quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Aula 01 - DANIEL, NOSSO CONTEMPORÂNEO


4º Trimestre/2014

 
Texto Base: Dn 1:1,2; 7:1; 12:4

 
“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo (quem lê, que entenda)” (Mt 24:15)

 

INTRODUÇÃO

Estudaremos neste trimestre sobre o Livro de Daniel. É um livro histórico e também profético. Ele descreve o passado, discerne o presente e antecipa o futuro. É chamado de “O Apocalipse do Antigo Testamento”. Ao estudarmos este livro estaremos com o mapa do futuro nas mãos e saberemos que o final da história já está definido: a vitória gloriosa de Cristo e de Sua igreja. Também, este livro tem uma mensagem profundamente consoladora. Ele abre a janela do tempo e mostra-nos a linda paisagem de Deus governando o mundo e conduzindo Sua igreja a um final vitorioso. Não importa se aqui cruzamos vales escuros, estradas crivadas de espinhos; não importa se aqui somos despojados dos tesouros da terra e somos banidos para as prisões; não importa se o mundo inteiro nos odeia e se o diabo lança contra nós sua fúria indômita, a Igreja de Deus, selada por Deus, amada por Deus é mais que vencedora. Ela, em breve, tomará posse de sua herança. Sua herança é incorruptível e imarcescível. Sua glória é eterna. Seu destino é o Céu.

I. A HISTÓRIA POR TRÁS DO LIVRO DE DANIEL

1. A formação histórica de Israel. A história de Israel começa com a chamada de Abraão (Gn 12:1-3). Ele constituiu uma família, sua mulher chamava-se Sara e o filho da promessa chamava-se Isaque (Gn 15:4). Isaque, por sua vez, gerou dois filhos, Esaú e Jacó. Este gerou 12 filhos, que se multiplicaram, e que por circunstâncias adversas mudaram-se para o Egito. Ali formou-se um grande povo, o qual permaneceu quatrocentos anos no Egito. No tempo determinado, este povo saiu do Egito sob a mão forte de Deus, em direção à Terra Prometida, Canaã, surgindo daí a nação de Israel. Dez pragas vieram sobre o Egito, desbancando as divindades do maior império do mundo. Israel perambulou no deserto quarenta anos sob a liderança de Moisés. Durante sete anos conquistou a terra, sob a liderança de Josué.

2. O governo teocrático. Durante o período que Israel caminhou pelo deserto, o povo aprendeu a depender de Deus sob uma liderança teocrática através de Moisés. Quando Moisés morreu, Deus levantou Josué para substituí-lo e, sob o seu comando, Israel conquista a terra de Canaã. O período seguinte corresponde o dos juízes que dura aproximadamente trezentos anos, quando o governo teocrático continua. O período dos juízes foi um período difícil porque Israel afastou-se da direção divina preferindo a Monarquia.

3. O governo monárquico. Depois da Teocracia veio a Monarquia, cento e vinte anos de Reino Unido sob Saul, Davi e Salomão. Com a morte de Salomão em 931 a. C, sob o governo de seu filho Roboão, o reino se dividiu em dois: reino do Norte e Reino do Sul. O Reino do Norte, formado por dez tribos teve dezenove reis, com 8 dinastias e nenhum rei piedoso. Por causa de sua obstinação e desobediência Israel foi levado cativo em 722 a. C, pela Assíria, e jamais foi restaurado.

O Reino do Sul, formado pelas tribos de Judá e Benjamim, procedia da dinastia davídica. Esse reino teve vinte reis e experimentou altos e baixos, momentos de glória e tempos de calamidade, reis piedosos no trono e reis perversos e maus. Esse reino alternou momentos de volta para Deus e momentos de rebeldia. Acabou por ser invadido pelo império Babilônico. Porque o povo abandonou a Deus e não quis ouvir sua Palavra, Deus enviou seu juízo sobre a nação. Os caldeus vieram contra eles, e Deus os entregou nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia. Entre os anos de 606 a. C e 587 a.C., Nabucodonosor levou em cativeiro os nobres de Jerusalém: príncipes, intelectuais e homens de guerra, etc., dentre eles estavam Daniel, Hananias, Misael, Azarias e Ezequiel. “Toda a história proporcionou a intervenção divina na vida de Israel para preservação do projeto original de Deus”.

