DESCOBRINDO O NOVO TESTAMENTO
1CORINTIOS
e 2CORINTIOS
Texto
Básico: 1Co 12:12-17
“Eu
plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus”(1Co 3:6)
INTRODUÇÃO
Dando continuidade ao estudo
panorâmico do Novo Testamento, estudaremos nesta Aula as Epístolas de 1Corintios
e 2Corintios. Na terceira viagem missionária, o apóstolo Paulo escreveu a
primeira carta aos coríntios quando estava em Éfeso, onde ele trabalhou no
evangelho durante três anos. Depois de partir de Éfeso, ele mandou a segunda
carta da Macedônia (Atos 20:1-2; 2Coríntios 7:5-6). Enquanto a primeira Carta é
voltada, em boa parte, aos problemas específicos dos coríntios (questões de
doutrina e prática), a segunda Carta abre mais o coração de Paulo para mostrar
os seus sentimentos fortes em relação aos coríntios e, mais ainda, para com o
Senhor; é um livro extremamente rico pelo qual somos privilegiados para ver o
coração de uma das grandes personagens da história, o apóstolo Paulo.
I.
1CORINTIOS, DISCIPLINANDO PARA O CRESCIMENTO
A Primeira Epístola aos corintios
é o “livro de problemas”, visto que Paulo trata dos desafios (“Quanto a..”,
“Com respeito a..”, “A respeito de...”) enfrentados pela congregação na cidade
perversa de Corinto. Como tal, é um texto essencial para as igrejas repletas de
problemas dos dias de hoje. Divisões, antropocentrismo, imoralidade, disputas
judiciais, problemas conjugais, práticas questionáveis e diretrizes para o uso
dos dons espirituais são alguns dos temas discutidos pelo apóstolo nesta Carta.
Contudo, seria errado pensar que 1Corintios só fala de
problemas! Esta é a Epístola que contém o mais belo texto sobre o amor não
apenas na Bíblia, mas em toda a literatura: 1Corintios 13. Também traz os
ensinamentos maravilhosos acerca da ressurreição de Cristo e da nossa
ressurreição(cap.15), as regras para a ceia do Senhor(cap.11) e as instruções
para participar da oferta que estava sendo levantada(cap.16).
1. Cartas
à Acaia. Acaia, pequena região da Grécia, na
costa sul do golfo de Corinto, que por duas vezes deu nome ao pais inteiro. A
área era administrada juntamente com a Macedônia no início e, mesmo após sua
organização como província separada, é associada no uso comum à Macedônia(At
19:21; Rm 15:26; 1Ts 1:8). Corinto era sua capital. Cencréia e Atenas eram as
cidades principais da Acaia.
A carta de 1Corintios não foi
escrita exclusivamente para a igreja de Corinto, mas também para todos os
crentes espalhados pela província da Acaia que estavam ligados à igreja de
Corinto. Portanto, a igreja de Deus está em Corinto, está em toda a Acaia, está
em São Paulo, em Fortaleza, em Nova Iorque, em Londres, em Tóquio e em qualquer
lugar que houver um santo, ou seja, alguém chamado das trevas para a luz, da
escravidão para a liberdade e da perdição para a salvação. A igreja de Deus é
transcultural, interdenominacional e universal.
Corinto era uma cidade rica,
próspera, porém, entregue à idolatria e à imoralidade, pois seus habitantes
adoravam muitos deuses e tinham uma vida dissoluta. Isto nos ensina que nenhum
lugar da terra é tão imoral a ponto de ser impossível fundar ali uma
congregação pertencente a Deus.
2. Contexto histórico.
a) A cidade de Corinto. Corinto
situa-se no sul da Grécia, a oeste de Atenas. No tempo de Paulo, a cidade
ocupava posição estratégica junto às rotas comerciais da região. Não é de
admirar, portanto, que se tenham tornado um grande centro de comercio
internacional em um local de tráfego intenso. Graças à religião depravada de
seus habitantes, não demorou a se transformar em centro de imoralidade e
sinônimo de toda espécie de impureza e sensualidade. A reputação da cidade era
tão abjeta que seu nome deu origem ao verbo korinthiazomai, que
significa levar uma vida devassa.
