá-los. E é isso que a Palavra de Deus diz: “Então, ouviu Zorobabel, filho de Sealtiel, e Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e todo o resto do povo a voz do SENHOR, seu Deus, e as palavras do profeta Ageu, como o SENHOR, seu Deus, o tinha enviado; e temeu o povo diante do SENHOR. Então, Ageu, o embaixador do SENHOR, falou ao povo, conforme a mensagem do SENHOR, dizendo: Eu sou convosco, diz o SENHOR” (Ag 1:12,13).&lt;br /&gt;Quando os israelitas alinharam a prioridade com a vontade de Deus, então veio a prosperidade. Quem sabe a prosperidade em tua vida não chegou porque a tua prioridade ainda não é o reino de Deus; talvez a tua motivação penda para interesses egoístas, e é por isso que você trabalha muito e ganha pouco; é por isso que o pouco que você ganha não dá para suprir as necessidades. Não queremos com isso dizer que aqueles que são pobres são amaldiçoados, nem tampouco os que são ricos são amaldiçoados, mas, devemos, sim, buscar a Deus prioritariamente porque são as bênçãos de Deus que enriquecem. E através do profeta Isaias Deus conclama o povo dizendo: “Se me ouvirdes e quiserdes comereis do fruto da terra”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;E nós concluímos dizendo que a verdadeira prosperidade não consiste apenas de bens materiais porque o próprio Jesus disse que “adiante o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” A nossa alma vale mais do todo o tesouro do mundo. Deus quer que sejamos prósperos, mas em primeiro lugar está a comunhão com Ele, servir a Ele, obediência à sua Palavra, dedicação ao trabalho, porque Deus não abençoa o preguiçoso. Deus abençoa aquele que trabalha, aquele que busca. Então, a Prosperidade no Antigo Testamento está relacionada, intimamente, diretamente, com a obediência à Palavra de Deus e à dedicação ao trabalho. Por isso a verdadeira prosperidade do povo de Deus como é ensinada na Bíblia não é barganha com Deus, uma troca com Deus, eu dou 10 para receber 20, não é isso.&lt;br /&gt;Uma pessoa abençoada, próspera, tem consciência do favor divino em sua vida; também de solidariedade, ou seja, uma pessoa próspera tem o prazer em compartilhar e ajudar o próximo.&lt;br /&gt;-------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 49.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;Caramuru Afonso Francisco - A promessa da verdadeira Prosperidade&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-2161914318096680559?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/2161914318096680559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-02-prosperidade-no-antigo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2161914318096680559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2161914318096680559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-02-prosperidade-no-antigo.html' title='Aula 02 - A PROSPERIDADE NO ANTIGO TESTAMENTO'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-6542872526904923425</id><published>2011-12-29T04:25:00.000-08:00</published><updated>2011-12-29T04:29:53.622-08:00</updated><title type='text'>PROPÓSITOS PARA O ANO NOVO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wzcOBWOROXc/Tvxc5uBybnI/AAAAAAAAAP0/dEYdX20__qc/s1600/propositos_ano_novo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5691526175767293554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-wzcOBWOROXc/Tvxc5uBybnI/AAAAAAAAAP0/dEYdX20__qc/s320/propositos_ano_novo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando um novo ano se aproxima, muita gente contempla o futuro como uma oportunidade de fazer mudanças na sua vida – em seu estilo de vida, no seu planejamento, nas suas atividades, em seus alvos, entre outras mudanças. É bem verdade que muitos propósitos irrelevantes são estabelecidos e, poucos dias depois, são abandonados; porém, alguns propósitos genuínos podem ser mantidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Escrituras Sagradas fornecem exemplos desse último tipo de propósito. Daniel, o grande profeta judeu, “Resolveu [...] firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia...” (Daniel 1.8). Ao preparar-se para um novo ano, sugiro que você “resolva firmemente” dar passos concretos que levarão a um aperfeiçoamento de sua vida espiritual, emocional e física no ano que se aproxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus nos criou à Sua imagem – com uma natureza trina: espírito, alma e corpo. A alma é aquilo que realmente somos, a saber, o “homem [a mulher] interior do coração”. Antes de nos tornarmos “nova criatura” em Cristo, existíamos em nosso espírito “natural” (i.e., uma natureza consciente), que a Bíblia denomina de “o velho homem”; Cristo nos concedeu uma nova vida espiritual, ou seja, “o novo homem”. O mais fortalecido desses dois é o que vai dominar ou controlar nossas atitudes e procedimentos no dia-a-dia. O mais forte em nossa vida será aquele ao qual mais alimentamos, o mais nutrido dentre os dois. O “homem natural” deseja aquelas coisas que estimulam as paixões da carne e que buscam o reconhecimento humano; o “homem espiritual” prospera na Palavra de Deus pela prática do que agrada a Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo Paulo desafiou os crentes em Cristo recém-convertidos de Tessalônica com as seguintes palavras: “O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Tessalonicenses 5.23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo lhes trouxe à memória o fato de que o “tribunal de Cristo” ocorrerá depois do Arrebatamento, não para julgar os pecados que eles haviam cometido antes de conhecer a Cristo (pois todos os pecados foram pagos e perdoados na cruz), mas para avaliar o modo pelo qual viveram a nova vida na qualidade de crentes em Jesus (2 Coríntios 5.10). Nesse tribunal será avaliado o uso que cada salvo em Cristo fez do seu espírito, alma e corpo. Por essa razão, a decisão mais sábia que podemos tomar é a de sermos diligentes no uso de nosso tempo e da nossa energia, de modo que alimentemos regularmente nossa nova natureza com a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns anos, reuníamos um grupo de jogadores de futebol americano do time do Chargers em nossa casa para estudarmos a Bíblia. Na seqüência de estudos bíblicos demonstrei ao grupo a necessidade de crescermos em nossa vida cristã e expliquei que, apesar de termos nascido de novo em Cristo, o espírito do “velho homem” ainda está presente em nós junto com o espírito do “novo homem”. Então, um dos jogadores perguntou: “Ora, se eu ainda possuo essas duas naturezas, qual delas controla minha vida?”. Minha resposta imediata foi a seguinte: “Aquela que você mais alimenta!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso continua a ser verdade! Sua consciência espiritual é fortalecida pela quantidade de tempo que você passa com o Mestre e pela prática de Seus ensinos. Se você assume em seu coração o propósito de fortalecer-se “...no Senhor e na força de Seu poder” (Efésios 6.10), um método regular de leitura e estudo da Palavra de Deus promoverá o desenvolvimento de sua nova natureza, a qual, por conseguinte, prevalecerá sobre seu espírito natural. Na Carta aos Hebreus está escrito: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hebreus 4.12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa promessa assegura que até mesmo nossos pensamentos podem se ajustar aos pensamentos de Deus. A comunhão diária com o Senhor nos proporciona um relacionamento mais íntimo com Ele e uma compreensão melhor do Seu poder. Tal relacionamento não pode ser obtido por nossa própria força. Em 2 Pedro 1.3-4, as Escrituras Sagradas nos garantem que é possível alcançar esse padrão elevado de viver para Deus:“Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que maior promessa poderíamos obter do que a de nos tornarmos participantes da natureza divina no momento em que depositamos nossa confiança em Jesus Cristo? Se aprendermos a privar nossa velha natureza daquilo que a alimenta, fazendo-a passar fome (i.e., gastarmos menos tempo e energia com coisas banais que não têm valor eterno), desfrutaremos de uma vida vitoriosa com a natureza de Cristo que se encontra em nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida moderna, os maiores ataques à nossa mente são oriundos daquilo que assistimos e vemos na mídia eletrônica – os filmes, os programas de televisão e a internet. Grande parte daquilo que é oferecido na mídia eletrônica é prejudicial ao espírito e à mente, impedindo o crescimento de nosso “homem espiritual”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charlie “Tremendous” [i.e., “Extraordinário”] Jones, um conferencista evangélico das décadas de 1980 e 1990, freqüentemente dizia: “Você, hoje, é o resultado dos livros que leu e das pessoas com as quais teve contato nos últimos dez anos”. Creio que isso seja verdade, contudo, atualmente eu acrescentaria: “...bem como dos filmes, vídeos, DVDs e programas de TV a que você assiste, além dos sites da internet que tem acessado”. Em termos espirituais, você, hoje, é o resultado da quantidade de tempo que tem dedicado à Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem no começo de meu ministério pastoral aprendi o método que a organização evangélica The Navigator’s utilizava para ajudar os recém-convertidos a crescerem em Cristo. The Navigator’s desenvolveu o diagrama da “mão”, através do qual apresentava cinco passos para a edificação de uma vida de fé em Jesus Cristo (cada dedo da “mão” corresponde a um passo), a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Ouvir a Palavra de Deus (Romanos 10.17)&lt;br /&gt;Participar de uma igreja que creia na Bíblia; uma igreja que ensine a Palavra de Deus e que a ponha em prática como autoridade suprema e final para todos os crentes em Cristo. Tome cuidado com a “igreja emergente” que se denomina “evangélica”, mas não reconhece a autoridade da Palavra de Deus da forma como está escrita na Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Ler diariamente a Palavra de Deus (Apocalipse 1.3)&lt;br /&gt;Deus optou por nos apresentar uma Palavra escrita e o propósito dEle é que os seres humanos de todas as gerações a leiam. Manter um diário daquilo que você tem aprendido pode ser muito útil. Fazer esse registro diário é realmente muito simples. Apenas peça a Deus que lhe fale pela Sua Palavra, a Bíblia; em seguida, escreva no seu diário cada mensagem que o Senhor, através das Escrituras, comunicou a você naquele dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Estudar a Palavra de Deus (2 Timóteo 2.15)&lt;br /&gt;Você não pode dar aquilo que não possui. Para estar apto a compartilhar seu testemunho e o amor de Cristo com outras pessoas, é fundamental que você participe de um grupo saudável de estudo bíblico ou se inscreva num curso bíblico por correspondência. A diferença entre um cristão e um servo de Cristo é o estudo bíblico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Memorizar a Palavra de Deus (Salmo 119.11)&lt;br /&gt;Memorizar textos bíblicos faz com que a Palavra de Deus se torne parte de você e é a maneira mais rápida de crescer em Cristo. Esse recurso também lhe será extremamente proveitoso quando você tiver necessidade urgente de orientação e não possuir nenhuma Bíblia à mão. Uma prática que auxilia a memorização é a de escrever versículos específicos num cartão a fim de que a pessoa possa levá-lo e ler, várias vezes ao dia, os versículos nele escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Meditar diariamente na Palavra de Deus (Salmo 119.15-16)&lt;br /&gt;A reflexão diária nos textos lidos da Palavra de Deus irá ajudá-lo a aplicar os princípios bíblicos à sua vida. Busque maneiras de colocar em prática no seu viver tudo o que você tem aprendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os propósitos que você estabeleceu para o ano novo podem influenciar seu espírito, sua alma e seu corpo se você realmente deseja aperfeiçoar sua vida íntima e seu relacionamento com Jesus Cristo. Mesmo que você falhe em algum dia, não desista. A Bíblia faz a seguinte declaração sobre o ser humano: “Porque, como imagina em sua alma, assim ele é...” (Provérbios 23.7). Ao investir tempo no estudo da Palavra de Deus e meditar em suas verdades, você tem condição de aplicar à sua vida o que tem aprendido nas Escrituras. O salmista afirmou: “Bem-aventurado [i.e., ‘feliz’] o homem que não anda no conselho dos ímpios [...] Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite”. É essa postura que auxilia a pessoa nas muitas decisões que precisa tomar diariamente em sua vida (cf. Mateus 4.4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus lhe conceda um abençoado ano novo! Creio que Ele o fará se você nutrir sua alma regularmente com a Palavra de Deus. Jesus disse: “Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mateus 4.4). (Tim LaHaye - Pre-Trib Perspectives - &lt;a href="http://www.chamada.com.br/"&gt;http://www.chamada.com.br/&lt;/a&gt;). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-6542872526904923425?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/6542872526904923425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/propositos-para-o-ano-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/6542872526904923425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/6542872526904923425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/propositos-para-o-ano-novo.html' title='PROPÓSITOS PARA O ANO NOVO'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-wzcOBWOROXc/Tvxc5uBybnI/AAAAAAAAAP0/dEYdX20__qc/s72-c/propositos_ano_novo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-5395605362491447528</id><published>2011-12-26T08:08:00.000-08:00</published><updated>2011-12-26T08:22:15.117-08:00</updated><title type='text'>Aula 01 - O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Acautelai-vos e guardai-vos da avareza, porque a vida de qualquer não consiste na abundancia do que possui&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”(Lc 12:15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nos dias hodiernos, muita ênfase tem se dado à riqueza e à prosperidade, inclusive em muitos púlpitos evangélicos. A mensagem da cruz, da salvação e da santificação tem sido substituída pela pregação da “teologia da prosperidade”, movimento que surgiu nos Estados Unidos, alastrou-se pela América Latina e tem feito muitas igrejas abandonarem o genuíno Evangelho. Este movimento prega que o cristão não pode ser pobre e nem pode sofrer, mas a Palavra de Deus está repleta de exemplos de homens que padeceram dores, enfermidades e escassez. Muitos cristãos vivem em busca de riquezas materiais e se esquecem das riquezas espirituais que Deus nos oferece através de Jesus Cristo (Ef 1:3; 2:6; Tg 2:5). Portanto, faz-se necessário entendermos, à luz das Escrituras, o que é a “Verdadeira Prosperidade”. É o que vamos estudar ao longo deste 1º trimestre de 2012.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. RAIZES DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O pr. Caramuru Afonso Francisco, em sua colaboração para a Escola Bíblica Dominical, sobre o Tema “&lt;em&gt;A promessa da Verdadeira Prosperidade&lt;/em&gt;”, informa assim sobre as raízes da Teologia da Prosperidade:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Sua origem.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A história da teologia da prosperidade teve início com o norte-americano Phineas Parkhurst Quimby (1802-1866), que nasceu em New Lebanon, no estado de New Hampshire. Quimby era um relojoeiro e, a partir de 1847, dedicou-se à cura de doenças por intermédio da mente. Este curandeiro e hipnotizador negava a existência da matéria, do sofrimento, do pecado, da enfermidade etc. Fundador do Novo Pensamento, tornou-se conhecido como o guru da Ciência da Mente. Suas ideias influenciaram a Mary Baker Eddy que, em 1879, fundou a Igreja da Ciência Cristã. Os promotores dos ideais de Quimby procuram se passar por cristãos evangélicos, mas a Bíblia nos adverte com relação a eles e seus assemelhados: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”(Mt 7: 15).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quimby&lt;/strong&gt; dedicou-se ao estudo da “cura espiritual”, estudo este iniciado com a prática da hipnose, que havia há pouco sido introduzida nos Estados Unidos. Depois de identificar, pela hipnose, de que uma mente poderia influenciar outra, Quimby começa a elaborar o que afirmava ser a “cura das doenças pela mente”. Para Quimby, a “doença era um estado desarranjado da mente” e, portanto, com a realização do “arranjo mental”, ter-se-ia a cura. Para Quimby, saúde é “…&lt;em&gt; sabedoria perfeita e o quanto um homem é sábio, assim é a sua saúde. Como nenhum homem é perfeitamente sábio, nenhum homem pode ter perfeita saúde, pois a ignorância é a doença, embora não necessariamente acompanhada por dor&lt;/em&gt;…” (QUIMBY, P. Doença). Percebemos, aqui, portanto, que a ideia de Quimby era de que a saúde era vinculada ao estado espiritual da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Depois da morte de Quimby,&lt;/strong&gt; Eddy diz ter descoberto os fatos importantes relacionados com o espírito e com a superioridade deste sobre a matéria, denominando de “ciência cristã” esta sua descoberta, que deu origem à doutrina. Em 1879, fundou a Igreja do Cristo Cientista, da qual foi eleita presidenta, sendo, em 1881, eleita pastora. Eddy apresentou diversas doutrinas contrárias às Escrituras, de modo que sua “ciência cristã” não pode ser reconhecida nem como ciência, vez que é refutada pelos cientistas, que a consideram uma prática ocultista, nem como “cristã”, na medida em que não põe Cristo no Seu legítimo lugar de único e suficiente Senhor e Salvador do mundo.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Principal idealizador da teologia da prosperidade:Essek W. Kenyon.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Essek William Kenyon, que se destacou nas décadas de 30 e 40, foi influenciado pela Ciência da Mente, Ciência Cristã e pela Metafísica do Novo Pensamento. Aproveitando-se dos conceitos de Mary B. Eddy, empenhou-se em pregar a salvação e a cura em Jesus Cristo. Dava ênfase aos textos bíblicos que falam de saúde e prosperidade, além de aplicar a técnica do poder do pensamento positivo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kenyon,&lt;/strong&gt; que pastoreou várias igrejas e fundou outras, não era pentecostal. Ele é reconhecido hoje como o pai da Confissão Positiva que, por sua vez, identifica-se com a Teologia da Prosperidade e com a Palavra da Fé ou Movimento da Fé. Kenyon exerceu nítida influência, durante a sua vida, sobre grandes nomes que se tornariam os pregadores mais conhecidos do chamado “movimento da fé”, entre os quais se destacam Kenneth Hagin, Tommy L. Osborn e F.F. Bosworth.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Principal divulgador da Teologia da Prosperidade: Kenneth Hagin.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Se Essek William Kenyon foi o principal idealizador da “teologia da prosperidade”, coube a Kenneth Hagin a sua divulgação maciça por todo o mundo. Em abril de 1933, teria tido uma dramática experiência, que o levou à conversão, quando, por três vezes, teria morrido, vendo os horrores do inferno e retornando à vida. Em 1934, teria também se levantado do “leito da morte” pela “revelação da fé na Palavra de Deus”. Estudando os escritos de Kenyon, divulgou-os em livros, cassetes e seminários, dando sempre ênfase à confissão positiva. Em 1974, fundou o Centro Rhema de Adestramento Bíblico, em Oklahoma.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com Hagin&lt;/strong&gt; temos a configuração do falso ensino da “palavra da fé”, conceito tão importante que é o próprio título da principal revista do ministério criado por Hagin, num desenvolvimento das teses apresentadas por Kenyon. Reside aqui a ideia da “confissão positiva”, ou seja, como dizia Kenyon, &lt;em&gt;“o que eu confesso, eu possuo&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essa doutrina&lt;/strong&gt; se origina em uma “aparição”, em uma “visão” e, o que é mais importante, quando o próprio Hagin afirma que se encontrava aborrecido porque via os ímpios prosperarem, enquanto os membros de sua igreja passavam por dificuldades. Ele diz: “…"&lt;em&gt;Eu costumava me preocupar quando eu via pessoas não salvas obtendo resultados, mas os membros da minha igreja não obtinham resultados. Então clareou em mim o que os pecadores estavam fazendo. Eles estavam cooperados com a lei de Deus – a lei da fé…”&lt;/em&gt; (HAGIN, K. Tendo fé em sua fé, p.4,5 apud HOWARD, J).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Refutação:&lt;/strong&gt; Não devemos nos perturbar com a prosperidade dos ímpios. Devemos confiar em Deus e saber que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados pelo Seu decreto (Rm 8:28). Se atentarmos para a prosperidade dos ímpios, que é uma prosperidade puramente material e que finda aqui, corremos o risco de nos desviarmos dos caminhos do Senhor, como nos ensina o salmista Asafe (Sl 73). Vemos que, infelizmente, não foi o caminho seguido por Hagin que, excessivamente preocupado com tais circunstâncias, acabou sendo presa fácil de uma “aparição”, que traria um falso ensinamento para o meio do povo de Deus. Aqui no Brasil, um dos segmentos religiosos em evidência, que segue o falso ensino de Kenneth Hagin é a “Igreja Internacional da Graça”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. PRINCIPAIS ENSINAMENTOS DA “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Veja a seguir alguns ensinamentos de Kenyon sobre a “teologia da prosperidade” que influenciaram os sucessores do seu ideal, e a refutação bíblica:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;01) Um dos principais ensinos de Kenyon é o de que “… &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;pecado e doença são um só&lt;/strong&gt;. Eles não podem dominar a nova criatura (…). O que Deus diz é se você é uma nova criatura, então não há condenação para você. Se não há condenação, a doença não pode ser senhora sobre você&lt;/em&gt;.…”(KENYON, E.W. Jesus, o curador).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Refutação Bíblica:&lt;/strong&gt; Quando observamos as Escrituras Sagradas, vemos que, embora o pecado tenha gerado, entre suas consequências, a morte física (cf. Gn 3:19) e, por conseguinte, as doenças sejam resultado desta penalidade, não é exato afirmar que a pessoa que contraia doença, necessariamente esteja em pecado. A Bíblia tem exemplos de pessoas que, embora estivessem doentes, estavam em comunhão com Deus, como é o caso de Jó, Eliseu (2Rs 13:14), do cego de nascença (João 9:3) e de Timóteo (1Tm 5:23).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;02) Outro ensino de Kenyon é de que a salvação nos livrou da pobreza e da necessidade&lt;/strong&gt;. Segundo suas palavras: “… &lt;em&gt;Virá a hora em que você saberá que a necessidade e a pobreza são coisas do passado…”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;- Refutação Bíblica:&lt;/strong&gt; Quando observamos as Escrituras Sagradas, vemos que, embora o pecado tenha gerado, entre suas consequências, a necessidade do trabalho para a sobrevivência do homem e a penosidade deste mesmo trabalho (Gn 3:18,19), não é menos exato de que a pobreza não significa necessariamente que haja pecado. Aliás, pelo contrário, a pobreza foi considerada por Jesus como um obstáculo a menos para a salvação, visto que afirmou que os ricos teriam maior dificuldade para servir ao Senhor (Mc 10:25; Lc 18:25). Na própria igreja primitiva, havia aqueles crentes que viviam da assistência social, ou seja, da caridade pública e nem por isso tinham deixado de ser crentes (At 6:1,2). Os crentes da Judéia estavam passando necessidade a ponto de o apóstolo Paulo fazer uma coleta em seu favor e este fato não o impediu de serem considerados como verdadeiros e genuínos servos do Senhor, chamados, inclusive, de santos (Rm 15:26). Aliás, o mesmo Paulo testifica que Jesus Se fez pobre (2Co 8:9), e nunca pecou (Hb 4:15).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;03) Kenyon também ensinou que Jesus, para nos remir, não só sofreu no Calvário&lt;/strong&gt;, morrendo por nós, como também teve de sofrer no Hades, sede do domínio de Satanás, até que Seus direitos fossem reclamados, quando, então, o diabo não pôde mais detê-lo e Ele ressurgiu - ”… &lt;em&gt;Veja, Jesus foi feito pecado com nosso pecado. Ele Se tornou nosso substituto. Nós morremos com Ele. Fomos sepultados com Ele. Fomos julgados com Ele. Ele foi para o lugar que nós deveriam ter ido e lá Ele sofreu até que os clamores de justiça contra nós fossem encontrados, até que todos os clamores fossem satisfeitos. Então, a sepultura não pôde mais detê-Lo(…). O trabalho foi aceito, terminado por Jesus quando Ele sentou à mão direita do Pai. Ele não foi terminado na cruz. Ele começou na cruz, mas foi consumado quando o sangue foi aceito e Cristo assentado&lt;/em&gt;.…” (KENYON, E.W - A realidade da redenção).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Refutação:&lt;/strong&gt; A morte de Jesus foi suficiente para alcançar a nossa justificação (Rm 5:10). Não se fez necessário “acerto de contas” algum no Hades com Satanás para que Jesus obtivesse o perdão dos nossos pecados, uma vez que a dívida que o homem tinha era com Deus e não com o diabo. O pecado é desobediência contra o Senhor, é injustiça e é um problema que diz respeito ao relacionamento entre Deus e os homens (Is 59:2). O diabo nada tem, nada representa neste processo, sendo apenas um ser que procura matar, roubar e destruir o homem (João 10:10), mantendo-o iludido com relação às coisas de Deus (2Co 4:4). Jesus completou a Sua obra salvadora no Calvário, como Ele mesmo disse (João 19:30), não havendo sequer um “lugar” onde o diabo reine, como pressupôs Kenyon, até porque o Hades é o lugar dos mortos e, pela história que Jesus nos conta do rico e de Lázaro, o diabo ali não está (Lc 16:19-31), mas, sim, nas regiões celestiais (Ef 6:12), de onde será tirado, junto com os seus anjos, quando chegar a Nova Jerusalém, para receber os santos arrebatados pelo Senhor (Ap 12:7-12).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A morte de Jesus foi suficiente para tirar o pecado do mundo&lt;/strong&gt;, pois, se não fosse assim, o véu do templo não se teria, naquele momento exato da morte do Senhor, se rasgado de alto a baixo (Mt 26:50,51). A ressurreição de Jesus, além de ser cumprimento da Palavra do Senhor, já vaticinada desde os profetas (Sl 16:8,11; At 2:31; 1Co 15:3), é a garantia de que o Seu sacrifício foi aceito e que o pecado do mundo foi tirado(1Co 15:14). Assim também Sua ascensão aos céus, que é a Sua glorificação, é confirmação da Palavra do Senhor (João 14:1-3) e uma necessidade para que houvesse a dispensação da graça, a demonstração plena do amor de Deus à humanidade (cf. Rm 9).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;04) Divinização do homem&lt;/strong&gt;. Célebre é a frase de Kenyon, que depois foi repetida por Kenneth Hagin: “… &lt;em&gt;Todo homem que ‘nasceu de novo’ é uma encarnação e a Cristandade é um milagre. O crente é tão Encarnação quanto o foi Jesus de Nazaré&lt;/em&gt;…”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Refutação:&lt;/strong&gt; Percebemos, portanto, que, para Kenyon, a salvação nos equipara ao próprio Deus, visto que passamos a ter o Espírito Santo e, por isso, nada pode mais nos abalar, estamos praticamente divinizados e é a isto que se denominou de “confissão positiva”, ou seja, a salvação nos traz “direitos”, “afirmações”, “poderes” que, praticamente, nos equipara a Deus. Este tipo de pensamento justifica o nome de “evangelho da Nova Era” que alguns estudiosos deram ao “movimento da fé”, visto que, no fundo, utilizando-se de uma “roupagem evangélica”, chega a mesma conclusão que o movimento Nova Era, qual seja, a de que o homem pode se tornar deus. Este pensamento, bem propício para quem foi influenciado por ideias de que podemos “curar pela mente”, como defendiam Quimby e Eddy, não tem qualquer respaldo bíblico. A salvação não nos faz tornar “pequenos deuses”, mas, sim, “filhos de Deus”, que não deixam, porém, de ser homens e, por isso mesmo, submissos ao Senhor. Quando alcançamos a salvação, retomamos a imagem e semelhança de Deus originais, a posição perdida pelo primeiro casal, que, como se vê, claramente, no livro do Gênesis, era uma posição de absoluta subserviência a Deus, como “mordomos” da criação terrena. O próprio Jesus, ao descrever a condição humana no estado eterno, ou seja, após o desaparecimento destes céus e terra, disse que nós seremos “como os anjos que estão nos céus’ (Mc 12:25), descartando, assim, qualquer “igualdade” entre os redimidos e a Divindade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;05. Negação do Sofrimento.&lt;/strong&gt; Kenyon defende a ideia de que “como Deus está em nós”, passamos a fazer parte da “divindade”, não podendo, pois, ter qualquer espécie de sofrimento ou de dor: “&lt;em&gt;Nós temos nossa Redenção. Não há coisa alguma que tenhamos de orar ou pedir&lt;/em&gt;…”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Refutação Bíblica.&lt;/strong&gt; A negação do sofrimento é outro equivoco da falaciosa teologia da prosperidade. Para essa “teologia”, o sofrimento deve ser rechaçado, pois é uma indicação direta da falta de fé na Palavra de Deus. A realidade, porem, nos mostra fragilidade desse argumento. Muitos dos chamados homens de Deus, cujas histórias encontram-se nas Escrituras, experimentaram o sofrimento e a adversidade, e a Bíblia narra diversos desses sofrimentos (leia Hebreus cap. 11, que fala dos heróis da fé). Em nenhum momento foi atribuído a esses homens faltarem com sua fé quando passaram por agruras, nem que tais agruras eram resultadas direto da falta de fé em Deus. Veja os sofrimentos do apóstolo Paulo exaradas em 2Co 11:22-33; apesar disso nunca demonstrou falta de fé(cf Hb 4:7). Leia também 2Co 4:8-14.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. CONSEQUENCIAS DA “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE”&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Profissionalismo ministerial e espiritualidade mercantil.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; A primeira consequência danosa que a falaciosa “teologia da prosperidade” causa pode ser vista nos púlpitos das igrejas. Há pastores que transformam o púlpito em uma praça de negócios, e os crentes em consumidores. São obreiros fraudulentos, gananciosos, avarentos e enganadores. São amantes do dinheiro e estão embriagados pela sedução da riqueza. Há pastores que mudam a mensagem para auferir lucros. Pregam prosperidade e enganam o povo com mensagens tendenciosas para abastecer a si mesmos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muitos têm se aproveitado desta falsa teologia&lt;/strong&gt; para amealharem riquezas e fazerem do evangelho um negócio rentável e cada vez mais crescente. Esta possibilidade não passou despercebida do Senhor que, em Sua Palavra, já nos primórdios da fé cristã, já advertia os crentes que muitos seriam feitos negócio com palavras fingidas de pessoas inescrupulosas (2Pe 2:3). Antes mesmo da formação da Igreja, o profeta Ezequiel já indicara a existência de pastores infiéis, que têm como objetivo tão somente explorar as ovelhas (Ez 34:4). Eles estão mais interessados no dinheiro das ovelhas do que na salvação delas. Eles negociam o ministério, mercadejam a Palavra e transformam a igreja em um negócio lucrativo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hoje estamos assistindo ao fenômeno do mercadejamento da fé.&lt;/strong&gt; Pastores e mais pastores estão se desvinculando da estrutura eclesiástica e rompendo com suas denominações para criar ministérios particulares, em que o líder se torna o dono da igreja. A igreja passa a ser uma propriedade particular do pastor. O ministério da igreja torna-se um governo dinástico, em que a esposa é ordenada, e os filhos são sucessores imediatos. Não duvidamos de que Deus chame alguns para o ministério específico em que toda a família esteja envolvida e engajada no projeto, mas a multiplicação indiscriminada desse modelo é deveras preocupante.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Narcisismo e hedonismo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A “teologia da prosperidade” tem gerado inúmeros cristãos narcisistas, isto é, pessoas que só pensam em si e nunca nos outros; são pessoas egoístas. Paulo nos instrui a nos resguardar contra qualquer forma de egoísmo, preconceito ou ciúme que podem levar à dissensão – “Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros”(Fp 2:4). Portanto, mostrar um interesse genuíno pelos outros será sempre um passo positivo para manter a unidade entre os crentes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outra consequência maligna que a “teologia da prosperidade&lt;/strong&gt;” tem gerado nos corações daqueles que cristãos dizem ser é o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;hedonismo,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; isto é, a busca exacerbada e incessante pelo prazer.&lt;br /&gt;O envolvimento com as coisas deste mundo, a busca incessante pelo prazer, que tanto caracteriza o mundo hodierno, é uma das coisas que faz com que se despreze a busca de um tempo dedicado a Deus. Nestes últimos dias, em que há homens “mais amigos dos deleites do que amigos de Deus” (2Tm 3:4), é natural que “não se tenha tempo para Deus”.&lt;br /&gt;A Igreja, no seu todo, e cada crente, em particular, só poderá ser um referencial para o mundo e para os homens se viver de uma maneira diferente do que vive as pessoas que não receberam Cristo como Salvador; se tiver motivos para justificar o convite para que as pessoas que estão lá fora venham para o nosso meio e vivam como nós vivemos. Mas, se convidarmos, e elas vierem, e aqui descobrirem que em nosso meio existe a mesma luta pelo poder, como existe lá fora, o mesmo apego às coisas materiais, as mesmas mentiras e trapaças, os mesmos sentimentos de vaidade, de orgulho e de egoísmo, então, elas não terão motivos para desejarem ficar conosco.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Modismos e perdas de ideais.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Diversos modismos têm surgido nas igrejas que propagam a teologia da prosperidade. Dentre as inúmeras cito, como exemplo, a “&lt;strong&gt;purificação de ambientes&lt;/strong&gt;”, para “proteção do crente e de sua família”. Nestas chamadas “purificações” são utilizados os mais variados elementos tais como “&lt;strong&gt;sal grosso&lt;/strong&gt;”, “&lt;strong&gt;rosa ungida&lt;/strong&gt;”, “&lt;strong&gt;óleo de Israel&lt;/strong&gt;”, “&lt;strong&gt;água do rio Jordão&lt;/strong&gt;” e tantas outras coisas que nos fazem lembrar as “relíquias” da Igreja Romana, que tantos absurdos e crendices causaram na cristandade, tendo sido vigorosos instrumentos para a campanha anti-religiosa que tomou conta da Europa a partir do século XIX e que é a principal responsável pelo atual nível de indiferentismo religioso que vive aquele continente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Queridos irmãos em Cristo, isto é pura idolatria,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;misturada com a mais banal feitiçaria&lt;/strong&gt;. Como pode um servo de Deus, lavado e remido no sangue do Cordeiro, crer que, para estar livre dos espíritos malignos, deve ter sal grosso em casa, rosa ungida ou ter um frasco com água do rio Jordão? Qual a diferença deste proceder com aqueles que usam patuás, fitas benzidas, pés de coelho, figas ou outros conhecidos amuletos e talismãs? Evidentemente que é nenhuma!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As pessoas crentes que se deixam levar por isto são tão cegas quanto os incrédulos&lt;/strong&gt;, para não dizer que estão ainda mais longe da salvação do que aqueles, pois, por pura ignorância, não sabem que Jesus liberta de tudo isto e não impõe estas coisas, como é defendido pelos pregadores deste falso e supersticioso evangelho. Tudo isto é resultado da ignorância espiritual. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;strong&gt;Outra consequência terrível da falaciosa teologia da prosperidade é a perda dos ideais cristãos&lt;/strong&gt;. Muitos cristãos estão preocupados somente com as coisas materiais, com o aqui e o agora, e estão esquecendo que o objetivo precípuo da nossa jornada é morar no Céu(cf João 14:1-3). &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Infelizmente, boa parte da igreja evangélica tem perdido a dimensão escatológica do Reino de Deus, quando demonstra privilegiar apenas seu aspecto externo, isto é, o “ter” e não seu lado atemporal ou eterno – o “ser”(1Ts 4:17; 1Co 16:22).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Encontramos no Novo Testamento certo homem preocupado mais em “ter” do que “ser”(Lc 12:2-5). &lt;/strong&gt;Ele queria, por exemplo, ter muitos bens materiais, mas, por outro lado, não demonstrou nenhuma preocupação em ser alguém zeloso com as coisas espirituais (Lc 12:21). O apóstolo Paulo foi claríssimo ao afirmar que se esperarmos em Cristo só para as coisas desta vida seremos os mais miseráveis de todos os homens (1Co 15:19). É esta a triste situação espiritual dos milhões que têm procurado Jesus única e exclusivamente para terem a “prosperidade” apregoada pelos falsos mestres da atualidade, eles mesmos escravos da ganância (2Pe 2:3). Isso é lamentável!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Diante do que foi exposto, cabe a nós refletir sobre o verdadeiro sentido da prosperidade dentro dos padrões divinos. A doutrina da prosperidade, no Novo Testamento, não está fundamentada na posse de riquezas. Jesus dessacralizou o conceito de prosperidade que, anteriormente, se pautava nos bens materiais. A prosperidade verdadeira resulta de uma vida cristã equilibrada, equilibrada pelo contentamento. É claro que precisamos trabalhar “para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade” (1Tm 2.2). Isso, no entanto, não deve nos escravizar, colocando-nos à mercê das teias do consumismo, que nos leva a acreditar que não somos felizes se não tivermos um uma mansão luxuosa, um carro importando ou um celular de última geração. A verdadeira prosperidade é Cristo, nEle repousa toda as riquezas de Deus (Ef 2:7). Com Ele, temos razões para estarmos sempre contentes, trabalhando sempre, com respeito e dignidade (Ef 4:28; 1Ts 2:9; 2Ts 3:8), mas confiando nEle que nos supre do que temos real necessidade (Mt 6:33). Pense nisso!&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 49.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;Caramuru Afonso Francisco - A promessa da verdadeira Prosperidade &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-5395605362491447528?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/5395605362491447528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/aula-01-o-surgimento-da-teologia-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5395605362491447528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5395605362491447528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/aula-01-o-surgimento-da-teologia-da.html' title='Aula 01 - O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-841979395045591115</id><published>2011-12-25T07:42:00.000-08:00</published><updated>2011-12-25T07:44:31.002-08:00</updated><title type='text'>Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 2012</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LEpNq7FVmEM/TvdEuUtlDuI/AAAAAAAAAPo/MpFMXKRjXUk/s1600/licao_1Trim_2012.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 218px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5690092216830463714" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-LEpNq7FVmEM/TvdEuUtlDuI/AAAAAAAAAPo/MpFMXKRjXUk/s320/licao_1Trim_2012.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No 1º Trimestre de 2012, estaremos estudando, através das Lições Bíblicas da CPAD, sobre o tema: “A Verdadeira Prosperidade – A Vida Cristã Abundante”. As lições serão comentadas pelo pastor José Gonçalves. Os assuntos são os seguintes&lt;br /&gt;Lição 1 – O Surgimento da Teologia da Prosperidade&lt;br /&gt;Lição 2 – A Prosperidade no Antigo Testamento&lt;br /&gt;Lição 3 – Os Frutos da Obediência na Vida de Israel&lt;br /&gt;Lição 4 – A Prosperidade no Novo Testamento&lt;br /&gt;Lição 5 – As Bênçãos de Israel e o que Cabe à Igreja&lt;br /&gt;Lição 6 – A Prosperidade dos Bem-aventurados&lt;br /&gt;Lição 7 – Tudo Posso Naquele que me Fortalece&lt;br /&gt;Lição 8 – O Perigo de Querer Barganhar com Deus&lt;br /&gt;Lição 9 – Dízimo e Oferta&lt;br /&gt;Lição 10 – Uma Igreja Verdadeiramente Próspera&lt;br /&gt;Lição 11 – Como Alcançar a Verdadeira Prosperidade&lt;br /&gt;Lição 12 – O Propósito da Verdadeira Prosperidade&lt;br /&gt;Lição 13 – Somente em Jesus Temos a Verdadeira Prosperidade&lt;br /&gt;-----------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma Teologia jamais fez tanto sucesso no Brasil quanto à “Teologia da Prosperidade”. Alavancada a partir de movimentos pseudopentecostais, essa teologia tem atraído milhões de pessoas em todo o mundo, especialmente em países pobres, onde a fé do povo pode ser mais facilmente explorada. Movidos em primeira mão por suas necessidades básicas, mas em seguida por outras motivações não tão dignas, quanto à inveja, a ganância, o poder, etc, muitas pessoas buscam a Deus tão somente por aquilo que Ele pode oferecer, ignorando o Seu caráter e o desejo do Seu coração de que sejamos pessoas melhores. Diante desse quadro, cabe a nós estudar sobre o verdadeiro sentido da prosperidade dentro dos padrões divinos. É o que vamos fazer no decorrer do 1º trimestre de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito diferente do que ensina a falaciosa “Teologia da Prosperidade”, Prosperidade Verdadeira não significa acúmulo de riquezas e bens, poder adquirido a partir de status social, mas uma satisfação e bem-estar que vem quando nos relacionamos bem com aquilo que temos, quando vivemos satisfeito em meio a toda e qualquer circunstância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme aponta a Bíblia Sagrada, uma vida próspera se fundamenta em um correto relacionamento com Deus. Isso quer dizer que não podemos estabelecer um ideal de prosperidade em cima de técnicas, fórmulas ou quaisquer outros meios que possam substituir a comunhão do crente com o seu Deus. Quando esse princípio não é observado, então já não temos mais a Prosperidade Bíblica, mas uma “teologia da barganha”. É exatamente isso que estamos presenciando hoje em muitas igrejas ditas evangélicas: um verdadeiro festival de “toma-lá-dá-cá”. Há uma rifa da fé e quem der mais tem a promessa de conseguir muitas bênçãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem cabimento a afirmação de que, para ter a promessa da prosperidade se faz necessário que a pessoa seja um dizimista. Não resta dúvida de que o contribuinte da obra de Deus é abençoado pelo Senhor, porque o Senhor ama ao que dá com alegria (2Co 9:7), mas dizer que a condição para ter o suficiente para viver (ou para ser rico e bilionário, como dizem os enganadores), seja necessário primeiro contribuir, dar o dízimo ou, então, “dar o seu tudo” nas fogueiras “santas” da vida, tem-se uma abominável distorção das Escrituras Sagradas, distorção esta que não ficará imune às severas punições divinas àqueles que falsificam a sua Palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prosperidade prometida pelo Senhor está condicionada única e exclusivamente à justiça, à obediência da pessoa à sã doutrina. Deus promete a prosperidade ao justo, como se vê no Salmo nº 1 e no Salmo 37:25. O texto sagrado fala em justo, não em ofertante ou dizimista. Não existe um “toma-lá-dá-cá”, uma barganha econômico-financeira. Absolutamente não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se abrem os textos bíblicos relacionados com dízimos, contribuições e ofertas, em momento algum percebemos Deus condicionando a prosperidade a um prévio doar da parte do homem, como se Deus fosse um mendigo, um necessitado. O texto de Malaquias, tão utilizado para estes fins, não serve para este objetivo. Primeiro, o texto está dirigido a Israel, sendo, mais uma vez, uma promessa “nacional”, inaplicável à Igreja e, o que é mais grave, o profeta denuncia, em primeiro lugar, a desobediência à lei (Ml 3:7), isto é, a injustiça, para, então, dizer que ocorria um roubo quando não se traziam os dízimos à casa do tesouro. Mas não é só! Caso os israelitas voltassem a dizimar, o Senhor lhes daria uma bênção tal que lhes traria a maior abastança, ou seja, Deus não prometeu tornar Israel bilionário, mas teria ele o suficiente para ter uma existência digna, que seria louvada entre as nações, que os chamariam de “bem-aventurados” (Ml 3:11). Vemos, pois, todas as características de uma promessa “nacional”, mas que está vinculada à justiça e à abastança. Assim, ainda que se transfira tal promessa à Igreja, não é ela, em hipótese alguma, um compromisso divino para o enriquecimento desmedido nem tampouco uma dispensa de observância da sã doutrina. Na Lição 9 daremos mais ênfase sobre este assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prosperidade verdadeira é o triunfo, o êxito em alcançar o fim da nossa fé: a salvação da nossa alma (1Pe 1:9). Eis o motivo pelo qual Asafe, quando via apenas os bens materiais acumulados pelos ímpios, quase se desviou da fé (Sl 73:2), mas, ao entrar no santuário de Deus, pôde entender o fim(Sl 73:17), ou seja, o verdadeiro triunfo, o verdadeiro êxito, que é o de obter a salvação da vida na pessoa bendita de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Somente neste fim, diz o profeta Malaquias, veremos a diferença entre o justo e o ímpio (Ml 3:18), entenderemos quem, na verdade, é o exitoso, o triunfante, pois de que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Mc 8:36).