II. OS FATOS QUE PROPICIARAM O EXÍLIO NA BABILÔNIA

1. O contexto político do reino de Judá. Nos anos 608 a 597 a. C, reinava em Jerusalém Jeoaquim, que havia sido empossado por Neco, faraó do Egito (2Rs 23:34). Naqueles dias, duas nações lutavam pelo domínio da região: a Assíria e o Egito. Neco, rei do Egito, subira para batalhar contra o rei da Assíria (2Rs 23:29). Josias, rei de Judá, temendo pela segurança de seu reino, achou melhor atacar o exército egípcio, mas morreu na batalha de Carquemis, em 608 a.C. Neco, que agora estava com todos os trunfos na mão, destituiu a Jeoacaz, filho de Josias, quando este havia reinado apenas três meses, impôs pesado tributo a Judá e constituiu rei a Jeoaquim, irmão do deposto Jeoacaz (2Rs 23:31-35).

Jeoaquim foi um rei ímpio. Seu pai Josias rasgou suas roupas em sinal de contrição e arrependimento. Jeoaquim, ao contrário, rasgou e queimou o rolo da Palavra de Deus que continha as mensagens do profeta Jeremias e mandou prender o mensageiro (Jr 36:20-26).

Jeoaquim era também assassino. Porque as mensagens do profeta Urias eram contrárias aos seus interesses, ele mandou matá-lo. Urias fugiu para o Egito, mas Jeoaquim mandou sequestrá-lo. Ele foi trazido à sua presença e morto à espada (Jr 26:20-23).

No ano 606 a.C., novos acontecimentos vieram modificar o cenário político-militar da conturbada região. Uma vitória de Nabucodonosor, rei da Babilônia, sobre o faraó Neco, consolidou a Babilônia como nova potência mundial em ascensão.

O Egito e a Assíria haviam disputado o predomínio, mas a luta enfraquecera a ambos. Assim, a Babilônia foi quem mais ganhou com essas brigas. “Quando dois cães brigam por um osso, pode aparecer um terceiro e levá-lo com a maior facilidade”.

Nabucodonosor fez três incursões sobre Jerusalém: em 606 a.C., levou os nobres (dentre eles Daniel) e os vasos do templo. Em 597 a.C., noutra incursão, levou mais cativos. O rei Jeoaquim rendeu-se sem resistência. Nesse tempo, também, foi ao cativeiro o profeta Ezequiel (2Rs 24:8). Em 586 a.C., após dezoito meses de sítio, os exércitos do rei da Babilônia saquearam a cidade de Jerusalém. Arrasaram-na totalmente, destruindo também o templo. O rei Zedequias foi capturado quando tentava fugir e levado à presença de Nabucodonosor. Seus filhos foram mortos em sua presença, seus olhos foram vazados, e ele levado cativo para a Babilônia com o seu povo (2Rs 25).

O povo de Judá foi arrancado da cidade santa, e o templo destruído. O cerco babilônico trouxe morte e desespero. As crianças morriam de fome, os velhos eram pisados, e as jovens forçadas. Isso trouxe dor e lágrimas ao jovem profeta Jeremias. Ele chega a dizer que mais felizes foram os que foram mortos à espada que aqueles que morreram pela fome (Lm 4:9). O povo levado ao cativeiro se assenta, chora, curte a sua dor, dependura as harpas e sonha com uma vingança sangrenta (Sl 137:1-9).

2. Judá no exílio babilônico. Os judeus que sobreviveram à longa jornada para a Babilônia certamente foram colocados em assentamentos separados dos babilônios e receberam permissão de se dedicar à agricultura e trabalhar para sobreviver (Ez 3:15; Jr 29:5), mas o trauma do exílio é expressado claramente pelo salmista:

Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas, pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções, e os nossos opressores, que fossemos alegres, dizendo: entoai-nos algum dos cânticos de Sião. Como, porém, haveríamos de entoar o canto do Senhor em terra estranha?”(Sl 137:1-4). 

Ciro, o grande dominador do novel império medo-persa, tratou bem os babilônios. Na verdade, ele procurou tratar com respeito todos os seus súditos leais, inclusive os judeus.

Daniel, ciente da profecia de Jeremias, segundo a qual a desolação de Jerusalém duraria setenta anos, ele pediu a Deus para intervir (Dn 9:2,18b,19). As orações de Daniel foram respondidas prontamente. Em 538 a.C., Ciro fez uma grande proclamação, registrada no final de 2Crônicas: 

Assim diz Ciro, rei da Pérsia: o Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá; quem entre vós é de todo o seu povo, que suba, e o senhor, seu Deus, seja com ele” (2Cr 36:23; Ed 1:2-3).