O apóstolo Paulo visitou Corinto
pela primeira vez em sua segunda viagem missionária (At 18). A princípio,
trabalhou entre os judeus junto com Priscila e Áquila, que também
confeccionavam tendas. Quando a maioria dos judeus rejeitou sua mensagem, Paulo
se dirigiu aos gentios.
b) A fundação da Igreja. Paulo fundou
a igreja de Corinto, juntamente com Áquila e Priscila(ou Prisca – Atos 16:19) e
com sua equipe apostólica(At 18:5), quando da sua segunda viagem missionária,
durante seu ministério de dezoito meses nessa região. A igreja era composta de
judeus e gentios, mas o maior contingente de crentes era constituído de gentios
convertidos do paganismo. Depois da partida de Paulo de Corinto, surgiram
vários problemas da jovem igreja, que requereram sua autoridade e doutrina
apostólica, por carta e visitas pessoais.
c) A primeira Epístola aos
Coríntios. Cerca de três anos depois, quando ministrava em Éfeso,
Paulo recebeu uma carta de Corinto. A congregação enfrentava sérias
dificuldades e várias dúvidas práticas quanto à vida cristã. A primeira
Epístola aos Corintios foi escrita em resposta a essa Carta. Pelo que se
percebe no versículo onze do capitulo primeiro, Paulo havia sido informado das
contendas em Corinto pelos da casa de Cloe(1:11). Ao citar o nome de seus
informantes, Paulo define um importante princípio da conduta cristã: só devemos
passar adiante notícias sobre nossos irmãos em Cristo se estivermos dispostos a
ter nosso nome associado a tais informações. A aplicação desse princípio nos
dias de hoje evitaria grande parte das fofocas que contamina a igreja.
Paulo escreveu e destinou esta carta aos crentes da
igreja de Corinto, enquanto visitava Éfeso durante a sua terceira viagem
missionária(At 19:1;20:1). Corinto e Éfeso ficavam uma em frente à outra,
separadas pelo Mar Egeu. Paulo conhecia bem a igreja de Corinto porque havia
passado dezoito meses naquela cidade durante sua segunda viagem missionária(At
18:1-18). Naquele mesmo tempo, uma delegação da igreja coríntia visitou Paulo a
fim de pedir-lhe conselho para solução de conflitos(1Co 16:17). Paulo atendeu o
pedido e escreveu esta inspirada carta para edificação da igreja ao longo do
seu curso.
3. Conteúdo. O
conteúdo da Carta é determinado pelos tipos de problemas que apareceram em
Corinto. Muitos estudiosos têm sugerido que ela seja entendia como um tratamento
não sistemático baseado na distinção entre as questões que tinham sido
relatadas a Paulo(caps. 1-6), pelos “da casa de Cloe”(1Co 1: 1:11), e problemas
que os corintios tinham levantado na carta que enviaram ao apóstolo (caps.
7-16). Tal esboço nos fornece uma visão panorâmica valiosa.
Atrás da grande diversidade de questões abordadas nesta
Carta existem alguns problemas profundos e recorrentes. Desafios à autoridade
de Paulo, orgulho sobre a espiritualidade pessoal e, especialmente, a falta de
amor eram questões fundamentais que o apóstolo precisava tratar. Na medida em
que trata cada um dos temas, o apóstolo revela o seu ensino sobre doutrinas
importantes, incluindo a soberania de Deus, a natureza da Igreja, a
santificação e a ressurreição do corpo.
4. Esboço de 1Corintios.
I.
Introdução (1Co 1:1-9)
II.
Desordem na Igreja (1Co 1:10-6:20).
III.
Resposta apostólicas às perguntas da Igreja (1Co 7-14).
IV.
Paulo refuta a negação da ressurreição (1Co 15)
V.
Observações e saudações finais (1Co 16).
II.
2CORINTIOS, O VERDADEIRO MINISTÉRIO
A Segunda Carta aos Corintios
contém: uma defesa pessoal e comovente do apostolado de Paulo e seu ministério(2Co 1-7);
instruções que definem a teologia do Novo Testamento sobre a oferta(8-9); e uma
afirmação poderosa de sua autoridade apostólica(10-13).
1.
Contexto Histórico. Após ter escrito, de Éfeso, a primeira Epistola aos
corintios, Paulo sentiu a necessidade de fazer uma “visita dolorosa” a Corinto
e voltar. Dolorosa por causa das relações tensas entre Paulo e os crentes dali,
naquela época. Lucas não registra essa visita no livro de Atos. Entretanto, ela
pode ser deduzida dos trechos de 2Corintios 12:14 e 13:12, em que Paulo alude à
sua futura visita como a “terceira” que faria. A declaração constante em
2Corintios 2:1: “Isto deliberei por mim mesmo: não voltar a encontrar-me
convosco em tristeza”, subentende que houvera no passado uma visita dolorosa,
que dificilmente pode ser identificada com a primeira vez que Paulo esteve com
eles, levando o evangelho.
Paulo escreveu essa carta da
província da Macedônia(2Co 2:13; 7:5; 9:2), possivelmente em Filipos, no
decurso da sua terceira viagem missionária, logo depois que recebeu o relato
otimista de Tito após sua visita à igreja de Corinto. Segundo estudiosos, a
Epístola inteira foi completada em 56 d.C., provavelmente na segunda metade do
ano. Da Macedônia, Paulo foi a Corinto, onde passou o inverno de 56/57 d.C.,
supervisionou a obra da coleta e compôs a Epístola aos romanos.