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que neste 1º trimestre de 2012, o Espírito Santo nos ajude a compreender a Verdadeira Prosperidade, conforme preceitua a Bíblia Sagrada. Amém!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-841979395045591115?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/841979395045591115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/licoes-biblicas-do-1-trimestre-de-2012.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/841979395045591115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/841979395045591115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/licoes-biblicas-do-1-trimestre-de-2012.html' title='Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 2012'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LEpNq7FVmEM/TvdEuUtlDuI/AAAAAAAAAPo/MpFMXKRjXUk/s72-c/licao_1Trim_2012.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-3880316617934102407</id><published>2011-12-21T06:16:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T06:17:18.426-08:00</updated><title type='text'>CELEBREMOS O NASCIMENTO DE JESUS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“&lt;em&gt;&lt;strong&gt;E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” (Mt 1.21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais mobiliza as pessoas na época de Natal? Com certeza é o ato de dar e receber presentes. Porém, mais que uma época de dar e receber presentes, o Natal deve ser uma oportunidade de render graças àquele que foi enviado ao mundo com a missão de redimir o homem de seus pecados, e, assim, proporcionar-nos uma nova vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus foi enviado a Terra para trazer a paz, a alegria, o amor, o verdadeiro sentido para nossa vida e o direito de desfrutarmos da vida eterna. Não podemos esquecer que o Seu nascimento mudou a nossa história por completo. Estávamos condenados à morte e ao sofrimento eterno. Seu nascimento, Sua vida, Sua morte e Sua ressurreição trouxeram novas esperanças e a confiança de que um dia todos nós estaremos com Ele, em Sua glória, vivendo eternamente em Seu Reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando compreendemos o propósito da vinda de Jesus, a grandiosidade do Seu sacrifício, e o confessamos como Senhor e Salvador de nossa vida, o Natal deixa de ser apenas uma data festiva no calendário, pois nos tornamos discípulos dele, vivendo de acordo com o que Ele ensinou com Sua própria vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa compreensão nos levará a experimentar todos os dias o mesmo sentimento de alegria que os pastores experimentaram ao receber a visita do anjo que lhes anunciou o nascimento de Jesus: “E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo, pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens! “(Lucas 2.10,11,13,14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que neste Natal você possa repensar no que o nosso Senhor e Salvador veio ensinar-nos por meio de Sua vida e Seu relacionamento com Deus-Pai e com os homens. A Bíblia relata em Lucas 2.52: “E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Jesus, que busquemos intimidade com Deus-Pai, pois receberemos dele a unção, a autoridade e o poder que fortalecerão a nossa fé e a nossa caminhada cristã. Andemos, então, segundo o exemplo deixado por Cristo. Exercitemos o amor, o perdão, a alegria, a paz, a bondade, a mansidão, a tolerância, a compaixão e o domínio próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem andado longe do Senhor, não deixe passar mais uma oportunidade. Hoje é o dia de retornar para os braços do Pai. Renove os seus votos com uma declaração de amor ao Messias. Medite sobre quem é Jesus e sobre o que Ele fez e poderá fazer por você. Prometa amá-lo, honrá-lo e obedecer a Ele durante todo o tempo de sua jornada nesta terra, pois Ele é o maior interessado na sua vida. Que o Senhor reine em sua vida e em sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Natal! •&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-3880316617934102407?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/3880316617934102407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/celebremos-o-nascimento-de-jesus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/3880316617934102407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/3880316617934102407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/celebremos-o-nascimento-de-jesus.html' title='CELEBREMOS O NASCIMENTO DE JESUS'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-4068874061625984695</id><published>2011-12-20T18:30:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T08:57:26.357-08:00</updated><title type='text'>COMUNISMO COREANO: IDOLATRIA E OPRESSÃO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-uIVr4avDJF4/TvIP5qjxb4I/AAAAAAAAAPc/1iQvnPb1Vjo/s1600/idolatria.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688626762673647490" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-uIVr4avDJF4/TvIP5qjxb4I/AAAAAAAAAPc/1iQvnPb1Vjo/s320/idolatria.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Norma Braga&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há alguns anos, quando eu ainda trabalhava como professora de francês, caiu-me nas mãos uma revista feminina francesa que veiculava fotos de multidões de crianças chorando, rostos em desespero, com a simples visão pública do ditador coreano. A reportagem mostrava de que forma elas tinham sido treinadas para reagir assim, em uma calculada histeria coletiva. Aquelas imagens nunca mais saíram de minha mente, como um retrato emblemático da deformação da alma infantil. Não tenho mais a revista, mas qualquer pessoa pode pesquisar e, o inglês ajudando, compreender a crueldade de um regime que obriga as pessoas a adorarem seus líderes e as pune severamente quando se recusam a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois morreu o ditador da Coreia do Norte, Kim-Jong il, deixando o mesmo legado comunista que conhecemos: fome generalizada, opressão, tirania, campos de concentração, idolatria (nesse caso, rasgada) e perda da liberdade, além de um punhado de armas nucleares que preocupam o mundo. No Brasil, que é governado por um partido comprometido ideologicamente, a mídia raramente ousa tratar das sistemáticas violações aos Direitos Humanos naquele país. Em uma rápida olhada pela internet, é impossível deixar de reconhecer que as notícias sobre essa morte são pouco informativas e, em geral, vergonhosas, enfatizando as lamentações (em grande número, forçadas!) e usando eufemismos como “mão de ferro” para o ditador cruel que queria a adoração como um deus. O comunismo brasileiro também mostrou de que lado está: a Folha de São Paulo veiculou a rasgada &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1024188-em-nota-pc-do-b-lamenta-morte-de-ditador-norte-coreano.shtml"&gt;exaltação do PC do B ao regime&lt;/a&gt;. Não há desculpas para a falta de informação: até no You Tube há documentários que mostram a real face do totalitarismo comunista coreano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Coreia do Norte, hoje, é o &lt;a href="http://www.portasabertas.org.br/noticias/2011/12/1290414/"&gt;primeiro país&lt;/a&gt; no ranking da perseguição religiosa, de acordo com o site Portas Abertas. Você, cristão, vai continuar a defender o comunismo? Busque informação e se posicione: você não pode ficar calado diante da perseguição, seja religiosa, seja política. Salgar o mundo, nesse caso, é abrir a boca pelos verdadeiros oprimidos dos sistemas comunistas em vigor, bem como denunciar a opressão em marcha nos países que ainda se consideram “democráticos” – uma opressão que tem sido praticada em nome do amorrrr politicamente correto, e que se revela na aprovação de leis mesquinhas que dão ao Estado o controle da consciência (lei contra a homofobia, lei da palmada, leis que buscam coibir a imprensa etc.), e isto em todo o mundo ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:http://normabraga.blogspot.com/2011/12/comunismo-coreano-idolatria-e-opressao.html &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-4068874061625984695?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/4068874061625984695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/comunismo-coreano-idolatria-e-opressao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/4068874061625984695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/4068874061625984695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/comunismo-coreano-idolatria-e-opressao.html' title='COMUNISMO COREANO: IDOLATRIA E OPRESSÃO'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-uIVr4avDJF4/TvIP5qjxb4I/AAAAAAAAAPc/1iQvnPb1Vjo/s72-c/idolatria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-2912766291225781516</id><published>2011-12-19T05:55:00.001-08:00</published><updated>2011-12-19T05:56:07.692-08:00</updated><title type='text'>O MELHOR PRESENTE DE TODOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1cFmThN6ojs/Tu9Cco8oFfI/AAAAAAAAAPQ/q0oDUGvN4r8/s1600/presente.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 135px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5687837914187699698" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-1cFmThN6ojs/Tu9Cco8oFfI/AAAAAAAAAPQ/q0oDUGvN4r8/s320/presente.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Natal é a época do ano em que enfrentamos shoppings lotados, gastamos até o último tostão e estouramos o limite do cartão de crédito tentando comprar presentes para todos os que amamos – e até para alguns que não amamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o maior presente de todos não custa nem um centavo. Não é preciso ficar em pé numa loja apinhada de gente esperando ser atendido para poder comprá-lo. Não é preciso esvaziar a carteira para pagar por ele. E não é preciso sacar o cartão de crédito e acrescentar mais um débito à sua conta já sobrecarregada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, não é possível comprar esse presente. Tudo o que podemos fazer é recebê-lo. Outra pessoa o comprou para nós. E lhe custou tudo o que tinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, ele é um presente de muitas facetas, como uma jóia – mas muito melhor. Ele nunca sai de moda. Não se pode perdê-lo. Ele não pode ser arrancado, nem roubado. Ele jamais se quebra, nem precisa de conserto. Não precisamos comprar uma garantia para ele. Além disso, à medida que o tempo passa, ele vai melhorando cada vez mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse presente existe em quantidade suficiente para todas as pessoas do mundo. Infelizmente, muita gente não sabe nada a respeito dele, ou não entende que tudo o que precisa fazer é pedi-lo. Ninguém jamais tem seu pedido recusado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o melhor presente de Natal que alguém pode receber. Aqui estão algumas coisas que vêm junto com ele: perdão dos pecados (Ef 1.7), paz (João 14.27), amor (Rm 8.35), vida eterna (João 3.16), vida abundante (João 10.10), a garantia de uma herança (Ef 1.3,11,14) e um corpo novinho em folha, no futuro (1Co 15.50-54).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para receber esse presente, tudo o que você tem a fazer é concordar com Deus e admitir que você é pecador. A Bíblia diz: “Não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque” (Ec 7.20). Se você já fez alguma coisa que o próprio Deus não faria, você está fora dos padrões dEle (Lv 20.7; Rm 3.23). Portanto, está qualificado a receber esse presente. Na verdade, você precisa dele. Foi por isso que Deus o preparou para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo [o Messias] morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). Jesus recebeu o castigo pelos pecados que você cometeu, porque Ele o ama. E, porque Ele é Deus, ressuscitou dentre os mortos e está pronto a dar-lhe o presente da vida eterna. Tudo o que você tem a fazer é pedir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como você pode ter certeza de que Ele realmente lhe dará esse presente? Porque Ele mesmo diz: “O que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo 6.37). “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não gostaria de receber agora mesmo o presente da vida eterna que Deus tem para lhe dar? Basta pedir. Será o melhor presente que você já ganhou na vida. E não existe melhor época para recebê-lo do que agora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.chamada.com.br/"&gt;http://www.chamada.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-2912766291225781516?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/2912766291225781516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/o-melhor-presente-de-todos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2912766291225781516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2912766291225781516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/o-melhor-presente-de-todos.html' title='O MELHOR PRESENTE DE TODOS'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1cFmThN6ojs/Tu9Cco8oFfI/AAAAAAAAAPQ/q0oDUGvN4r8/s72-c/presente.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-8962460190459313001</id><published>2011-12-15T07:57:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T08:11:24.442-08:00</updated><title type='text'>Aula 13 - A INTEGRIDADE DE UM LÍDER</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Neemias 1:5-11&lt;br /&gt;"Assim os limpei de todos os estranhos e designei os cargos dos sacerdotes e dos levitas, cada um na sua obra, [...] Lembra-te de mim, Deus meu, para o bem"(Ne 13:30,31)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A integridade faz parte da vida do líder. Um líder que não é íntegro em sua vida pessoal não é um verdadeiro líder. Para que um líder seja íntegro, ele deve ser sincero, esta sinceridade é verificada em seu viver diário: nas conversações, no agir, nas finanças, no serviço.&lt;br /&gt;Ao examinarmos a vida e o trabalho de Neemias, como foram retratados ao longo deste trimestre, ficamos impressionados com a inabalável lealdade e integridade desse homem em todas as situações que enfrentou. Nenhum sacrifício era demasiado grande e nenhuma tarefa era difícil demais para ele, quando tinha a certeza de qual era a vontade de Deus. Ele estava disposto a adotar quaisquer medidas para colocar em prática aquilo que tinha a certeza de ser a vontade de Deus. Em alguns momentos agiu de forma austera; ele admoestou, repreendeu, protestou, contendeu, amaldiçoou, e até mesmo arrancou os cabelos de alguns(Ne 13:25). Enfim, tornou muito difícil a vida dos impiedosos! Era um homem corajoso e um general astuto em sua luta contra o mal. Além disso, era um trabalhador incansável e um grande restaurador das coisas de Deus. Ele trabalhou duramente a favor da justiça, porem mantinha o coração terno diante do Senhor. Era um homem honesto, íntegro, convicto e piedoso. Sem dúvida, ele foi um magnífico exemplo de liderança.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. DEUS ESCOLHE E PREPARA LIDERES PARA SUA OBRA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo afirma J. Oswald Sanders, "líderes espirituais não são feitos mediante eleição ou nomeação por homens ou quaisquer grupos de homens, nem por reuniões eclesiásticas ou sínodos. Só Deus pode fazer líderes. O simples fato de uma pessoa ocupar um lugar de importância não a torna um líder; fazer cursos de liderança não produz líderes; a resolução de tornar-se líder não faz da pessoa um líder".[1]&lt;br /&gt;"[...] todo líder deve ter a certeza de que sua tarefa foi designada por Deus e Deus está nela, pois os fardos são muitos pesados e são muitas as horas de dedicação. É importante que os que têm a responsabilidade de escolher o líder também sintam que essa é uma escolha de Deus".[2]&lt;br /&gt;Existem inúmeras pessoas ocupando funções e cargos de liderança na igreja, sem, contudo, estarem habilitadas ou serem vocacionadas por Deus para isso. Pode ser familiar ou parente de quem quer que seja, pode ter dinheiro, pode ser amigo de "fulano" ou "beltrano", pode ter status social, ser influente etc., se Deus não chamou, essa liderança não produzirá os resultados (frutos) esperados.&lt;br /&gt;A escolha de um líder espiritual deveria sempre ser precedida por uma "revelação" visível ou audível da parte de Deus. Um sentimento que promovesse paz e segurança para o coração daqueles que são responsáveis pela indicação de novos líderes. Mas nem sempre isto acontece. Cada vez mais, os propósitos para a indicação de líderes são norteados por interesses pessoais e egoístas por parte daqueles que são detentores do poder de indicar. Há pessoas na igreja que brigam, atropelam, pisam, morrem e matam para serem líderes. Poderão até chegar a alcançar uma posição de líder, mas nunca serão líderes de verdade.&lt;br /&gt;Se você não foi escolhido por Deus para liderar Seu povo, não importa quão maravilhoso seja seu caráter, ou quão bem habilitado você está para a tarefa, você nunca se tornará um grande líder cristão. Por outro lado, tenha a absoluta certeza, de que, se você foi vocacionado pelo Senhor para ser um líder, ninguém, nem nada, poderá impedir que esse propósito de Deus se cumpra de maneira cabal em vossa vida. Pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. AS CARACTERISTICAS DE UM LIDER&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Integridade espiritual.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Integridade é o proceder santo; é o caráter diferenciado do mundo e da sociedade em que vivemos; é não se conformar com os costumes e modismos que nos cercam; é seguir um padrão de comportamento Bíblico diante de uma sociedade corrupta e imoral. É acima de tudo ser fiel a Deus e à sua Palavra. Em romanos 12:2 o apostolo Paulo assim admoesta: "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus". O apóstolo Pedro também diz: "Como filhos obedientes, não vos conformeis às concupiscências que antes tínheis na vossa ignorância"(1Pe 1:14).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Neemias foi um homem integro e temente a Deus,&lt;/strong&gt; não se limitou a reconstruir os muros e reformar as portas de Jerusalém, mas foi usado por Deus para corrigir desmandos e desvios que estavam ocorrendo em Jerusalém. Restaurou os cultos conforme os ditames da lei de Deus. Ele reconheceu que os casamentos mistos que o povo contraiu eram prejudiciais ao fortalecimento da nação, e exortou o povo a que se separasse dessas pessoas. Em alguns momentos agiu de forma radical, como colocar guardas na entrada da cidade para impedir que houvesse comércio no sábado, mas o fez com o objetivo de tornar viva a lei de Deus para o povo. O autêntico líder espiritual conduz o povo à santidade e a um viver íntegro.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Integridade moral.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Ter uma vida moral reta é algo que não tem preço; não se pode comprar. Tendo uma vida limpa perante Deus e das pessoas, o líder terá uma visão clara de seus alvos e objetivos; será mais fácil para ele alcançar seus objetivos. Pessoas com problemas de visão procuram um oftalmologista para corrigir o problema. Líderes com problemas em sua vida moral, terão uma visão distorcida do ministério, não mais agirão com clareza. Por isso, é fator primordial ter uma vida limpa.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Um testemunho irrepreensível.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; É indispensável que o líder exerça a sua liderança ao lado de Deus. Para isso, é necessário que o coração do líder seja inteiramente de Deus (2Cr 16:9). Seu viver deve ser irrepreensível(&lt;strong&gt;ler 1Tm 3:2; Tito 1:6,7&lt;/strong&gt;). O que ele ensina em relação às verdades espirituais da Palavra de Deus, devem condizer com a verdade. Não deve acontecer de que um membro chegue diante dele e o acuse de não estar praticando o que prega, de não estar cumprindo este ou aquele outro mandamento da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os inimigos de Neemias&lt;/strong&gt; tentaram denegrir a sua imagem com falsas acusações. Mas permaneceu firme em seu trabalho, não se deixando levar pelos comentários maliciosos de seus inimigos, e sempre motivando seus companheiros a que permanecessem constantes em suas posições. Ele entendeu que as falsas acusações que lhe foram enviadas eram frutos da inveja, e agiu focado em sua missão, demonstrando, cinquenta e dois dias depois, o resultado de sua fé, de seu trabalho e de sua coragem: os muros de Jerusalém reconstruídos e as portas reformadas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outro exemplo é o de Daniel.&lt;/strong&gt; Ele era irrepreensível, nada havia que as pessoas pudessem falar com relação a faltas em sua vida. Sendo assim, seus inimigos tentaram achar algo para acusá-lo na lei de Deus. Nada encontraram. Por fim, tiveram que fazer algo para que ele viesse a cair, mas sua vida espiritual era tão elevada que mesmo diante do decreto do rei, ele não sucumbiu. Sua firmeza espiritual foi o seu segredo (Daniel cap. 6). Não esqueçamos que liderança é exemplo. O discurso do líder tem de ser coerente com a sua prática.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Exerce influencia em tudo que faz na vida das pessoas.&lt;/strong&gt; O líder é uma pessoa cuja influência se faz sentir em todos os aspectos. Por onde quer que vá, ele é alvo de observações e por isso há de exercer uma influência na vida das pessoas que o cercam. Ele não deve procurar fazer certas coisas somente para que outras pessoas vejam que ele está fazendo, mas ele deve ter em sua mente que quando ele faz alguma coisa os outros estão observando o seu modo de fazer ou agir. Até mesmo tudo o que o líder fala, faz ou pensa serve para influenciar os seus liderados, quer positiva, quer negativamente. De uma maneira ou de outra, o líder, influenciará os seus liderados em tudo o que faz, portanto, é necessário que se tenha o máximo cuidado para não ser uma influência negativa na vida deles.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. A VIDA DEVOCIONAL DO LIDER DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. A oração.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Sem oração o líder não vai a lugar algum. Não se pode conduzir o rebanho de Deus sem oração. O líder que negligencia esta ferramenta é considerado presa fácil para Satanás, por ausência do poder de Deus em sua vida. Por meio da oração, o líder busca saber a orientação de Deus para os determinados fins que aspira realizar. As vitórias são conquistadas quando os joelhos são dobrados diante de Deus. A&lt;strong&gt; oração é a nossa maior arma&lt;/strong&gt;; é o maior meio que nós temos para recorrer aos recursos infinitos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Senhor Jesus Cristo é o nosso maior exemplo.&lt;/strong&gt; Ele começou Seu ministério terreno em oração. Deu prosseguimento ao ministério em oração e terminou a Sua vida aqui na terra da mesma forma que iniciou, em oração (Mt 26:39-42; Lc 5:16; 22:41-44). Que belíssimo exemplo a ser seguido, imitado, almejado. O líder deve ser exemplo.&lt;br /&gt;Muitas vezes, o líder se encontra sob o peso da responsabilidade da liderança para com os liderados. Esse peso pode drenar-lhe muito de suas forças e energias. Quando este se encontra sobrecarregado com o peso do ministério e as várias circunstâncias que podem estar à sua volta, provavelmente o único meio de vir a aliviar sua tensão é através da oração. A oração deve ser a base para todo líder prosseguir com o seu ministério. Sem oração não existe liderança profícua.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Neemias&lt;/strong&gt; era um homem dedicado à oração. Orou no palácio, pedindo a Deus pela oportunidade de poder ir a Jerusalém e restaurar a cidade(ler Ne 1:5-11). Ele orou diversas vezes, rogando a Deus que o direcionasse em seus desafios, e acima de tudo, reconheceu que Deus estava dirigindo a história da restauração.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualquer obra que for feita deve ser em oração.&lt;/strong&gt; Os servos de Deus, em comunhão com Ele, têm ousadia em falar com Ele, da mesma forma que Neemias teve ousadia em falar com o rei(Ne 2:1-8). A oração é uma verdadeira luta, uma luta que o obreiro de Deus deve tratar sem se cansar(1Ts 5:17). &lt;strong&gt;A oração deve ser como sangue que passa em nossas veias, constantemente&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. O estudo da Palavra de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Além da oração, outro aspecto que deve ser uma constante na vida espiritual diária do pastor que lidera é a leitura e o estudo da Bíblia Sagrada, que é a Palavra de Deus. A Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus e a principal fonte de revelação da vontade de Deus para com o homem. Se queremos ter uma vida de comunhão com Deus, faz-se mister que saibamos qual é a vontade dEle para com o homem e esta vontade está estampada na Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ponto fundamental&lt;/strong&gt; para conhecermos o caráter e a vontade de Deus é conhecer a Sua Palavra e, por este motivo, Jesus sempre demonstrou que Seu ministério nada mais era senão o cumprimento das Escrituras (Mt 5:17,18; João 5:39; Lc 24:44-47). O estudo e o ensino da Palavra era, ao lado da pregação do Evangelho, o principal e exclusivo trabalho dos apóstolos na igreja primitiva (At 6:2,4). O apóstolo Paulo foi um líder que deu imenso valor o estudo da Palavra de Deus. Em Éfeso, ele ensinou a Palavra durante dois anos, e o ensino era diário - Leia Atos 19:8-10.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vimos no capítulo 8 de Neemias&lt;/strong&gt; que o povo se reuniu para ouvir a Palavra. A leitura, a explicação e a aplicação da Palavra trouxeram choro pelo pecado e alegria de Deus na vida do povo. Vimos também que a liderança reuniu-se para aprofundar-se no estudo da Palavra e o resultado foi a restauração da vida religiosa de Jerusalém. Essas reuniões de estudo aconteceram durante 24 dias (8:1-3,8,13,18; 9:1). Havia fome da Palavra. O estudo e a obediência dela trouxeram um poderoso reavivamento espiritual. Não temos nenhum outro relato bíblico de um culto tão impressionante quanto esse, quando o povo, pelo exemplo de seus líderes, reuniu-se durante um mês para estudar a Palavra e acertar a sua vida com Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Através do estudo da Palavra de Deus,&lt;/strong&gt; liderado por Esdras e Neemias, os israelitas compreenderam que se tivessem guardado a Lei do Senhor não tinham ido para o cativeiro, as cidades não tinham sido devastadas e os muros não necessitavam de reconstrução. O arrependimento pelos pecados cometidos fez com que o povo de Israel assumisse um compromisso de obedecer ao Senhor e à Sua Palavra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O salmista alerta&lt;/strong&gt; que a felicidade do homem está em ter prazer na lei do Senhor de dia e de noite (Sl 1:1,2) e, desde o tempo de Moisés, é dito que o segredo da própria vida espiritual é o fato de termos conhecimento e praticarmos, dia-a-dia, a Palavra do Senhor (Dt 6:1-9).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portanto, o pastor que exerce liderança deve ser um homem que ame de verdade a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada&lt;/strong&gt;. Ele não pode ler e estudar a Bíblia profissionalmente, buscando mensagem; deve lê-la e estuda-la com avidez, e respeitá-la. Ao subir ao púlpito, o povo deve ver seu amor e seu zelo pelas Escrituras. Ao expô-la, ele deve mostrar conhecimento da Bíblia e como ela se aplica à vida do povo. Para acontecer isto, o pastor deve estudá-la.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Adoração ao Senhor.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Os nossos compromissos com Deus não devem ser apenas gerais, mas também, e, sobretudo, em áreas específicas como, por exemplo, a adoração ao Senhor. O fim principal da nossa vida é glorificar e adorar a Deus, por isso o culto deve ser o centro da nossa vida. O rev. Hernandes Dias Lopes citando John Piper diz que adoração, e não missões, é a ocupação principal da igreja, porque Deus, e não o homem, é o centro de todas as coisas. O propósito de missões é que os povos adorem o Deus vivo, que está assentado no trono do universo. Conforme disse Hernandes Dias Lopes, John Frame, escrevendo sobre adoração, afirma: "A adoração deve ser teocêntrica. Nós adoramos a Deus porque Ele supremamente merece ser adorado e deseja ser adorado. Nós adoramos para agradar a Deus e não a nós mesmos. Nesse sentido, adoração é vertical, focada em Deus. Não devemos adorar para sermos entretidos ou para melhorar a nossa auto-estima, mas para honrar nosso Senhor que nos criou e nos redimiu".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na dedicação dos muros e portas de Jerusalém,&lt;/strong&gt; Neemias preparou um culto especial de adoração e louvores a Deus (Ne 12:27) e ordenou que dois corais fossem à frente dos cortejos durante a celebração(Ne 12:38). O verdadeiro líder adora a Deus, porque sabe que toda a glória deve ser endereçada ao Senhor de toda a glória. Neemias adorou a Deus: "Ah! Senhor, Deus dos céus, Deus grande e terrível, que guardas o concerto e a benignidade para com aqueles que te amam e guardam os teus mandamentos!"(Ne 1:5). Deus deve ser adorado por ser quem ele é: bendito, exaltado, supremo. Diante dele os anjos se curvam. "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus, seja honra e glória para todo o sempre. Amém&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;"(1Tm 1:17).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSAO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O segredo da vitória de Neemias frente aos desafios que enfrentara, foi a sua "integridade". O verdadeiro servo de Deus deve ser um íntegro, ou seja, estar inteiramente moldado pelo Senhor. É a sinceridade (ser "sem cera", sem qualquer trinco em seu caráter), que nos permitirá vencer o mal e alcançar a vida eterna. Será que podemos repetir as palavras do apóstolo Paulo: "sede meus imitadores, como eu sou de Cristo? "(1Co 11:1). Não nos esqueçamos de que nosso Deus conhece o íntimo do homem (1Sm.16:7; Jo 2:23-25). Assim, não adianta participarmos dos cultos e demais reuniões se não formos sinceros, íntegros e tementes a Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Concluindo,&lt;/strong&gt; gostaria de dizer que há muito para se reconstruir em nossos dias, ou seja, o mundo (humanidade) está com os muros fendidos e as portas destruídas. A humanidade está em calamidade espiritual, moral e material. Deus precisa contar com mulheres e homens destemidos e determinados para refazer lares e revitalizar vidas. Aprendamos, pois, com Neemias que em momento algum retrocedeu. Não faltaram motivos para que esse servo de Deus viesse a fracassar ou desanimar com o ministério que Deus lhe havia confiado, ou seja, revitalizar a cidade de Jerusalém que estava totalmente destruída (cf Ne 2:13-17). No entanto, mesmo diante dos obstáculos foi capaz e muito perseverante em seu objetivo, buscando forças no Senhor para começar e terminar a tarefa de reconstrução da cidade. Coragem, determinação, comprometimento, motivação, amor à obra de Deus e outras qualidades foram muito importantes para o sucesso e triunfo ministerial de Neemias. Da mesma forma a liderança das igrejas locais podem muito bem ser comparadas ao trabalho de Neemias, pois o dia-a-dia de um pastor-líder é desafiador e muito desgastante. Como Neemias, o pastor enfrenta todo tipo de oposição. Apesar de tudo, o Senhor Jesus falou que: "ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus"(Lc 9: 62).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aqui concluímos o estudo do precioso livro de Neemias,&lt;/strong&gt; conforme tópicos propostos pelas lições da CPAD. Aprendi muito com a vida e obra deste grande homem de Deus. E você, o que achou?&lt;br /&gt;Muito obrigado por acompanhar-me durante todo este trimestre. Espero que os subsídios tenham contribuído para otimizar suas aulas. Que Deus esteja com todos nós no decorrer do ano de 2012. Que o Espírito Santo conserve em nós a mesma integridade, sinceridade, desvelo, obediência a Palavra de Deus, dependência total dEle, e demais qualidades que fizeram de Neemias um servo amado por Deus. Que ao longo de 2012, Deus se agrade de nosso trabalho como se agradou do trabalho de Neemias. Amém?&lt;br /&gt;------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular(Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 48.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;Hernandes Dias Lopes – Neemias -o líder que restaurou uma nação.&lt;br /&gt;BARNA, George (editor). Líderes em ação: sabedoria e encorajamento na arte de liderar o povo de Deus. Campinas, SP: United Press, 1999.&lt;br /&gt;[1] SANDERS, J. Oswald. Liderança espiritual: os atributos que deus valoriza na vida de homens e mulheres para exercerem liderança. São Paulo: Mund Cristão, 1985.&lt;br /&gt;[2] HABECKER, Eugene B. Redescobrindo a alma da liderança. São Paulo: Vida, 1998.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-8962460190459313001?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/8962460190459313001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/aula-13-integridade-de-um-lider.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/8962460190459313001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/8962460190459313001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/aula-13-integridade-de-um-lider.html' title='Aula 13 - A INTEGRIDADE DE UM LÍDER'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-7144949297925704057</id><published>2011-12-12T07:22:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T18:16:20.221-08:00</updated><title type='text'>Aula 12 - AS CONSEQUENCIAS DO JUGO DESIGUAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Neemais 13:23-29&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?"(&lt;/em&gt;2Co 6:14)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O casamento não é um contrato social. É a união divinamente dirigida, de um homem com uma mulher, com o objetivo de constituir família e servir e adorar a Deus. Essa união deve ser entendida no sentido amplo e abrangente; trata-se de uma união, ao mesmo tempo, espiritual, física e social.&lt;br /&gt;O casamento é a única forma de união consagrada por Deus para a constituição da família, objetivando o bem-estar do ser humano em todos os aspectos da vida. Foi o próprio Deus quem instituiu o matrimônio. Na Bíblia, vemos o casamento elevado a um nível bem alto, como observamos na Epístola aos Hebreus 13.4: "Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros Deus os julgará".&lt;br /&gt;Nesta aula estudaremos acerca do casamento misto; veremos como o cristão deve encarar o casamento, e compreender que as uniões mistas prejudicam o povo de Deus. Deus nunca aprovou a união dos israelitas com os outros povos. Todas as vezes que Israel desobedeceu à ordenança do Senhor sobre o casamento misto, sofreu duras consequências. Da mesma forma também não é da vontade de Deus o casamento entre o fiel e o infiel; a Bíblia chama isso de jugo desigual. Como pode haver comunhão genuína entre o casal, que não concorda entre si sobre questões espirituais? Diz a Bíblia: "&lt;em&gt;Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?"(Am 3:3).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;I. O CASAMENTO NO ANTIGO TESTAMENTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Não é de hoje que o assunto "casamento misto" vem sendo apresentado nas Escrituras como um dos grandes perigos ao Reino de Deus, desde a fundação de Israel até os dias da Igreja. Há pessoas que pensam que Deus tem em mente, proibindo os casamentos mistos, tirar a alegria de um casal que pretende se unir pelos laços do matrimônio. O que o Senhor deseja é ver preservada a comunhão com Ele. O Senhor mesmo instituiu o casamento como uma regra, mas deixou claro uma exceção: a união entre quem pertence ao povo de Deus com uma pessoa que não pertence ao povo de Deus. Deuteronômio 7:3,4 deixa claro a forma com que os israelitas deveriam se portar quando entrassem na terra prometida: não deveriam realizar pactos de paz com as nações que lá existiam, e principalmente não aparentar-se com elas. O princípio ordenado por Deus aos israelitas é que eles reconheçam o Senhor como único e verdadeiro Deus.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. A natureza do casamento.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O casamento tem por objetivo não somente a necessidade do homem de procriação e de companhia, mas também de satisfazer suas necessidades sexuais. Na cidade de Corinto a imoralidade sexual era descomedida e sem limite. E os cristãos daquela igreja, principalmente os incautos e os solteiros, corriam sério perigo em sua vida espiritual e no padrão moral familiar. Tal como era naquela cidade, acontece hoje. Por isso a recomendação de Paulo sobre a necessidade do casamento é bastante clínica: "&lt;em&gt;mas, por causa da prostituição, tenha cada homem sua própria mulher e cada mulher seu próprio marido&lt;/em&gt;"(1Co 7:2). Este versículo mostra que o casamento trata de uma aliança monogâmica e heterossexual, comprometendo um homem e uma única mulher(Gn 1:26,27; 2:18; 3:16). Portanto, o ajuntamento homossexual é uma excentricidade e uma abominação aos olhos de Deus(ler Lv 18:22).&lt;br /&gt;Também, o texto de 1Corintios 7:2 estabelece o princípio de que a ordem de Deus para seu povo permanece como sempre foi, a saber, que cada pessoa deve ter apenas um cônjuge - é o princípio da monogamia; a afirmação de que cada homem deve ter a sua própria mulher implica monogamia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O escritor aos Hebreus&lt;/strong&gt; diz que devemos respeitar o casamento e que este deve ser constituído "&lt;em&gt;sem mácula&lt;/em&gt;", ou seja, sem mancha (Hb 13:4). Qual seria a mancha deste casamento? O mesmo texto que nos manda respeitar o casamento responde: a prostituição, ou seja, a impureza sexual (que envolve toda e qualquer prática sexual antes do casamento) e o adultério (que é a prática sexual de um casado com quem não é seu cônjuge).&lt;br /&gt;O casamento entre o homem e uma mulher quando é realizado com amor recíproco preserva e protege a pureza moral da sociedade a partir da família.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O casamento é uma aliança,&lt;/strong&gt; um pacto, então não deve ser quebrado. Se o nosso Deus é um Deus de aliança, e Ele não quebra nem permite quebra de aliança, também não permite que o casamento seja quebrado. Como Deus não se divorcia do seu povo, assim ele não permite que marido e mulher se divorciem. Divorciar-se é quebrar o matrimônio da Aliança. Lemos em Malaquias 2:16: "&lt;em&gt;Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o divórcio&lt;/em&gt;...".&lt;br /&gt;Precisamos compreender o texto de Mateus 19:1-7 em que Jesus diz que o divórcio é proibido, mas que foi permitido por causa da dureza do coração. Deus nunca intencionou o divórcio, pois este contraria a essência do casamento como uma aliança que nunca deverá ser quebrada, anulada. Você então pergunta: Por que foi dada a permissão para o divórcio conforme Mateus 19:7? Jesus responde em Mateus 19:9: &lt;em&gt;"Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério&lt;/em&gt;...". Note bem que a única razão para o divórcio conforme Jesus é o adultério, e isto para proteger a parte inocente, e não para dar às pessoas uma maneira fácil de cair fora de um relacionamento desagradável. Fora do adultério, o casamento só pode ser dissolvido pela morte. Divórcio é o atestado do pecado humano.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Casamentos proibidos.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O povo de Israel recebeu advertências enérgicas de não se misturar com as nações pagãs e idólatras que habitavam em Canaã (Dt 7:1-5). Deus havia escolhido Israel para ser o seu povo próprio, separado para Ele(ler Dt 7:6-11). Não desejava que fosse como as outras nações. Não o escolheu por ser mais numeroso (era o menor de todos os povos). Escolheu-o simplesmente porque o amava e desejava que lhe obedecesse em todas as coisas, inclusive não promovendo matrimônios com pessoas fora da sua linhagem.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Neemias usou como exemplo os erros de Salomão&lt;/strong&gt; para ensinar o seu povo (Ne 13:26). Se um dos maiores reis de Israel caiu por causa da influência dos incrédulos, outras pessoas também poderiam cair. Neemias enxergou este principio no exemplo de Salomão. Seus dons e pontos fortes não terão beneficio algum se você falhar em lidar com suas fraquezas. Embora Salomão tenha sido um grande rei, seus casamentos com mulheres estrangeiras trouxeram uma grande tragédia para todo o seu reino (ler 1Reis cap. 11). Sob a influência de suas mulheres estrangeiras, Salomão construiu altares aos deuses estranhos, caindo assim no pecado da idolatria (ler 1Rs 11:6-8). Uma propensão ao pecado deve ser rapidamente reconhecida e tratada; caso contrario, ela pode nos dominar e derrubar. Portanto, devemos ter cuidado com as uniões que vão de encontro aos princípios estabelecidos por Deus ao seu povo, exarados na Bíblia Sagrada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. O CASAMENTO MISTO NO TEMPO DE NEEMIAS&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. A constatação do erro.