O salmo 126 é um cântico de louvor a Deus porque fez retirar do cativeiro o seu povo. Cumpriu-se, desse modo, a predição feita pelo profeta Isaías há, aproximadamente, 160 anos antes acerca de Ciro, o ungido do Senhor (Is 44:28).

Entretanto, a maioria dos judeus da dispersão preferiu permanecer em suas casas, especialmente os que moravam em Babilônia, mas aqueles que tinham seus olhos voltados para o propósito eterno de Deus viram no cativeiro um instrumento de correção. E o retorno à pátria era o sinal de que ainda tinham um papel redentor a desempenhar.

O reino terreno de Judá estava absolutamente destruído. Mas através de profetas, como Ezequiel e Daniel, que também eram exilados, Deus pôde manter seu reino espiritual vivo nos corações de muitos judeus.

Os 19 anos iniciais do cativeiro de Daniel também foram os últimos do reino de Judá, sob domínio da Babilônia. A resistência judia ao jugo babilônico causou muitas represálias por parte do reino dominante.

Daniel e seus amigos (Hananias, Misael e Azarias) receberam, durante anos, uma nova educação babilônica, a fim de melhor servirem ao governo. Chegaram a compor o chamado grupo dos sábios do reino, servindo ao rei como conselheiros. Por isso, Daniel teve a chance de interpretar os sonhos que atormentavam o confuso rei Nabucodonosor e de expressar suas próprias visões. Daniel ficou no cargo por décadas (Dn 1:21; 6:28), o que lhe permitiu fazer com que os reis babilônicos conhecessem o poder do verdadeiro Deus, O temessem e respeitassem.

Daniel testemunhou vários reis no trono da Babilônia e chegou a ver o fim daquele império em 538 a. C., tomado por Ciro, que, influenciado pelo conselheiro judeu, libertou seu povo judeu e o devolveu à terra de origem.

3. Resultados do cativeiro.


a) Cura da idolatria. Este foi um dos grandes benefícios espirituais de Israel durante o cativeiro. Com o transcorrer dos dias no exílio, a idolatria que tenazmente assediava os judeus não mais tinha atração alguma para eles. Na verdade, engendrou um despertar antagônico com relação à idolatria, por suas associações de caráter nacional (ver Sl 137), bem como por suas profundas convicções, nascidas da grandeza e divindade de sua antiga religião, que não podia se comparar com a dos babilônios. Eles amavam intensamente o seu culto, sendo mais forte do que até aí tinha sido a crença de que Jeová era o Senhor de toda a Terra. Desta forma os judeus se transformaram em testemunhas do poder e amor do Deus Jeová perante os babilônios, e exerceram sobre aqueles com os quais mais conviviam uma forte influência moral.

b) Maior liberdade de culto. No cativeiro os seus princípios e crenças se consolidaram. O próprio fato de terem sido destituídos do Templo, altar e dos sacrifícios gerou neles uma retomada aos princípios fundamentais da fé judaica. Por este motivo foram formadas no exílio escolas de teologia judaica (precursoras das sinagogas – lugar de reunião e adoração – Mt 4:23) e, portanto, quando enfim, chegou o dia da restauração, não eram fracas as suas convicções, nem desordenado o seu sistema doutrinário e possuíam uma austera crença monoteísta e um credo religioso distinto, não podendo efetuar domínio na sua alma as fascinações da idolatria.

c) Remanescente fiel. O cativeiro revelou um remanescente fiel, preservado de modo sobrenatural por Deus, para que retornassem a Jerusalém. Esse remanescente fiel não foi absorvido no meio da terra do seu cativeiro, como havia sucedido a outros povos conquistados. Certamente o tempo do exílio foi um período de grande atividade literária entre os judeus no sentido de coligir, preservar e editar antigas narrações. Por conseguinte, podemos atribuir ao povo judeu a preparação do caminho para a vinda do cristianismo, uma vez que forneceu, por meio desta preservação literária, ao povo da nova aliança – a Igreja de Cristo -, sua mensagem, a saber, o Antigo Testamento.