Ao escrever esta Carta Paulo fala das suas aflições e da
necessidade da Igreja perdoar e restaurar o membro incestuosos que tumultuava a
congregação e liderava a oposição ao seu ministério em Corinto (2Co 2:6-11). De
igual modo Paulo falou sobre o levantamento da oferta para os pobres da Judéia,
ao mesmo tempo em que fez uma sólida defesa do seu apostolado.
A palavra chave desta Carta é consolo.
Ela está cheia, do começo ao fim, de
sofrimento que se transforma em júbilo, fraqueza que se transforma em força, e
derrota que se transforma em triunfo. A Epístola começa com consolo (2Co
1:3) e termina com consolo (2Co 13:11). No meio da epístola temos a razão para
o consolo(2Co 9:8). A fonte do consolo era esta gloriosa verdade: “A minha
graça de basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza”(2Co 12:9).
2.
Conteúdo. Esta Carta é a mais pessoal e autobiográfica do apóstolo
Paulo. Nela, o apóstolo conta suas lutas mais renhidas e suas aflições mais
agônicas. Nessa Carta, Paulo abre as cortinas da alma e mostra suas dores
íntimas e suas experiências mais arrebatadoras. O seu tema está definido da
seguinte forma: Consolar aqueles que se arrependeram por meio de suas
repreensões e correções na primeira epístola(2Co 1:1-2:17; 7:1-16);
instruir acerca do verdadeiro ministério cristão(2Co 3:1-6:18); ensinar a graça
no contribuir e dar instruções acerca de coletas para os santos pobres na
Judéia(8:1-9:15);defender seu apostolado(10:1-12:18) e advertir os
desobedientes(12:19-13:14). Também, Paulo aborda algumas verdades nessa
carta que não trata em nenhuma das outras cartas, como a doutrina da nova
aliança, o ministério da reconciliação, a habitação celeste, sua experiência de
arrebatamento e visão beatífica do céu e seu espinho na carne.
Alguém disse que esta Epístola é
muito mais teológica no conteúdo do que a primeira Epístola aos Corintios.
Vejamos mais alguns detalhes sobre o conteúodo desta
Segunda Epístoloa aos Coríntios:
a) Características
da Epistola. Quatro fatos principais
caracterizam esta Epístola: (1) É a mais autobiográfica das epístolas de Paulo.
Suas muitas referências pessoais são feitas com humildade, desculpas e até
mesmo constrangimento, mas foi necessário, tendo em vista a situação em
Corinto; (2) Ultrapassa todas as demais epístolas paulinas no que tange à
revelação da intensidade e profundidade do amor e cuidado de Paulo por seus
filhos espirituais; (3) Contém a mais completa teologia do Novo Testamento
sobre o sofrimento do crente(2Co 1:3-11;4:7-18;6:3-10;11:23-30;12:1-10), e de
igual modo, sobre a contribuição cristã(ver cap 8 a 9); (4) Termos-chave, tais
como fraqueza, aflições, lágrimas, perigos, tribulação, sofrimento, consolação,
vanglória, verdade, ministério e glória, destacam o conteúdo incomparável da
Epistola de 2Corintios.
b) A
carta tem um caráter pessoal. Como foi
dito acima, esta Segunda Epístola aos Corintios é a mais autobiográfica das
cartas do apóstolo Paulo e, portanto, possui uma marca bastante pessoal. Muitos estudiosos afirmam que mais do que qualquer outra
epístola de Paulo, 2Corintios permite-nos sondar os sentimentos íntimos do
apóstolo sobre si mesmo, sobre seu ministério apostólico e sobre seu
relacionamento com as igrejas que fundava e nutria. Nenhum outro livro do Novo
Testamento retrata uma angústia emocional física e espiritual com tanta
profundidade e amplitude. Ao ler esta Epístola, temos a sensação de nos
aproximar mais do coração de Paulo do que em seus outros escritos. Sentimos um
pouco do tremendo entusiasmo do apóstolo pela obra do Senhor. Entrevemos a
excelência do maior de todos os chamados. Lemos com admiração silenciosa a
longa lista de sofrimentos que ele suportou. Experimentamos o calor da
indignação com a qual ele respondeu aos críticos inescrupulosos. Em resumo,
Paulo parece revelar-nos todos os segredos de sua alma.
c) A exposição do ministério e apostolado paulinos
(capítulos 1-7). Observe nos
primeiros versículos do capítulo primeiro que o apóstolo Paulo se apresenta
como apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus. É significativo ele começar
com essa observação, pois alguns em Corinto questionavam se Paulo havia, de
fato, sido comissionado pelo Senhor. Ele responde que não escolheu o ministério
por sua própria vontade, nem foi ordenado pelos homens; antes, foi escolhido
por Cristo Jesus pela vontade de Deus.