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Não sabemos o motivo dos casamentos mistos entre os israelitas, mas sabemos que Deus se desagradara deles, e que exigia uma mudança urgente daquela situação. Neemias relata que houve consenso entre os filhos de Israel, de não entregarem suas filhas para os povos da terra, nem desses povos tomarem esposas para seus filhos (Ne 10:30). Mas quando do seu retorno à Jerusalém, constatou que havia irregularidades em muitos casamentos, até mesmo na linhagem sacerdotal (Ne 13:28); o mesmo erro que levou Salomão à queda espiritual(Ne 13:26; veja 1Rs 11:5). Ele disse: "&lt;em&gt;Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdonitas, amonitas e moabitas&lt;/em&gt;"(Ne 13:23). Agora, deveriam se separar dos seus cônjuges estrangeiros (Ne 13:30). Deve ter sido uma situação muito difícil para aqueles homens. Não é fácil cortar laços familiares antigos, mas Deus o exigiu, a fim de que o povo pudesse ser abençoado e cumprisse os mandamentos do Senhor. É claro que para a Igreja isso não seria aplicável (ler 1Co 7:12,13). O compêndio doutrinário da Igreja é o Novo Testamento; não estamos mais debaixo da lei, mas da Graça de Deus (cf Rm 6:14). Todavia, a admoestação do apóstolo Paulo é que os crentes devem casar "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;no Senhor&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;" (cf 1Co 7:39). Isso significa, em primeiro lugar, que a pessoa cristã deve casar-se com uma pessoa, também, cristã, desde que seja "&lt;em&gt;no Senhor&lt;/em&gt;", ou seja, "&lt;em&gt;segundo a vontade do Senhor&lt;/em&gt;". Em outras palavras, a pessoa cristã pode casar-se com uma pessoa, também, cristã e, ainda assim, estar fora da vontade do Senhor. A pessoa deve buscar a orientação de Deus nessa importante questão e casar-se com a pessoa que Deus preparou para ela.&lt;br /&gt;Entre as diversas formas com que Deus pode ser esquecido como único e verdadeiro Deus é justamente quando um de seus filhos ou filhas resolve se unir com quem não é filho dEle. Esse tipo de convivência tende a suprimir a fé de um dos cônjuges, e afastá-lo de suas crenças e culto. Essa é uma forma de se negar a Deus, e começa justamente pelos sentimentos que um(a) crente nutre por um(a) não-crente. Isto pode parecer radical para algumas pessoas hoje, mas Deus deixa claro o motivo: "&lt;em&gt;pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses"(Dt 7:4).&lt;/em&gt; Portanto, Deus, em sua sabedoria, determinou que o povo fosse preservado em sua fé também a partir do matrimonio.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. As consequências do casamento misto.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O casamento misto sempre foi um problema na história do povo de Deus. O dilúvio foi provocado quando os filhos de Deus se casaram com as filhas dos homens, ou seja, quando houve casamentos entre aqueles que serviam a Deus com aqueles que não O serviam (Gn 6:1-3). Mais tarde, quando o povo de Israel entrou na Terra Prometida, o casamento misto foi uma das causas da apostasia espiritual da nação, desaguando no cativeiro babilônico (Êx 34:16). Ao tirar Israel do Egito, Deus ordenou-lhe, de modo claro e veemente, que não se misturasse com outros povos (cf Ex 34:12,16).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O casamento misto pode provocar:&lt;/strong&gt; conflitos conjugais, desmoronamento do lar, perda das referencias culturais e espirituais (Ne 13:23-29). Veja o que Neemias diz: "&lt;em&gt;E seus filhos falavam meio asdonita e não podiam falar judaico, senão segundo a língua do povo&lt;/em&gt;"(Ne 13:24). O que Neemais quis dizer aqui? Perda de referencias culturais e, também, espirituais. Os filhos desses casamentos mistos não conseguiam falar a língua de Israel de forma correta, mas falavam a língua dos países dos quais um de seus pais era oriundo; isto significava que elas não estava sendo educadas no caminho de Deus(Lv 20:7), mas educadas na cultura pagã e, sem dúvida, nos seus ritos pagãos. Isso deixou Neemias bastante irritado, a ponto de agir de forma violenta contra alguns deles (Ne 13:25).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não é muito diferente na igreja hoje.&lt;/strong&gt; Há jovens em nossas congregações que se enamoram não crentes, imaginando que no relacionamento poderão ganhá-los para Jesus, como se o namoro fosse uma forma adequada de evangelismo. Essa "estratégia" não tem o apoio do Senhor, até porque o nosso testemunho fala mais alto quando obedecemos a Deus, e não quando o desobedecemos em assuntos tão importantes como esse.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portanto, o motivo para proibirem o casamento misto não era racial, mas espiritual.&lt;/strong&gt; A questão não era preconceito racial, mas pureza doutrinária. A mistura de credos levaria ao afrouxamento das relações com Deus. Esdras (Ed 9:1-3), Neemias (13:23- 29) e Malaquias (Ml 2:10-16) confrontaram esse problema de forma firme depois do cativeiro babilônico.&lt;br /&gt;Os casamentos mistos foram tão sérios em Israel que até filhos de sacerdotes se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10:18; cf Ne 13:28). Isto quase atingiu fatalmente o coração da religião judaica. Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, casou-se com uma filha de Sambalate, o grande inimigo dos judeus (cf Ne 13:28).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portanto, o princípio espiritual de se evitar o casamento misto é lealdade a Deus.&lt;/strong&gt; Essas uniões mistas com estrangeiros pagãos eram condenadas pela lei (Ex 34:12-16; Dt 7:3; Ed 9:12,14), mas era permitida quando o estrangeiro era convertido a Deus. Rute, por exemplo, sendo moabita, casou-se com Boaz e tornou-se membro da família genealógica do Messias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. RESPONSABILIDADE MINISTERIAL ACERCA DO CASAMENTO&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. O jugo desigual.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O povo de Israel havia prometido não permitir que seus filhos se casassem com pagãos (Ne 10:30). Mas na ausência de Neemias o povo havia se casado com pagãos, desobedecendo, ostensivamente, a aliança que havia previamente firmada com Deus. Neemias ficou indignado com a desobediência do povo. A reação de Neemias foi bastante enérgica e contundente (Ne 13:25). Ele adotou várias medidas saneadoras tanto na administração da cidade quanto no exercício do santo ministério. Ele sabia que o povo jamais teria a benção de Deus se continuasse a misturar-se com os idólatras. O severo tratamento aplicado por Neemias aos israelitas que quebraram o pacto com Deus contrasta sua profunda fidelidade a Deus e a negligencia, desobediência e infidelidade do povo (ver também Esdras 10:3). O jugo desigual não era e nem é permitido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não podemos ignorar os perigos do jugo desigual.&lt;/strong&gt; O apostolo Paulo, escrevendo sob a influência e inspiração do Espírito Santo, diz que precisamos nos separar dos incrédulos e não nos envolvermos em alianças ou sociedades com eles. Ele admoesta: "&lt;em&gt;Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça?&lt;/em&gt; &lt;em&gt;E que comunhão tem a luz com as trevas?&lt;/em&gt;"(2Co 6:14).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A palavra&lt;/strong&gt; "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;jugo"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; refere-se à canga, um implemento de madeira, utilizado para prender uma junta de bois pelo pescoço e ligá-los à carroça ou ao arado. Se alguém tentasse prender um boi com uma mula por meio do jugo, o resultado seria desastroso, pois eles não trabalhariam bem em conjunto (ler Dt 22:10). Dois bois ou duas mulas seriam bons, mas as diferenças de temperamento e de tamanho entre bois e mulas não permite combinar os dois. O ponto aqui é que os crentes precisam evitar qualquer situação em que fiquem em jugo desigual com um incrédulo. Isso inclui exemplos como namoro, casamento, sociedades nos negócios, associações voluntárias (clubes, etc.) por meio das quais aqueles que não têm os mesmos valores espirituais possam exercer pressão sobre você. As amizades íntimas com as pessoas erradas também devem ser evitadas.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. As consequências do jugo desigual.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O casamento é considerado um pacto entre duas pessoas e Deus (Pv 2:17; Ml 2:14). Assim, o casamento misto(jugo desigual) corrói a própria base do casamento. O lar deve ser a base da sociedade, a estrutura sobre a qual uma nação se constrói. O Novo Testamento testemunha contra o casamento de cristãos com incrédulos. Como já frisei acima, Paulo pede aos cristãos que se casem "&lt;em&gt;somente no Senhor&lt;/em&gt;"(1Co 7:39). Hoje, porém, como em outras épocas, alguns cristãos tentam apresentar boas justificativas, imaginando que conseguirão levar o cônjuge incrédulo a Cristo. Todavia, isso raramente acontece, e os filhos tendem a seguir o caminho do cônjuge não regenerado, à semelhança das crianças israelitas do tempo de Neemias, que não possuíam quaisquer referencias espirituais. E muitos, que no inicio era cristão, com o decorrer do tempo se tornam apóstatas por influencia do outro cônjuge descrente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Querido irmão,&lt;/strong&gt; tudo aquilo que não contribui em coisa alguma para nossa aproximação com Deus deve ser evitado. Portanto, quando formos meditar sobre esta ou aquela conduta, lembremo-nos que o que está em jogo é o nosso relacionamento com Deus e que Deus quer que nós nos santifiquemos.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Uma recomendação sempre atual.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Com relação ao casamento misto, o rev. Hernandes Dias Lopes aponta três possibilidades: (1) o cônjuge incrédulo não se converter; (2) o cônjuge incrédulo converter-se; (3) o cônjuge crente afastar-se da igreja. Setenta e cinco por cento dos casamentos mistos tornam-se experiências amargas para o cônjuge crente. Você teria coragem de pegar um vôo para determinado destino sabendo que naquela rota 75% dos vôos estão caindo? Você se aventuraria num casamento misto, sabendo que 75% por cento deles estão naufragando ou enfrentando sérios problemas?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os jovens precisam se acautelar nessa área vital da vida.&lt;/strong&gt; Creio que todo jovem crente precisa observar alguns aspectos antes de dizer sim no altar. A pessoa com quem vai se casar já nasceu de novo? É uma pessoa que tem caráter aprovado? Ela possui valores familiares sólidos? É uma pessoa que respeita os pais? Ela respeita você? Essa pessoa ama você e demonstra isso em palavras e atitudes? Seus pais apóiam esse relacionamento? As pessoas que acompanham você testificam positivamente acerca desse relacionamento? Pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sejamos cautelosos e prudentes&lt;/strong&gt; ao tomarmos decisões que influenciarão as nossas vidas para sempre. A exemplo de Neemias, oremos ao Senhor, pedindo-lhe que venha abençoar e purificar o seu povo(Ne 13:29)!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;Água e óleo não se misturam,&lt;/strong&gt; porque são substancias heterogêneas. Com os casamentos mistos acontece a mesma coisa, ou seja, humanamente pode haver uma ligeira impressão de unidade, mas Deus não vê assim. Isto significa que casamentos, cujos cônjuges professam fé diferente e que não tem a Bíblia como regra de fé e pratica é como água e óleo num mesmo recipiente, não há unidade. Como andarão juntos se não professam a mesma fé? Qual educação religiosa prevalecerá em relação aos filhos? Em que tipo de fé serão ensinados? Sigamos,a ordem do Senhor de não contrair matrimonio com os infiéis, para que tenhamos uma família abençoada por Ele. Amém?&lt;br /&gt;-------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular(Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 48.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;Hernandes Dias Lopes – Neemias -o líder que restaurou uma nação&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-7144949297925704057?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/7144949297925704057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/aula-12-as-consequencias-do-jugo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7144949297925704057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7144949297925704057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/aula-12-as-consequencias-do-jugo.html' title='Aula 12 - AS CONSEQUENCIAS DO JUGO DESIGUAL'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-6243363690003198698</id><published>2011-12-09T17:31:00.000-08:00</published><updated>2011-12-10T19:01:43.389-08:00</updated><title type='text'>DIA DA BÍBLIA - Domingo,11/12/2011.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GWja10TjETI/TuK244Uoh0I/AAAAAAAAAPE/aspRdY49nlk/s1600/biblia.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 170px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684306768002844482" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-GWja10TjETI/TuK244Uoh0I/AAAAAAAAAPE/aspRdY49nlk/s320/biblia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Lâmpada para os meus pés é tua Palavra e luz, para o meu caminho”(Salmo 119:105).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Segundo a história, o dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o bispo Crammer incluiu no livro de orações do rei Eduardo VI um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura do Livro Sagrado. &lt;strong&gt;A data escolhida foi o segundo domingo do advento que antecedem o Natal&lt;/strong&gt;. Foi assim que o segundo domingo de dezembro tornou-se o dia da Bíblia. Hoje, o dia da Bíblia é comemorado em cerca de 60 Paises, porém, em alguns deles a comemoração é no segundo domingo de setembro, numa referencia ao trabalho do tradutor Jerônimo, na Vulgata, conhecida tradução da Bíblia para o Latim. No Brasil, o dia da Bíblia começou a ser comemorado pelos primeiros missionários evangélicos, vindo da Europa e dos Estados Unidos, a partir de 1850. Todavia, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia as manifestações públicas dos evangélicos. Contudo, a partir de 1880, esta liberdade foi crescendo e o movimento evangélico, juntamente com o dia da Bíblia, foi-se popularizando. Pouco a pouco, as diversas denominações evangélicas institucionaram a tradição do dia da Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comemoração do dia da Bíblia foi fortalecida com a fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em junho de 1948. Em dezembro desse mesmo ano, aconteceu uma das primeiras comemorações públicas do dia da Bíblia, em São Paulo, junto ao monumento do Ipiranga. No Brasil, o dia da Bíblia é comemorado, oficialmente. A comemoração do dia da Bíblia foi oficializada através da lei nº 10.335, de 19 de Dezembro de 2001, promulgada pelo então presidente da Republica Fernando Henrique Cardoso. Esta lei oficializou a tradição de se comemorar, no Brasil, o dia da Bíblia, no segundo domingo de Dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A BÍBLIA SAGRADA É A PALAVRA DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia é a Palavra de Deus. Ela mesma assim se define e o cumprimento exato de tudo quanto nela está desde os primórdios da história da humanidade é a prova irrefutável de que ela é, sem sombra de dúvida, a Palavra de Deus, a revelação de Deus aos homens. Muitos têm tentado, ao longo dos séculos, levantar-se contra o Divino Livro, mas todos têm fracassado em seu intento de calá-la ou desacreditá-la, precisamente porque não se trata de uma obra feita pela mente, vontade ou imaginação humana, mas tem sua origem, sua concepção e o zelo pelo seu cumprimento diretamente em Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Salmo 68:11, é dito textualmente que “O Senhor deu a Palavra”. Em Hebreus 1:1, o escritor afirma que o Senhor falou antigamente aos pais pelos profetas de muitas maneiras e uma destas maneiras foram as Escrituras, que compunham “a lei e os profetas” (Mt 7:12; 22:40), lembrando-se que “a lei” foi escrita por Moisés (Dt 31:24), sendo ele próprio, Moisés, um profeta (Dt 34:10). Mas o escritor aos hebreus não diz que eram divinas apenas as Escrituras que são o Antigo Testamento, mas, também, afirma que passou Deus a falar pelo Filho, que é o Verbo de Deus (João 1:1). Ora, o Filho já era revelado por intermédio das Escrituras do Antigo Testamento (João 5:39) e continuou a sê-lo através do Novo Testamento, que é o registro determinado pelo Espírito Santo para tudo quanto Jesus ensinou (João 14:26; 2Pedro 3:16,17), Palavra esta que é a verdade e nossa fonte de santificação (João 17:17), pois, desde a antiga aliança, o Senhor utilizava do escrito para memória do que havia dito (Ex 17:14a).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há, portanto, dúvida alguma de que a Bíblia provém diretamente de Deus, de que é a revelação do próprio Deus ao homem e, por isso, estamos diante da Palavra de Deus. É interessante notar que nenhum outro livro sagrado das diversas religiões que existem sobre a face da Terra tem esta qualidade. Embora se digam sagrados e frutos de revelações, jamais tais livros se apresentam como sendo a revelação do próprio Deus ao homem, como tendo origem no próprio Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele que não crê na Bíblia não crê na existência de Deus, pois ela é a prova segura da existência do Criador Onipotente. Se Deus não existisse a Bíblia não teria valor algum, logo, Davi, Salomão, Pôncio Pilatos, e mesmo o imperador romano Cezar, que dominava o mundo na época de Jesus também não existiriam; assim como Babilônia, Etiópia, reino da Pérsia e outros paises cujos nomes estão inseridos na Bíblia seriam apenas lenda. Como negar tudo isso? Isso seria negar também a existência dos árabes e judeus. Isso é possível? Não! Não é!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São muitas as provas da veracidade da Bíblia e entre elas destacamos a existência de Israel como nação entre as demais nações na terra. Israel viveu na diáspora por quase dois mil anos, reinos lutaram para exterminá-lo, mas Israel sobreviveu e retornou à sua terra conforme a promessa bíblica. Será que já se viu na terra coisa semelhante? Nem o seu idioma desapareceu, nem seus costumes, nem a sua fé religiosa, com todo esse tempo espalhados entre as nações conseguiram manter a integridade nacional, não é isso um milagre? Não precisamos de mais provas, porque o que a Bíblia diz se cumpre! Nela está escrito que Israel voltaria à sua terra e Israel voltou (cf Ezequiel 37:21,22). Alguém tem duvida disto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada pode ser colocado ao lado e, muito menos, acima da Bíblia Sagrada. Ela deve ser a única regra de fé e de prática. As heresias e falsas doutrinas sempre apresentam outros “escritos”, outras “revelações”, que buscam “complementar” as Escrituras, mas tudo deve ser sumariamente rejeitado, pois só à Sua Palavra o Senhor engrandeceu. Jesus foi bem incisivo ao afirmar que somente a Palavra de Deus permanece para sempre (Mt 24:35; Lc 21:33; 1Pedro 1:23,25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias difíceis em que vivemos, precisamos tomar cuidado para que nada seja igualado à Palavra de Deus. A Bíblia Sagrada deve ser a nossa única regra de fé e de prática. Até mesmo as manifestações espirituais devem ser julgadas à luz da Palavra de Deus (1Co 14:29,32 combinado com João 7:24). Nestes dias, somente quem se agarrar à Palavra do Senhor poderá resistir até o dia do arrebatamento da Igreja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado Senhor pela Tua Palavra! Ela é lâmpada para os meus pés e luz, para o meu caminho(Sl 119:105).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz dia da Bíblia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciano de Paula Lourenço &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-6243363690003198698?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/6243363690003198698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/dia-da-biblia-domingo-dia-11122011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/6243363690003198698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/6243363690003198698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/dia-da-biblia-domingo-dia-11122011.html' title='DIA DA BÍBLIA - Domingo,11/12/2011.'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-GWja10TjETI/TuK244Uoh0I/AAAAAAAAAPE/aspRdY49nlk/s72-c/biblia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-7454622959471474932</id><published>2011-12-09T11:27:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T11:29:02.859-08:00</updated><title type='text'>Escatologia: O Momento Crítico da Europa</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wujE-Ow727Y/TuJhci8u6qI/AAAAAAAAAO4/iCCjgr5PL0k/s1600/relogio%2Bde%2BDeus.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684212822740757154" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-wujE-Ow727Y/TuJhci8u6qI/AAAAAAAAAO4/iCCjgr5PL0k/s320/relogio%2Bde%2BDeus.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por Caramuru A. Francisco&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Europa vive, neste ano de 2011, um momento de crise econômico-financeira que é o mais grave e intenso desde o término da Segunda Guerra Mundial. Os países da União Europeia estão a sofrer um aumento do desemprego, com gravíssimas consequências para a população, ao mesmo tempo em que os governos não têm condição alguma de enfrentar a situação com políticas sociais, como foi a tônica a partir de meados da década de 1960, quando surgiu o chamado “Welfare State”, ou seja, o Estado do bem-estar social, que garantia um freio nas gritantes desigualdades da sociedade e condições de vida dignas para a grande parte dos cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com efeito, os governos dos países europeus estão praticamente falidos, não têm como se endividar mais, não tendo, portanto, condições de enfrentar esta situação econômica adversa. As projeções são de que não haverá qualquer crescimento econômico no continente pelos próximos dez anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que a União Europeia vive uma crise de identidade, na medida em que os países não querem abrir mão de sua soberania, formando uma federação, embora 17 dos 25 países já estejam vivendo uma união monetária, com uma moeda única (o euro), o que, aliás, serviu para agravar ainda mais a crise, na medida em que os governos, embora tenham autonomia para efetuar gastos e montar seus orçamentos, não têm mais a liberdade de controlar as suas moedas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise econômico-financeira de 2008, que teve seu nascedouro nos Estados Unidos, atingiu fortemente a União Europeia e as desigualdades entre os países da chamada “zona do euro” se fizeram sentir, levando, praticamente, à inadimplência os países mais pobres da união monetária, em especial, Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda, com inevitáveis repercussões na Itália e na França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vemos, no enfrentamento da crise nos últimos meses, é a demonstração de uma falta de líderes capazes de movimentar suas nações para as necessárias reformas, seja a implementação de uma maior unidade entre os países da União Europeia, retomando-se o rumo da “Constituição da Europa”, que acabou sendo rejeitada no início do século, ou a redefinição da União Europeia, com a redução da integração ou a retirada de alguns países da união monetária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prova desta falta de lideranças está na circunstância de como se deram a substituição dos governos da Grécia e da Itália recentemente, quando políticos cederam seus lugares para técnicos que, praticamente impostos pelos “burocratas” da União Europeia, passarão a realizar duras e pesadas reformas impopulares, como verdadeiros “interventores” desta “nomenclatura” que toma conta dos órgãos da União Europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este vácuo de lideranças e a retirada dos políticos do cenário decisório, num verdadeiro triunfo da “burocracia” europeia é uma importante sinalização de que nos aproximamos do final de nossa dispensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de todos sabido que esta “burocracia europeia” é fortemente anticristã, tanto que, na sua tentativa de criar uma “Constituição da Europa” tentou romper com os laços cristãos do continente, não sendo de hoje as iniciativas que tem tomado para “varrer” a tradição cristã do Velho Continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maneira como está, agora, a tomar os governos europeus para os seus próprios desígnios, em verdadeiros “golpes de mercado”, como denominou o jornalista brasileiro Clóvis Rossi, mostra, claramente, que as rédeas das nações europeias passaram a ser ditados por esta ideologia anticristã, que, aliás, também está presente em outros organismos internacionais, como as Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está a faltar para a Europa, pois, é uma liderança continental, que consiga levantar as massas e, depois do serviço realizado por estes “títeres”, mobilize os europeus para uma integração mais forte, fora dos padrões cristãos, consolidando assim a instauração deste novo regime que venha a trazer “prosperidade e bem-estar” para a Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta liderança, a ser levantada pelos governantes títeres da União Europeia, não é nada mais, nada menos que o Anticristo, a “ponta muito pequena” da visão do profeta Daniel (Dn.8:9), que surgirá de um consenso de dez nações da União Europeia e que fará ressurgir o Império Romano, ou seja, uma Europa governada por um único líder, como, aliás, está profetizado em Dn.7:24 e Ap.13:1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vozes da maior parte dos políticos europeus são de que há necessidade de criação de mecanismos de maior integração, mas com a concessão de maiores poderes aos países mais representativos do bloco, até porque os países mais periféricos são considerados os responsáveis por esta crise. Tudo está a indicar, portanto, que os países mais poderosos acabarão por impor aos mais fracos a sua vontade, criando um “núcleo duro” dentro da União Europeia que passe a ditar as regras, precisamente este grupo de “dez reinos” de que falam as Escrituras Sagradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, ante a crescente indignação e revolta das populações europeias, é imprescindível que este “núcleo duro” venha a se valer de uma liderança carismática, que consiga o apoio popular para o estabelecimento de uma “nova ordem”, que traga “melhores condições de vida” para a população, “nova ordem” esta que esteja definitivamente afinada com a “mentalidade anticristã” que tem caracterizado a Europa nos últimos anos, a ponto de a própria Igreja Romana, já nos tempos do Papa João Paulo II, ter chamado o estado espiritual dos europeus de “apostasia silenciosa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta liderança carismática levará, certamente, as massas a aderir de corpo e alma a este projeto de uma “nova Europa”, de um governo único capaz de ditar suas normas e seu proceder. Este roteiro foi visto por todos nós na Alemanha do período entre-guerras, quando Adolf Hitler, com sua liderança carismática, fez com que os alemães aceitassem mudar sua ordem sócio-política em nome de uma “restauração nacional”, do fim da “humilhação” que acompanhava uma situação econômica desastrosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário apresenta-se praticamente montado, cabendo a cada um de nós que servimos a Cristo Jesus, seguir o conselho de Nosso Senhor e Salvador: …quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.” (Mt.24:33,34). Vigiemos, pois, amados irmãos, para que o Senhor Jesus não venha e nós sejamos achamos despercebidos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-7454622959471474932?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/7454622959471474932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/escatologia-o-momento-critico-da-europa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7454622959471474932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7454622959471474932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/escatologia-o-momento-critico-da-europa.html' title='Escatologia: O Momento Crítico da Europa'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wujE-Ow727Y/TuJhci8u6qI/AAAAAAAAAO4/iCCjgr5PL0k/s72-c/relogio%2Bde%2BDeus.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-3571183771384018839</id><published>2011-12-05T08:22:00.000-08:00</published><updated>2011-12-10T05:48:48.808-08:00</updated><title type='text'>Aula 11 - O DIA DE ADORAÇÃO E SERVIÇO A DEUS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Neemias 13:15,17; Atos 20:7-12&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;No primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e alargou a prática até à meia-noite&lt;/em&gt;”(At 20:7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Deus instituiu um dia para o descanso; um dia para o homem cessar suas atividades de comprar e vender e voltar-se para Ele em adoração e serviço. Nesse dia, nenhum trabalho deve ser feito; é o dia do Senhor. A quebra do sábado era profanação da religião judaica. O domingo é o dia do descanso do povo de Deus(a Igreja). O sábado é o memorial da criação. O domingo é o memorial da ressurreição.&lt;br /&gt;Hoje, os crentes já não se preparam mais para o dia do Senhor. Nossas festas de entretenimento e confraternização avançam na madrugada do sábado e entram no dia do Senhor e aí as pessoas preferem dormir a ir à Casa de Deus. Não buscamos mais o Senhor em primeiro lugar. A busca do lucro ou do lazer em vez da busca da piedade pode ser um grande laço espiritual. É por essa porta que começa a secularização da igreja.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. DEUS ORDENA A GUARDA DO SÁBADO&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Uma ordenança divina para os israelitas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O sábado representava uma aliança entre Deus e Israel. Era (como até hoje o é) um caráter distintivo do relacionamento com Deus, uma marca que mostrava ao mundo que Israel era a “&lt;em&gt;propriedade peculiar de Deus dentre os povos” (Ex 19:5).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;A nação de Israel recebeu a ordem de guardar o sábado&lt;/strong&gt; quando os Dez Mandamentos foram dados(Ex 20:8-11). Pouco tempo depois, Deus assim enfatizou: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados...”(Ex 31:13a). Nesse dia, o povo não deveria realizar qualquer tipo de trabalho, nem mesmo relacionado à construção do tabernáculo. Quem desobedecesse era punido com a morte(Ex 31:15).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Santificar o sábado&lt;/strong&gt; importava em separá-lo como um dia diferente dos demais, cessando o labor para descansar, servir a Deus e concentrar-se nas coisas respeitantes à eternidade, à vida espiritual e à gloria de Deus(Ex 20:9-11; Gn 2:2,3). A observância do dia do Senhor por Israel era um sinal de que ele pertencia a Deus(Ex 31:13); lembrava-lhe o seu livramento da escravidão do Egito (Dt 5:15).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Um sinal entre Deus e o seu povo (Ez 20:12,20).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Guardar o sábado (o sétimo dia) era um sinal entre Deus e Israel. O texto Bíblico, em Êxodo 31:13, é claro sobre isso: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um SINAL entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica”. Ainda, em Êxodo 31:17a, diz: “Entre mim e os filhos de Israel será um SINAL para sempre...”. Leia, também, Ezequiel 20:10-12,20. Portanto, a aliança que incluía o dia do sábado foi exclusivamente feita com os israelitas e com ninguém mais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os sabatistas&lt;/strong&gt; apontam o texto de Êxodo 31:17 como prova da obrigatoriedade da guarda do sábado, baseando-se na expressão “para sempre”, a qual interpretam como de duração permanente. Entretanto, há outros textos na Bíblia que falam de preceitos perpétuos ou para sempre, que não são considerados como de duração permanente pelos próprios sabatistas. É o caso da circuncisão, que é chamada de preceito perpétuo(Gn 17:7,13); a unção dos sacerdotes era preceito perpétuo(Ex 40:15); a celebração da páscoa era preceito perpétuo(Ex 12:14). Será que os sabatistas praticam estes preceitos perpétuos? Por que só vêem no sábado um preceito perpétuo?(ver Ex 16:28; 20:8; 23:32).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não precisa ser um exímio exegeta para compreender que o sábado foi um sinal entre Deus e Israel&lt;/strong&gt;, e que não se aplica à Igreja, a qual tem como compêndio doutrinário o Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. O propósito divino da guarda do sábado.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; “Seis &lt;em&gt;dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente morrerá. Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua”&lt;/em&gt; (Ex 31:15,16).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O sábado semanal&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;gr. sabbaton&lt;/em&gt;, que significa “&lt;em&gt;repouso”, “cessação&lt;/em&gt;”) &lt;strong&gt;tinha dois propósitos&lt;/strong&gt;: &lt;strong&gt;descansar do trabalho normal&lt;/strong&gt;, para repouso pessoal, &lt;strong&gt;e adoração ao Senhor&lt;/strong&gt;(Ex 20:8,10; Dt 5:14,15). Todos nós precisamos de descanso. Sem um tempo para fugir do alvoroço, a vida perde o significado. Assim como nos tempos de Moisés, não é fácil em nossos dias obter um tempo para folga, mas Deus nos lembra que sem o descanso esquecemos o propósito das nossas ocupações e perdemos o equilíbrio crucial para uma vida de fidelidade. Assegure-se de que seu dia de descanso propiciará momentos revigorantes e de comunhão com Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A profanação do dia do Senhor é um sinal do secularismo.&lt;/strong&gt; A inobservância do dia do Senhor (o domingo) é um forte sinal da decadência espiritual da igreja contemporânea. Na Europa e na América, muitas igrejas estão vazias. Em outros lugares, há muitas igrejas cheias de pessoas, mas vazias da Palavra de Deus. O secularismo está entrando dentro das próprias igrejas e anestesiando os próprios cristãos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. O DESCUMPRIMENTO DA LEI MOSAICA NO TEMPO DE NEEMIAS&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. O desrespeito pela guarda do sábado.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Quando Neemias retornou da capital da Pérsia, encontrou uma negligencia generalizada e desrespeito em relação à guarda do sábado. Muitos continuavam a desempenhar o seu trabalho habitual aos sábados, e outros compravam e vendiam como em qualquer outro dia. Mercadores de Tiro tinham permissão para oferecer os seus artigos ate na cidade de Jerusalém. Neemias nos diz que discutiu “com os nobres de Judá e lhes disse: que mal é este que fazeis, profanando o dia de sábado? Porventura, não fizeram vossos pais assim, e nosso Deus não trouxe todo este mal sobre nós e sobre esta cidade? E vós ainda mais acrescentais o ardor de sua ira sobre Israel, profanando o sábado”(Ne 13:17,18). Como se percebe aqui, a quebra do dia do Senhor e a consequente profanação do culto foram uma das fortes causas da queda de Judá(cf Ezequiel 20:13).&lt;br /&gt;A circunstância, pois, de os judeus, desde que haviam voltado do cativeiro, deixarem de guardar o sábado por causa dos comerciantes dos povos das terras que vinham ao seu encontro para o comércio naquele dia, era uma nítida atitude de perda de identidade por causa dos povos que os cercavam.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Também, nos dias hodiernos&lt;/strong&gt;, não são poucos os que cristãos que se dizem ser que também estão a perder as suas características distintivas do seu relacionamento com Deus por causa dos “povos das terras” que, sorrateiramente, vêm perturbar o nosso relacionamento com Deus com as “coisas desta vida”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tenhamos cuidado,&lt;/strong&gt; amados irmãos, para que não venhamos a perder aquilo que nos torna diferentes das pessoas descrentes, aquilo que nos identifica com o Senhor Jesus, por causa da “sedução das riquezas e dos cuidados do mundo”, pois isto, certamente, fará com que venhamos a morrer espiritualmente, como nos ensina o Senhor Jesus na parábola do semeador (Mt 13:22).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. A ganância dos mercadores.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O povo de Israel permitiu que seus interesses comerciais e a busca de coisas materiais destruíssem sua obediência ao mandamento de Deus, no tocante ao dia de descanso. O comércio no dia do Senhor corrompia completamente o propósito do descanso e da adoração.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando o lucro toma o lugar do culto,&lt;/strong&gt; então estamos em grande perigo. Quando se passa a confiar mais na provisão do que no provedor, então estamos na contramão da vontade de Deus. O domingo é o dia do Senhor. Por isso, nesse dia devemos descansar de nossas atividades, trabalho e estudo, para nos dedicarmos à família, à adoração e ao serviço do Senhor Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O povo de Deus da nova aliança&lt;/strong&gt; deve sempre tomar cuidado contra a tentação de deixar que a busca de riquezas e sucesso suplante seu desejo de honrar e adorar a Deus, como Ele estabeleceu. Devemos buscar “primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça”(Mt 6:33).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Neemias proíbe o comercio no sábado(Ne 13:19-21).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Neemias ordenou que na sexta-feira as portas da cidade fossem fechadas ao pôr-do-sol, e assim deveriam permanecer até o final do sábado. Quando os mercadores tentaram continuar com seus negócios fora das portas da cidade, ele fez uma acusação formal contra eles - “Por que passais a noite defronte do muro? Se outra vez o fizerdes, hei de lançar mão sobre vós”(Ne 13:21). Neemias não apenas fala; ele age. Ele não apenas ensina; ele toma medidas práticas para a eliminação do mal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os cristãos observam o domingo&lt;/strong&gt; como dia de repouso pessoal e adoração ao Senhor. É o dia em que Jesus ressurgiu dentre os mortos, sendo chamado no Novo Testamento de “&lt;strong&gt;o dia do Senhor”(Ap 1:10&lt;/strong&gt;). Hoje, uma das maiores causas do secularismo galopante na Igreja é a quebra da observância do dia do Senhor; não nos preparamos para esse Dia; não nos deleitamos nesse dia. Muitos se entregam a um lazer profano; outros entregam-se ao trabalho e ao desejo do lucro; outros se esquecem de Deus. É lamentável que isso esteja acontecendo! Muitos líderes, até mesmo, que se dizem pastores, não respeitam o dia do Senhor; em vez de irem à Escola Bíblica Dominical vão à praia, ao balneário, ao sítio, etc. É um péssimo exemplo aos seus liderados!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. A GUARDA DO SÁBADO EM O NOVO TESTAMENTO&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. A essência do dia de descanso.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O principio de um dia sagrado de repouso foi instituído antes da lei judaica - “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou”(Gn 2:3). Isto indica que o propósito divino é que um dia, em sete, fosse uma fonte de benção para toda a humanidade e não apenas para a nação judaica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O propósito espiritual&lt;/strong&gt; de um dia de descanso em sete é beneficio ao cristão. No Novo Testamento esse dia era visto como uma cessação de labor e ao mesmo tempo um dia dedicado a Deus (ler Atos 20:7; 1Co 16:2); um dia para se conhecer melhor a Deus e adora-lo; uma oportunidade para dedicar-se em casa e em público às coisas de Deus(Nm 28:9; Lv 24:8).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O sábado&lt;/strong&gt; tornou-se o fim de uma semana de trabalho; &lt;strong&gt;o dia do Senhor&lt;/strong&gt;, ou domingo, inicia uma semana tranqüila com o conhecimento de que o trabalho da redenção já está completo. O sábado comemora a primeira criação; o domingo é ligado à nova criação. O sábado era um dia de responsabilidade; o dia do Senhor é um dia de privilégio.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jesus nunca ab-rogou o principio de um dia de descanso para o homem&lt;/strong&gt;. O que Ele reprovou foi o abuso dos líderes judaicos quanto à guarda do sábado (Mt 12:1-8; Lc 13:10-17; 14:1-6). Jesus indica que o dia de descanso semanal foi dado por Deus para o bem-estar espiritual e físico do homem (Mc 2:27).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Jesus e o dia de descanso (ler Mateus 12:1-8).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Certa vez, num dia de sábado, Jesus e seus discípulos estavam passando pelas searas. Seus discípulos entraram a colher espigas e a comer. A lei permitia que se servissem do grão no campo do seu vizinho, contanto que não se usassem a foice(Dt 23:25). Mas os fariseus, catadores legalistas de lêndeas, os acusaram de terem quebrado o sábado. Embora suas acusações não sejam declaradas, provavelmente censuraram os discípulos por: &lt;strong&gt;(1)&lt;/strong&gt; colher (pegar grão);&lt;strong&gt; (2)&lt;/strong&gt; debulhar (esfrega-lo nas mãos); &lt;strong&gt;(3)&lt;/strong&gt; cirandar (separar do grão da palha).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jesus respondeu à sua queixa ridícula lembrando um incidente na vida de Davi.&lt;/strong&gt; Certa vez, quando em exílio, ele e seus homens foram ao deserto e comeram os pães da proposição, doze pães do memorial, proibidos como alimento a qualquer um, com exceção dos sacerdotes. Nem Davi nem seus homens eram sacerdotes, mesmo assim Deus nunca achou culpa neles por fazerem isso. Por que não? A razão é que a lei de Deus nunca teve a intenção de infligir opressão ao seu povo fiel. Não era culpa de Davi estar no exílio. Uma nação pecaminosa o rejeitara. Se ele tivesse recebido seu lugar de direito, ele e seus seguidores não teriam de comer o pão da proposição.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A analogia é clara.&lt;/strong&gt; O Senhor Jesus é o Rei de Israel por direito, mas a nação não o reconhecera como Soberano. Se a ele tivesse sido dado o devido lugar, seus seguidores não ficariam limitados a comer desse modo em um sábado, ou em qualquer outro dia da semana. A historia estava se repetindo. O Senhor não reprovou seus discípulos, pois eles não fizeram nada de errado.&lt;br /&gt;Jesus relembrou aos fariseus que os sacerdotes violam o sábado por matar e sacrificar animais e por realizar muitas outras ocupações servis(Nm 28:9,10), mas mesmo assim ficam sem culpa porque estão ocupados no serviço de Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os fariseus sabiam que os sacerdotes trabalhavam todo sábado no templo sem profana-lo&lt;/strong&gt;. Por que então deveriam criticar os discípulos por agirem daquela forma na presença de “Alguém” que é “maior que o templo”?(Mt 12:6).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os fariseus nunca entenderam o coração de Deus.&lt;/strong&gt; Em Oséias 6:6, o Senhor disse: “&lt;em&gt;Misericórdia quero e não holocaustos&lt;/em&gt;”. Deus coloca a compaixão antes do ritual. Ele preferira ver seu povo apanhando espigas no sábado para satisfazer sua fome a observar o dia tão rigidamente a ponto de infligir angustia física. Se os fariseus tivessem percebido isso, não teriam condenado os discípulos. Mas valorizavam a aparência externa, o formalismo, acima do bem-estar humano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Depois o Salvador acrescentou:&lt;/strong&gt; “&lt;em&gt;Porque o Filho do Homem até do sábado é Senhor&lt;/em&gt;”. Foi ele quem, em primeiro lugar, instituiu a lei; portanto ele era o mais qualificado para interpretar seu verdadeiro significado.&lt;br /&gt;Como um judeu fiel vivendo sob a lei, &lt;strong&gt;Jesus guardou o sábado&lt;/strong&gt; (apesar das acusações dos fariseus dizendo o contrário). Como Senhor do sábado, ele libertou-o das falsas regras e regulamentos com as quais se cobrira.&lt;br /&gt;A proibição contra o serviço no sábado nunca teve o objetivo de se aplicar ao serviço de Deus (Mt 12:5), as obras de necessidade (Mt 12:3-4) ou obras de misericórdia (Mt 12:11-12).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. O cristão deve guardar o sábado?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Para o cristão, o sábado judaico não é obrigatório. As exigências cerimoniais da lei (observe: o sábado era uma lei cerimonial, enquanto os outros nove mandamentos eram princípios morais) foram canceladas na morte de Cristo (Cl 2:14,16; Gl 4:1-11). Além disso, o sábado como dia fixo da semana de descanso foi parte do pacto entre Deus e Isaque, somente (Ex 31:13,17; Ez 20:12,20).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dos Dez Mandamentos,&lt;/strong&gt; nove são repetidos no Novo Testamento, não como leis, mas como instrumentos para os cristãos viverem sob a graça(ler Rm 6:14). &lt;strong&gt;O único mandamento que os cristãos nunca foram instruídos a guardar é o do sábado. &lt;/strong&gt;Pelo contrário, Paulo ensina que o cristão não pode ser condenado por falhar em guardá-lo(&lt;strong&gt;Cl 2:16).&lt;br /&gt;Uma vez que o cristão não é mais obrigado a observar o sábado judaico, ele tem forte razoes bíblicas para dedicar um dia, em sete, para seu repouso e adoração a Deus&lt;/strong&gt;. O dia característico do cristianismo é o primeiro dia da semana, o domingo. O Senhor Jesus ressurgiu dos mortos nesse dia (João 20:1), prova de que o trabalho da redenção fora completo e divinamente aprovado. Nos dois domingos seguintes, Ele reuniu-se com seus discípulos (João 20:19,26); o Espírito Santo fora dado no primeiro dia da semana(At 2:1). Os primeiros discípulos reuniam-se nesse dia para partir o pão, mostrando a todos a morte do Senhor (At 20:7). É o dia designado por Deus, no qual cristãos deveriam colocar à parte contribuições financeiras para o trabalho do Senhor (1Co 16:1,2).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É válido ressaltar que os cristãos não “guardam” o domingo&lt;/strong&gt; como meio de ganhar a salvação ou alcançar a santidade. Nós colocamos esse dia à parte por causa da devoção Àquele que deu a si mesmo por nós. Nesse dia, o cristão genuíno se dedica de uma maneira especial à adoração e ao serviço de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alguns segmentos religiosos&lt;/strong&gt; insistem em afirmam que Deus descansou no sétimo dia da criação (Gênesis 2:1-3), e daí deduzem que aos homens foi ordenado que guardassem o sábado desde o tempo da criação. Mas nenhuma passagem afirma isso. A primeira vez que lemos sobre mandamento para os homens guardarem o sábado é em Êxodo 16, depois que Moisés tinha guiado os israelitas para fora do Egito. Gênesis 2 mostra que Deus descansou no sétimo dia, mas não ordena aos homens guardarem o sétimo dia. Aliás, a Bíblia nunca ordenou aos gentios que guardassem o sábado &amp;shy; somente aos judeus, como vimos acima, desde o tempo de Moisés até Cristo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Também não é certo dizer que o sábado foi transferido para o dia do Senhor (o domingo&lt;/strong&gt;). O sábado é sábado e o dia do Senhor é o domingo. O sábado era uma sombra; a essência é Cristo (Cl 2:16,17). A ressurreição de Cristo marcou um novo começo, o dia do Senhor representa aquele inicio. Amém?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nos tempos do Novo Testamento os cristãos dedicavam um dia especial, o primeiro dia da semana, para adorar a Deus e comemorar a ressurreição de Cristo (At 20:7; 1Co 16:2; Ap 1:10). A Igreja hodierna deve fazer o mesmo. Como bem diz o pr. Ciro Sanches, "devemos observar o descanso semanal, priorizando o 'homem interior' sem deixar de valorizar o 'homem exterior'"(2Co 4:16; 1Tm 4:8,16).&lt;br /&gt;-------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular(Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 48.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;Hernandes Dias Lopes – Neemias -o líder que restaurou uma nação&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-3571183771384018839?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/3571183771384018839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/aula-11-o-dia-de-adoracao-e-servico.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/3571183771384018839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/3571183771384018839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/aula-11-o-dia-de-adoracao-e-servico.html' title='Aula 11 - O DIA DE ADORAÇÃO E SERVIÇO A DEUS'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-1043511630641553529</id><published>2011-12-02T07:18:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T07:22:09.602-08:00</updated><title type='text'>LIBERTE-SE DA INVEJA!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“&lt;em&gt;O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos&lt;/em&gt;” (Provérbios 14.30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma história interessante sobre a inveja. Uma serpente estava perseguindo um vaga-lume. Quando estava a ponto de comê-lo, o vaga-lume disse: "Posso fazer uma pergunta?". A serpente respondeu: "Na verdade, nunca respondo a perguntas das minhas vítimas, mas, por ser você, vou permitir". Então o vaga-lume perguntou: "Fiz alguma coisa a você?". "Não", respondeu a serpente. "Pertenço à sua cadeia alimentar?", perguntou o vaga-lume. "Não", ela respondeu de novo. "Então, por que você quer me comer?", indagou o inseto. "Porque não suporto vê-lo brilhar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter inveja não é somente almejar o que a outra pessoa tem, mas viver também desejar como ela vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O invejoso se queixa de tudo e de todos, acredita que não conquistará o que o outro possui, não reconhece as suas habilidades e talentos, pois está e vive focado no outro; portanto, torna-se um eterno insatisfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível invejar um bom carro, um corpo lindo, uma casa maravilhosa, uma saúde de ferro, um cargo alto na hierarquia, um bom marido, uma boa esposa, uma mulher inteligente, o carisma de certas pessoas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inveja pode ter origem naquilo que o indivíduo pensa que não tem, mas de que necessita para ser feliz, ou em uma autoestima que acredita que só poderá ser feliz se possuir o que o outro tem. Ela desvia o foco, conduzindo a energia da pessoa para o lado errado. E um sentimento ambicioso que não lhe permite vislumbrar o que está à sua frente nem o que lhe pertence. Por conta disso, pode gerar vingança, crimes, violência, enganos e maus-tratos, tudo pelo desejo de possuir o que o outro tem, de querer estar no lugar dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A excelência, o triunfo e o sucesso motivam a inveja. Ninguém inveja um miserável ou um mendigo; inveja conquistas, reconhecimento, bens materiais, riquezas, família estruturada, casamento feliz, amizades. Na Bíblia Sagrada vemos relatos de alguns casos de homens e mulheres que se deixaram levar pela inveja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raquel, mencionada em Gênesis 30.1, teve inveja de sua irmã, Lia, pois esta tinha filhos, e disse a seu marido, Jacó: “&lt;em&gt;Dá-me filhos, senão morro&lt;/em&gt;”. Pessoas morrem espiritualmente por esse sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Atos 7.9 está escrito que os irmãos de José, movidos de inveja, venderam-no para o Egito. A presença de José os incomodava. Por isso, não sossegaram enquanto não deram um fim nele. Mas, será que eles tinham paz? A história mostra que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O invejoso não tem paz. O texto de Provérbios 14.30 afirma que “&lt;em&gt;a inveja é a podridão dos ossos”.&lt;/em&gt; Ela mata o seu algoz aos poucos. O invejoso passa o tempo opinando sobre o que o outro tem e julgando, em vez de buscando alcançar seus objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise suas emoções, aprenda a admirar e não invejar a prosperidade, o sucesso, ou qualquer feito alheio. As conquistas devem inspirar-nos. Infelizmente, os invejosos só veem o final, não analisam o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conquistar, é preciso ter vontade, coragem, força, energia, integridade e confiança, percorrendo o caminho até à vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso do outro deve sacudir nosso conformismo e estimular-nos a ser melhores a cada dia. “&lt;em&gt;Olhando para Jesus, autor e consumador da fé&lt;/em&gt; “(Hb 12.2a). Seja um eterno admirador dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dra. Elizete Malafaia.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-1043511630641553529?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/1043511630641553529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/liberte-se-da-inveja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/1043511630641553529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/1043511630641553529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/12/liberte-se-da-inveja.html' title='LIBERTE-SE DA INVEJA!'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-6497914698899587050</id><published>2011-11-28T07:08:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T07:12:00.773-08:00</updated><title type='text'>Aula 10 - O EXERCÍCIO MINISTERIAL NA CASA DO SENHOR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Ne 13:1-8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“... O que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel”(1Co 4:2 –ARA&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Após doze anos de serviço em Jerusalém, Neemias retornou à Babilônia em 433 a.C., onde permaneceu por algum tempo antes de obter permissão para retornar a Jerusalém. Ao chegar de regresso a Jerusalém, Neemias descobriu que os judeus tinham negligenciado a sua dedicação moral e espiritual a Deus. Com maior desvelo, tratou dos abusos cometidos em sua ausência. O capitulo 13 registra vários desses fracassos espirituais.&lt;br /&gt;Estamos vivendo tempos trabalhosos, onde muitos já perderam o temor e a reverencia ao Todo-Poderoso; onde muitos líderes, tal qual o sumo sacerdote Eliasibe, estão tratando da obra do Senhor e da administração da Sua Casa sem temor e tremor, e com interesses escusos. O caráter desses líderes e seus comportamentos acabam maculando e prejudicando a Igreja do Senhor Jesus Cristo. O nosso serviço para Deus deve ser feito com muito desvelo, amor, alegria, temor e santidade, porque Deus não se deixa escarnecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. A CONTAMINAÇÃO DO MINISTÉRIO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No capítulo 10 de Neemias&lt;/strong&gt; estudamos sobre o compromisso que o povo de Israel, juntamente com os seus lideres, fizeram de cumprir os mandamentos do Senhor(Ne 10:28-33). O compromisso foi público e notório; e o fizeram por escrito (9:38). Mas no capítulo 13, vemos esse compromisso sendo quebrado. Só foi Neemias deixar por algum tempo a liderança que o povo desprezou o compromisso firmado. A tolerância com o mal foi a causa da quebra da aliança firmada. Com a ausência de Neemias por algum tempo, o sacerdote Eliasibe, que sempre fora um opositor velado, abusivamente usou seu posto para desviar o povo de Deus. Sem nenhum remorso, contaminou a Casa do Senhor. Possivelmente, nesse tempo, o profeta Malaquias denunciou a corrupção do sacerdócio de Jerusalém (Ml 2:1-9). A mistura com os pagãos era palpável e repugnante.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ecumenismo&lt;/strong&gt; é uma mistura proibida por Deus(Ne 13:1-3). O alerta de Neemias é que a mistura com aqueles que adoram outros deuses corrompe a teologia, o culto e a moral. Deus nunca ordenou ao seu povo a se unir com os pagãos com o fim de ganhá-los. A ordem de Deus é sempre: "Retirai-vos do meio deles..." (2Co 6:17). "Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices de seus pecados e para não participardes de seus flagelos" (Ap 18:4).&lt;br /&gt;Neemias diz que o povo, ao ouvir a Palavra de Deus, apartou de Israel todo elemento misto (Ne 13:3). Foi a leitura pública das Escrituras que tornou Israel consciente das suas obrigações diante de Deus como Seu povo. Há muita coisa do mundo entrando na Igreja que precisa ser tirado. Alguém, apropriadamente, já disse: "Procurei a igreja e a encontrei no mundo; procurei o mundo e o achei na igreja".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Infelizmente, por dolo de uns e conivência de outros,&lt;/strong&gt; existem doutrinas falsas entrando nos seminários, nos púlpitos, nas igrejas. Precisamos nos acautelar. Muitas igrejas que um dia professaram uma fé genuína em Deus e adotaram doutrinas evangélicas ortodoxas estão hoje de braços dados com seitas heréticas. Com isso, essas igrejas perderam sua mensagem e sua autoridade como embaixadora de Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O líder autêntico,&lt;/strong&gt; que tem compromisso com a Obra de Deus, não se cansa; nada poderá impedi-lo de restaurar os “muros caídos”. Então, Neemias põe-se, com afinco e destemor, de forma aguerrida, a restaurar novamente a aliança quebrada. A restauração recomeçou quando o livro de Moisés foi aberto. Sem profecia o povo se corrompe. Sem a Palavra de Deus, o povo perde o caminho. Não há reforma sem volta às Escrituras. Precisamos de uma nova reforma na vida da Igreja. Hoje a maior necessidade da igreja evangélica é uma volta profunda à Palavra. Carregamos a Bíblia, estudamo-la, mas não a colocamos em prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. O sacerdote aparentado com o ímpio.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Eliasibe, o sacerdote, se aparentou com Tobias, o amonita. Ele se tornou aliado do inimigo, fez aliança com o próprio adversário e corrompeu o sacerdócio. O neto do sacerdote tornou-se genro de Sambalate, o arquiinimigo de Israel (Ne 13.28). Formaram uma aliança espúria e perigosa. Quando Neemias expulsou esse sacerdote, diz Flávio Josefo, Sambalate construiu para ele um templo em Gerisim e aí começou o culto pagão dos samaritanos. Como diz o pr. Elinaldo Renovato, “se nos associarmos ao mundo, em breve estaremos descartando a ética cristã como algo de somenos importância em nossa vida. Assim, perderemos nossas propriedades de luz do mundo e sal da terra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Privilégios abusivos (Ne 13:5-9).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Um líder religioso sem piedade é um desastre. Charles Spurgeon diz que o maior instrumento de Satanás dentro da igreja é um líder sem piedade. Se não bastasse o parentesco com o inimigo, agora Eliasibe levou Tobias para dentro do Templo. Ele pôs o inimigo dentro da Casa de Deus. Ele fez uma câmara grande para Tobias exatamente no lugar onde eram depositados os dízimos e ofertas para os sacerdotes, levitas e cantores (13:5). Neemias diz que ele fizera isso para beneficiar Tobias (13:7). Certamente ele substituiu os sacerdotes e levitas que cuidavam da Casa de Deus por um homem vil, que perseguira tão tenazmente o povo de Deus. Os dízimos e as ofertas para o sacerdócio foram desviados para Tobias. Por isso, os obreiros da Casa de Deus, por falta de sustento, precisaram fugir (tudo indica, por causa de perseguição) para os campos, e o inimigo instalou-se dentro da Casa de Deus e a profanou (13:10). Não há maior corrupção do que essa, de tirar da Casa de Deus os obreiros fiéis e colocar no lugar o próprio inimigo. [1]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eliasibe usou de forma repulsiva sua liderança&lt;/strong&gt; e aproveitou a ausência de Neemias para destruir a obra de Deus. Ele era o grande líder religioso, mas em vez de usar sua influência para abençoar o povo, usou-a para minar a fé do povo. A parcialidade já era um grave pecado, mas o favorecimento daqueles que são inimigos do povo de Deus tornou-se uma declarada apostasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. O desprezo pelas coisas do Senhor e o indiferentismo são uma demonstração clara da falta de temor e amor a Deus&lt;/strong&gt;. Quando passamos a desprezar as coisas do Senhor, a desviar nossas atenções e desejos para algo que não é o compromisso que firmamos com o Senhor, passamos a ser sacerdotes desprezíveis e abomináveis ao Senhor (Ml 2:9). Com efeito, quando amamos a Deus, servimo-lo e, em consequência, temos prazer na Sua lei e nela meditamos de dia e de noite(Sl 1:2).&lt;br /&gt;Quando amamos a Deus, buscamo-lo de todo o coração e, por isso, não nos desviamos dos Seus mandamentos(Sl 119:10). O desvio caracteriza-se por deixarmos o caminho traçado pela Palavra de Deus(Is 30:21). Quando começa a faltar o amor a Deus, vemos o surgimento e acolhimento de outras doutrinas, de outros princípios que não os estabelecidos pelo Senhor(Cl 2:22; 1Tm 4:1; 2Tm 4:3).&lt;br /&gt;Quando nos tornamos indiferentes a Deus, não temos mais amor a Ele, não mais procuramos ter uma vida de santidade e, como é a Palavra de Deus uma das fontes de nossa santificação(João 17:17), passamos, naturalmente, a questionar o contido nas Escrituras e a termos uma vida em desacordo com os mandamentos do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. A JUSTA INDIGNAÇÃO DO HOMEM DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não foi à toa que Neemias irritou-se com o sacerdote Eliasibe, que aproveitara da sua ausência para beneficiar Tobias, o amonita, dando a ele uma das salas anexas do santuário para servir de morada. Tobias casara-se com uma mulher de família sacerdotal aparentada com Eliasibe, o sumo sacerdote, e em consideração, o próprio Eliasibe remodelou e mobiliou uma grande moradia na área do Templo para Tobias. Conforme a Lei de Moisés, os amonitas jamais deveriam se aproximar do Templo do Senhor (Dt 23:3). Em uma ocasião anterior, Tobias, juntamente com Sambalate, o governador de Samaria, tinha zombado dos judeus, quando da edificação dos muros de Jerusalém(Ne 2:10,19).&lt;br /&gt;Não só havia acontecido uma utilização errada das câmaras do santuário - caso da ocupação de Tobias - como em muitas ocasiões as ofertas não haviam sido recebidas. Consequentemente, os levitas e até os cantores tinham sido obrigados a voltar ao campo e ganhar a vida na agricultura. Isso significa que, apesar das cuidadosas providências que haviam sido tomadas por Neemias há muito pouco tempo (12:44-47), os serviços do Templo haviam sido negligenciados. Os diversos deveres que eram de responsabilidade dos levitas não estavam sendo executados.&lt;br /&gt;Quando Neemias viu essa profanação, ardeu com justa indignação e jogou fora os pertences de Tobias e os móveis luxuosos que Eliasibe colocara ali para ele. Neemias estava indignado porque tal profanação da casa de Deus era uma afronta à santidade de Deus. Foi uma atitude radical para uma desobediência radical. Após, ordenou a purificação daquele espaço e colocou de volta os utensílios dedicados ao culto ao Senhor(cf Ne 13:9).&lt;br /&gt;A coragem de Neemias ao rejeitar dessa maneira a autoridade do sumo sacerdote, e defender firmemente o que acreditava ser a vontade de Deus, não deixa de ser digna de louvor. Essa medida ousada e enérgica fez que o povo recobrasse o ânimo e voltasse a contribuir com mais amor e liberalidade: “Então, todo o Judá trouxe os dízimos do grão, e do mosto, e do azeite aos celeiros”(Ne 13:12).&lt;br /&gt;Eliasibe poderia ter entrado para a história com uma narrativa diferente, mas foi descrito como um sacerdote que fez prevalecer os interesses pessoais. O povo de Deus espera que os seus líderes sejam realmente íntegros, transparentes e comprometidos com os negócios do Reino.&lt;br /&gt;Em nossos dias, os líderes do povo de Deus devem vigiar, para que interesses pessoais não se sobreponham aos interesses do Senhor. À semelhança de Neemias, jamais devem abusar da autoridade que os confiou o Senhor Jesus, mas ajam com toda sabedoria e prudência (Rm 12:8; 1Pe 5:1-4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. HONESTIDADE E TRANSPARENCIA NA ADMINISTRAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na obra do Senhor,&lt;/strong&gt; o Ministro é considerado um mordomo, um despenseiro (1Co 4:1) da despensa do Senhor (o seu rebanho, os recursos financeiros destinados a Obra de Deus, etc). Especificamente, despenseiro é o guardião da propriedade alheia, administrador de bens que pertencem a outrem, mordomo, gerente ou superintendente de uma casa. O que se espera do despenseiro? Espera-se que seja rigorosamente leal e honesto por uma razão especial: terá acesso irrestrito aos bens e valores de seu Senhor. Essa responsabilidade de cuidar das propriedades de seu patrão não pode ser assumida sem que o despenseiro seja fiel. Aos bispos, Paulo enfatiza que sejam responsáveis e irreprováveis como despenseiros de Deus(Tt 1:7).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por não receber auxílio financeiro do governo,&lt;/strong&gt; as igrejas evangélicas precisam sustentar a si próprias financeiramente. Se por um lado a Constituição Federal do Brasil permite o culto de qualquer fé, por outro lado, deixa claro que o Estado é laico, ou seja, não se envolve em assuntos religiosos nem se deixa ser influenciado por eles. Portanto, não podemos esperar que o Estado nos permita cultuar e ao mesmo tempo preste subsídios financeiros aos templos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Precisamos entender que sustentar financeiramente a igreja&lt;/strong&gt; é uma das funções da própria igreja, por meio de seus congregados. Para esse fim, como organização, a igreja depende dos dízimos e ofertas para saldar seus compromissos e suas obrigações, principalmente cumprir a “Grande Comissão”(Mt 28:19) e o serviço social(Tg 1:27). Assim, a Igreja local, no desempenho de suas atividades, tem de se servir de recursos materiais, sem o que não tem como realizar as suas tarefas que, embora sejam espirituais, demandam o uso de recursos materiais, inclusive financeiros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lembremo-nos que, para ajudar os necessitados,&lt;/strong&gt; Jesus, que tinha todo o poder, também se valeu de recursos financeiros, tanto que tinha uma bolsa para os pobres e contribuintes para a realização de sua obra (Lc 8:3). Não há como fugir da dimensão financeira no desenvolvimento da obra de Deus, sendo hipocrisia e mentira toda e qualquer afirmação no sentido contrário, ou seja, de que não há que se lidar com dinheiro no desempenho da atividade da Igreja.&lt;br /&gt;Todavia, não se pode esquecer que, na administração dos recursos financeiros arrecadados, os líderes do povo de Deus têm de agir com fidelidade, lealdade, sinceridade, responsabilidade, honestidade e transparência (ler Tt 1:7). Os dízimos e ofertas não são para ser administrados de forma irresponsável, mas sempre levando em consideração que são contribuições dedicadas ao Senhor, que tem por objetivo o adimplemento das obrigações relacionadas ao culto (como, por exemplo, energia elétrica, aquisição de mobiliário e sua manutenção); aquisição de material para escola dominical e evangelização; assistência social, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os gestores do santuário&lt;/strong&gt; devem sempre se lembrar desse detalhe. Se um objeto é dedicado ao Senhor, ele não deve ser alvo de má utilização, ou de utilização irresponsável, pois Deus há de cobrar contas da forma com que os recursos dos santos estão sendo utilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A função do mordomo&lt;/strong&gt;, do administrador, do despenseiro, não é ser popular aos olhos dos homens, mas fiel aos olhos de Deus - “mas, assim como fomos aprovados por Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações” (1Ts 2:4). O apóstolo Paulo e seus companheiros não se consideravam donos da obra de Deus, mas simplesmente despenseiros (1Co 4:1).&lt;br /&gt;Certa feita, Jesus contou a parábola do bom servo a quem ele deu uma séria incumbência: alimentar a todos de sua casa: “E disse o Senhor: Qual é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem o senhor pôs sobre os seus servos, para lhes dar a tempo a ração (porção medida de semente ou comida)?” - Lc 12:42. “Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o Senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento (alimento, nutrimento) a seu tempo?”(Mt 24:45). Em ambos os textos, Jesus alerta que o servo mau e infiel, achando que seu senhor iria demorar a voltar, começou a espancar os criados e criadas, a comer e beber e embriagar-se. Estes figuram servos que não cuidam das pessoas, não as amam, não as respeitam. Só se importam de cuidar de si mesmos; desprezam a distribuição adequada do alimento de Deus (Jesus, o evangelho, as riquezas da Palavra); apropriam-se, indevidamente, dos recursos financeiros destinados a Obra de Deus. Em suma, o exercício ministerial na casa de Deus é reprovável. Estes serão surpreendidos com a volta do Senhor que lhes punirá juntamente com os hipócritas e infiéis. Certamente, os que agem desta maneira irresponsável não serão reconhecidos pelos homens como ministros de Cristo nem despenseiros de Deus. “Tomemos, pois, o exemplo de Neemias. Ajamos com fidelidade e sabedoria em todas as coisas. E o nome de Cristo será exaltado em nossa vida”. Pense nisso!&lt;br /&gt;---------&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular(Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 48.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;Hernandes Dias Lopes – Neemias -o líder que restaurou uma nação.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-6497914698899587050?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/6497914698899587050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/aula-10-o-exercicio-ministerial-na-casa.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/6497914698899587050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/6497914698899587050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/aula-10-o-exercicio-ministerial-na-casa.html' title='Aula 10 - O EXERCÍCIO MINISTERIAL NA CASA DO SENHOR'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-1955492889697110672</id><published>2011-11-21T06:01:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T06:10:50.689-08:00</updated><title type='text'>Aula 09 - A ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO RELIGIOSO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Neemias 12:27-43&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;E sacrificaram, no mesmo dia, grandes sacrifícios e se alegraram, porque Deus os alegrara com grande alegria; e até as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que a alegria de Jerusalém se ouviu até de longe&lt;/em&gt;" (Ne 12:43).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Após a reforma estrutural da cidade de Jerusalém; após a reforma econômica e social; após a reforma espiritual do povo e do compromisso público de servir ao Senhor Deus de Israel e cumprir os seus mandamentos; agora, Neemias dedica-se à organização dos serviços religiosos (levíticos), determinados na Lei de Deus. Foi um momento especial, marcado pela alegria, louvor e cânticos em ações de graças ao Senhor (Ne 12:24,27). Em sua infinita misericórdia, Deus transformou em regozijo o lamento de seu povo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. OS SACERDOTES QUE VIERAM PARA JERUSALÉM COM ZOROBABEL&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Os que vieram com Zorobabel.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Só relembrando, o povo judeu voltou do cativeiro babilônico em três levas: (a) Sob a liderança de Zorobabel, com a autorização do imperador Ciro, para reconstruir o Templo; (b) Sob a liderança de Esdras para ensinar a Lei; (c) Sob a liderança de Neemias para reconstruir os muros. Tanto Esdras como Neemias voltaram sob o governo de Artaxerxes I (465-424 a.C). Os judeus que voltaram para Jerusalém foram profundamente influenciados pela fé dos seus pais mesmo no cativeiro. A criação das sinagogas no exílio para o estudo da lei e dos profetas exerceu uma grande influência na inspiração da fé religiosa daqueles que retornaram à Jerusalém. O cativeiro babilónico foi decisivo para os judeus deixarem a idolatria.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O texto de Neemias 12:1-7 registra os sacerdotes que retornaram com Zorobabel&lt;/strong&gt;. Os levitas são listados nos versículos 8-9. Os versículos 10-11 apresentam o nome dos sumos sacerdotes desde Jesua(na época de Zorobabel, 12:1) até Jadua. Os versículos 12-21 relacionam o nome dos sacerdotes que serviram nos dias de Joiaquim, cujo filho, Eliasibe, era sumo sacerdote na época de Neemias(Ne 3:1). A maioria desses homens provavelmente ainda estava viva na época de Neemias. O texto traz o nome dos levitas que serviram desde o tempo do sumo sacerdote Eliasibe até o sumo sacerdote Jadua. Os homens mencionados nos versículos 24-26 serviam antes e durante a administração de Neemias.&lt;br /&gt;Nota-se que só foram admitidos como ministros do altar os que puderam comprovar a sua ascendência levítica. Isso nos ensina que o ministério cristão deve ser exercido por aqueles que realmente foram chamados por Deus.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. O Ministério Sacerdotal.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O ministério sacerdotal surgiu como uma necessidade para que houvesse o devido relacionamento entre Deus e os homens, ante a entrada do pecado no mundo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O sacerdote era um mediador que ensinava a lei&lt;/strong&gt;, mas principalmente oficiava os cultos religiosos dos israelitas. Os sacerdotes só podiam vir da tribo de Levi. No entanto, o simples fato de alguém ser levita não fazia dele um sacerdote. Para atuar como sacerdote, era necessário o chamado de Deus - “&lt;em&gt;Ninguém, pois, toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão&lt;/em&gt;” (Hb 5:4). Então, ser sacerdote era uma honra especial, e os que desempenhavam essa função eram diretamente chamados por Deus. Embora os demais levitas desempenhassem trabalhos importantes na vida religiosa de Israel, não eram sacerdotes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os sacerdotes da ordem levítica eram consagrados ou separados por Deus para esse trabalho especial (Êx 28:1-4&lt;/strong&gt;). Isso significa que eram santos, não devendo ser considerados comuns. Deus até mesmo mandou que usassem “vestes santas” quando estivessem ocupados com as funções sacerdotais, e, antes de servirem a Deus no santuário, tinham de fazer purificação cerimonial, ofertas, unção e aspersão do sangue.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Além disso, para que alguém fosse sacerdote, essa pessoa precisava não só ser da tribo de Levi, ser chamada por Deus para o trabalho e ser consagrada, mas tinha de estar isenta de deformidades físicas e de outras contaminações (veja Levítico 21&lt;/strong&gt;). Ainda que uma pessoa preenchesse alguns dos outros requisitos, se fosse cega, coxa ou de algum modo deformada, não podia atuar como sacerdote. Então, vemos que os que eram sacerdotes no sistema do Antigo Testamento eram especiais, santos e sem deficiências. Somente com a ordem de Deus eles intervinham na oferta de sangue de animais sacrificados pelos pecados do povo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O sacerdote deveria dar o exemplo&lt;/strong&gt;, honrando o nome do Senhor, guardando a lei e fazendo com que o povo servisse a Deus, sem fazer acepção de pessoas (Ml 2:7,8). Era, pois, alguém que, além de pedir em favor do povo, deveria ter uma vida de comunhão e de santidade que incentivasse e estimulasse o povo a guardar os mandamentos e a servir ao Senhor. Não foi por outro motivo que Deus fulminou a Nadabe e a Abiú, filhos de Arão, quando entraram com fogo estranho na presença do Senhor, mostrando, claramente, que os sacerdotes, como ninguém, deveriam viver em santidade diante de Deus (Lv 10:1-3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O SUMO SACERDOTE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dentre os sacerdotes, destaque tinha o sumo sacerdote, descendente de Arão, o primeiro sumo sacerdote, cuja função era, primordialmente, a de interceder a Deus por todo o povo, notadamente no dia da expiação(cf Levitico cap. 16), quando ingressava no lugar santíssimo e ali, depois de ter feito sacrifício antes por si mesmo, oferecia um sacrifício em nome de todo o povo, ocasião em que Deus aplacava a Sua ira e diferia, por mais um ano, a punição pelos pecados cometidos. Era o sumo sacerdote quem aspergia sangue sobre o propiciatório, como era chamada a tampa de ouro da arca do concerto, que ficava dentro do lugar santíssimo, e este sangue trazia favor ao povo de Israel, pois, por causa deste sangue, o pecado do povo era coberto e Deus Se mostrava favorável (isto é, propício), não castigando o povo pelo pecado cometido.&lt;br /&gt;Tratava-se, portanto, de uma posição honrosa, de muita responsabilidade, a ponto de o sumo sacerdote ser cercado de uma série de restrições, muito superiores a todo e qualquer outro israelita. Assim, por exemplo, não podia descobrir a sua cabeça, nem tampouco rasgar os seus vestidos (Lv 21:10), como também não poderia se chegar a qualquer cadáver, nem mesmo de seus pais (Lv 21:11), tendo de casar com mulher virgem, sendo-lhe vedado casar com mulher repudiada ou, mesmo, viúva (Lv 21:13,14). Era um cargo hereditário (Ex 28.43), dado ao primogênito do vigente sumo sacerdote, com exceção dos casos de enfermidade ou mutilação previstos pela Lei (Nm 3.1-13; Lv 21.16-23).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. O ministério dos Levitas.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Neemias, também, estabeleceu os levitas(descendentes de Levi, filho de Jacó), que eram auxiliares dos sacerdotes no serviço do Templo. Aliás, somente os levitas estavam autorizados por Deus para trabalhar no Templo. Em Números 3:6-10 acham-se estabelecidas as duas classes dos levitas: (a) Arão e seus descendentes, a quem Deus selecionou para o sacerdócio de Israel, e (b) os que serviam de auxiliares aos sacerdotes, e desempenhavam diversos ofícios menores do santuário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muito do trabalho dos levitas era ensinar a Palavra de Deus&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;e ensinar o povo como adorar a Deus(Dt 33:10)&lt;/strong&gt;. Em fim, eles cuidavam de todos os aspectos da Casa de Deus. Eles recolhiam os dízimos e os repartiam. Eles eram os diáconos do Templo. Aqueles que cuidam do sustento da obra de Deus são tão importantes e necessários quanto aqueles que estão na linha de frente, através da oração e do ministério da Palavra (At 6:4). Ainda hoje a obra missionária é feita com a participação efetiva de toda a igreja. Uns oram, outros contribuem, e outros saem a pregar aqui, ali e além fronteira.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. A DEDICAÇÃO DOS MUROS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A dedicação espiritual do povo tinha acabado de acontecer no reavivamento levado a efeito por Esdras, e isso representava a primeira restauração de Jerusalém e do “remanescente” de Israel(Is 1:9), ao pleno favor de Deus desde os dias de Ezequias e Isaias. Havia, realmente, muitos motivos para se alegrarem. Certamente, se o povo pudesse ter tido, nesse momento, uma breve visão do Céu, teria visto anjos jubilosos em torno do trono de Deus. Pois, agora, havia sido feito um caminho para o Redentor, o Filho de Deus, por onde Ele seria trazido ao mundo para consumar o plano divino, a redenção.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. A participação dos levitas.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; "&lt;em&gt;E, na dedicação dos muros de Jerusalém, buscaram os levitas de todos os seus lugares, para os trazerem, a fim de fazerem a dedicação com alegria, louvores, canto, saltérios, alaúdes e harpas&lt;/em&gt;" (Ne 12:27). Era imprescindível a presença dos levitas na realização dos sacrifícios e na condução do culto ao Senhor. Eles eram encarregados de celebrar. Dentre eles havia os cantores, os instrumentistas, os compositores, bem como o regente. Eles eram os poetas, os compositores. Eles tinham uma grande contribuição na restauração do perfeito louvor na casa de Deus.&lt;br /&gt;Observemos que, ao contrário do que se costuma dizer hoje em dia, “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;levita”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;não se confunde com o músico.&lt;/strong&gt; Os filhos de Arão eram sacerdotes e todos os demais levitas foram encarregados dos mais diversos e variados serviços no tabernáculo e, posteriormente, no Templo, inclusive a parte musical. &lt;strong&gt;Portanto, não confundamos “levita” com “músico&lt;/strong&gt;”.&lt;br /&gt;Pode-se aplicar esse procedimento dos levitas aos obreiros da igreja de Jesus Cristo. Aqueles que estão encarregados de celebrar o culto ao Senhor devem levar o povo a adorar a Deus na beleza de sua santidade. O Culto ao Senhor precisa ser organizado e santo, não se pode fazer dele um espetáculo, cujos líderes ou dirigentes se portem como "animadores de auditório". Tomemos, pois, o exemplo de Neemias e Esdras, homens que serviam e cultuavam a Deus com santidade e reverencia, e instavam o povo de Deus assim proceder.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. a participação dos cantores.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A dedicação do muro da cidade caracterizou-se pela alegria, louvor, e cânticos (Ne 12:24,27-29,35,36,40,43). O louvor faz parte da restauração do povo de Deus. Ele é praticado não porque é bonito e nos faz bem; nem porque ocupa um lugar no culto a Deus, ou porque serve para atrair as pessoas. O louvor é fruto de vidas consagradas. É a expressão viva do próprio Espírito de Deus pelos lábios de seu povo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os cantores faziam parte dos levitas (Ne 7:44&lt;/strong&gt;); eles tinham dedicação exclusiva nesse ministério. Tinham um bom ouvido e uma boa voz. Eles eram escolhidos para conduzir os salmos. Eram os condutores do culto, pessoas especializadas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A música sempre foi muito valorizada pelo povo de Deus&lt;/strong&gt;. A música na Bíblia tem lugar fundamental (Sl 40:3; Ef 5:19,20). Ela é um instrumento de comunicação do homem com Deus e de Deus com o homem. O homem fala a Deus através dos cânticos e Deus fala ao homem por intermédio da música. A música é veículo de mão dupla. Por ela, louvamos a Deus e também proclamamos a mensagem de Deus aos homens. Alguém, sabiamente, disse que a música é a linguagem da alma... A música exerceu um papel fundamental na Reforma do século 16, nos grandes reavivamentos históricos. Ainda hoje, ela exerce um papel de alto valor na evangelização, ensino e edificação do povo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que importância damos à verdadeira música sacra no culto divino?&lt;/strong&gt; O louvor deve acompanhar a adoração ao Senhor. Não pode o povo de Deus, edificado e salvo pela graça e misericórdia de Deus, calar-se e deixar de louvar ao Senhor. É com tristeza que vemos, nos dias hodiernos, muitos que cristãos se dizem ser desprezarem, por completo, o cântico e o louvor, tanto que chegam atrasados aos cultos, depois do momento litúrgico do louvor. Aprendamos com Neemias e não permitamos que deixem de haver em nossas vidas espirituais os cantores que completam a obra de nossa edificação espiritual.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. A purificação dos Sacerdotes e do povo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; “&lt;em&gt;E purificaram-se os sacerdotes e os levitas; e logo purificaram o povo...”(Ne 12:30).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Os sacerdotes se purificam.&lt;/strong&gt; A Bíblia deixa claro que por ocasião daquela festa, os sacerdotes se purificaram. Curiosamente falando, os sacerdotes são citados primeiro na ordem de purificação. Isto não é de se estranhar, pois aqueles que ministram no santuário devem ser realmente os primeiros a estarem purificados diante de Deus. &lt;strong&gt;Ser um ministro não significa ter isenção de falhas.&lt;/strong&gt; Por isso, é necessário que aqueles que estão à frente ao rebanho sejam sempre os primeiros a estarem diante de Deus puros, sem mácula, a fim de que, com seu exemplo de vida, possam ter autoridade para exortar o rebanho. Lembremo-nos de que há líderes que tem autoridade e a utilizam por força da função que possuem, mas seu exemplo de vida deixa a desejar; e há aqueles que possuem autoridade e a utilizam de forma correta porque sua vida tornou-se um referencial com base no exemplo que transmitem.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O povo se purifica.&lt;/strong&gt; Além dos sacerdotes, o povo também se purificou para festejar ao Senhor. A liderança deu o exemplo de sujeição a Deus e o povo fez também a sua parte. Se por um lado os sacerdotes fizeram os rituais prescritos na Lei de Moisés para se purificarem, o povo entendeu que a purificação não deveria estar circunscrita ao campo sacerdotal, mas que individualmente, cada um dos habitantes de Jerusalém era responsável por sua própria purificação, para apresentarem-se diante do Senhor. &lt;strong&gt;Até as mulheres e crianças&lt;/strong&gt;, que não eram contadas entre os homens, participaram da celebração (Ne 12:43). Deus não fez distinção entre quem era contado pelos homens e quem não era. Ele derramou a alegria em todos, pois todos estavam participando daquela celebração em nome dEle.