Os judaizantes que foram a Corinto questionaram a
autoridade apostólica de Paulo. Negaram que ele era, verdadeiramente, um servo
de Cristo. Talvez tenham gerado dúvidas entre os coríntios a fim de que estes
exigissem uma carta de recomendação do apóstolo Paulo da próxima vez que ele
fosse visitá-los. Paulo pergunta se precisará de tal carta. Acaso não tinha ido
a Corinto quando ainda eram idólatras pagãos? Não os havia levado a Cristo? O
Senhor não havia colocado seu selo sobre o ministério do apóstolo dando-lhe
almas preciosas em Corinto? Eis a resposta: os próprios coríntios eram a carta
de Paulo, escrita em seu coração, mas conhecida e lida por todos os homens(2Co
3:2). Neste caso, não havia necessidade de uma carta escrita com pena e tinta.
Os coríntios eram fruto do ministério de Paulo e objeto de sua afeição. Além
disso, eram conhecidos e lidos por todos os homens, ou seja, sua conversão se
tornara conhecida em toda a região. Quem via os cristãos de Corinto podia
perceber que sua vida tinha sido transformada, que eles haviam deixado os
ídolos e se voltado para Deus, e que estavam vivendo de forma separada.
Comprovavam, portanto, o ministério divinamente autorizado de Paulo.
3. Esboço de 2Corintios.
I. Saudações especiais com ações
de graças (2Co 1.1-11)
II. Paulo responde direta e claramente a seus críticos (2Co
1.12 – 7.16)
A. Mudança de planos missionários
por amor aos coríntios (2Co 1.12 – 2.4)
B. Orientações de como lidar com
o pecador arrependido (2Co 2.5-11)
C. Paulo se entristece por não
encontrar Tito em Trôade (2Co 2.12-16)
D. O ministério apostólico
confiado por Cristo a Paulo (2Co 2.17 – 3.5)
E. Comparação entre a Antiga e
Nova Aliança (2Co 3.6-18)
F. Filosofia de ministério de
Paulo (2Co 4.1-6)
G. A fé que movia Paulo sempre
para frente (2Co 4.7 – 5.10)
H. O maravilhoso ministério da
reconciliação com Deus (2Co 5.11 – 6.10)
I. Paulo apela ao coração dos
cristãos em Corinto (2Co 6.11 – 7.4)
J. Finalmente, Paulo se encontra
com Tito na Macedônia (2Co 7.5-16)
III. A oferta dos crentes para socorrer a Igreja em
Jerusalém (2Co 8.1 – 9.15)
IV. Paulo precisa confirmar sua absoluta autoridade
apostólica (2Co 10.1 – 13.14)
A. Paulo responde às acusações de
fraqueza espiritual (2Co 10.1-11)
B. Paulo evita comparações e
busca cumprir sua missão (2Co 10.12-18)
C. Paulo persiste em defender seu
apostolado sincero (2Co 11.1 – 12.18)
D. Paulo adverte quem ousar
opor-se à sua autoridade (2Co 12.19 – 13.10)
E. Exortação, saudação e bênção
apostólica (2Co 13.11-14)
CONCLUSÃO
Ao tratar de vários problemas da igreja de Corinto e da
vida pessoal, o apóstolo Paulo lembra repetidamente a seus leitores que Jesus
Cristo é Senhor e que tudo deve ser feito em reconhecimento dessa verdade
maravilhosa.
Apesar da existência dos sérios problemas da igreja de
Corinto, a igreja sobreviveu e cresceu continuamente, apesar das dificuldades.
Esse fato e um testemunho da verdade de que a igreja não é apenas uma
organização humana, ela é, sobretudo, um organismo vivo; ela é o corpo
espiritual de Cristo, o qual é sustentado e conduzido avante pelo próprio
Cristo, na Pessoa do Espírito Santo.
Em nossa caminhada cristã, os problemas que enfrentamos não
devem nos desestimular. Pelo contrário, mesmo que sejamos fracos, devemos
persistir em buscar a Deus. Nem liderados nem líderes devem desanimar com a
carga de problemas porventura encontrados entre os irmãos. Devemos avançar destemidos e confiantes, pois as portas do
inferno não prevalecerão sobre a Igreja de Cristo (Mt 16:18).
--------
Elaboração: Luciano de Paula Lourenço – Prof.
EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com
Referências Bibliográficas:
Bíblia de Estudo Pentecostal.
Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.
O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.
Panorama do Novo Testamento – ICI, São
Paulo, 2008).
William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Novo
Testamento).
Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.
Guia do Leitor da Bíblia – Lawrence O. Richards
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