[1]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os sacerdotes e os levitas se purificaram e purificaram o povo&lt;/strong&gt;. Isso nos dá uma lição: devemos chegar diante de Deus com vidas limpas e levantar mãos santas. Jamais poderá haver louvor e adoração se não houver dedicação de vidas ao Senhor. Somos uma nação de levitas e sacerdotes chamados para a adoração (IPe 2:9), por isso devemos ter uma vida purificada. O apóstolo Paulo assim nos exorta: "Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus" (2Co 7:1).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A santificação é parte integrante da vida cristã&lt;/strong&gt;, e o cristão que não deseja a santificação está perdendo o temor a Deus. Todo crente compromissado com o Senhor deseja viver em santidade. A Bíblia Sagrada deixa claro que ser santo é uma exigência de Deus para aqueles que querem servi-lo - “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação...”(1Tes 4:3).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III - CELEBRANDO A DEUS PELA VITÓRIA&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. A festa de dedicação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Jerusalém viveu mais de cem anos debaixo de escombros. Agora a cidade foi restaurada, os muros foram reconstruídos e o povo celebrou com grande e intenso júbilo essa vitória. Todos os sacerdotes, levitas e cantores, deveriam vir, de todos os lugares, para a grande celebração. A liderança unida trouxe alegria entre todo o povo (12:43). A união do povo de Deus é uma grande causa de alegria e um símbolo de vitória. Naquela festa os líderes e todo o povo celebraram ao Senhor. Onde há união entre o povo de Deus, ali o Senhor ordena a Sua bênção e a vida para sempre. Não há adoração vertical sem comunhão horizontal. Não podemos cultuar a Deus de forma sincera se não amarmos os irmãos de forma verdadeira. Onde falta comunhão, inexiste adoração.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A festa de celebração ocorreu com:&lt;br /&gt;* Muita alegria (&lt;/strong&gt;Ne 12:43). A alegria é uma das marcas distintivas do povo de Deus. A alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8:10). As celebrações do povo de Deus precisam ser festivas e cheias de grande júbilo. O evangelho que abraçamos é boa-nova de grande alegria. O Reino de Deus que está em nós é alegria. O fruto do Espírito Santo é alegria. A ordem de Deus para a Igreja é: "alegrai-vos!".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Muito louvor&lt;/strong&gt; (Ne 12:27). A música foi e é usada para celebrar os grandes eventos da História. Os anjos cantaram alegremente quando Deus lançou os fundamentos da terra (Jó 38:7). Os anjos cobriram o céu para celebrar majestosamente o nascimento de Jesus (Lc 2:14). A descida do Espírito Santo no Pentecostes foi com um som como de vento impetuoso (At 2:1-4). A segunda vinda de Cristo será acompanhada pelo soar da trombeta de Deus (lTs 4:16). A música será o próprio clima do céu (Ap 5:5-13). Precisamos celebrar com grande júbilo as nossas vitórias. A vida cristã deve parecer mais com uma festa de casamento do que com um enterro. A música marca as grandes celebrações e vitórias do povo de Deus: Miriam cantou depois da travessia do mar Vermelho; Davi cantou ao trazer a Arca da Aliança para Jerusalém. Tiago diz: "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Está alguém alegre? Cante louvores&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;" (Tg 5:13).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É bom ressaltar aqui que o louvor que deve ser cantado na igreja deve ser baseado na Palavra de Deus,&lt;/strong&gt; que é alimento para a alma da pessoa humana. Nessa base, a Palavra de Deus traz sua bênção à vida de louvor da igreja.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um dos grandes problemas da música gospel é que muitos compositores são neófitos e rasos no conhecimento da teologia&lt;/strong&gt;. Há uma profusão de músicas evangélicas extremamente pobres em conteúdo. Há outras músicas que chegam até mesmo a ferir os ensinos fundamentais da fé cristã. Precisamos ser mais criteriosos nessa questão. A música deve ser serva da mensagem. Ela é um veículo e não um fim em si mesmo. Há muita música no mercado evangélico que visa a mexer com as emoções e não proclamar a mensagem salvífica do evangelho. Precisamos reformar não apenas a teologia, mas também a música, pois esta deve ser um canal para o ensino da sã teologia. Cantar a Palavra ou cantar segundo a Palavra é que produz frutos dignos de Deus. Louvor é a Palavra fluindo na reunião da igreja. É a pregação cantada pelo povo de Deus. Cantar textos inspirados por Deus é levar a Palavra a multiplicar-se nas vidas. [2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Uma liturgia santa e ordeira.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Naquela ocasião festiva, Neemias pediu aos príncipes de Judá que subissem no muro e os dividiu em dois grandes coros com procissão. Cada grupo partiu em direções opostas. Os cantores seguiam à frente, e o povo acompanhava atrás dos líderes. Após rodearem o muro, encontraram-se novamente no Templo. Ali, finalmente, foi realizado o grande culto em ação de graças a Deus. Neemias e Esdras tiveram o cuidado de elaborar uma liturgia santo e ordeira, pois a Palavra de Deus ensina-nos que o Culto deve ser conduzido reverentemente. Não foi um espetáculo nem um culto de entretenimento; foi uma reunião de profunda reverência ao Senhor Jeová. Diferentemente de muitos cultos nos dias de hoje. Como bem diz o pr. Elinaldo Renovato, “não podemos transformar o culto divino num espetáculo deprimente”.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Os sacrifícios (Ne 12:43).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Ao chegarem ao Templo, ofereceram “grandes sacrifícios” em meio a ruidosas manifestações de júbilo. O sistema sacrificial da Lei era apenas uma sombra do que Jesus iria realizar no futuro, através de Sua morte na cruz. Deus Pai enviou Seu Filho Jesus para ser o sacrifício pelo pecado. Obedecendo à vontade do Pai, Cristo entregou Seu corpo como uma oferta definitiva, permitindo que o pecado do homem fosse removido (Hb 10:5-10). Assim, Deus revogou o primeiro sacrifício, que dependia da morte de animais, para estabelecer o segundo sacrifício, que dependia da morte de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na Antiga Aliança,&lt;/strong&gt; centenas de sacerdotes levitas ofereciam, continuamente, sacrifícios que “nunca jamais podem remover [apagar completamente] pecados” (Hb 10:11); mas o sacrifício de Cristo removeu os pecados, de uma vez por todas. Os sacerdotes araônicos ofereciam sacrifícios pelo pecado, dia após dia; Cristo sacrificou-se uma só vez. Os sacerdotes araônicos sacrificavam animais; Cristo ofereceu a si mesmo. Os sacrifícios dos levitas apenas cobriam o pecado; o sacrifício de Cristo removeu o pecado. Os sacrifícios dos levitas cessaram; o sacrifício de Cristo tem eficácia eterna. Assim, Cristo está agora assentado “à destra de Deus” (Hb 10:12; cf. Hb 1:3; 8:1; 12:2), o que demonstra que Ele completou Sua obra, obedientemente, e foi exaltado a uma posição de poder e honra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na Nova Aliança,&lt;/strong&gt; não precisamos mais oferecer sacrifícios de animais ao Senhor. Todavia, devemos apresentar-nos a Deus como sacrifício vivo, santo e agradável que é o nosso culto racional (Rm 12:1).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O líder sincero e autentico do povo de Deus sabe que para o povo estar na presença de Deus, em santo culto, é necessário estar com as suas vidas em perfeita comunhão com Ele. A unidade e a união do povo de Deus, a evidencia da justiça social, o arrependimento dos pecados e o compromisso sincero de servir a Deus foram fatores preponderantes, e ainda são, para que Deus se agrade e aceite o culto que fazemos a Ele. Todo aquele que deseja servir na Casa de Deus precisa ter uma vida santa e obedecer as Sagradas Escrituras.&lt;br /&gt;Uma das mudanças significativas da cultura pós-moderna é a inversão que vem acontecendo na forma da celebração do culto. A razão de ser do culto é Deus. Reunimo-nos para adorá-lo; esta é nossa condição básica como seres criados por Deus e para Deus. Somos seres adoradores. É por isso que nenhum de nós comparece ao culto para “assistir” como se fosse espectador, como se estivesse num teatro ou cinema. Todos fomos chamados para adorar e oferecer a Deus um coração compungido, humilde, contrito e grato, que é o coração do adorador. Porém, é visível a natureza cada vez mais antropocêntrica dos cultos modernos. Daí a quebra da reverência. Não estamos mais diante de Deus para adorá-lo, mas diante de um programa, uma atividade religiosa, cujo fim somos nós e não Deus. Reverência é uma atitude de profundo respeito, amor, estima, honra e consideração para com Deus e que nos torna mais preparados para receber aquilo que sua graça nos tem reservado. Pense nisso!&lt;br /&gt;--------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular(Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;[1] Revista Ensinador Cristão – nº 48.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;[2] Hernandes Dias Lopes – Neemias -o líder que restaurou uma nação&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-1955492889697110672?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/1955492889697110672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/aula-09-organizacao-do-servico.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/1955492889697110672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/1955492889697110672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/aula-09-organizacao-do-servico.html' title='Aula 09 - A ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO RELIGIOSO'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-882861463550040268</id><published>2011-11-14T17:02:00.000-08:00</published><updated>2011-11-14T17:14:11.546-08:00</updated><title type='text'>Aula 08 - O COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Neemias 10:28-33&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Firmemente aderiram [...] de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Senhor, e os seus juízos e os seus estatutos&lt;/em&gt;”(Ne 10:29)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A reforma realizada por Neemias não se limitou apenas ao aspecto estrutural: física(os muros foram reconstruídos e as portas levantadas), econômica e social(os ricos devolveram as terras e casas que haviam tomado dos pobres e os sacerdotes voltaram a cuidar da Casa de Deus). Mas, sobretudo ao aspecto espiritual. Sem esta reforma, nada do que foi feito permaneceria; tudo seria inútil, pois o pilar sustentador para que o povo de Israel tivesse êxito em todos os aspectos de sua vida, seria a sua posição espiritual diante de Deus; era a condição sine qua non. A reforma espiritual começou com a fome pela Palavra de Deus. O estudo da Bíblia e a oração produziram, no povo de Israel, confissão, choro pelo pecado, alegria da obediência e acerto de vida com Deus. Essa reforma espiritual foi uma das mais profundas de toda a história do povo de Israel.&lt;br /&gt;Após uma exaustiva leitura da Palavra de Deus, liderada por Esdras e Neemias, os israelitas compreenderam que se tivessem guardado a Lei do Senhor não tinham terminado no cativeiro, as cidades não tinham sido devastadas e os muros não necessitavam de reconstrução. O arrependimento pelos pecados cometidos fez com que o povo de Israel assumisse um compromisso de obedecer ao Senhor e à Sua Palavra. &lt;br /&gt;O cristão genuíno deve ter a Palavra de Deus como sua regra de fé e conduta, desde o início de sua fé. Quando isso é feito, sem reservas, passamos a ter comunhão com o Senhor e a sua bendita mão permanece sobre nós.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. OBEDECENDO A PALAVRA DE DEUS&lt;br /&gt;A obediência é o que Deus requer do ser humano&lt;/strong&gt;, é a sua única exigência (Dt 10:12,13). A desobediência foi sempre a razão de ser do fracasso de todos quantos decidiram servir a Deus (Dt 8:20; Dn.9:11; At 7:39). Aos desobedientes é negado o repouso divino (Hb 3:18), bem como reservado um triste fim (1Pe 4:17).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Possivelmente, um dos mais graves problemas da Igreja contemporânea não seja a falta de conhecimento, mas de obediência&lt;/strong&gt;. Muitos têm se iludido achando que Deus se agrada se cumprirmos tão somente os deveres litúrgicos, ou seja, se rendermos a Deus um culto formal em alguma igreja. Deus quer de nós, fundamentalmente, sinceridade e obediência à Sua Palavra, pois o “obedecer é melhor do que o sacrificar” (1Sm 15:22). Portanto, o culto, a oração, o louvor, os dons espirituais e o serviço a Deus não têm valor aos seus olhos, se não forem acompanhados pela obediência explícita a Ele e aos sues padrões de retidão(cf Is 1:11-20;59:2).&lt;br /&gt;Hoje, estamos precisando de uma nova reforma. Muitas igrejas locais ditas evangélicas têm se desviado pelos atalhos da heterodoxia e seguido doutrinas de homens em vez de firmar-se na Palavra de Deus. Estamos precisando voltar às Escrituras e obedecer-lhas.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Um Concerto com Deus&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. O Concerto foi feito com base na Palavra de Deus. O compromisso era para andar, guardar e cumprir os mandamentos, juízos e estatuto da Palavra. Como bem disse o rev. Hernandes Dias Lopes, “doutrina precisa produzir experiência e experiência precisa desaguar na prática”. Somente quando o povo sai do sentimento para a ação é que a reforma espiritual, o avivamento, apresenta sua forma perceptiva. Foi o que aconteceu com os israelitas. Para que tudo não ficasse apenas num nível sentimental, eles firmaram um Concerto com o Deus do Concerto, guardador de Concertos, e o escreveram e assinaram: “&lt;em&gt;E, com tudo isso, fizemos um firme concerto e o escrevemos&lt;/em&gt;”(Ne 9:38). Agindo assim, eles se comprometeram, coletivamente e publicamente com Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os israelitas sabiam que não podiam esperar bênçãos de Deus sem obediência à Sua Palavra&lt;/strong&gt;. A Palavra de Deus era sua carta de alforria. O povo não buscava milagres, não estava atrás de prosperidade e saúde nem procurava os atalhos do misticismo. Eles fizeram Concerto para andar na lei de Deus, para cumprir os mandamentos do Senhor. O grande projeto de vida deles era a obediência. Eles queriam reforma de vida!&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Os lideres como exemplo (Ne 10:28,29).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Os líderes não estão isentos de serem os primeiros a praticar aquilo que Deus ordena. Quando do solene compromisso que os judeus fizeram em servir ao Senhor e obedecer rigorosamente a Sua Palavra, os líderes foram os primeiros a se apresentarem diante de Deus e do povo. O povo nunca está na frente da sua liderança. O povo é como um espelho que reflete sua liderança. Na verdade, os líderes devem ser os primeiros a dar o exemplo daquilo que ensinam e falam. Paulo recomenda a Timóteo: &lt;em&gt;"Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé, na pureza&lt;/em&gt;" (1Tm 4:12).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portanto, numa reforma espiritual, ou seja, num Concerto com o Senhor, os líderes devem demonstrar o exemplo que Deus espera diante do povo.&lt;/strong&gt; Eles estão à frente do povo e são exemplo e modelo para o povo. Neemias, o governador de Judá, é o primeiro a colocar o seu selo sobre o documento (10:1). O seu exemplo estimula os demais líderes. Seguem-se os sacerdotes (10:2-8); em seguida, os levitas (10:9-13) e os chefes de famílias (10:14-27). Finalmente, o resto do povo (10:28). Com a assinatura de todos esses líderes, estava validado o Concerto.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. A instrução das Escrituras.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Se quisermos restauração para a Igreja, precisamos buscar não as novidades, mas voltarmo-nos para as Escrituras. Ao instruir Timóteo acerca do seu ministério, o apóstolo Paulo firmou: “&lt;em&gt;Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa Obra&lt;/em&gt;”(2Tm. 3:16,17). Embora Paulo tenha escrito a um jovem ministro, tais palavras se aplicam perfeitamente a todo o povo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;POR QUE A INSTRUÇÃO DAS ESCRITURAS É IMPORTANTE?&lt;br /&gt;a) Porque revela Deus.&lt;/strong&gt; O Teísmo Bíblico é o sistema cuja fé repousa em um Deus único, pessoal, criador, auto-existente, auto-suficiente, onipotente, onipresente, onisciente, imanente e transcendente na mesma proporção e que subsiste em três pessoas diferentes: Pai, Filho e Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Porque revela Jesus Cristo.&lt;/strong&gt; Dentre as principais doutrinas bíblicas está à encarnação de Jesus Cristo. Ele não poderia ter desenvolvido sua missão se, antes, não tivesse nascido. A encarnação refere-se a união da divindade e humanidade na pessoa de Jesus Cristo(Lc 1:31-35; João 1:1-14; Fl 2:6-8 ).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Porque revela o Espírito Santo.&lt;/strong&gt; “O Espírito Santo é a terceira pessoa da Trindade”. A Bíblia mostra que o Espírito Santo não é uma energia, ou apenas um atributo de Deus; Ele é uma pessoa divina.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d) Porque revela o homem&lt;/strong&gt;. Segundo a Bíblia, o homem e toda a forma de existência no universo, foram criados por Deus. O homem foi constituído de personalidade, racionalidade, moralidade, espiritualidade, sociabilidade, etc...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e) Porque revela o pecado&lt;/strong&gt;. O homem foi criado para viver em estado de pureza para sempre. Mas ele não se manteve nesta elevada condição. O homem e a mulher desobedeceram a Deus. Desta forma o pecado entrou no mundo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;f) Porque Revela a Salvação.&lt;/strong&gt; A Bíblia é o único livro que mostra a Solução para o pecado da humanidade. Ela mostra que o Senhor Jesus Cristo, pela sua morte expiatória, comprou a salvação para os homens.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;g) Porque revela a ação maligna no mundo&lt;/strong&gt;. A ação de Satanás no mundo se opõe frontalmente ao plano de Deus para a salvação da humanidade (1Pe 5:8). Ele acusa Deus diante dos homens (Gn 3:1-4) e acusa os homens diante de Deus (Jó 1:9; Ap 12:10 ). Ele também procura destruir a igreja com a introdução de falsos ensinos (1Tm 4:1).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há tantas perguntas feitas por filósofos e pessoas, e que Deus responde a nós nas Escrituras!&lt;/strong&gt; Por exemplo: Qual o propósito da vida? De onde venho? Há vida após a morte? O que acontece após a morte? Como posso chegar ao céu? Por que o mundo está cheio do mal? Por que luto tanto para fazer o que é certo?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Além dessas "grandes" perguntas&lt;/strong&gt;, a Bíblia dá muitos conselhos práticos em áreas como: O que devo procurar em um cônjuge? Como posso ter um casamento bem sucedido? Como posso ser um bom amigo? Como posso ser um bom pai ou uma boa mãe? Como posso mudar? O que realmente importa na vida? Como posso agradar a Deus? Como posso obter perdão? Como posso lidar com as circunstâncias injustas e acontecimentos ruins na vida de forma vitoriosa?&lt;br /&gt;Portanto, a palavra de Deus é um tesouro inesgotável para o nosso crescimento espiritual. Por isso, precisamos estudar periódica e sistematicamente a Bíblia, para ensiná-la com excelência a fim de que os resultados sejam evidentes na vida dos nossos ouvintes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. UM POVO SEPARADO&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. A união reprovada por Deus&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;e que não daríamos as nossas filhas aos povos da terra, nem tomaríamos as filhas deles para os nossos filhos&lt;/em&gt;”(Ne 10:30). O casamento misto pode produzir conflitos conjugais, desmoronamento do lar, bem como uma educação deficiente dos filhos (Ne 13:23-29). Ao tirar Israel do Egito, Deus ordenou-lhe, de modo claro e veemente, que não se misturasse com outros povos (cf Ex 34:12,16).&lt;br /&gt;Todavia, &lt;strong&gt;o casamento misto sempre foi um problema na história do povo de Deus.&lt;/strong&gt; O dilúvio foi provocado, quando os filhos de Deus se casaram com as filhas dos homens, ou seja, quando houve casamentos entre aqueles que serviam a Deus com aqueles que não O serviam (Gn 6:1-3). Mais tarde, quando o povo de Israel entrou na Terra Prometida, o casamento misto foi uma das causas da apostasia espiritual da nação, desaguando no cativeiro babilônico (Êx 34:16). O motivo, portanto, para proibirem o casamento misto não era racial, mas espiritual. A questão não era preconceito racial, mas pureza doutrinária. A mistura de credos levaria ao afrouxamento das relações com Deus. Esdras (Ed 9:1-3), Neemias (13:23- 29) e Malaquias (Ml 2:10-16) confrontaram esse problema de forma firme depois do cativeiro babilônico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portanto, o princípio espiritual tratado aqui é lealdade a Deus.&lt;/strong&gt; Essas uniões mistas com estrangeiros pagãos eram condenadas pela lei (Ex 34:12-16; Dt 7:3; Ed 9:12,14), mas era permitida quando o estrangeiro era convertido a Deus. Rute, por exemplo, sendo moabita, casou-se com Boaz e tornou-se membro da família genealógica do Messias.&lt;br /&gt;Muitos casamentos mistos eram feitos também por vantagens financeiras. A ascensão social era uma tentação naqueles dias difíceis e o casamento misto oferecia uma escada atraente. No tempo de Neemias era um meio de subir socialmente.&lt;br /&gt;Esse problema estava presente também no primeiro século da Igreja, o que levou o apóstolo Paulo a posicionar-se firmemente contra essa prática (2Co 6:14- 17). &lt;strong&gt;O casamento misto ainda hoje é um grande problema.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2. A dolorosa separação.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Não sabemos o motivo dos casamentos mistos terem sido tão frequentes na ocasião do exílio, mas sabemos que Deus se desagradara deles, e que exigia uma mudança urgente daquela situação. Neemias relata que houve consenso entre os filhos de Israel, de não entregarem suas filhas para os povos da terra, nem desses povos tomarem esposas para seus filhos(Ne 10:30). Deve ter sido uma situação muito difícil para aqueles homens, pois haviam se aparentado com estrangeiros há bastante tempo. Não é fácil cortar laços familiares antigos, mas Deus o exigiu, a fim de que o povo pudesse ser abençoado e cumprisse os mandamentos do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os casamentos mistos foram tão sérios em Israel que até filhos de sacerdotes se casaram com mulheres estrangeiras&lt;/strong&gt; (Ed 10:18; cf Ne 13:28). Isto quase atingiu fatalmente o coração da religião judaica. Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, casou-se com uma filha de Sambalate, o grande inimigo dos judeus, sendo expulso do Templo (13:28). Havia regulamentos especiais que governavam o casamento dos sacerdotes (Lv 21:6-8,13,14; Dt 23:8-11). O casamento é considerado um pacto entre duas pessoas e Deus (Pv 2:17; Ml 2:14). Assim, o casamento misto corrói a própria base do casamento. O lar deve ser a base da sociedade, a estrutura sobre a qual uma nação se constrói.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. O jugo desigual.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Entre as diversas formas com que Deus pode ser esquecido como único e verdadeiro Deus é justamente quando um de seus filhos ou filhas resolve se unir com quem não é filho dEle. Esse tipo de convivência tende a suprimir a fé de um dos cônjuges, e afastá-lo de suas crenças e culto. Essa é uma forma de se negar a Deus, e começa justamente pelos sentimentos que uma crente nutre por um, ou uma, não-crente. Deus pode parecer radical para algumas pessoas hoje, mas Deus deixa claro o motivo: "pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses". Portanto, Deus, em sua sabedoria, determinou que o povo fosse preservado em sua fé também a partir do matrimônio.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Citando o rev. Hernandes Dias Lopes, com respeito ao casamento misto há três possibilidades&lt;/strong&gt;: (1) o cônjuge incrédulo não se converter; (2) o cônjuge incrédulo converter-se; (3) o cônjuge crente afastar-se da igreja. Setenta e cinco por cento dos casamentos mistos tornam-se experiências amargas para o cônjuge crente. Você teria coragem de pegar um vôo para determinado destino sabendo que naquela rota 75% dos vôos estão caindo? Você se aventuraria num casamento misto, sabendo que 75% por cento deles estão naufragando ou enfrentando sérios problemas?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os jovens precisam se acautelar nessa área vital da vida&lt;/strong&gt;. Creio que todo jovem crente precisa observar alguns aspectos antes de dizer sim no altar. A pessoa com quem vai se casar já nasceu de novo? É uma pessoa que tem caráter aprovado? Ela possui valores familiares sólidos? É uma pessoa que respeita os pais? Ela respeita você? Essa pessoa ama você e demonstra isso em palavras e atitudes? Seus pais apóiam esse relacionamento? As pessoas que acompanham você testificam positivamente acerca desse relacionamento?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O apóstolo Paulo admoesta:&lt;/strong&gt; “&lt;em&gt;Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”(&lt;/em&gt;2Co 6:14).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. O CUIDADO COM O TEMPLO DO SENHOR&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. O Templo (Ne 10:32).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O Templo, que é chamado “casa de Deus”, era apenas um local escolhido por Deus para que se tornasse visível a sua aliança com o seu povo; jamais representando o local onde Deus estivesse, pois o Senhor jamais poderia ser contido em um edifício, como reconheceu o próprio Salomão, que, no dia mesmo da dedicação do templo, afirmou que “…&lt;em&gt; os céus e a terra não te podem conter, quanto menos esta casa que tenho edificado…&lt;/em&gt;” (2Cr 6:18b). Era um local onde Deus manteria fixos os seus olhos e o seu coração todos os dias, a fim de que o seu nome fosse perpetuamente estabelecido em Israel (2Cr 7:16).&lt;br /&gt;Não somente ao povo de Israel, mas o Templo era um lugar escolhido para que Deus se manifestasse, através de Israel, a todos os povos, pois o Senhor também prometeu que ouviria ali a oração do estrangeiro, ainda que viesse ele de terras remotas (2Cr 6:32,33). Não é por acaso que o Templo de Salomão se fez conhecido em todo o mundo antigo e foi considerado como uma das sete maravilhas do mundo antigo. Entretanto, foi destruído por Nabucodonosor, por permissão divina, como punição ao povo de Israel por ter pecado contra Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cativeiro da Babilônia, como profetizado por Jeremias, durou setenta anos (2Cr 36:21),&lt;/strong&gt; tendo, de modo milagroso, Ciro, o rei da Pérsia, permitido e até ordenado que o povo de Judá retornasse à Palestina e edificasse novamente o Templo de Jerusalém (2Cr 36:23). Assim, a própria ordem de retorno tinha em si a ordem de edificação do Templo. Deus, assim, demonstrava que havia a necessidade de o povo não só reconstruir a nação no seu território prometido, mas também o lugar de adoração ao nome do Senhor, o que nos demonstra, claramente, que o Templo está indissoluvelmente relacionado com o destino de Israel e de sua aliança com Deus.&lt;br /&gt;Agora, com a reabilitação espiritual do povo de Israel sob a liderança de Neemias, as contribuições para a manutenção do Templo (Ne 10:32-38) e as festas foram restabelecidas. Para o povo de Israel, servir a Deus naquele santuário era um ato de indizível gozo. Infelizmente, hoje, muitos já não sentem alegria de estar na casa de Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Israel perdeu, novamente, o seu Templo no ano 70 dC&lt;/strong&gt;, quando o mesmo foi destruído pelo Exército Romano, sob o comando do General Tito, cumprindo-se a profecia de Jesus de que não ficaria no Templo &lt;em&gt;“...pedra sobre pedra que não seja derribada&lt;/em&gt;”(Mt 24:2). Como sabemos, Israel continua até hoje sem ter o seu Templo. Não tendo Templo, também não pode ter Sacerdotes e nem pode realizar os Sacrifícios. Portanto, os muitos dias sem “&lt;em&gt;Sacrifícios e sem Éfode”,&lt;/em&gt; profetizados por &lt;strong&gt;Oséias (Os 3:4),&lt;/strong&gt; ainda não se completaram. A história está em andamento; a Profecia de Oséias, em relação ao Templo, ainda está para se cumprir. Da mesma forma que ela se cumpriu em relação ao “&lt;em&gt;Rei e ao príncipe&lt;/em&gt;”; em relação à&lt;em&gt; “Estátua e Terafins&lt;/em&gt;”, ela também se cumprirá em relação ao “Sacrifico e ao Éfode”, com a reconstrução do Santo Templo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acreditamos que a reconstrução do Santo Templo constará como sendo uma das clausulas do concerto que o Anticristo celebrará com os Judeus&lt;/strong&gt; - “&lt;em&gt;Ele firmará um concerto com muitos...”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;O que devemos ter como certeza bíblica é que o Templo será reconstruído&lt;/strong&gt;, pois as palavras ditas por Jesus ainda não foram cumpridas e será necessário a existência do Templo para que elas se cumpram, pois, ele disse: &lt;em&gt;”Quando, pois virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê entenda&lt;/em&gt;”(Mt 24:15). É ponto pacífico de que este “lugar santo” que será profanado pela colocação de um ídolo, ou pela própria pessoa do Anticristo, refere-se ao Templo. O Senhor Jesus proferiu seu sermão escatológico, no Monte das Oliveiras, no ano 33 dC, apontando para o futuro, ao dizer: ”Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o Profeta Daniel, está no lugar santo...”. O Templo existente naquele momento foi destruído no ano 70 d.C. Não há qualquer registro de que os Romanos tenham introduzido algum ídolo naquele Templo, exigindo que o mesmo fosse adorado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Do ano 70 até hoje, os Judeus nunca mais tiveram um Templo&lt;/strong&gt;. Isto nos leva a ter que admitir que para que se cumpram as palavras de Jesus registradas em Mateus 24:15; para que se cumpram as profecias de Daniel 9:26,27); para que aconteça o que Paulo afirmou, dizendo que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;o Anticristo ”... se assentará, como deus, no Templo de Deus...”(2Ts 2:4),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; então temos que crer que um novo Templo terá que ser construído. E será, no mesmo lugar onde foi construído o Templo de Salomão. Não sabemos quando, mas, sabemos que será, pois, sua construção está inserida no sermão escatológico de Jesus, e ele disse que ”O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”(Mt 24::35).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. O dia de adoração(Ne 10:31).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Um dos sinais de todo reavivamento na História de Israel foi o retorno à observância do dia do Senhor. Nesse dia não se deveria comprar nem vender. Não se deveria negociar nem buscar lucros; por esta razão, o comercio foi proibido dentro da cidade no sábado. Decidindo honrar primeiramente a Deus, os israelitas recusariam fazer do dinheiro o seu deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus instituiu um dia para o descanso&lt;/strong&gt;. Um dia para o homem cessar suas atividades de comprar e vender e voltar-se para Ele em adoração. Nesse dia, nenhum trabalho deve ser feito; é o dia do Senhor. A quebra do sábado era profanação da religião judaica. O domingo é o dia do descanso do povo de Deus. O sábado é o memorial da criação. O domingo é o memorial da ressurreição.&lt;br /&gt;Hoje, porém, o comércio está abrindo aos domingos, os crentes estão buscando no dia do Senhor tanto o trabalho quanto outras atividades afins. &lt;strong&gt;Hoje, os crentes já não se preparam mais para o dia do Senhor&lt;/strong&gt;. Nossas festas de entretenimento e confraternização avançam na madrugada do sábado e entram no dia do Senhor e aí as pessoas preferem dormir a ir à Casa de Deus. Não buscamos mais o Senhor em primeiro lugar. A busca do lucro ou do lazer em vez da busca da piedade pode ser um grande laço espiritual. É por essa porta que começa a secularização da igreja.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. A manutenção da Casa do Senhor (Ne 10:37-39).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Neemias 10:32,33 mostra que o avivamento em Israel passou também pelos recursos financeiros que o povo deveria dispor para o sustento do culto ao Senhor. Além dos dízimos, a oferta de um terço de um siclo, oferta de lenha e oferta de primícias foram consideradas como necessárias para que o culto pudesse transcorrer dentro dos preceitos divinos. Como cristãos, precisamos entender que Deus espera que coloquemos o nosso coração nas contribuições para a sua casa. Os valores que separamos para entregar no santuário servem para custear as despesas de nosso culto, pois não recebemos subsídios governamentais para adorar ao Senhor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Que "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Concerto fiel"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; a igreja evangélica deveria assumir com Deus hoje? O conhecimento da Palavra deve nos levar a um compromisso de Concerto com Deus e a uma reforma espiritual. Esta reforma espiritual pode ser liderada por poucos, mas deve ter a participação de todos. Os nossos compromissos com Deus não devem ser apenas gerais, mas também, e, sobretudo, em áreas específicas como santificação, casamento, dia do Senhor, contribuição e adoração.&lt;br /&gt;------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular(Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 48.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon – CPAD.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.&lt;br /&gt;Hernandes Dias Lopes – Neemias -o líder que restaurou uma nação.&lt;br /&gt;Ev. Caramuru Afonso Francisco - A Reconstrução do Santo Templo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-882861463550040268?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/882861463550040268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/aula-08-o-compromisso-com-palavra-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/882861463550040268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/882861463550040268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/aula-08-o-compromisso-com-palavra-de.html' title='Aula 08 - O COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-5059025003150917954</id><published>2011-11-09T17:25:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T17:32:25.589-08:00</updated><title type='text'>TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, DIABOLICAMENTE PERVERSA E MENTIROSA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-EIK5pOLvWgQ/TrspV-lzhkI/AAAAAAAAAOs/f5wVNiHCxlA/s1600/teologia_da_prosperidade.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 190px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673173613158827586" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-EIK5pOLvWgQ/TrspV-lzhkI/AAAAAAAAAOs/f5wVNiHCxlA/s320/teologia_da_prosperidade.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das principais ervas daninhas que têm se alastrado no “jardim fechado” da Igreja, nestes dias tão difíceis que antecedem à volta de Cristo, é a chamada “teologia da prosperidade”, que nada mais é que uma doutrina distorcida a respeito de Deus, de forte conteúdo materialista, que tem seduzido muitos crentes e os feito desviar da verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos em “teologia da prosperidade”, também conhecida como “confissão positiva”, “palavra da fé” ou “movimento da fé”, não falamos, propriamente, de uma seita ou de uma denominação, mas de um movimento que se tem infiltrado, com suas ideias e concepções, em diversas denominações e grupos evangélicos, principalmente os pentecostais, sendo, por isso mesmo, uma das mais perigosas heresias na atualidade. Seus conceitos têm invadido as mentes de muitos crentes, trazendo grandes prejuízos espirituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo Paulo foi claríssimo ao afirmar que se esperarmos em Cristo só para as coisas desta vida seremos os mais miseráveis de todos os homens (1Co 15:19). É esta a triste situação espiritual dos milhões que têm procurado Jesus única e exclusivamente para terem a “prosperidade” apregoada pelos falsos mestres da atualidade, eles mesmos escravos da ganância (2Pe 2:3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há até, pelo menos, duas décadas, a pregação evangélica, principalmente pentecostal, enfatizava que os cristãos não deveriam se apegar às riquezas materiais, aos interesses terrenos, pois Jesus nos ensinou que aqui somos apenas forasteiros (1Pe 2:11), pois o nosso lugar é o Céu(João 14:1-3), e que não deveríamos ajuntar tesouros aqui(Mt 6:19,20; Lc 12:23). Mas, veio a Teologia da Prosperidade pregando que o cristão deve ser próspero financeiramente e viver sempre livre de qualquer enfermidade. Quando isto não acontece, é porque ele deve estar vivendo em pecado, não tem fé ou está vivendo sob o domínio do diabo. Chegam ao ridículo de dizer que Jesus nasceu de uma virgem zero km, entrou em Jerusalém montado num jumento zero km e, em sua morte, foi sepultado num túmulo zero km. Como se vê, é uma interpretação forçada da Palavra Deus para se justificar erros, heresias e interesses duvidosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Teólogos da prosperidade aqui no Brasil estão ensinando que todos os cristãos devem ser ricos financeiramente, ter o melhor salário, a melhor casa, o melhor carro, uma saúde de ferro, e afirmando que toda enfermidade vem do diabo. E que se o cristão não vive essa vida pregada por eles, é falta de fé ou que há pecado em sua vida, desprezando, assim, soberania de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A soberania de Deus é a doutrina que afirma que Deus é supremo, tanto em governo quanto em autoridade sobre todas as coisas, mas no orbe da Confissão Positiva, ela não é levada muita a sério, pois os verbos que imperam são: exigir, decretar, determinar, reivindicar, ao invés de pedir, rogar, suplicar, etc. Jesus, porém, nos ensinou a pedir e não exigir(Ler Mt 7:7; Lc 11:9; João 16:24). Veja ainda: Sl 27:4; Pv 30:7; Zc 10:1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diabólica e perversa Teologia da Prosperidade tem feito ricos, pobres da presença de Deus e dos pobres, ricos sem Deus. Por quê? “Porque o [amor ao dinheiro] é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”(1Tm 6:10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo talvez fosse rico antes, mas depois que teve contato com Cristo viveu sem riquezas: "... aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas tenho experiência, tanto a ter fartura, como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade"(Fp 4:11-12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o que o Espírito Santo nos ensina sobre o desejo de se tornar rico, usando o apóstolo Paulo: “Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição” (1Tm 6:9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário estarmos conscientes de que o conceito de prosperidade não pode ser reduzido à posse de dinheiro e bens materiais. Existem pessoas que possuem muito dinheiro sem, contudo, serem prósperas. Existe um alto índice de dependência de drogas, prostituição, divórcios e suicídios entre as pessoas da classe alta nas sociedades em todo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário estarmos conscientes de que ser pobre, perseguido ou estar enfermo, não significa necessariamente estar em pecado. Veja as seguintes passagens da Bíblia:” Pois nunca deixará de haver pobre na terra; pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra”(Dt 15:11). ” Porquanto sempre tendes convosco os pobres...”(Mt 26:11). “O que oprime o pobre insulta àquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado o honra”(Pv 14:31). “MELHOR é o pobre que anda na sua integridade do que o perverso de lábios e tolo”(Pv 19:1).” O que o homem mais deseja é o que lhe faz bem; porém é melhor ser pobre do que mentiroso”(Pv 19:22).” O rico e o pobre se encontram; a todos o Senhor os fez”(Pv 22:2). ” Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que o teu rei virá a ti, justo e salvo, pobre, e montado sobre um jumento, e sobre um jumentinho, filho de jumenta(Zc 9;9).” Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu”(Ap 3:17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Teólogos da Prosperidade dizem que por ser filho de Deus, temos o "direito" de termos o que quisermos! Vejamos, como exemplos, algumas refutações bíblicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Jesus não tinha onde reclinar a cabeça ( Mt 8:20).&lt;br /&gt;* Paulo viveu em constante pobreza ( Fp 4:11).&lt;br /&gt;* Porque Jesus pediu ao rico para desfazer-se dos bens?( Lc 18:22).&lt;br /&gt;* Os que querem ficar ricos caem em tentações(1Tm 6:9).&lt;br /&gt;* Não podemos servir a Deus e as riquezas(Lc 16:13).&lt;br /&gt;* A oração que não é atendida: para gastar no luxo(Tg 4:3).&lt;br /&gt;* Na oração do Pai Nosso não há indicação de pedirmos além do necessário ("de cada dia..." - Mt 6:11).&lt;br /&gt;* O servo de Eliseu pegou lepra pela cobiça...(2Rs 5:20-27).&lt;br /&gt;* "Não ajunteis tesouro na terra..." (Mt 6:19).&lt;br /&gt;* José e Maria eram humildes. Sua oferta de sacrifício no templo foi um par de rolas (Lc 2:22), a mais simples oferta (veja Lv 12:6-8).&lt;br /&gt;* A fascinação da riqueza sufoca o crescimento espiritual(Mc 4:19).&lt;br /&gt;* Pedro e João não tinham oferta para dar ao paralítico(At 3:6).&lt;br /&gt;* Moisés abandonou sua riqueza e "status", para servir a Deus e ao Seu povo( Hb 11:24-26).&lt;br /&gt;* A cobiça levou o povo de Israel a desobedecer e ser derrotado (Js 7:1-26).&lt;br /&gt;* Deus usou Gideão, da família mais pobre de Manassés, para libertar Israel(Jz 6:15).&lt;br /&gt;* Jó, um justo, passou por um período de pobreza total (Jó 1:9-12).&lt;br /&gt;* Em Jerusalém, a maioria dos crentes era muito pobre, mas Paulo não os tratou com desdém, mas chamou-os de Santos: “Porque pareceu bem à Macedônia e à Acaia levantar uma oferta fraternal para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém”(Rm 15:26).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia ensina que nem a pobreza nem a riqueza são virtudes. A Palavra de Deus, aliás, em momento algum trata a pobreza com desdém. A vida do homem não se constitui dos bens que possui (Lc 12:15). Não devemos ir para um extremo, nem para o outro (Pv 30:8,9). Qualquer extremo é perigoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que a riqueza é bênção de Deus, desde que adquirida de maneira honesta e não vise exclusivamente aos deleites deste mundo (Tg 4:3). Caso contrário, seremos escravizados por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, nos nossos dias, muitos crentes passaram a encarar a sua fé como um meio de enriquecimento, como um mecanismo de prosperidade material e, com isto, desviam-se dos objetivos traçados pelas Escrituras Sagradas. Não negamos que Jesus tenha bênçãos materiais para a Sua Igreja, mas, definitivamente, não é para isto que a Igreja foi constituída e não é este o propósito para ela estabelecido pelo Senhor. Quando mudamos a agenda divina de salvação de almas e aperfeiçoamento dos santos pela agenda de busca de prosperidade, estamos nos encaminhando, perigosamente, para a apostasia. O materialismo é uma das principais marcas do espírito do Anticristo, cujo reinado sempre beneficiará os mercadores (cf Ap:18), que serão os que mais lamentarão a queda de seu sistema iníquo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que a primeira expressão da igreja de Laodicéia, que é o retrato da igreja apóstata dos dias do arrebatamento, seja “rico sou e de nada tenho falta” (Ap 3:17), a mostrar que esta igreja tinha, em primeiro plano, a preocupação com as riquezas, com os bens materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urge modificarmos este pensamento que está incrustado na Igreja, levando muitos à apostasia. Muitos não pensam mais nas almas, mas nos dízimos e ofertas; outros não estão preocupados com a obra de Deus, mas com os cifrões dos seus salários. Muitos não querem saber de buscar a Deus para ter bênçãos espirituais, para serem instrumentos de salvação e de aperfeiçoamento de outros crentes, mas querem enriquecer com campanhas, sacrifícios, etc. São pessoas que vivem como os gentios, que têm as mesmas preocupações e propósitos que os gentios e que, portanto, pertencem a este vasto grupo onde o amor está esfriando pelo aumento da iniqüidade e que, buscando a riqueza material, não vê que se comporta como um pobre, desgraçado e nu. Vigiemos e não entremos nesta onda, que nos levará para a perdição eterna!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a Teologia da Prosperidade é diabolicamente perversa e mentirosa, porque induz os filhos de Deus a buscar a riqueza, por concluírem ser esta tão importante quanto a salvação. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-5059025003150917954?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/5059025003150917954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/teologia-da-prosperidade-diabolicamente.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5059025003150917954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5059025003150917954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/teologia-da-prosperidade-diabolicamente.html' title='TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, DIABOLICAMENTE PERVERSA E MENTIROSA'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-EIK5pOLvWgQ/TrspV-lzhkI/AAAAAAAAAOs/f5wVNiHCxlA/s72-c/teologia_da_prosperidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-6170346807075523019</id><published>2011-11-07T04:13:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T04:25:52.920-08:00</updated><title type='text'>Aula 07 - ARREPENDIMENTO, A BASE DO CONCERTO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico:9:1-36&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra&lt;/em&gt;”(2Cr 7:14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A leitura e o ensino da Palavra de Deus trouxe um profundo arrependimento ao povo de Israel por causa de seus pecados. Isso resultou num verdadeiro avivamento àquela nação. Esse avivamento não se limitou aos cânticos e às celebrações, mas gerou contrição e sinceras confissões dos pecados. Eles reconheceram que pecaram contra o Senhor, desprezando sua Palavra, e que foram exilados como consequência de seus próprios atos. Mas que também, Deus estava ofertando-lhes uma nova chance, um tempo de arrependimento para que fossem restaurados. O povo precisava arrepender-se, e o avivamento trazido pela exposição da Palavra conduziu ao verdadeiro arrependimento, que foi a base de um novo concerto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. OS RESULTADOS DE UM GENUÍNO AVIVAMENTO&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Arrependimento e confissão de pecados(Ne 9:1).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Deus sempre alertou o povo de Israel acerca da maldição causada pela desobediência. Mas o povo não atentou para o que Deus disse, e sofreu as consequências do pecado da desobediência. A dispersão e o cativeiro foram juízos de Deus contra o Seu povo por causa do pecado. O pecado sempre atrai juízo, derrota, dispersão. Mas Deus é compassivo. Ele é o Deus de toda graça, aquele que restaura o caído e não rejeita o coração quebrantado. Neemias sabia que se o povo se arrependesse, viria um tempo novo de restauração e refrigério. Isto aconteceu. O povo, ao ouvir e entender a Palavra de Deus, chorou pelos pecados cometidos (8:9). Isso e um sinal claro de arrependimento. Arrependimento começa com choro, humilhação e quebrantamento diante de Deus (2Cr 7:14). Aliás, arrependimento é a tristeza profunda e suficiente para não repetir o erro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hoje vemos muita adesão e pouca conversão&lt;/strong&gt;, muito ajuntamento e pouco quebrantamento. Estranhamente, vemos a pregação da fé sem o arrependimento e da salvação sem a conversão. O pragmatismo com a sua numerolatria está em voga hoje. Muitos pregadores abandonaram a pregação bíblica para alcançar um número maior de pessoas. Pregam o que o povo quer ouvir e não o que ele precisa ouvir. Pregam sobre cura e prosperidade e não sobre salvação. Pregam para agradar e não para conduzir ao arrependimento. Desta forma, multidões estão entrando para a igreja sem conversão. A Palavra de Deus tem sido deixada de lado para atrair as pessoas e isso é um mal.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Sinais do verdadeiro arrependimento.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O verdadeiro arrependimento implica na mudança de atitude e conduta daquele que pecou. A orientação amorosa do Senhor Jesus é: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;vai-te e não peques mais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” (João 8:11). Deus restaura o pecador que verdadeiramente se arrepende e muda de atitude.&lt;br /&gt;Vimos no capítulo 8 de Neemias[Aula 06] que o povo se reuniu para ouvir a Palavra. A leitura, a explicação e a aplicação da Palavra trouxeram choro pelo pecado (8:9). Este é um dos efeitos da Palavra de Deus no coração daqueles que a ouvem; ela produz quebrantamento, arrependimento e choro pelo pecado. Quanto mais você lê e entende a Palavra de Deus, mais perto de Deus você fica; logo, mais consciência você tem de que é pecador e mais chora pelo pecado. O emocionalismo é inútil, mas a emoção produzida pelo entendimento é parte essencial do cristianismo. É impossível compreender a verdade sem ser tocado por ela.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não podemos adorar o Rei da glória antes de contemplarmos a triste realidade do nosso pecado&lt;/strong&gt;. Observe que o choro do povo não foi mero remorso, pois as atitudes e gestos que eles demonstraram pregam um sincero arrependimento; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;o povo jejuou e cobriu-se com pano de saco.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Esses são sinais de contrição, arrependimento e profundo quebrantamento. O povo reconheceu o seu pecado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O verdadeiro arrependimento resulta em mudança de vida&lt;/strong&gt;. Veja o exemplo do Filho Pródigo. Ele, distante do pai, sem dinheiro ou condições dignas de, inclusive, se alimentar reconheceu seu pecado e resolveu voltar. Confessou suas transgressões ao pai e pediu-lhe perdão. O importante, porém, foi que a oração o levou à ação. Ele foi, fez tudo o que havia proposto e alcançou misericórdia (Lc 15:11-24). O povo de Israel também demonstrou com atos sinceros e profundos o arrependimento, vindo da alma.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Apartaram-se dos povos idólatras&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - “&lt;em&gt;E a geração de Israel se apartou de todos os estranhos”(9:2a).&lt;/em&gt; Um dos sintomas mais sérios de que o avivamento estava chegando entre o povo de Deus é que eles foram desafiados a afastarem-se dos povos estranhos. Arrependimento sincero envolve obediência! O povo toma a decisão de deixar todos aqueles que não eram da linhagem de Israel para se consagrar ao Senhor. Aqueles que não havia se convertido ao judaísmo não participariam dessa reunião. Eles não tinham a mesma fé e o mesmo Deus. Não há comunhão fora da verdade. O problema aqui não é racial, mas teológico (10:28). Unir-se aos outros povos era transigir com a fé, era aceitar o sincretismo, era uma espécie de ecumenismo. Em 1Co 10:14-22, Paulo ataca com vigor a tese da união entre todas as religiões; ele resiste fortemente ao ecumenismo universalista. O pensamento de que toda religião é boa e todo caminho leva a Deus está em completo descompasso com a Escritura. Não há comunhão verdadeira fora da verdade. “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Não há comunhão entre a luz e as trevas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” (2Co 6:14; João 3:19-21).&lt;br /&gt;Para que fique claro o propósito de Deus em relação às outras nações, devemos entender que &lt;strong&gt;Israel foi chamado para ser uma nação santa&lt;/strong&gt;, ou seja, separada para Deus. &lt;strong&gt;Mas como ser separado em um mundo decaído?&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Em primeiro lugar&lt;/strong&gt;, nunca se afastando da Palavra de Deus e de sua prática. &lt;strong&gt;Em segundo lugar&lt;/strong&gt;, influenciando pelo testemunho as pessoas que estão à nossa volta. A influência do testemunho do povo de Israel deveria ser um grande exemplo, mas como eles se afastaram de Deus, foram influenciados pelas práticas e cultos daqueles que os cercavam. Israel misturou-se com esses povos, e foi influenciado por eles. O povo não apenas se esqueceu da lei de Deus, como adotou diversos costumes das nações à sua volta, e entre esses costumes, contrair casamentos não permitidos pela Lei de Moisés. &lt;strong&gt;O rei Acabe casou-se com Jezabel, &lt;/strong&gt;uma estrangeira, e ela o conduziu à idolatria, matando profetas do Senhor e mergulhando Israel numa grave rebeldia contra Deus, além de praticar diversas injustiças contra a sociedade de Israel. &lt;strong&gt;Salomão casou-se com muitas mulheres estrangeiras&lt;/strong&gt;, que trouxeram seus deuses para o casamento e perverteram o coração do homem tido como mais sábio do Antigo Testamento. Esses são alguns dos exemplos que a Bíblia traz sobre não haver uniões entre ímpios e servos de Deus. &lt;strong&gt;Deus foi favorável ao término daquelas uniões ilícitas, pois foram frutos da desobediência e desprezo à Palavra de Deus&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Esse exemplo nos mostra o quanto Deus espera que mantenhamos a obediência aos seus preceitos&lt;/strong&gt;. Que busquemos uniões que o agradem, entre pessoas tementes a Deus. Uma união sem a bênção de Deus costuma trazer problemas terríveis para a vida espiritual daquele que pertence ao Senhor. [1]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O apóstolo Paulo foi enfático&lt;/strong&gt;: “&lt;em&gt;Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”(&lt;/em&gt;6:14). A expressão “jugo desigual” contém a ideia de alguém estar num jugo desnivelado. Assim como água e óleo não se misturam, a comunhão dos santos com os infiéis equivale a um jugo desigual. Aprofundar a comunhão com pessoas descompromissadas com o Evangelho de Jesus Cristo é abrir brechas para Satanás. A associação entre o cristão e o incrédulo deve ser o mínimo necessário à conveniência social ou econômica. Leia e medite no Salmo 1. O crente, portanto, não deve ter comunhão ou amizade íntima com incrédulos, porque tais relacionamentos corrompem sua comunhão com Cristo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. A LEI DO SENHOR E REMINISCÊNCIA&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Valorizando a Lei do Senhor&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;E, levantando-se no seu posto, leram no livro da Lei do Senhor, seu Deus, uma quarta parte do dia...”(&lt;/em&gt;Ne 9:3a). A Bíblia era o anseio do povo. Eles se reuniram como um só homem (8:1), com os ouvidos atentos (8:3), reverentes (8:6), chorando (8:9) e alegrando (8:12) e prontos a obedecer (8:17). Eles valorizaram sobremodo a Palavra de Deus; foram seis horas de ensino; e todos a ouviram atentamente; ninguém deixou o lugar onde estava sendo realizada a leitura da Lei do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Salmo 119&lt;/strong&gt; nos revela de forma sublime o valor da Palavra de Deus e a necessidade que temos de colocá-la como nosso guia, como a lâmpada para nossos pés, como luz para o nosso caminho, como a preciosa jóia que devemos esconder em nossos corações para não pecarmos contra o Senhor. Esta Palavra que temos prazer em estudar em cada Escola Bíblica Dominical; esta Palavra que temos a graça divina de ouvir, meditar e seguir; este tesouro que o Senhor nos dá de dia e de noite; deve ser cada vez mais valorizada em nosso meio, pois num mundo onde os fundamentos se transtornam, onde não há mais absolutos, verdades ou certezas, somente aqueles que conhecem e praticam a Palavra de Deus poderão ter esperança, a esperança de um novo céu e uma nova terra onde habitam a justiça.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. A confissão dos pecados.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A confissão dos pecados é o maior sinal do arrependimento (Pv 28:13); é o caminho para o reavivamento. Logo após a Festa dos Tabernáculos, isto é, no vigésimo quarto dia desse movimentado mês, o povo retornou, provavelmente a convite de Esdras, para passar um dia em jejum e oração, e em um profundo exame da alma. Em jejum e lamentação, leram as Escrituras por três horas; e, em seguida, fizeram confissão e adoração por três horas.&lt;br /&gt;Não podemos ter por hábito apenas dizer para Deus o que fizemos como se lêssemos para Deus uma lista de nossas infelizes decisões e atos. Mais que enumerar pecados, Deus espera que concordemos com Ele que erramos e que precisamos do seu perdão. E o povo de Israel, naquela ocasião, reconheceu os seus erros e confessou os seus pecados: “... fizeram confissão; e adoraram o Senhor, seu Deus”(Ne 9:3b). Alguém disse que “enquanto a verdade condena, a verdade e a graça juntas restauram o pecador”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual é a garantia de que a confissão é importante para Deus?&lt;/strong&gt; A própria Palavra de Deus. Ela garante que a confissão é premiada com a misericórdia - “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28:13).&lt;br /&gt;Deus sabe que estamos sujeitos às leis deste mundo, mais exige que pautemos uma vida dentro dos padrões estabelecidos por Ele. E quando nos afastamos desse padrão, Ele espera que admitamos nossa falha e retornemos para Ele por meio da confissão. Todos nós conhecemos o texto áureo da confissão: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1:9).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pecado é a transgressão deliberada e consciente das leis estabelecidas por Deus&lt;/strong&gt;. O pecado afronta o caráter de Deus e a sua santidade. O pecado nos afasta de Deus(Is 59:2). Quando se peca, é somente através da oração que se chega a Deus para confessar as culpas, pedir-lhe o seu perdão e demonstrar profundo arrependimento. A oração que Davi fez, logo após ser confrontado pelo profeta Natã a respeito de seu adultério (com Bate-Seba) seguido de assassinato (de Urias), é um exemplo do que se deve fazer ao pecar, a fim de alcançar misericórdia diante de Deus(vide Salmo 51).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Relembrando a história do seu povo(Ne 9:4-38).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Depois da confissão dos pecados, sob a liderança dos levitas(9:5), talvez com Esdras como seu principal porta-voz, eles relataram detalhadamente, as muitas ocasiões, através de toda a história de sua nação, durante as quais Deus providencialmente cuidou deles. Eles reconheceram que, apesar de sua rebeldia e dos muitos atos de desobediência, o Senhor havia sido extremamente misericordioso. Admitiram, livremente, que sua atual aflição se devia a seus próprios pecados e aos de seus antepassados. Foi somente pela grande misericórdia de Deus que eles não foram completamente destruídos(9:31).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essa reminiscência da historia de Israel, exarada em Neemias 9:4-38&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;contém uma das orações mais longas da Bíblia.&lt;/strong&gt; Ela pode ser esboçada da seguinte forma: a criação (9:6); o chamado de Abraão e a aliança que Deus fez com ele (9:7,8); o êxodo do Egito(9:9-12); a entrega da lei no monte Sinai(9:13,14); a providencia divina durante a jornada pelo deserto(9:15); as repetidas rebeliões do povo no deserto, em contraste com a imutável bondade de Deus(9:16-21); a conquista de Canaã(9:22-25); a era dos juizes(9:26-28); a falta de atenção às advertências, resultando no cativeiro(9:29-31); os apelos por perdão e libertação das consequências do cativeiro(9:32-37) e o desejo do povo de estabelecer aliança com Deus(9:38). Este versículo é, de várias maneiras, a parte mais importante da oração. Os judeus perceberam que o problema eram eles, não o Senhor. Com base nisso, se dispuseram a fazer um novo concerto com o Senhor.&lt;br /&gt;Todos os acontecimentos são observados do ponto de vista de Deus. A fidelidade do Senhor é reconhecida através da história, e sua misericórdia e graça são reconhecidas como o único fundamento no qual Israel pode se firmar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. A GRANDE MISERICÓRDIA DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“&lt;em&gt;As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos; porque as suas misericórdias não têm fim&lt;/em&gt;”(Lm 3:22).&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia e o perdão&lt;/em&gt;”(Dn 9:9).&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;O Senhor é bom para todos, e as suas misericórdias estão sobre todas as suas obras”(Sl 145:9).&lt;br /&gt;“Embora entristeça a alguém, contudo terá compaixão segundo a grandeza da sua misericórdia&lt;/em&gt;”(Lm 3:32).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. ”Deus clemente e misericordioso”(Ne 9:31).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Israel foi devastado em épocas de intensa rebelião e pecado. Contudo, quando o povo se arrependia e se voltava para Deus, Ele o livrava. Deus não limita o número de vezes que podemos ir a Ele para obter misericórdia. No entanto, devemos reconhecer nossa necessidade e pedir-lhe ajuda. Este milagre da graça deve nos inspirar a dizer: Tu “és um Deus clemente e misericordioso!”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não estamos imunes ao pecado em um mundo decaído&lt;/strong&gt;. Não podemos dizer que jamais pecaremos, ou que ficaremos o tempo todo em vigilância. Mas podemos ter certeza de que Deus, em sua grande misericórdia, aceitará o pecador arrependido e o restaurará à comunhão perdida.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. A súplica de Israel.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Os israelitas, já arrependidos de seus pecados e prestes a firmar o “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;concerto”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; com o Senhor, suplicaram pelo perdão e libertação das consequências do cativeiro (9:32-37). Eles encontravam-se numa situação estranha de serem escravos em sua própria terra, tendo que entregar uma parte de seus recursos, todo ano, a um domínio estrangeiro. Que situação irônica, uma vez que Deus lhes havia dado a terra. Eles suplicaram, portanto, ao Senhor para que Ele não os abandonasse (9:34,35).&lt;br /&gt;A oração é o modo pelo qual o homem fala com Deus e coloca diante dEle suas alegrias, tristezas, necessidades, anseios, enfim, tudo o que aflige sua alma.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Um firme Concerto.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Depois de anos de decadência e exílio, o povo uma vez mais levou a sério sua responsabilidade de seguir a Deus e praticar suas leis com sinceridade. Após narração detalhada das muitas ocasiões ocorridas com Israel ao longo de sua história (9:4-38), o povo, cheio de humildade, e sem implorar qualquer alívio de sua aflição, prometeu estabelecer um “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;concerto”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; de lealdade e obediência para as épocas vindouras. Era através desses remanescentes de Israel que o Messias, o Salvador do mundo, chegaria. Vemos, portanto, como foi importante que, depois de um longo período, acontecesse uma completa reconciliação entre Deus e o povo que Ele havia escolhido, apesar de toda a rebeldia e de todos os pecados praticados por esse povo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Neemias e Esdras, de acordo com as palavras de Ezequiel, estiveram “tapando o muro&lt;/strong&gt;”(Ez 22:30), ao trazerem a nação de volta para Deus e ao assegurarem a continuidade do movimento redentor. Isso tudo aconteceu em um momento em que, sob um ponto de vista exclusivamente humano, toda esperança de um reavivamento espiritual e nacional da nação de Israel parecia totalmente perdida.&lt;br /&gt;Esse “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;firme concerto”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; foi feito com base na Palavra e para guardarem a Palavra (Ne 10:30-38). O compromisso era para andar, guardar e cumprir os mandamentos, juízos e estatutos da Palavra. Além dos líderes, homens, mulheres e crianças assumiram o compromisso de andar com Deus e de obedecer à Sua Palavra. Fica completamente claro que todos, até mesmo as crianças menores que podiam compreender (8:12; 10:28), participaram desse juramento.&lt;br /&gt;Possivelmente, um dos mais graves problemas da Igreja contemporânea não seja falta de conhecimento, mas de obediência. Muitos dizem crer na Bíblia, mas não obedecem aos seus ensinos. A autoridade da Bíblia tem sido atacada por "amigos" de dentro da Igreja e inimigos de fora.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os grandes avivamentos surgiram quando o povo entrou em aliança com Deus para O buscar&lt;/strong&gt;, O conhecer e O obedecer. Vivemos hoje uma espiritualidade centrada no homem e no que podemos receber de Deus. Não é mais o homem quem está a serviço de Deus, mas Deus é quem está a serviço do homem. Não é mais a vontade de Deus que deve ser feita na terra como no céu, mas a vontade do homem que deve ser imperativa no céu. Precisamos voltar-nos para Deus por causa de Deus e não apenas por causa de Suas bênçãos. Deus é melhor do que Suas bênçãos, o doador é mais importante do que a dádiva.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nosso misericordioso Senhor está pronto a acolher de volta aqueles que O abandonaram e que pecaram contra a Sua Palavra, tão logo se arrependam. Ao mesmo tempo, Ele é paciente e longânimo com as faltas e fraquezas de seus filhos, sempre que a vontade manifesta deles for segui-lo sem reservas e obter vitória total contra o pecado, Satanás e o mundo. [2]&lt;br /&gt;--------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular(Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;[2] Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal&lt;br /&gt;[1] Revista Ensinador Cristão – nº 48.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon - CPAD&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA&lt;br /&gt;Hernandes Dias Lopes – Neemias -o líder que restaurou uma nação.&lt;br /&gt;COELHO, Alexandre. Davi. As vitórias e as derrotas de um homem de Deus. 1ª ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2009&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-6170346807075523019?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/6170346807075523019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/aula-07-arrependimento-base-do-concerto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/6170346807075523019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/6170346807075523019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/11/aula-07-arrependimento-base-do-concerto.html' title='Aula 07 - ARREPENDIMENTO, A BASE DO CONCERTO'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-4033410433815599590</id><published>2011-10-31T04:54:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T05:08:58.020-07:00</updated><title type='text'>Aula 06 - NEEMIAS LIDERA UM GENUINO AVIVAMENTO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Neemias 8:1-18&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação [...] E leu nela [...] desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e sábios; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei&lt;/em&gt;”(Ne 8:2,3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os capítulos 8 a 10 de Neemias descrevem um dos maiores avivamentos do Antigo Testamento e apontam vários instrumentos fundamentais para um avivamento e renovação espirituais; são eles: a Palavra de Deus(8:1-8), a oração(8:6), a confissão de pecados(cap.9), um coração quebrantado e contrito(8:9), renúncia às práticas pecaminosas da sociedade contemporânea(9:2) e renovação do compromisso de andar segundo a vontade de Deus e de fazer da Palavra de Deus a nossa regra de fé e prática(10:29). Ressalte-se que não há possibilidade alguma de avivamento espiritual sem que se tenha o devido cuidado e a prioridade no ensino da Palavra de Deus. Os avivamentos ocorridos no Antigo e no Novo Testamento, bem como ao longo da história da Igreja, só tiveram resultados duradouros quando começaram e prosseguiram sob o ensino da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;Nesta aula, estudaremos o avivamento ocorrido em Israel sob a liderança de Neemias. Tal avivamento só foi possível porque houve o ensino e a compreensão da Lei do Deus Jeová. Aliás, a restauração da autoridade da Palavra de Deus sobre o povo foi a maior reforma que Neemias implementou em Jerusalém; sem essa restauração, Jerusalém seria absolutamente vulnerável.&lt;br /&gt;Lamentavelmente, em nossos dias, vivemos a predominância de uma concepção sem qualquer base bíblica, qual seja, a de que avivamento se confunde com prevalência de manifestações sobrenaturais e que o crente avivado é aquele que participa de tais ambientes, onde pouco ou nenhum espaço é dado ao ensino da Palavra de Deus. No entanto, quando abrimos a Bíblia Sagrada, não vemos um só caso de avivamento que não esteja centrado, baseado, fundamentado no ensino das Escrituras. Portanto, Avivamento sem o ensino e a prática das Escrituras Sagradas é apenas movimento passageiro que não dá frutos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. O POVO SE AJUNTOU NA PRAÇA PARA OUVIR A LEITURA DA LEI&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“&lt;em&gt;E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o Senhor tinha ordenado a Israel&lt;/em&gt;”(Ne 8:1). O avivamento do povo de Israel teve inicio mediante um autêntico retorno à Palavra de Deus e um esforço decisivo para a compreensão da sua mensagem (Ne 8:8).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Reunidos para ouvir a Lei.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Uma das principais evidências de um avivamento bíblico entre o povo de Deus é a grande fome de ouvir e ler a Palavra de Deus. No primeiro dia do sétimo mês, todo o povo se reuniu para uma convocação solene, a Festa das Trombetas (cf Lv 23:24,25), que simbolizava o ajuntamento de Israel dentre as nações gentílicas. Esdras subiu numa plataforma especialmente construída para a ocasião e, ao lado de treze levitas, leu por várias horas o que havia no Livro da Lei de Moisés. O povo demonstrou profundo respeito pela Palavra de Deus (ler 8:5,6), à medida que os levitas mencionados no versículo 7 do capitulo 8 forneciam explicações sobre o que estava sendo dito (Ne 8:8). Uma vez que o aramaico substituiu o hebraico após o cativeiro, era necessário explicar ao povo muitas palavras hebraicas presentes nas Escrituras.&lt;br /&gt;Citando o rev. Hernandes Dias Lopes, o ajuntamento do povo para ouvir a Palavra de Deus naquela ocasião tem quatro características distintas que devem servir de modelo para a igreja contemporânea:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;a) Foi espontâneo (8:1).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Deus moveu o coração do povo para reunir-se para buscar a Palavra de Deus. Eles não se reuniram ao redor de qualquer outro interesse. Hoje o povo busca resultados e não a verdade; coisas materiais e não a Deus; benefícios pessoais e não a Palavra de Deus. Querem as bênçãos de Deus, mas não o Deus das bênçãos. Têm fome de prosperidade e sucesso, mas não têm fome da Palavra.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;b) Foi coletivo (8:2,3).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Todo o povo, homens e mulheres, reuniram-se para buscar a Palavra de Deus. Ninguém ficou de fora. Pobres e ricos, agricultores e nobres, homens e mulheres, jovens e crianças. Eles tinham um alvo em comum: buscar a Palavra de Deus. Precisamos ter vontade de nos reunir não apenas para ouvirmos cantores famosos ou pregadores conhecidos, mas reunirmo-nos para ouvir a Palavra de Deus. O centro do culto é a pregação da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;c) Foi harmonioso (8:1).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; "&lt;em&gt;Todo o povo se ajuntou como um só homem&lt;/em&gt;" (8:1). Não havia apenas ajuntamento, mas comunhão. Não apenas estavam perto uns dos outros, mas eram unidos de alma. A união deles não era em torno de encontros sociais, mas em torno da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;d) Foi proposital (8:1):&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;em&gt;"[...] e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel&lt;/em&gt;" (8:1). O propósito do povo era ouvir a Palavra de Deus. Eles tinham sede da Palavra. Eles tinham pressa de ouvir a Palavra. Não era qualquer novidade que os atraía, mas a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;Séculos depois desses acontecimentos e vivendo em culturas e línguas completamente deferentes, os pregadores e professores bíblicos de hoje tem uma tarefa muito maior para explicar as Escrituras Sagradas. Esse método de Esdras e dos levitas tem sido abençoado por Deus ao longo dos séculos e continua a ser um instrumento eficaz para levar os cristãos à maturidade espiritual. Pregações textuais e temáticas podem, com frequência, ser inspiradoras e úteis, porém seus benefícios espirituais não se comparam aos resultados alcançados por ministérios semelhantes ao de Esdras. Abençoados são os cristãos que tem o privilégio de ouvir pregações expositivas sobre as Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. O povo estava atento à leitura da Lei&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; – &lt;em&gt;“E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei&lt;/em&gt;”(Ne 8:3). De pé sobre um púlpito de madeira, durante sete dias, seis horas por dia, Esdras leu o livro da lei(8:3,18). O povo permaneceu desde a alva até ao meio-dia, sem sair do lugar (8:7), com os ouvidos atentos. Não havia dispersão, distração nem enfado. Eles estavam atentos não apenas ao pregador, mas sobretudo ao livro da lei. Não havia esnobismo nem tietagem, mas fome da Palavra. Eles queriam Pão do Céu, a Verdade de Deus. Só o Pão nutritivo da Verdade pode saciar a fome daqueles que anseiam por Deus.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. O culto de doutrina.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Nestes nossos dias, é de se notar um certo "fastio" ou cansaço da congregação concernente à forma com que alguns líderes expõem a Palavra de Deus. Em muitos santuários, há líderes que apresentam a Palavra de Deus sem o devido preparo, sem se preocuparem em estudar de forma correta as Escrituras e sem aplicá-la à vida de seus ouvintes. O resultado desse descaso por parte desses líderes é a baixa assiduidade aos cultos de doutrina e ensino, onde deveria a igreja estar reunida para aprender a Palavra de Deus. Esses líderes responsabilizam o povo como que se este fosse o vilão que despreza a Palavra, mas na verdade, tais líderes é que deixaram de apresentar a Palavra de Deus como Palavra que transforma o ser humano. Quando a Palavra é ministrada e ensinada com unção, o povo não sente "fastio" dela, pois Deus sempre tem algo novo a nos trazer por meio das Escrituras. Em Neemias lemos que os líderes leram a Lei de Deus, explicaram o sentido dela e à medida que era lida, era entendida (Ne 8:8). O que faz diferença em nossa vida é o que aprendemos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. O ENSINO BÍBLICO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ensinar é explicar o texto. A mensagem é baseada na &lt;em&gt;exegese,&lt;/em&gt; ou seja, tirar do texto, o que está no texto. Não podemos impor ao texto nossas idéias; isso é &lt;em&gt;eisegese&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;O avivamento liderado por Neemias e Esdras foi marcado por oração e adoração, mas principalmente pelo ensino da Palavra de Deus. O livro da Lei foi lido e explicado, de forma que o avivamento chegou. Desde o Antigo Testamento, sempre vemos que os momentos de avivamento do povo de Deus são caracterizados por uma busca da lei do Senhor, por uma renovação no interesse e na observância das Escrituras. Todo e qualquer movimento que menosprezar a Palavra de Deus, que não der espaço ao estudo e ao ensino da Palavra, não é um verdadeiro avivamento espiritual, mas um movimento místico, que se misturará facilmente com manifestações sobrenaturais de procedência maligna.&lt;br /&gt;Infelizmente, vivemos dias difíceis, dias em que muitos dentre os crentes se dizem ser, como nos afirmam as Escrituras, terão comichões nos ouvidos e não sofrerão mais a sã doutrina (2Tm 4:3), ou seja, não quererão se dobrar aos ensinos da Palavra de Deus e o distorcerão, a fim de poderem praticar os seus pecados, construindo para si doutores que justifiquem seus pecados e iniquidades. São dias difíceis, mas nós, que conhecemos a Palavra, que fomos ensinados na boa doutrina, sabendo que estas coisas iriam mesmo acontecer, só devemos ser cautelosos e, sobretudo, submissos aos ensinos do Senhor, pois a doutrina é essencial à vida cristã. As Escrituras devem guiar a Igreja, sempre! A primeira tentação do diabo no Éden não foi sobre sexo ou dinheiro, mas suscitar dúvidas acerca da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Homens preparados para o ensino -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; “&lt;em&gt;E Jesua, e Bani, e Serebias, e Jamim, e Acube, e Sabetai, e Hodias, e Maaséias, e Quelita, e Azarias, e Jozabade, e Hanã, e Pelaías, e os levitas ensinavam ao povo na Lei; e o povo estava no seu posto&lt;/em&gt;”(Ne 8:7).&lt;br /&gt;Vemos aqui neste versículo que Neemias e Esdras designaram instrutores para ensinar a Palavra de Deus em todas as cidades de Judá. Até os levitas que serviam no Templo foram envolvidos neste mister (11:1). Estes líderes tinham plena consciência de que a base do avivamento espiritual é o ensino da Palavra de Deus e a sua obediência.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para cumprir a tarefa do ensino da Palavra&lt;/strong&gt;, é preciso, em primeiro lugar, que a Igreja se veja dotada de homens e mulheres preparados para ensinar. Um dos grandes problemas que temos visto nas igrejas locais da atualidade é o despreparo das pessoas para ensinarem a Palavra de Deus. Quando falamos em preparo, não estamos nos referindo à escolaridade ou ao conhecimento secular de alguém, mas, sobretudo, ao seu conhecimento bíblico, à sua capacidade de manejar bem a Palavra da Verdade (1Tm 2:15).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atualmente &lt;/strong&gt;temos visto que, à medida que a escolaridade nas igrejas evangélicas sobe o conhecimento bíblico decresce. É válido ressaltar que décadas passadas, grande parte dos obreiros das Assembléias de Deus era composta de pessoas iletradas, semi-alfabetizados, mas tinham profundo conhecimento bíblico; atualmente, estamos repletos de obreiros dotados de diplomas universitários, mas que, biblicamente, são completamente analfabetos. O que é isto? É falta de estudo da Palavra de Deus!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O descaso com as Escolas Bíblicas Dominicais&lt;/strong&gt; por parte de muitos pastores e dirigentes de igrejas locais, eles próprios eternos ausentes destas reuniões, leva, muitas vezes, à entrega das classes a pessoas despreparadas, que mal sabem para si, que dirá para os outros. Estamos muito longe do modelo bíblico, em que os apóstolos, apesar de serem os principais nomes da igreja, tomavam para si a responsabilidade do ensino da Palavra(cf At 6:2,4), ensino este que era prioritário, tanto que a primeira coisa que Lucas faz notar na igreja primitiva é de que eles “perseveravam na doutrina dos apóstolos” (At 2:42).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. O líder deve ser apto para ensinar.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Entre os crentes sempre há a necessidade de ensino e esta oportunidade não deve de forma alguma ser negligenciada pelo líder; ele deve procurar aproveitá-la ao máximo possível. O apóstolo Paulo escrevendo a Timóteo afirma que o verdadeiro líder deve estar apto para ensinar (1Tm 3:2). Ele deve ensinar a outros e treinar líderes (Tt 1:9). Neemias 8:13 indica que depois do trabalho de massas do dia anterior, Esdras promove uma oficina intensiva de estudo da Palavra para os líderes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A maior necessidade da igreja&lt;/strong&gt; é de homens que conheçam, vivam e ensinem a Palavra de Deus com aptidão. O ensino da Palavra de Deus é a tarefa mais importante que existe no mundo. As pessoas não buscam alguém para lhes contar bonitas experiências, mas procuram um fiel e apto expositor das Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. A Bíblia é a Palavra de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Esta é a definição canônica mais curta da Bíblia&lt;/strong&gt;. Tudo o que Deus tem preparado para o homem, bem como o que Ele requer do homem, e tudo o que o homem precisa saber espiritualmente da parte dEle quanto a sua redenção e felicidade eterna, está revelado na Bíblia. Tudo o que o homem tem a fazer é tomar a Palavra de Deus e apropriar-se dela pela fé.&lt;br /&gt;Todos os cristãos genuínos reconhecem que a Bíblia é a Palavra de Deus porque ela mesma, diversas vezes, o afirma. “Assim diz o Senhor”, por exemplo, é uma expressão que aparece dezenas de vezes no Antigo Testamento. E mais, o cumprimento exato de tudo quanto nela está desde os primórdios da história da humanidade é a prova irrefutável de que ela é, sem sombra de dúvida, a Palavra de Deus, a revelação de Deus aos homens. Muitos têm tentado, ao longo dos séculos, levantar-se contra o divino Livro, mas todos têm fracassado em seu intento de calá-lo ou desacreditá-lo, precisamente porque não se trata de uma obra feita pela mente, vontade ou imaginação humana, mas tem sua origem, sua concepção e o zelo pelo seu cumprimento diretamente em Deus.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podemos afirmar que a Bíblia é a Palavra de Deus&lt;/strong&gt; entre outros motivos, porque:&lt;strong&gt; (1)&lt;/strong&gt; A própria Bíblia faz menção da sua inspiração; &lt;strong&gt;(2)&lt;/strong&gt; O Espírito Santo testifica em nosso íntimo que ela é a Palavra de Deus; &lt;strong&gt;(3)&lt;/strong&gt; Nenhum outro livro apresenta tantos testemunhos a respeito da transformação de uma pessoa; muitas conversões foram feitas por meio da leitura da Bíblia, demonstrando o poder da Palavra;&lt;strong&gt; (4)&lt;/strong&gt; A unidade da Bíblia: seus sessenta e seis livros apresentam a pessoa de Jesus Cristo; o Antigo Testamento falava da vinda do Messias e as suas profecias se cumpriram no Novo Testamento; o próprio Jesus destacou ser Ele o tema do Antigo Testamento (Mt 5:17; Lc 24:27:44; João 5:39; Hb 10:7).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Certas características escritas na Bíblia a levaram ser considerada o “Livro de Deus”:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;*&lt;strong&gt; Ela é pura&lt;/strong&gt; -"&lt;em&gt;Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam&lt;/em&gt;." (Pv 30:5).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Ela é valiosa&lt;/strong&gt; - "&lt;em&gt;Aceitai o meu ensino, e não a prata, e o conhecimento, antes do que o ouro escolhido. Porque melhor é a sabedoria do que jóias, e de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela&lt;/em&gt;."(Pv 8:10-11).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Ela é a verdade&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre&lt;/em&gt;”(Sl 119:160).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Ela é eterna -&lt;/strong&gt; "&lt;em&gt;Para sempre, ó Senhor, está firmada a tua palavra no céu&lt;/em&gt;" (Sl 119:89).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Ela é imutável&lt;/strong&gt; - "&lt;em&gt;A palavra do Senhor, porém, permanece eternamente. Ora, esta é a palavra que vos foi evangelizada&lt;/em&gt;"(1 Pe 1:25).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Ela é profética&lt;/strong&gt; - "&lt;em&gt;porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo&lt;/em&gt;”(2 Pe 1:21).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Ela é perfeita e fiel -&lt;/strong&gt; "&lt;em&gt;A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos simples&lt;/em&gt;” (Sl 19:07).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Ela é Lâmpada&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e Luz para o meu caminho&lt;/em&gt;”(Sl 119:105).&lt;br /&gt;Se a Bíblia não fosse a inspirada Palavra de Deus, por que tantas pessoas arriscaram suas vidas, para preservar as Escrituras? Por que Deus levantou inúmeras pessoas para traduzir a Bíblia e esses servos não se importaram de sacrificar suas vidas para que a Palavra fosse conhecida? Eles tinham plena confiança de que valia a pena dar sua vida por um livro, não por um livro qualquer, mas pela inspirada e inerrante Palavra de Deus! Nenhum livro fala ao coração humano como este!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. O ENTENDIMENTO DA PALAVRA GEROU O AVIVAMENTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“&lt;em&gt;Então, todo o povo se foi a comer, e a beber, e a enviar porções, e a fazer grandes festas, porque entenderam as palavras que lhes fizeram saber&lt;/em&gt;”(Ne 8:12).&lt;br /&gt;Por meio de Esdras e dos levitas, vemos o que deve acontecer sempre que a Palavra de Deus for ministrada aos fieis. Muitos dos que voltaram do exílio, já não entendiam o hebraico, uma vez que o seu idioma era agora o aramaico. Por isso, quando as Escrituras eram lidas em hebraico, um grupo de homens dedicados fazia a interpretação para o aramaico, de tal maneira que os fiéis pudessem compreendê-las e aplicá-las à sua vida. Deste modo, o povo se regozijou “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;porque entenderam as palavras que lhes fizeram saber&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”(8:12). A explicação era lógica, para que todos entendessem. O reavivamento não foi um apelo às emoções, mas um apelo ao entendimento.&lt;br /&gt;Citando o rev. Hernandes Dias Lopes, &lt;strong&gt;a pregação fiel das Escrituras atinge as&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;três áreas vitais da vida humana:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Atinge o intelecto (8:8).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; A pregação é dirigida à mente. O culto deve ser racional. Devemos apelar ao entendimento (8:2,3,8,12). O povo que conhece a Deus é forte e ativo (Dn 11:32).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Atinge a emoção (8:9-12).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Esse fato pode ser provado por duas reações do povo ao ouvir a exposição da Palavra:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;a) A primeira reação foi choro pelo pecado (8:9).&lt;/em&gt; A Palavra de Deus produz quebrantamento, arrependimento e choro pelo pecado. O verdadeiro conhecimento nos leva às lágrimas. Quanto mais perto de Deus você está, mais tem consciência de que é pecador e mais chora pelo pecado. O emocionalismo é inútil, mas a emoção produzida pelo entendimento é parte essencial do cristianismo. E impossível compreender a verdade sem ser tocado por ela.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;b) A segunda reação foi a alegria da restauração (8:10).&lt;/em&gt; As festas deviam ser celebradas com alegria (Dt 16:11,14). A alegria tem três aspectos importantes:&lt;strong&gt; (1)&lt;/strong&gt; Uma origem divina - "&lt;em&gt;A alegria do Senhor&lt;/em&gt;". Essa não é uma alegria circunstancial, momentânea, sentimental; é a alegria de Deus, indizível e cheia de glória.&lt;strong&gt; (2)&lt;/strong&gt; Um conteúdo bendito — Deus não é apenas a origem, mas o conteúdo dessa alegria. O povo regozija-se não apenas por causa de Deus, mas em Deus: Sua graça, Seu amor, Seus dons. É na presença de Deus que há plenitude de alegria. &lt;strong&gt;(3)&lt;/strong&gt; Um efeito glorioso — "&lt;em&gt;A alegria do Senhor é a nossa força&lt;/em&gt;"(8:10). Quem conhece essa alegria não olha para trás como a mulher de Ló. Quem bebe da fonte das delícias de Deus não vive cavando cisternas rotas. Quem bebe das delícias de Deus não sente saudades do Egito. Essa alegria é a nossa força. Foi essa alegria que Paulo e Silas sentiram na prisão. Essa é a alegria que os mártires sentiram na hora da morte. Era “a alegria do Senhor”. Aleluia!&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Atinge a vontade (8:11,12).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Isso pode ser provado por duas decisões tomadas pelo povo depois de ouvir a Palavra: Primeira, obediência a Deus (8:12). O povo obedeceu à voz de Deus e deixou o choro e começou a regozijar-se. Segunda, solidariedade ao próximo (8:12). O povo começou não apenas a alegrar-se em Deus, mas a manifestar seu amor ao próximo, enviando porções àqueles que nada tinham. Não podemos separar a dimensão vertical da horizontal no culto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Concluindo esta aula afirmamos que não há avivamento autêntico e genuíno sem que se recorra às Escrituras. Qualquer movimento espiritual que dispense o estudo das Escrituras, que dispense a meditação na Palavra do Senhor, que se faça de reuniões onde há muita oração, muito louvor, muito sobrenaturalismo, muito “reteté” e nenhuma ou pouquíssima exposição da Palavra de Deus é algo que não tem origem em Deus e que não pode produzir vida espiritual alguma. Para que tenhamos um verdadeiro avivamento, para que nos santifiquemos e nos tornemos fortes espiritualmente, é mister que sejamos iluminados e a única luz que existe é a Palavra de Deus (Sl 119:105). Portanto, se quisermos igrejas avivadas, comecemos pela Palavra de Deus. Sem ela, não pode haver avivamento.&lt;br /&gt;---------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração:&lt;/strong&gt; Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular(Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 48.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon - CPAD&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA&lt;br /&gt;Hernandes Dias Lopes – Neemias -o líder que restaurou uma naç&lt;/em&gt;ão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-4033410433815599590?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/4033410433815599590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/aula-06-neemias-lidera-um-genuino.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/4033410433815599590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/4033410433815599590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/aula-06-neemias-lidera-um-genuino.html' title='Aula 06 - NEEMIAS LIDERA UM GENUINO AVIVAMENTO'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-7457138376045115840</id><published>2011-10-29T07:27:00.000-07:00</published><updated>2011-10-29T07:32:11.645-07:00</updated><title type='text'>"HALLOWEEN", O "DIA DE TODOS OS SANTOS" E O "DIA DE FINADOS, O QUE ISTO TEM EM COMUM?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em 43 d.C., os romanos dominaram os celtas e governaram sobre a Grã-Bretanha por cerca de 400 anos. Assim, os conquistadores passaram a conviver com os rituais dos celtas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante séculos, a Igreja Católica Romana celebrava "O Dia de Todos os Mártires" em 13 de maio. O papa Gregório III (papado de 731-741), porém, dedicou a Capela de São Pedro, em Roma, a "todos os santos" no dia 1º de novembro. Assim, em 837, o papa Gregório IV introduziu a festa de "Todos os Santos" no calendário romano, tornando universal a sua celebração em 1º de novembro. A partir de então deixou-se de celebrar o "Dia dos Mártires" em maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Inglaterra medieval esse festival católico ficou conhecido como "All Hallows Day" ("Dia de Todos os Santos"). A noite anterior ao 1º de novembro era chamada "Hallows Evening", abreviada "Hallows’ Eve" e, posteriormente, "Halloween".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais de um século após instituir o "Dia de Todos os Santos", a Igreja Católica, através da sua Abadia de Cluny, na França, determinou que o melhor dia para se comemorar o "Dia dos Mortos" era logo após o "Dia de Todos os Santos". Assim, ficou estabelecido o "Dia de Finados" no dia 2 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para a Igreja Católica, a noite de "Halloween", o "Dia de Todos os Santos" e o "Dia de Finados" são uma só sequência e celebram coisas parecidas – a honra e a alma dos mortos! O catolicismo tenta fazer o "cristianismo" e o paganismo andarem de mãos dadas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O profeta Isaías nos adverte: "&lt;em&gt;Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva" &lt;/em&gt;(Isaías 8.19-20). Meu querido leitor, a opção é sua: consultar aqueles que tagarelam e consultam mortos e adivinhos ou confiar no que diz a Lei do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Bíblia é clara na opção que devemos seguir: &lt;em&gt;"Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus" (Deuteronômio&lt;/em&gt; 18.10-13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus nos livre do mal. Amém!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----&lt;br /&gt;Extraído do endereço:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.chamada.com.br/mensagens/happy_halloween.html"&gt;http://www.chamada.com.br/mensagens/happy_halloween.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-7457138376045115840?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/7457138376045115840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/halloween-o-dia-de-todos-os-santos-e-o.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7457138376045115840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7457138376045115840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/halloween-o-dia-de-todos-os-santos-e-o.html' title='&quot;HALLOWEEN&quot;, O &quot;DIA DE TODOS OS SANTOS&quot; E O &quot;DIA DE FINADOS, O QUE ISTO TEM EM COMUM?'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-2667690786743037234</id><published>2011-10-29T07:22:00.000-07:00</published><updated>2011-10-29T07:26:42.456-07:00</updated><title type='text'>"OS FATOS SOBRE HALLOWEEN"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No dia 31 de outubro muitas pessoas irão participar de festas de "Halloween", popularmente chamado de "Dia das Bruxas" no Brasil. Mas essa festa aparentemente inocente tem estreita ligação com práticas ocultistas, mesmo que muitos não percebam isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua origem data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao "deus da morte" ou ao"senhor da morte" em 31 de outubro. Isso acontecia na cerimônia "Samhain" durante o festival de inverno, na qual eram oferecidos sacrifícios humanos. Essa prática ancestral foi sofrendo alterações com o passar do tempo. A Igreja Católica posteriormente tentou cristianizar o "Samhain ", declarando o1º de novembro como o Dia de Todos os Santos e o 2 de novembro com o Dia de Finados, sendo que em ambas as datas os mortos eram lembrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos essa festa é muito comum e tem forte apelo comercial, sendo também tema de vários filmes de horror. A imagem de crianças vestidas com fantasias "engraçadinhas" de bruxas, fantasmas e duendes, pedindo por doces e dizendo "gostosuras ou travessuras". Há algum tempo, o Brasil tem se deixado influenciar por muitos aspectos que não fazem parte de sua cultura e tem celebrado essa festa em escolas, clubes e até em shopping centers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dessa realidade, devemos nos questionar: Halloween está relacionado às práticas ocultistas modernas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que hoje em dia Halloween seja comemorado de uma maneira inocente por muitos jovens, ele é levado a sério pela maioria das bruxas, membros do movimento neo-pagão e ocultistas em geral. Antes de continuarmos, devemos destacar que a associação histórica e contemporânea do Halloween com o ocultismo causaram uma espécie de "efeito híbrido" na maior parte da sociedade, de modo que a comemoração do Halloween não é, necessariamente, uma prática totalmente inocente. Ao ler vários relatos sobre o Halloween, pode-se ficar impressionado com o grande número de práticas de superstições e de adivinhação envolvidas com ele. Algumas das superstições e todas as práticas estão relacionadas com o ocultismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preocupante o quanto as superstições podem controlar ou dirigir a vida de uma pessoa de maneiras terríveis. Mais ainda, as verdadeiras práticas de adivinhação sempre trazem conseqüências. Na verdade, desde as décadas finais do século dezenove, o Halloween tem sido lembrado como um período "para se usar amuletos, lançar maldições e se fazer adivinhações"[1]. Como já dissemos, isso está relacionado aos antigos druidas, pois o "Samhain" marcava o início de ano novo, o que resultou num interesse em adivinhações e previsões sobre o que o próximo ano traria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem do Halloween data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao "deus da morte" ou ao"senhor da morte" em 31 de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Halloween se cria (e ainda á assim em certos lugares) que seguir um ritual em particular pode fazer com que a imagem do seu futuro cônjuge apareça atrás de você: "Muitas crenças surgiram sobre como invocar a imagem do futuro esposo ou esposa de alguém. As garotas criam que caso alguém ficasse diante do espelho, comendo uma maçã, à meia-noite, a imagem de seu futuro esposo apareceria de repente diante dela. Se nenhuma imagem aparecesse, isso significava que a garota ficaria solteirona".[2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sul dos Estados Unidos há um costume baseado na crença dos druidas de que o desespero de uma vítima de sacrifício humano podia revelar previsões para o futuro. "Punha-se fogo numa tigela com álcool, e atirava-se no fogo ‘oferendas’ tais como figos, cascas de laranja, passas, castanhas e tâmaras envoltas em papel alumínio. A garota que tirasse a melhor das oferendas do meio do fogo iria conhecer seu futuro esposo dentro de um ano".[3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação com tais atividades pode ser vista na seguinte declaração do Livro Americano dos Dias (American Book of Days): "Vários meios de adivinhação do futuro eram usados no Halloween e os resultados eram aceitos com toda seriedade"[4]. Em outras palavras, quando estamos lidando com tentativas sérias de adivinhar o futuro – seja em relação ao futuro em geral, ao futuro cônjuge, ou sobre a vida e a morte - as conseqüências na vida das pessoas podem ser muito maiores do que simples brincadeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia outras práticas ocultistas estão presentes no Halloween. Em New Orleans o "Museu do Vodu apresenta normalmente um ritual de Halloween no qual as pessoas podem ver rituais de vodu reais"[5]. Na cidade de Salem, estado de Massachusetts, um festival de Halloween acontece de 13 a 31 de outubro incluindo uma mostra de parapsicologia. [6]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na bruxaria moderna o Halloween também é considerado uma noite especial. Um livro conhecido sobre o movimento neo-pagão relata o seguinte sobre esses dias importantes de celebração da bruxaria: "As grandes cerimônias de sabbat são: o ‘Samhain’ (Halloween), o Ano-Novo celta (nesses dias acredita-se que os portais entre os mundos estão enfraquecidos, e então ocorrem contatos com os ancestrais), ‘Oimelc’ (1º de fevereiro, festival da purificação de inverno)... ‘Beltane’ (1º de maio, o grande festival da fertilidade)... diferentes linhas da bruxaria... tratam esses festivais de maneiras diversas. Mas quase todas as linhas celebram pelo menos o ‘Semhain’ e o ‘Beltane’"[7]. Algumas bruxas tiram o dia de folga de seu trabalho para comemorarem essa data especial para elas, enquanto outras chegaram a tentar o fechamento das escolas para a comemoração desse grande sabbat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos grupos satânicos também consideram o Halloween uma noite especial, em parte porque ele "tornou-se o único dia do ano em que se acredita que o diabo possa ser invocado para revelar os futuros casamentos, problemas de saúde, morte, colheitas e o que acontecerá no próximo ano"[8]. Na verdade a bruxaria e o satanismo têm certas semelhanças [9]. Mesmo que sejam coisas distintas, e mesmo que se dê legitimidade às declarações do movimento neo-pagão que desdenha o satanismo, devemos lembrar o claro ensino bíblico de que o diabo é a fonte de poder por trás da bruxaria e de todas as formas de ocultismo[10]. A ex-bruxa Doreen Irvine declara: "a bruxaria negra não está distante do satanismo... Praticantes da bruxaria negra têm um grande poder e não devem ser subestimados... Eles podem até exumar covas recentes e oferecer os corpos em sacrifício à Satanás".[11]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na bruxaria moderna o Halloween também é considerado uma noite especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso tudo, o costume de pedir balas e doces fantasiados de bruxas, vampiros, fantasmas, etc., que é comum nessa festa, está relacionado com os espíritos dos mortos na tradição pagã e até católica. Por exemplo, para os antigos druidas "os espíritos que se acreditava andarem de casa em casa eram recepcionados com uma mesa farta para um banquete. No final da refeição, os habitantes da cidade fantasiados e com máscaras representando as almas dos mortos iam em procissão até os limites da cidade para guiar os fantasmas para fora".[12] As máscaras e fantasias usadas no Halloween podem ser relacionadas também com a tentativa de certas pessoas de se esconderem para não serem vistas participando de cerimônias pagãs ou ,como no xamanismo e em outras formas de animismo, mudar a identidade de quem as usa para que possa se comunicar com o mundo espiritual. As fantasias podem ser usadas também para afugentar espíritos maus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de fazermos essas considerações sobre o assunto, tendo em vista que o Halloween está associado a práticas de bruxaria e ocultismo, devemos analisar qual deve ser nossa atitude em relação a essa festa, que mesmo sendo vista secularmente como um passatempo tem implicações sérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos nos perguntar: Que princípios bíblicos devem ser usados para discernir esse assunto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Escrituras nos dizem que o homem espiritual julga todas as coisas e que no futuro irá também julgar os anjos. Então somos competentes o suficiente para julgar assuntos triviais agora (1 Coríntios 2,15; 6.3). Se julgarmos todas as coisas e retermos o que é bom, abstendo-nos de toda forma de mal, estaremos cumprindo com nossa obrigação (1 Tessalonicenses 5.21,22). Então vamos examinar esse assunto para chegarmos a uma posição bíblica sobre o Halloween.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se na celebração de Halloween existem atividades envolvendo práticas genuinamente ocultistas, as Escrituras são claras em afirmar que devem ser evitadas. Tanto o Antigo como o Novo Testamento fazem referência às práticas de bruxaria, encantamentos, espiritismo, contatos com os mortos, adivinhações e assim por diante – e todas essas coisas estão potencialmente ligadas ao Halloween.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus" (Levítico 19.31).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;"&lt;em&gt;Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; ... Porque estas nações que hás de possuir ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR, teu Deus, não permitiu tal coisa" (&lt;/em&gt;Deuteronômio 18.10,11,14) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se na celebração de Halloween existem atividades envolvendo práticas genuinamente ocultistas, as Escrituras são claras em afirmar que devem ser evitadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"[Rei Manassés de Judá] queimou seus filhos como oferta no vale do filho de Hinom, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o SENHOR, para o provocar à ira&lt;/em&gt;" (2 Crônicas 33.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nenhum lugar na Bíblia vemos essas coisas como sendo aceitáveis diante de Deus. À luz desses versículos, ninguém pode argumentar logicamente que a Bíblia apóia tais práticas. (John Ankerberg e John Weldon - &lt;a href="http://www.chamada.com.br/"&gt;http://www.chamada.com.br&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Notas&lt;br /&gt;1. Becky Stevens Cordello, Celebrations (Butterick Publishing, 1977) p.112.&lt;br /&gt;2. Joseph Gaer, Holidays Around the World (Boston: Little Brown &amp;amp; Co, 1955) pp. 155-156.&lt;br /&gt;3. George William Douglas, The American Book of Days p.543&lt;br /&gt;4. Douglas p.539&lt;br /&gt;5. Sue Ellen Thompson and Barbara W. Carlson, Holidays, Festivals and celebrations of the World Dictionary (Detroit, MI: Omnigraphics Inc, 1994) p.132&lt;br /&gt;6. Jennifer DeCoursey "Monster Events for Marketers" Advertising Age, Oct, 16, 1995, pp.1,40., p.41&lt;br /&gt;7. Margot Adler, Drawing Down the Moon: Witches, Druids, Goddess-worshipers and other Pagans in America Today (New York: The Viking Press, 1979) P.108.&lt;br /&gt;8. Father Andy Costello, "Sin is a Boomerang" U.S. Catholic, Nov 1992, p.38&lt;br /&gt;9. A ênfase é divergente, das bruxas na natureza e do satanismo em Satanás, existem também certas diferenças nos rituais, etc. Essas divergências não podem ofuscar as semelhanças quanto ao poder, desenvolvimento parapsicológico, visão anti-cristã do mundo, uso de espíritos, uso do mal, e assim por diante.&lt;br /&gt;10. Qualquer estudo bíblico sério sobre demonologia revelará que Satanás é o poder por trás das falsas religiões, da bruxaria, da idolatria e do ocultismo.&lt;br /&gt;11. Doreen Irvine, Freed from Witchcraft (Nashville: Thomas Nelson, 1973) pp. 94-95.&lt;br /&gt;12. Robert J. Myers Celebrations: The Complete Book of American Holidays (Garden city, new York: Doubleday &amp;amp; Co. 1972, p.259&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.chamada.com.br/mensagens/halloween.html"&gt;http://www.chamada.com.br/mensagens/halloween.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-2667690786743037234?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/2667690786743037234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/os-fatos-sobre-halloween.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2667690786743037234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2667690786743037234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/os-fatos-sobre-halloween.html' title='&quot;OS FATOS SOBRE HALLOWEEN&quot;'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-2543989232192334163</id><published>2011-10-27T09:49:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T09:52:54.476-07:00</updated><title type='text'>VATICANO EXIGE A CRIAÇÃO DE UMA AUTORIDADE PÚBLICA MUNDIAL QUE SE ATENHA "AOS PRINCÍPIOS DE SOLIDARIEDADE"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mateus 13:14 – “....&lt;em&gt; (quem lê, entenda)....&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Vaticano pediu nesta segunda-feira[dia 24/10/2011] uma reforma urgente do sistema financeiro e a criação de uma autoridade pública mundial que tenha poder e competência universal e se atenha "aos princípios de auxílio e solidariedade". O pedido está no documento "Por uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública com competência universal", apresentado pelo cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz.&lt;br /&gt;No documento, o Vaticano também defende a taxação de transações financeiras. A Santa Sé assegura que o liberalismo econômico "sem regras e sem controles" é uma das causas da atual crise econômica e denuncia a existência de mercados financeiros fundamentalmente especulativos, prejudiciais para a economia real, especialmente em países mais fracos.&lt;br /&gt;No texto de 41 páginas, o Vaticano diz que a economia mundial está cada vez mais dominada pelo utilitarismo e materialismo e caracterizada por uma expansão excessiva do crédito e de bolhas especulativas que geraram crise de solvência e confiança. O documento se inspira na encíclica de Bento XVI "Caritas in veritate" (Caridade na verdade), e defende que a atual crise financeira pôs em evidência comportamentos egoístas e de cobiça coletiva.&lt;br /&gt;Para o Vaticano, a raiz da crise não é somente de natureza econômica e financeira, mas sobretudo de natureza moral. Já sobre a Autoridade Pública Mundial, o Vaticano afirma que seria necessária por causa da crescente interdependência entre os estados. Ela não poderia ser imposta pela força, mas deveria ser expressão de um acordo livre e compartilhado.&lt;br /&gt;O documento também ressalta a necessidade de reformar o sistema monetário internacional e criar um organismo "que atue como um Banco Central Mundial", para regular o fluxo e o sistema dos intercâmbios monetários. Segundo o texto, o &lt;a href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/recursos-do-fmi-nao-sao-suficientes-para-fazer-frente-a-crise/n1597281936803.html"&gt;Fundo Monetário Internacional perdeu sua capacidade de garantir a estabilidade das finanças mundiais&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Já sobre a taxação às transações financeiras, o Vaticano sugere "alíquotas equitativas que contribuam na criação de uma reserva mundial, para sustentar a economia dos países afetados pela crise e a reparação de seus sistemas monetários e financeiros". No documento, o Vaticano assinala que os estados devem ceder de forma gradual e equilibrada uma parte de suas atribuições nacionais a uma Autoridade Mundial.&lt;br /&gt;"Hoje se vê como surrealista e anacrônico que um estado considere que pode conseguir de maneira autárquica o bem de seus cidadãos. A globalização está unificando os povos, levando-os a um novo 'estado de direito' em nível supranacional, a um novo modelo de sociedade internacional mais unida, respeitosa com a identidade de cada povo", assinalou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/vaticano-pede-reformas-no-sistema-financeiro/n1597314999734.html"&gt;http://economia.ig.com.br/criseeconomica/vaticano-pede-reformas-no-sistema-financeiro/n1597314999734.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A MANIFESTAÇÃO DO ANTICRISTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Filhinhos é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos; por onde conhecemos que é já a última hora.(...) E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que está já no mundo&lt;/em&gt;” (1João 2:18; 4:3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Todas as nações,&lt;/strong&gt; com exceção de Israel, pertencem a um sistema mundial de governo que tem como característica principal a rebelião contra Deus, a tentativa de estabelecer um modo de vida independente de Deus. A comunidade única pós-dilúvio foi destruída por causa deste sentimento.Esta rebeldia tem se perpetuado ao longo da história da humanidade e atingirá o seu máximo esplendor mediante o governo do Anticristo, esta personagem que é anunciada nas Escrituras como sendo o mais ímpio e iníquo governante que já houve sobre a Terra e cuja manifestação coincidirá com o início do juízo de Deus sobre o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A manifestação do anticristo&lt;/strong&gt; está relacionado com o Arrebatamento da Igreja e a Grande Tribulação. Sendo nós pré-tribulacionistas, cremos que a manifestação do Anticristo acontecerá logo após o Arrebatamento da Igreja. Buscamos esta certeza no ensino de Paulo, quando diz: ”E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”(2Ts 2:6-8). Vejamos uma pequena análise deste texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;&lt;strong&gt;E agora, vós sabeis o que o detém&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;...”. O mundo pode ser comparado a uma grande represa. Existe um poder que detém a força das águas, existe uma sólida e inquebrável barreira que não permite a ação livre e desenfreada de Satanás. Ele, pela sua influência “agita as águas”, mas não pode fazer com que elas se transformem numa grande e tempestuosa corrente arrastando tudo para o mar da eternidade e para a perdição eterna. É certo, contudo, que essa barreira que contém a fúria das águas, não será destruída pelo inimigo, mas, será removida, de acordo com o plano divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Somente há um que, agora, resiste&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. Para resistir o poder de Satanás, e é ele que irá ungir o Anticristo, tem que ser alguém maior e mais forte do que ele. Este alguém, para nós, não é outro, senão, o Espírito Santo, que tem em si mesmo a Onipotência. Ele, o Espírito Santo é aquele que “agora, resiste”. Há quem sustente ser a Igreja, porém, podemos afirmar que a Igreja, sem o Espírito Santo, não tem nenhum poder, em si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;&lt;strong&gt;E, então, será revelado o iníquo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. Este “iníquo” que será revelado não é outro senão o próprio Anticristo, aquele que “cuidará em mudar os tempos e a lei”(Dn 7:25). A expressão “iníquo” está ligado à iniquidade, ao desrespeito às leis. Ele estará acima das leis, será senhor absoluto, sem qualquer reconhecimento aos direitos individuais e à equidade. Paulo, referindo-se ao Anticristo, diz: “...esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça...”(2Ts 2:9-10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO ANTICRISTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Será um grande líder mundial, apresentando-se como se fosse Deus(Dn 11:36; 2Ts 2:3,4); será um orador famoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será um personagem habilitado pelo diabo para operar o mal numa escala jamais vista ou imaginada. Ele será pior que Nero, Stalin, Hitler e Mussolini; ele não se submeterá a Deus e nem aos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será um cientista em política, suas mãos manusearão as forças do invisível. Será um mago nas finanças, um gênio militar. Os homens sentir-se-ão orgulhosos em estar sob o seu comando(Dn 7:20; Ez 28:3; Ap 6:2; 13:4; 17:17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A DOUTRINA DO ANTICRISTO&lt;br /&gt;A doutrina do anticristo&lt;/strong&gt; terá como tônica não o amor, mas a força, o poder. O anticristo mostrará a sua suposta deidade através de poder, sinais e prodígios de mentira. Assim agindo e ensinando, o anticristo, que, assim como o falso profeta, fará maravilhas e sinais diante de todos os homens, conquistarão a esmagadora maioria dos homens, que passarão a adorar o anticristo em função dos sinais e maravilhas realizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A doutrina do anticristo&lt;/strong&gt; promoverá a idolatria e a sensualidade. As práticas idolátricas dos pagãos serão restabelecidas. O anticristo será adorado, mas, a exemplo do que ocorria na Roma antiga, não será proibida a adoração a outros deuses e a outras divindades, nem muito menos cerceada qualquer prática ocultista, que, ao revés, será incentivada, pois, como sabemos, a missão do anticristo é substituir Deus pelo diabo como objeto de adoração. Nesta recuperação de práticas pagãs, certamente ressurgirá a prostituição cultual e todas as práticas sexuais que acompanhavam os rituais dos antigos deuses da fertilidade, o que será considerado natural, já que, naqueles dias, a doutrina do anticristo defenderá a libertinagem sexual e a promiscuidade, vez que a moral das Escrituras Sagradas será considerada ultrapassada e negadora da própria humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A doutrina do anticristo&lt;/strong&gt; defenderá que o homem é o centro do universo, que todos os homens são pequenos deuses e têm condição de evoluir, a partir do instante em que seguem os exemplos dos “espíritos iluminados”, dos “espíritos mais adiantados”. Esta ideia, que hoje é propagandeada pela Nova Era, é o cerne, a essência da doutrina do anticristo. Este “humanismo” nada mais é que o desejo que o diabo já incutiu na mente do primeiro casal(Gn 3:4,5): a falsa proposta de o homem ser igual a Deus e, nesta busca, tornar-se escravo do diabo. O anticristo defenderá esta ideia, pois, diz-nos a Bíblia, levantar-se-á contra tudo o que se refere a Deus(2Ts 2:4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O anticristo se apossará do templo de Jerusalém&lt;/strong&gt; e o transformará em um local de culto à sua pessoa. Entrará no templo, será adorado como um deus(2Ts 2:4), sentar-se-á num trono para ser adorado e, depois, ali deixará a sua imagem(Ap 13:15), que será continuamente adorada a partir de então. Jerusalém transformar-se-á num centro de adoração do anticristo e, com este gesto, o anticristo quererá destruir a religião judaica, assimilando-a à religião mundial por ele criada. Este gesto será, sem dúvida, uma demonstração de vitória desta religião mundial, porquanto Jerusalém é uma cidade considerada sagrada pelas três maiores religiões monoteístas do mundo (judaísmo, cristianismo e islamismo).&lt;br /&gt;Como consequência deste gesto, os sacrifícios que tinham sido retomados pelos judeus no templo serão interrompidos (Dn 9:27) e, uma vez mais, os judeus ficarão privados de sua vida religiosa completa. Será, então, o instante em que se iniciará a violenta perseguição do anticristo contra os judeus e o desejo de sua completa destruição da face da Terra. Mas será mesmo em Jerusalém, quando Israel estiver a ponto de ser totalmente dizimado, que o Senhor Jesus voltará triunfantemente, para libertar Israel e estabelecer o milênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O SEU FIM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No auge da sua atuação e poderio absoluto e arbitrário, Jesus voltará com poder e grande glória(Mt 24:30; Ap 19:11-18). Então, Ele destruirá o Anticristo pelo “assopro da sua boca” e o “&lt;em&gt;aniquilará pelo esplendor da sua vinda&lt;/em&gt;”. O intento principal do Anticristo é a destruição de Israel, mas será salvo miraculosamente por Jesus Cristo(Zc 12:9; 14:2-5). O Senhor o lançará no Inferno, juntamente com o falso profeta. Neste momento o inferno será inaugurado. O inferno está vinculado ao julgamento dos ímpios e, portanto, somente será inaugurado quando do início deste julgamento, o que se dará a partir do final da Grande Tribulação, quando ali serão lançados vivos o Anticristo e o Falso Profeta (Ap 19:20), seguindo-se-lhes, mil anos depois, o diabo e seus anjos (Ap 20:10) e, posteriormente, os homens que forem condenados no juízo final (Ap 20:15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“…&lt;em&gt; A fera do mal vai chegar, em breve aderida será, mas nós aguardamos novo céu e uma nova terra, em breve com Jesus deixaremos a terra. A Igreja sobre o mal triunfará&lt;/em&gt;” (João Batista SILVÉRIO. O milênio. Faixa 1. Grupo Shalom Especial15 anos. CD. GSCD 1.005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-2543989232192334163?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/2543989232192334163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/vaticano-exige-criacao-de-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2543989232192334163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/2543989232192334163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/vaticano-exige-criacao-de-uma.html' title='VATICANO EXIGE A CRIAÇÃO DE UMA AUTORIDADE PÚBLICA MUNDIAL QUE SE ATENHA &quot;AOS PRINCÍPIOS DE SOLIDARIEDADE&quot;'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-5309271597497122276</id><published>2011-10-25T18:28:00.000-07:00</published><updated>2011-10-25T18:49:39.050-07:00</updated><title type='text'>A OBRA FOI CONCLUIDA, E AGORA O QUE FAZER?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Neemias 7:1-73&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Sucedeu mais que, depois que o muro fora edificado, eu levantei as portas; e foram estabelecidos os porteiros, e os cantores, e os levitas.&lt;br /&gt;2. Eu nomeei a Hanani, meu irmão, e a Hananias, maioral da fortaleza, sobre Jerusalém, porque era homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos;&lt;br /&gt;3. e disse-lhes: Não se abram as portas de Jerusalém até que o sol aqueça; e, enquanto assistirem ali, fechem as portas, e, vós, trancai-as; e ponham-se guardas dos moradores de Jerusalém, cada um na sua guarda e cada um diante da sua casa.&lt;br /&gt;4. E era a cidade larga de espaço e grande, porém pouco povo havia dentro dela; e ainda as casas não estavam edificadas.&lt;br /&gt;5. Então, o meu Deus me pôs no coração que ajuntasse os nobres, e os magistrados, e o povo, para registrar as genealogias. E achei o livro da genealogia dos que subiram primeiro e assim achei escrito nele:&lt;br /&gt;6. Estes são os filhos da província, que subiram do cativeiro, os transportados, que transportara Nabucodonosor, rei de Babilônia; e voltaram para Jerusalém e para Judá, cada um para a sua cidade;&lt;br /&gt;7. os quais vieram com Zorobabel, Jesua, Neemias, Azarias, Raamias, Naamani, Mardoqueu, Bilsã, Misperete, Bigvai, Neum e Baaná...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tão logo os muros e as portas ficaram prontos e depois de estabelecidos os porteiros, os cantores e os levitas em seus postos, Neemias entregou a administração da cidade a seu irmão &lt;em&gt;&lt;strong&gt;HANANI&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;HANANIAS,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ambos homens espirituais e capazes de assumir aquela responsabilidade.&lt;br /&gt;O principio bíblico na escolha de obreiros para a obra de Deus é o de indicar aqueles que são perseverantes na fidelidade a Deus e à sua Palavra e que demonstram um santo temor quanto a evitar o pecado e suas consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Agora, a Cidade precisa de Proteção (Ne 7:1-4).&lt;/strong&gt; Para proteger a cidade contra os adversários que a rodeavam, Neemias tomou algumas medidas práticas. Essas medidas são princípios para nós ainda hoje:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Colocou as pessoas certas nos lugares certos (7:2).&lt;/strong&gt; Neemias era o governador, um homem de grande tino administrativo. Ele conseguiu tirar a cidade dos escombros, mesmo sob fortes pressões externas e internas num tempo recorde. Agora que os muros estão levantados, é preciso proteger a cidade. Neemias precisa fazer nomeações. Quais são os critérios que ele vai usar? Que tipo de gente ele vai nomear? Neemias nomeia dois homens pela dignidade do caráter bem como pela grande competência.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Escolheu homens que buscavam os interesses dos outros mais do que os seus próprios (7:2)&lt;/strong&gt;. Hanani era irmão de Neemias. Ele voltou com os exilados na época de Esdras. Ao perceber a ruína de Jerusalém, ele vai a Susã encontrar-se com Neemias. Ele é a ponte entre o caos da cidade e a sua restauração. Ele leva a Neemias o retrato da cidade: falta de proteção, falta de justiça, pobreza e opróbrio. Hanani era um homem corajoso e abnegado. Havia uma cerrada oposição ao redor e um decreto do rei contrário à reconstrução da cidade (Ed 4.16). Ele expõe sua própria vida, porque é um homem que pensa nos outros mais do que em si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Escolheu homens que tinham valores absolutos (7:2).&lt;/strong&gt; Hananias tinha três características: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Primeiro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, ele era um homem fiel a Deus - &lt;em&gt;"...temente a Deus&lt;/em&gt;" - e com o espírito muito semelhante ao de Neemias. Quem teme a Deus não teme os perigos nem os desafios, não vive atrás de elogios nem se desanima por causa das críticas, não se corrompe nem busca holofotes. Havia fortes pressões internas e externas e só um homem temente a Deus podia cuidar da cidade. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Segundo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, ele era um homem fiel aos seus irmãos -"&lt;em&gt;Hananias era homem fiel.&lt;/em&gt;..". Ele tinha valores absolutos; não se deixava corromper; era homem íntegro, honesto, digno de confiança. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Terceiro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, ele era um homem experimentado - “... &lt;em&gt;e Hananias, maioral do castelo, sobre Jerusalém".&lt;/em&gt; Hananias já tinha demonstrado fidelidade nas pequenas coisas. Ele podia comandar porque tinha aprendido também a obedecer. Ele foi graduado na escola da humildade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d) Tomou medidas firmes para proteger a Cidade de Deus.&lt;/strong&gt; Três expedientes foram tomados por Neemias: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Primeiro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, cuidou das portas (7:3). Não adianta ter muros levantados se não vigiarmos as portas. Por elas as pessoas entram e saem. Devemos ser guardiões da cidade de Deus. O apóstolo Paulo exortou os presbíteros de Éfeso a se acautelarem a respeito dos lobos que querem entrar e dos homens pervertidos que querem sair arrastando consigo os discípulos (At 20:29,30). &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Segundo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, protegeu os muros (7:3). Mesmo depois de trancadas as portas, os guardas precisavam proteger a cidade como sentinelas sobre os muros (Is 62:6,7). Os ladrões não passam pelas portas. Eles são salteadores (João 10:1). &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Terceiro,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; pôs vigia na Cidade (7:3). Os vigias deviam guardar a cidade, defronte da sua casa. Cada um precisa velar pela sua própria família. Devemos tomar conta dos nossos porque, do contrário, não podemos tomar conta da Igreja de Deus (1Tm 3:5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Agora, a Cidade precisa Crescer (7:4-69).&lt;/strong&gt; Não bastam boas e sólidas estruturas físicas, a cidade agora precisa crescer. A cidade era espaçosa, mas havia poucos moradores. Jerusalém parecia uma cidade fantasma. Os espaços vazios na cidade facilitavam emboscadas do inimigo. Havia muito espaço em Jerusalém. A cidade de Deus agora precisava crescer.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Mas não a qualquer preço (7:4).&lt;/strong&gt; Neemias procurava novos moradores para a cidade, mas não convinha permitir a entrada de pessoas não genuinamente judias. Neemias faz um censo. O povo não é apenas uma grande multidão, mas uma assembleia de adoradores. Eles são o povo de Deus, uma geração santa, que vive para adorar a Deus. Mas eles devem adorar a Deus de acordo com os princípios da Palavra de Deus. A adoração era a razão de ser de Jerusalém e não os muros ou as casas. Deus e não o homem deveria ser o centro da cidade.&lt;br /&gt;O pragmatismo com a sua numerolatria está em voga hoje. Muitos pregadores abandonaram a pregação bíblica para alcançar um número maior de pessoas. Pregam o que o povo quer ouvir e não o que ele precisa ouvir. Pregam para agradar e não para conduzir ao arrependimento. Pregam sobre cura e prosperidade e não sobre salvação. Desta forma, multidões estão entrando para a igreja sem conversão. A Palavra de Deus tem sido deixada de lado para atrair as pessoas e isso é um mal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Mas não sem organização (7:5-69).&lt;/strong&gt; Neemias demonstra grande organização e zelo. Ele divide as 42.360 pessoas por famílias, lugares e profissões. O crescimento não pode ser desordenado. &lt;strong&gt;Como, então, ele foi feito? &lt;em&gt;Primeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; por famílias (7:5-24); essa lista representa os chefes de clãs regionais, antigos chefes do povo&lt;em&gt;&lt;strong&gt;. Segundo,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; por cidades (7.25-38); os filhos de Gibeom, de Belém, de Anatote, de Bete-Azmavete, etc, até os filhos de Jericó. Vemos aqui como cada cidade deu os seus varões ilustres para o serviço da nação. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Terceiro,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; por lista de sacerdotes (7:39-42); Israel tinha um profundo respeito e cuidado com os ancestrais. A linha sacerdotal desde que instituída por Moisés ainda mantinha-se intacta. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quarto,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; por lista de levitas (7;43-45); apenas 341 levitas regressaram a Judá, quando o número deveria ser de milhares. Esdras registra o seu empenho para trazer os levitas (Esdras 8;15-20). Entre os levitas estavam os cantores e os porteiros.&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Quinto&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, por lista dos servidores do templo (7;46-56); esses cuidavam dos tesouros do Templo, no que concernia o sustento dos sacerdotes. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sexto&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, por lista dos servidores de Salomão (7:57-60); eram usados em serviços seculares e pesados, como rachadores de lenha, puxadores de água.&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Finalmente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, por lista dos que perderam a linhagem (7:61-65); foram considerados imundos e não puderam exercer o sacerdócio.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Pela participação de cada um de acordo com a sua função (7:5-69).&lt;/strong&gt; Cada um devia exercer o seu trabalho de acordo com o chamado de Deus, de acordo com sua vocação: os sacerdotes, os levitas, os servidores do Templo, os servos de Salomão. Cada um conhecia a sua vocação e desempenhava o seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O crescimento da Igreja exige a participação de todos&lt;/strong&gt;. Todos são importantes. Neemias tanto chama pelo nome os líderes, os sacerdotes, quanto também os servos. Cada um de nós tem um trabalho especial a realizar para o crescimento da Igreja. Os dons são diversos, mas o corpo é o mesmo. Há uma diversidade de dons, mas uma unidade de propósito. Nesse projeto, somos parceiros e não rivais. Trabalhamos todos para a glória de Deus e a expansão do seu Reino.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d) Mas não sem o sacrifício dos princípios bíblicos (7:64).&lt;/strong&gt; Neemias compreendia que o sacerdócio não podia ser exercido por alguém que não fosse da descendência de Arão: "[...] nenhum estranho, que não for da descendência de Arão, se chegue para acender incenso perante o Senhor; para que não seja como Coré e o seu grupo, como o Senhor tinha dito a Moisés" (Nm 16:40). Se o sacerdócio estiver corrupto, sua influência finalmente destruirá a fibra moral e espiritual do povo. Um sacerdócio puro é fundamental se o povo quer ter um relacionamento correto com Deus. Neemias era governado por princípios bíblicos. Foram os princípios bíblicos que o livraram dos laços de uma falsa profecia; agora são os princípios bíblicos que o livram de corromper o sacerdócio.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isso tem uma profunda aplicação hoje.&lt;/strong&gt; Muitos pastores não podem provar que pertencem ao povo de Deus. Nem todos os de Israel são verdadeiros israelitas. Muitos daqueles que sobem aos púlpitos evangélicos não dão prova de novo nascimento. Alguns deles estão comprometidos com falsas doutrinas. Destilam não o néctar da verdade, mas alimentam o povo com o absinto da heterodoxia e a palha de doutrinas de homens. Outros ainda espalham a partir das cátedras e dos púlpitos o mais letal veneno da heresia, pisoteando a verdade e devorando como lobos o rebanho. Esses náufragos na fé, mentores de enganos, casam-se com falsas doutrinas e corrompem o sacerdócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A conduta de Neemias nos ensina alguns princípios importantes: Primeiro, é necessário treinar pessoas para exercera liderança; Hanani e Hananias eram homens que aprenderam com Neemias e foram fiéis a ele, por isso estavam preparados para ocupar postos de liderança no meio do povo de Deus. Segundo, precisamos de líderes abertos à direção de Deus (7:5); Neemias era um homem de oração e também um homem da Palavra, por isso podia discernir com clareza a orientação de Deus na sua vida. Terceiro, precisamos de uma liderança espiritual adequada; não abra mão dos princípios de Deus; não relativize as Escrituras; não aceite o ministério de um sacerdócio ilegítimo. Amém!&lt;br /&gt;-------&lt;br /&gt;A maior parte desta postagem foi adaptada do Livro “Neemias – O líder que restaurou uma nação”(Rev. Hernandes Dais Lopes. Hagnos).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-5309271597497122276?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/5309271597497122276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/obra-foi-concluida-e-agora-o-que-fazer.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5309271597497122276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/5309271597497122276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/obra-foi-concluida-e-agora-o-que-fazer.html' title='A OBRA FOI CONCLUIDA, E AGORA O QUE FAZER?'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-7619657302244749264</id><published>2011-10-23T09:17:00.000-07:00</published><updated>2011-10-23T09:29:04.432-07:00</updated><title type='text'>Aula 05 - A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Neemias 6:1-9&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?”(&lt;/em&gt;Ne 6:3b)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A reconstrução dos muros de Jerusalém provocou forte reação dos inimigos. Eles usaram todos os meios possíveis, inclusive a conspiração, a fim de paralisar a Obra de Deus. Eles fizeram acusação falsas, subornaram falsos profetas para impressionar (6:10), infiltraram espiões no meio dos trabalhadores (6:19), armaram ciladas para fazer mal a Neemias(6:2); em fim, fizeram de tudo para impedir a reforma da cidade. Porem, Neeemias não se deixou intimidar pela fúria dos inimigos, pois sabia que a Obra era de Deus. A liderança sempre tem um custo; o caminho da liderança não é uma estrada aplainada por comodidade nem forrada de tapetes vermelhos. O líder, muitas vezes, é alvo de contradições, orquestrações e sórdida perseguição; não importa quão íntegro seja um líder, ele será perseguido. Na esfera da Igreja isso acontece, também, e com muita mais frequência. O cristianismo não é um paraíso de férias; aqui não é o Céu; aqui há lutas constantes, por isso precisamos trabalhar de olhos bem abertos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. A FALSIDADE DOS ADVERSARIOS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Sucedeu mais que, ouvindo Sambalate, Tobias, Gesém, o arábio, e o resto dos nossos inimigos que eu tinha edificado o muro e que nele já não havia brecha alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as portas nos portais. Sambalate e Gesém enviaram a dizer: Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal.”&lt;/em&gt;(Ne 6:1,2).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Os muros foram levantados.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Conquanto os muros estivessem levantados, as portas ainda não tinham sido restauradas. Desta feita, a cidade ainda estava vulnerável. As portas vazias e abertas eram a última esperança do inimigo em deixar a obra no meio do caminho. No afã de impedir a conclusão da Obra, os inimigos se aliam contra o povo de Deus com incansável persistência e diferente táticas e estratégias. &lt;strong&gt;Vejamos algumas estratégias do inimigo para paralisar a obra de Deus. Foram muitas, mas citaremos apenas três&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) O inimigo tentou distrair os obreiros (6:2).&lt;/strong&gt; O inimigo não desiste, ele ainda dá a sua última cartada. Ele faz um plano para distrair os obreiros e desviá-los da obra no meio do caminho. O diabo ataca de maneira especial aqueles que estão na metade do caminho. O meio do caminho é um lugar perigoso. O inimigo tem alcançado grandes vitórias, fazendo muitos obreiros parar no meio da obra. Quantos que depois de fazer grande parte da obra caem nas ciladas do diabo e fazem o jogo do inimigo! Por isso, continue avançando, trabalhando. [1]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) O inimigo procurou dialogar com os obreiros (6:2).&lt;/strong&gt; O inimigo nunca é tão perigoso como quando parece amigável e chama você para um diálogo. A sutileza da serpente é mais perigosa do que o rugido do leão. Os inimigos agora querem conversar com Neemias. O problema de Neemias é que esses inimigos tinham aliados dentro de Jerusalém, tanto na classe dos nobres quanto na classe dos sacerdotes. Uma das artimanhas mais sutis do adversário é infiltrar-se no meio do povo de Deus e conquistar aliados em seu meio. Neemias, porém, não dialogou com o inimigo. Jesus também não dialogou com o diabo. Jesus não nos mandou dialogar, mas pregar. Identificação é viver onde as outras pessoas vivem, não como elas vivem. Jesus se identificou, mas não transigiu. O diabo tentou dialogar com Jesus, mas Ele nunca sentou com o diabo numa mesa de conferência. [1]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) O inimigo intentou fazer mal aos obreiros&lt;/strong&gt; - “&lt;em&gt;Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal&lt;/em&gt;”(6:2). Os inimigos queriam se encontrar com Neemias num lugar muito distante de Jerusalém: no vale do Ono, que ficava na fronteira de Samaria e Asdode. Visto que essa região era hostil a Neemias (4:7), o plano cheirava traição. Eles tramaram uma espécie de cambalacho para matarem Neemias. Porém, Neemias compreendeu que o propósito dos inimigos não era um tratado de paz. Eles queriam fazer mal a ele, queriam matá-lo. Um dos projetos do inimigo é paralisar a obra, fazendo mal aos obreiros, pois destruindo os obreiros, a obra fica estagnada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O discernimento espiritual&lt;/strong&gt; foi a arma de defesa usada por Neemias contra esse novo ataque dos inimigos. Ele discerniu que por trás de tamanha camaradagem, havia uma intenção maligna. Precisamos vigiar e estar apercebidos. Precisamos discernir tanto o rugido do inimigo, quanto sua voz mansa e sedutora.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;2. A resposta sábia e firme de Neemias.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Neemias manteve-se firme no seu objetivo de reconstruir os muros, não permitindo que nem amigos, nem inimigos desviassem a sua atenção da obra, até que a terminasse. Ele respondeu a Sambalate, com sabedoria e firmeza, da seguinte forma: “&lt;em&gt;E enviei-lhes mensageiros a dizer: Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco? E da mesma maneira enviaram a mim quatro vezes; e da mesma maneira lhes respondi&lt;/em&gt;”(Ne 6:3,4). Uma grande visão, unida a uma fé inabalável, leva a efeito a realização do propósito de Deus para nossa vida e para nossa geração.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esta resposta de Neemias nos remete a três importantes lições:&lt;br /&gt;a) Ele não perdeu o foco de sua missão&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Estou fazendo uma grande obra&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. Neemias sabia a importância do que estava fazendo. Quantas vezes os obreiros de Deus se deixam seduzir por coisas menores, por vantagens do mundo e abandonam o seu posto. Os líderes autênticos colocam as coisas mais importantes em primeiro lugar. Eles enxergam todas as coisas, mas se concentram nas coisas importantes. Eles investem seu tempo naquilo que traz o maior retorno. &lt;strong&gt;Charles Spurgeon&lt;/strong&gt; dizia para os seus alunos: "&lt;em&gt;Filhos, se a rainha da Inglaterra vos convidar para serdes embaixadores em qualquer lugar do mundo, não vos rebaixeis de posto, deixando de serdes embaixadores do Céu”.&lt;/em&gt; Hoje, vemos muitos pastores deixando o ministério para serem vereadores, deputados ou senadores da República. Trocam o seu direito de primogenitura por um prato de lentilhas. Isso é um equívoco e uma troca infeliz. Muito embora a vocação civil também seja uma sacrossanta vocação, aquele que Deus chamou para o ministério não deve desviar sua atenção com outros afazeres, ainda que dentre os mais nobres.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;b) Ele foi previdente&lt;/strong&gt; – “[...] de modo que não poderei descer&lt;/em&gt;”(Ne 6:3). Neemias sabia que a intenção do inimigo era fazer-lhe mal (6:2). O vale de Ono localizava-se a aproximadamente 32 quilômetros a nordeste de Jerusalém. Se Sambalate e Gesém conseguissem convencer Neemias a encontrá-los ali, poderiam fazê-lo cair em uma emboscada pelo caminho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ir ao vale de Ono significava descer&lt;/strong&gt;, pois Jerusalém estava edificada sobre um monte. O inimigo quer que nós desçamos e que desistamos do plano de Deus em nossas vidas; pode acreditar nisso. Mas o desafio é continuar, nunca descer, nunca ceder, jamais retroceder. &lt;strong&gt;Quando o Senhor Jesus estava pregado na cruz, os escribas e sacerdotes zombavam dEle e diziam&lt;/strong&gt;: “&lt;em&gt;Desça agora da cruz o Cristo, o rei de Israel, para que vejamos e creiamos&lt;/em&gt;…”. Mas Jesus não desceu, porque estava fazendo a grande Obra que redundaria em nossa salvação. Pouco tempo depois Ele disse: “&lt;em&gt;Está consumado&lt;/em&gt;”, isto é, a Obra que vim realizar está pronta, o plano da salvação do mundo está feito.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Neemias e Jesus não desceram&lt;/strong&gt;, para que nós todos que amamos a Deus possamos prosseguir firmes na esperança de estarmos com Ele para sempre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas, nem todos se comportam assim&lt;/strong&gt;; tendem a descer, mesmo que alguém os alerte do perigo que lhe poderá incorrer. Foi o caso de &lt;strong&gt;Sansão, ele desceu&lt;/strong&gt;; &lt;strong&gt;desceu para Gaza&lt;/strong&gt;. Gaza simboliza lugar de conflito, de perigo, de decadência; é um lugar onde somos tentados a fazer aquilo que sabemos que não devemos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Descer para Gaza foi uma decisão errada que Sansão tomou&lt;/strong&gt;. Agindo assim, entrou em decadência espiritual, perdeu a comunhão com Deus. &lt;strong&gt;Agindo assim&lt;/strong&gt;, perdeu a visão; um líder sem visão não conquista, por que não sabe onde anda, nem aonde quer chegar. &lt;strong&gt;Agindo assim&lt;/strong&gt;, Sansão perdeu a liberdade; ele foi levado à fortaleza do inimigo, amarrado (Juízes 16:21); isso significa liderança completamente anulada; o líder autêntico não pode ter seu ministério anulado, amarrado. Sanção perdeu completamente a posição que Deus tinha dado a ele. O diabo está interessado em que você perca aquilo que Deus lhe concedeu. &lt;strong&gt;A pergunta de Dalila ecoa até hoje&lt;/strong&gt;: em que consiste a sua grande força? Sansão não protegeu seu segredo, não preservou o poder que estava nele, agiu como se não precisasse mais de Deus.&lt;br /&gt;Portanto, quando o inimigo da obra de Deus quiser fazer acordo tenhamos cuidado, sejamos previdentes, diga para ele que não pode descer; dê-lhe uma resposta firme e contundente como a de Neemias: “&lt;em&gt;Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?”(&lt;/em&gt;Ne 6:3).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Ele não perdeu tempo com o inimigo&lt;/strong&gt; – &lt;em&gt;“por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?”&lt;/em&gt; (6:3). Neemias não desperdiçou tempo com o inimigo; investiu todo o seu tempo fazendo a obra. O obreiro de Deus precisa saber três coisas importantes: Primeiro, saber que está fazendo uma grande obra. Você está envolvido numa obra de consequências eternas; você é cooperador de Deus; você está trabalhando na implantação do Reino de Deus. Os reinos deste mundo vão cair, mas o Reino vai durar para sempre. Segundo, saber que a obra requer atenção exclusiva. Neemias diz que não pode parar; o que está fazendo não só é grande, mas vital e sumamente importante. Terceiro, saber que a obra é prioritária; logo, não há tempo a perder. Neemias não vai deixar o que é mais importante e urgente para atender a algo de menor valor. Um soldado não pode se distrair com negócios deste mundo. Quem coloca a mão no arado, não pode olhar para trás. [1]&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Infelizmente, hoje, muitas igrejas estão perdendo o foco&lt;/strong&gt;, estão descendo da sua posição espiritual para o vale do movimento emergente liberal, que trata questões como aborto e homossexualismo como demandas culturais, ao invés de práticas pecaminosas(ler Lv 18:32; 20:13). Além disso, em muitas igrejas locais, “pecados como o adultério, roubo e subornos são vergonhosamente tolerados”. Isso mostra que essas igrejas estão de fato “descendo ao vale de Ono”, estão fazendo acordo com o inimigo (Satanás).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É imperioso que o líder cristão tenha um comportamento diferente do que não é cristão&lt;/strong&gt;, pois somente o cristão genuíno está a se conduzir conforme a vontade de Deus, conforme a regra determinada por Deus. Não é possível que alguém seja considerado verdadeiro servo de Deus se não tiver este comportamento diferente, pois somos um povo separado e de boas obras (1Pe 2:9; Tt 2:11-14). É somente através deste comportamento que poderemos levar os homens a glorificar a Deus (Mt 5:13-16).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. SUBORNO E A FALSA PROFECIA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“&lt;em&gt;E, entrando eu em casa de Semaías, filho de Delaías, o filho de Meetabel (que estava encerrado), disse ele: Vamos juntamente à Casa de Deus, ao meio do templo, e fechemos as portas do templo; porque virão matar-te; sim, de noite virão matar-te. Porém eu disse: Um homem, como eu, fugiria? E quem há, como eu, que entre no templo e viva? De maneira nenhuma entrarei. E conheci que eis que não era Deus quem o enviara; mas essa profecia falou contra mim, porquanto &lt;strong&gt;Tobias e Sambalate o subornaram&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;"(Ne 6:10-12).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Profeta a serviço do inimigo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O pior inimigo é aquele que se esconde atrás da religião, aquele que se diz nosso irmão, que é profeta (falso profeta, claro), e vem disfarçado com palavras lisonjeiras e com propostas sedutoras, como estas do falso profeta Semaias. O inimigo de Neemias, agora, está trajado com vestes sacerdotais; ele não está mais do lado de fora, mas dentro dos muros. Os muros foram levantados, mas o inimigo ficou do lado de dentro dos muros. Ele não tem mais a cara de um demônio, mas de um santo. Ele não parece mais um ímpio blasfemo, mas um sacerdote piedoso. Quando o diabo fica piedoso e esconde seus dentes de leão, é melhor você se precaver. Cuidado com os lobos vestidos com pele de ovelha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agora, o inimigo usa o falso profeta para:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;a) A sedução teológica.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O inimigo não desiste, sua arma agora é a sedução teológica, a mais perigosa e sutil das tentações; porque advém de pessoas que estão infiltradas em nosso meio, que se dizem “profetas”, que demonstram conhecer a Bíblia. O diabo conhece a Bíblia, mas ele a torce e a usa para seduzir, para tentar; &lt;strong&gt;foi assim com Eva no Éden;&lt;/strong&gt; foi assim que ele conseguiu interromper a jornada espiritual de muitas pessoas. Ele queria interromper a Obra de Jesus, só que se deu mal, muito mal. O primeiro livro dos reis de Israel registra um episódio em que um profeta foi capaz de rejeitar riquezas e glórias por fidelidade a Deus, mas não conseguiu escapar da sedução teológica. Ele morreu porque acreditou que o profeta velho que lhe falava em nome de Deus era verdadeiramente um enviado de Deus (1Rs 13:1-32).&lt;br /&gt;Já que o inimigo não conseguiu levar Neemias à mesa do diálogo, quer agora trancá-lo dentro do Templo. Só que o conhecimento bíblico de Neemias o salva! Ele percebe que Semaías é um falso profeta porque a sua mensagem não era coerente com as Escrituras (Dt 13:1-5). Na verdade, Semaías queria que Neemias cometesse o pecado da profanação. Ele queria corromper Neemias, sugerindo a ele um pecado espiritual: esconder-se no Templo, mesmo não sendo um sacerdote (cf Nm 18:7). &lt;strong&gt;O rei Uzias ficou leproso por desrespeitar o Templo&lt;/strong&gt; (2Cr 26:16). Se Neemias tivesse se trancado no Templo, possivelmente teria perdido sua vida, sua honra e sua causa. Se Neemias tivesse atendido a essa falsa profecia, teria incorrido no desagrado de Deus e caído na desaprovação do povo. Sua liderança estaria arruinada, e estariam todos vendidos ao inimigo.&lt;br /&gt;Esse tipo de traição a Deus e ao seu reino, por falsos crentes, que se dizem profetas, é uma das piores aflições que os fiéis servos de Deus, às vezes, tem que suportar (ver At 20:28-31; 2Co 11:26). Muitos obreiros têm se desviado da sua fidelidade a Deus porque dão ouvidos àqueles que falam em nome de Deus, mas torcem as Escrituras. Falam em nome de Deus, mas estão a serviço do inimigo usando a Bíblia para tentar e não para edificar.[1]&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;b) A falsa profecia para impressionar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; – &lt;em&gt;“...virão matar-te&lt;/em&gt;”. O falso profeta faz ameaças assustadoras. E ainda coloca um tom de urgência, de gravidade, de pressa: “sim, de noite virão matar-te”(Ne 6:10). A principal arma do diabo é a mentira. Ele amedronta as pessoas. Ele intimida os fracos. Ele faz ameaças assustadoras. Muitos, por não conhecerem a Deus, vivem amedrontados pelo diabo. Quem teme a Deus não tem medo do inimigo. Neemias temia a Deus, por isso nunca se acovardou diante das bravatas do inimigo (5:15).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;c) A falsa profecia para obter lucro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; – “&lt;em&gt;mas essa profecia falou contra mim, porquanto Tobias e Sambalate o subornaram”(&lt;/em&gt;6:12). Muitos profetas de Jerusalém falavam mentiras para se locupletarem; Semaias era um deles. Ele deixa de ser boca de Deus para ser arauto de Satanás. Em vez de pregar a Palavra, ele usa a Palavra para ganhar dinheiro e enganar. Ele prostituiu o seu ministério e vendeu sua consciência. Há muitas pessoas, hoje, profetizando em nome de Deus, guiando os indoutos com sonhos, visões e revelações em desacordo com as Escrituras. São falsos profetas que nunca foram enviados por Deus, que torcem a Palavra de Deus e fazem errar os imprudentes. Não são poucos os ministros que têm mercadejado a Palavra de Deus numa volta vergonhosa às indulgências da Idade Média. &lt;em&gt;Há pastores que inescrupulosamente têm feito da igreja uma empresa familiar, do púlpito um balcão de comércio, do templo uma praça de barganha, do evangelho um produto e dos crentes consumidores&lt;/em&gt;.[1]&lt;br /&gt;Aqueles que torcem a Palavra de Deus, negando sua inerrância e suficiência e usando-a para fins lucrativos, são falsos profetas. Precisamos nos acautelar, pois Deus está contra eles(ver Ez 13:17-23).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Nobres ao lado dos adversários.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; “&lt;em&gt;Também, naqueles dias, alguns nobres de Judá escreveram muitas cartas, que iam para Tobias, e as cartas de Tobias vinham para eles&lt;/em&gt;”(Ne 6:17). Conforme este texto, os nobres foram desleais, pois estavam mantendo boas relações com os inimigos do povo, escrevendo e recebendo cartas de Tobias; eles queriam desestabilizar Neemias e amedrontar o povo. Todavia, Neemias sabia que o principal objetivo das cartas era amedrontá-lo(6:19). Além de desleais e traidores, os nobres eram, também, delatores (6:19), pois se tornaram espiões e informaram os inimigos acerca de Neemias. Tobias sabia de tudo o que estava acontecendo. O muro estava pronto, mas eles queriam agora destruir o líder do povo de Deus. “Neemias, porém, agindo sempre com muita prudência, não se perturbava, pois conhecia os ardis do inimigo da Obra de Deus”. Assim devemos proceder.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Os falsos profetas de hoje.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Nestes tempos pós-modernos, muitas igrejas locais estão proliferadas de obreiros corrompidos e distanciados da verdade, como os falsos profetas e profetizas da época de Neemias(Ne 6:14); e o crente precisa estar informado sobre este fato. Jesus adverte que nem toda pessoa que professa a Cristo é um crente verdadeiro e que, hoje, nem todo escritor evangélico, missionário, pastor, evangelista, professor, diácono e outros obreiros são aquilo que dizem ser. Muitos desses obreiros “exteriormente pareceis justos aos homens”(Mt 23:28); aparecem “vestidos como ovelhas”(Mt 7:15); podem até ter uma mensagem firmemente baseada na Palavra de Deus e expor altos padrões de retidão; poderão realizar milagres, ter grande sucesso e multidões de seguidores(ver Mt 7:21-23); 24;11,24; 2Co 11:13-15). Todavia, esses homens são semelhantes aos falsos profetas dos tempos antigos (ver Dt 13:3; 1Rs 18:40; Ne 6:12; Jr 14:14; Os 4:15), e aos fariseus do Novo Testamento, cujas vidas eram “cheias de iniquidade e de hipocrisia”(Mt 23:28). Que o Senhor, por sua misericórdia, levante homens e mulheres aptos a defender a Igreja contra os falsos profetas desses últimos dias (Mt 24:11,24; 2Pe 2:1).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. A CONCLUSÃO DA OBRA&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Termina a construção do muro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Depois de muita oração, jejum, planejamento, trabalho, pressões de fora e ataques de dentro, ouve-se o&lt;strong&gt; hino da vitória triunfal&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;"Acabou-se, pois, o muro aos vinte e cinco dias do mês de Elul, em cinqüenta e dois dias"(&lt;/em&gt;Ne 6:16). Elul é o sexto mês do calendário judaico, correspondente a última metade de agosto e a primeira metade de setembro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essa foi uma vitória da determinação e da singeleza de propósito.&lt;/strong&gt; A construção dos muros terminou: porque Deus estava com o seu povo(Ne 2:20;4:15,20); porque o povo tinha um dirigente corajoso, dedicado e decidido, Neemias, que dependia exclusivamente de Deus como sua proteção e fonte de poder(Ne 5:14-19; 6:3,9); porque o povo se dispôs a trabalhar(Ne 4:6) e a seguir seu líder, dedicando-se com denodo à tarefa, até completá-la. Sem esforço não há grandes realizações para Deus.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Os inimigos temeram.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A conclusão dos muros foi um golpe evidentemente duro na moral dos inimigos de Judá. O verso 16 do capítulo 6 traz uma descrição interessante de como Deus agiu em prol do construtor após os muros terem sido reconstruídos: "E sucedeu que, ouvindo-o todos os nossos inimigos, temeram todos os gentios que havia em roda de nós, e abateram-se muito em seus próprios olhos, porque reconheceram que o nosso Deus fizera esta obra". Deus não apenas abençoara a obra feita por ele, mas colocou um grande abatimento nos inimigos de Israel.&lt;br /&gt;Neemias podia atrair para si os louros da vitória; podia aproveitar o momento para se promover aos olhos do povo. Mas ele reconhece aquilo que até os inimigos são obrigados a confessar: a conclusão da obra é resultado da intervenção de Deus(6:16). A força é de Deus, o livramento vem de Deus e a glória deve ser dada a Deus.[1]&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Não desista.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Neemias resistiu a todas as investidas do inimigo, porque sabia que a Obra era de Deus e que Ele não o abandonaria. Não espere tempos calmos para fazer a obra. Termine o que Deus lhe confiou apesar dos problemas e dos inimigos. Não desista! Entretanto, depois da vitória, não podemos baixar as armas. O muro está concluído, mas a luta continua. Paulo diz: "[...] e depois de vencerdes tudo, permanecei inabaláveis" (Ef 6:13).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSAO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Neemias triunfou sobre os inimigos e tirou a sua nação do opróbrio por três marcas: Primeira, seu caráter. O que Neemias era diante de Deus o firmou como líder diante do povo. A vida do líder é a sua maior arma e o nome do líder é o seu maior patrimônio. Quando se perde o caráter, sacrificam-se ideais, transige-se com a verdade e busca-se as vantagens a qualquer preço. Segunda, sua coragem. Neemias não tinha medo de morrer, só tinha medo de pecar. Nada, nem ninguém o demovia de sua determinação porque sua coragem o ajudou a transformar problemas em oportunidades e provações abertas em triunfos pessoais. Terceira, sua confiança. Ele enfrentou toda a oposição porque tinha consciência do seu chamado e convicção de que Deus estava do seu lado naquela empreitada. Sua confiança em Deus livrou-o de ser uma estrela ou de viver debaixo das botas do inimigo.[1] Tem você confiado inteiramente em Deus? Este é o segredo da vitória: obedecer a Deus e nEle confiar inteiramente. “E em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, SENHOR, nunca desamparaste os que te buscam”(Sl 9:10). “Uns confiam em carros, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do SENHOR, nosso Deus”(Sl 20:7).[1]&lt;br /&gt;--------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaboração&lt;/strong&gt;: Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;William Macdonald – Comentário Bíblico popular(Novo Testamento).&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo Pentecostal.&lt;br /&gt;Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal&lt;br /&gt;Revista Ensinador Cristão – nº 48.&lt;br /&gt;O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.&lt;br /&gt;Comentário Bíblico Beacon - CPAD&lt;br /&gt;Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA&lt;br /&gt;[1] Hernandes Dias Lopes – Neemias -o líder que restaurou uma nação&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/472175410970965868-7619657302244749264?l=luloure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luloure.blogspot.com/feeds/7619657302244749264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/aula-05-conspiracao-dos-inimigos-contra.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7619657302244749264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/472175410970965868/posts/default/7619657302244749264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luloure.blogspot.com/2011/10/aula-05-conspiracao-dos-inimigos-contra.html' title='Aula 05 - A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS'/><author><name>Luciano de Paula Lourenço</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03030268175504076474</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_eJp4RJ1c55Y/TOG5pvbBLhI/AAAAAAAAAEw/DCJdXRw9CKU/S220/DSC08104rt.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-472175410970965868.post-7697940729779489521</id><published>2011-10-16T12:35:00.000-07:00</published><updated>2011-10-16T12:50:27.389-07:00</updated><title type='text'>Aula 04 - COMO ENFRENTAR A OPOSIÇÃO À OBRA DE DEUS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto Básico: Neemias 4:1-9&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Porém nós oramos ao nosso Deus e pusemos uma guarda contra eles, de dia e de noite, por causa deles&lt;/em&gt;”(Ne 4:1-9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Durante todo o período de reconstrução, Neemias e o povo enfrentaram situações de oposição: quando Neemias teve permissão e recursos para voltar para Jerusalém, a oposição ficou profundamente perturbada (Ne 2:9,10); quando o povo declarou sua intenção de reconstruir os muros, a oposição zombou dele e o desprezou (2:18,19); quando o povo de fato começou a reconstruir os muros, a oposição “ardeu em ira, e se indignou muito, e escarneceu dos judeus” (4:1); quando o povo continuou a reconstruir os muros, a oposição ficou muito irada e conspirou atacá-lo e criar confusão (4:6-8); e, por fim, quando o povo concluiu a reconstrução dos muros, a oposição fingiu aceitar, mas queria prejudicá-lo (6:1-9). Satanás não dá trégua! Durante toda a Obra de Deus ele vai fazer oposição; destruir faz parte da essência do seu caráter(ler João 10:10). Isto nos remete à realidade de que a vida cristã é uma guerra contínua; é uma batalha sem trégua. É impossível realizar a Obra de Deus sem oposição. Vejamos nesta aula quão variados foram os métodos do inimigo para tentar paralisar a obra e como Neemias reagiu a cada investida.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. OPOSIÇÃO FERRENHA&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sambalate&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (governador de Samaria), &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tobias&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (da nobreza dos amonitas) e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gesém &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(o árabe – possível rei de Quedar, segundo descobertas arqueológicas), tentaram de todas as maneiras tirar Neemias do projeto que estava comprometido. Todos estavam engajados na oposição à obra de Deus. Também, os arábios (sul), os amonitas e os asdoditas (4:7) se uniram a estes para se oporem ao povo de Deus. Houve uma orquestração maligna contra o povo de Deus.&lt;br /&gt;Além da pressão externa dos arábios, dos amonitas e dos asdonitas, houve momentos em que a imensidão da tarefa quase subjugou os judeus. Diante das enormes pilhas de escombros, a força e o entusiasmo do povo começaram a se esvaziar (4:10). Como não bastasse, os judeus que moravam fora de Jerusalém trouxeram notícias de um ataque iminente. Neemias rapidamente colocou o povo por detrás do muro e entregou armas aos trabalhadores, encorajando-os com as palavras: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;lembrai-vos do Senhor[...] e pelejai&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” (ler Ne 4:7-14).&lt;br /&gt;Ainda hoje, sempre que a Igreja de Deus se levanta para fazer a obra de Deus, o inferno se agita, o mundo se levanta e há uma conspiração contra ela de todas as forças aliadas. Diversas passagens bíblicas mostram que Satanás e seus demônios tentam impedir o avanço dos que são fiéis a Deus. Vamos citar apenas algumas:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Zc 3:1: &lt;em&gt;"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do Senhor e Satanás estava à mão direita dele, para se lhe opor&lt;/em&gt;".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Dn 10:12-13:&lt;/strong&gt; "&lt;em&gt;Então me disse: Não temas Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e por causa das tuas palavras é que eu vim. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias&lt;/em&gt; (...)".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* 1Ts 2:18:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;"Por isto quisemos ir até vós (pelo menos eu Paulo, não somente uma vez, mas duas), contudo Satanás nos barrou o caminho&lt;/em&gt;".&lt;br /&gt;Precisamos entender uma coisa: Satanás faz oposição à obra de Deus, mas seu poder para isto é limitado pelo próprio Senhor. Lembra-se da história de Jó? Deus permitia a ação do Diabo, mas sempre lhe determinava os limites.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. A ira dos adversários&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - “&lt;em&gt;E sucedeu que, ouvindo Sambalate que edificávamos o muro, &lt;strong&gt;ardeu em ira&lt;/strong&gt;, e se indignou muito&lt;/em&gt;...”(4:1). A restauração de Jerusalém provocou a ira dos adversários. Sambalate, o líder opositor, mobilizou seu exército e procurou incitar o povo contra os judeus (4:2; ler 4:7). Esses inimigos não queriam a restauração do povo de Deus. Enquanto Jerusalém estava debaixo de opróbrio, eles estavam calmos, mas bastou a disposição para a reforma e eles se agitaram e se levantaram com grandes insultos. Da mesma forma, hoje, os nossos inimigos não ficam sossegados quando alguém luta pela Igreja e se levanta para reconstruir a casa de Deus. Onde o povo de Deus busca restauração, avivamento, ocorre a fúria do inimigo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;2. A falsa acusação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;O que ouvindo Sambalate, o horonita, e Tobias, o servo amonita, e Gesém, o arábio, zombaram de nós, e desprezaram-nos, e disseram: Que é isso que fazeis? Quereis rebelar-vos contra o rei?”(&lt;/em&gt;Ne 2:19). Sambalate e Tobias rotularam a reconstrução dos muros de Jerusalém como uma rebelião contra o rei Artaxerxes e não uma reforma, provavelmente ameaçando denunciar os construtores como traidores. Mas Neemias tinha uma resposta para eles que revelava não apenas a sua própria determinação de realizar o trabalho até à sua conclusão, porém mais significativamente a sua fé em Deus, que tinha o poder de ajudá-lo a executar o trabalho para o qual o próprio Senhor o havia chamado.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. A resposta à insinuação caluniosa.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Neemias confiou em Deus, e recusou dar ouvidos às falsas acusações dos inimigos. Sempre prudente e sábio, respondeu-lhes: “&lt;em&gt;O Deus dos céus é o que nos fará prosperar; e nós, seus servos, nos levantaremos e edificaremos...”(&lt;/em&gt;Ne 2:20).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A confiança em Deus é o maior incentivo à obra&lt;/strong&gt;. Isso sugere poderosa proteção: "&lt;em&gt;O Deus dos céus..." (2:20). Isso sugere também providencial vitória&lt;/em&gt;: "[...] é quem nos fará prosperar[nos dará êxito –ARA]" (2:20). Quem confia em Deus não teme os adversários, não se rende diante de suas ameaças e falsas acusações.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sem a ajuda de Deus, o nosso trabalho é vão&lt;/strong&gt; - "&lt;em&gt;Se o Senhor não edificar a cidade, em vão trabalham os que a edificam&lt;/em&gt;" (Sl 127:1). A Obra de Deus é feita não por força nem por violência, mas pelo Espírito de Deus (Zc 4:6). Jesus disse: "Sem mim, nada podeis fazer" (João 15:5). Paulo pergunta: "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Rm 8:31). "Maior é aquele que está em nós do que aquele que está no mundo”(1João 4:4).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A vitória vem de Deus, mas nós precisamos empunhar as ferramentas de trabalho e as armas de combate&lt;/strong&gt;. É preciso se dispor e reedificar. A soberania de Deus não anula a responsabilidade humana. Neemias foi contundente diante da oposição: “... nos levantaremos e edificaremos...”.&lt;br /&gt;Quando o muro de Jerusalém foi terminado em cinquenta e dois dias, até mesmo os inimigos dos judeus tiveram de reconhecer que essa obra fora concluída com a ajuda de Deus (cf Ne 6:15,16). Deus sempre cumpre a sua parte quando os fiéis cumprem a sua, com fé perseverante.&lt;br /&gt;Aprendemos aqui que o verdadeiro líder não se deixa desencorajar por ataques pessoais injustos; o verdadeiro líder se preocupa com a causa em que está envolvido; o líder de Deus não se cansa enquanto não vê a obra das suas mãos concluída.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. O ESCÁRNIO DOS ADVERSÁRIOS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os inimigos usaram a ridicularização para tentar dissuadir o povo de realizar a obra de Deus. Usaram os meios mais diabólicos para causar desespero e desânimo no povo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1) Eles usaram a arma do escárnio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - “&lt;em&gt;E sucedeu que, ouvindo Sambalate que edificávamos o muro [...]&lt;strong&gt; escarneceu dos judeus&lt;/strong&gt;”&lt;/em&gt;(4:1). A obra de Deus sempre foi alvo de zombaria e escárnios. Constantemente, os féis de Deus enfrentam este tipo de agressão, pelo fato de, a cada dia, procurarem viver uma vida de retidão entre os que não conhecem a Deus. &lt;strong&gt;Podemos lembrar aqui alguns exemplos de escárnios e zombarias&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Escarneceram do próprio Senhor&lt;/strong&gt;. Jesus estava iniciando sua dolorosa caminhada rumo à cruz. “E, despindo-o, o cobriram com uma capa de escarlate. E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, em sua mão direita, uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus! E, cuspindo nele, tiraram-lhe a cana e batiam-lhe com ela na cabeça. E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado”(Mt 27:28-31).&lt;br /&gt;Satanás, usando pessoas, utiliza a zombaria para atacar o Senhor de maneira vil. O Senhor era de fato rei, porém seu reino não era terreno (João 18:36). Aproveitando a situação, o inimigo tentou humilhá-lo, através do escárnio e da violência! Contudo, o diabo não conseguiu afastá-lo de seu objetivo que foi a morte na cruz pelos nossos pecados. O "justo morreu pelos injustos, para levar-nos a Deus" (1Pe 3:18).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Escarneceram da palavra de Paulo&lt;/strong&gt; - “E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez”(At 17:32).&lt;br /&gt;Todos nós conhecemos o ardor missionário de Paulo. O contexto deste versículo nos mostra o apóstolo pregando no areópago, um centro de convenções na cidade de Atenas. Neste lugar, havia altares para os mais diversos deuses. Ali ele aproveitou o momento e, partir de um altar eregido ao "Deus desconhecido", mostrou-lhes o caminho da salvação. Porém quando fala sobre a questão da ressurreição dos mortos, o clima de curiosidade foi transformado num clima de zombaria! O desprezo tomou conta dos presentes, que não queriam mais ouvi-lo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Pedro e Judas nos falam dos escarnecedores dos últimos dias:&lt;br /&gt;2Pe 3:3:&lt;/strong&gt; “sabendo primeiro isto: que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jd 18:&lt;/strong&gt; “os quais vos diziam que, no último tempo, haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências”.&lt;br /&gt;Como povo do Deus vivo, não podemos perder de vista o fato de que sempre houve e sempre haverá escarnecedores da obra de Deus. Todavia, tanto Pedro, como Judas nos alertam que esta artimanha diabólica tenderá a crescer nos últimos dias. Estes escarnecedores terão um estilo próprio e escorados em suas tendências carnais pecaminosas, investirão contra os servos de Deus e sua obra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) Eles tentaram diminuir a auto-estima do povo de Deus, chamando-o de fraco&lt;/strong&gt; – &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“...Que fazem estes fracos judeus?”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (Ne 4:2). A força de um povo é constatada pelas suas atitudes que, na verdade, são reflexos da ação do seu líder, ou seja, a ação do líder determina a reação de um povo. Um líder fraco enfraquece a forte gente; um líder forte fortalece a fraca gente, e esta é uma realidade bíblica. Se Neemias tivesse demonstrado fraqueza naquele momento de escárnio e zombaria, o povo tinha recuado e a liderança de Neemias estaria arruinada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entre os pastores da Palestina contava-se uma historia interessante e autodidática&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;Certo pastor de ovelhas, no seu pastoreio diário, cumpria uma rotina de caminhada e, nesta caminhada, no inicio da tarde, chegava com suas ovelhas ao pasto que considerava ele ser o melhor, um extenso gramado a beira de um raso e calmo rio.&lt;br /&gt;Certo dia, ao analisar minuciosamente o comportamento do rebanho, percebeu que mesmo parecendo, ele não estava fazendo o