III. DANIEL, O AUTOR E O LIVRO

1. O homem Daniel. Quanto à pessoa de Daniel, há pouca informação da sua família senão a de que ele era um nobre da linhagem real de Israel (Dn 1:3). Ele e seus três amigos, Hananias, Misael e Azarias, eram jovens de boa aparência, instruídos, bem educados (Dn 1:4), mas, sobretudo, servos de Deus, com profundas convicções (Dn 1:8). Ainda muito jovem, foi levado para a Babilônia, uma terra eivada de idolatria. No meio de uma cultura sem Deus e sem absolutos morais, Daniel não se corrompeu. Foi levado para esse panteão de divindades pagãs, para a capital mundial da astrologia e da feitiçaria. Daniel vai como escravo para uma terra que não conhecia a Deus, onde não havia a Palavra de Deus, nem o temor de Deus, onde o pecado campeava solto. Mas, mesmo na cidade das liberdades sem fronteiras, do pecado atraente e fácil, Daniel mantém-se íntegro, fiel e puro diante de Deus e dos homens. Sua vida é um farol a ensinar-nos o caminho certo no meio da escuridão do relativismo. Seu testemunho rompeu a barreira do tempo e ainda encoraja homens e mulheres em todo o mundo a viver com integridade. Em sua vida religiosa Daniel possuía convicções firmes em Jeová, o Deus de Israel, e foi contemporâneo de dois importantes profetas - Jeremias e Ezequiel -, porque os mesmos exerciam seus ministérios em Jerusalém. O profeta Ezequiel foi marcado por uma profunda impressão de Daniel, citando-o no seu livro como um homem de sabedoria e de justiça, colocando-o no mesmo nível de Noé e de Jó (Ez 14:14).

2. A importância do Livro. Daniel é um livro histórico e profético. Olha para o passado, interpreta o presente e descobre o futuro. Nada escapa ao controle de Deus, mesmo quando Sua presença ou Sua providência parecem não ser vistas na terra. As rédeas da história não estão nas mãos dos poderosos deste mundo, mas nas mãos dAquele que está assentado no alto e sublime trono.

Daniel tem uma mensagem ética clara para nosso tempo. Revela-nos como podemos ser íntegros na adversidade ou na prosperidade. Mostra-nos como devemos confiar em Deus não simplesmente por aquilo que Ele faz, mas por quem Ele é. Também, este livro tem uma mensagem profundamente consoladora. Ele abre a janela do tempo e mostra-nos a linda paisagem de Deus governando o mundo e conduzindo Sua igreja a um final vitorioso. (1)

Em virtude da sua mensagem apocalíptica, Daniel é chamado de “O Apocalipse do Antigo Testamento”; é um livro essencialmente profético, e muitas profecias nele narradas se referem ao final dos tempos.

O estudo do livro é necessário para a compreensão de textos importantes, tais como o sermão profético de Jesus (Mt 24;25; Lc  21:5-36), e o texto de 2Ts 2:1-12 que fala sobre o Anticristo. Também é fundamental para melhor entendimento do livro do Apocalipse.

Não devemos esquecer o fato do livro de Daniel estar repleto de linguagem figurada quando formos lê-lo ou meditarmos nele. A simbologia requer um estudo bastante acurado, criterioso e cuidadoso, a fim de que não cometamos erros sérios de interpretação.

3. A autoria, as características e propósito do livro.

Autoria.

O livro é de autoria do profeta Daniel, durante o período do exílio, entre os anos 606 e 536 a.C. Podemos perceber esta autoria no emprego da primeira pessoa do singular - "Eu, Daniel" -  nos capítulos de sete a doze (Dn 7:13,28; 8:1; 9:1,2; 10:2; 11:2; 12:13). Como o livro faz parte de uma unidade, conclui-se que todo o livro foi escrito por Daniel. O próprio Senhor Jesus afirmou a autoria de Daniel em Mt 24:15. Ao longo dos séculos tem sido mantida tradicionalmente a autoria de Daniel pela Igreja cristã. Deduz-se que ele iniciou escrevendo na Babilônia e o restante no palácio de Susã (Dn 8:2). O conteúdo do livro de 12 capítulos e 357 versículos foi escrito em hebraico, e parte do texto a partir do capítulo 2:4 até o capitulo 7:28 foi escrito em aramaico. Dos capítulos 1 a 6 temos a parte histórica e nos capítulos 7 a 12 temos a parte escatológica, isto é, profética.

Características.

Na formação do cânon das Escrituras, alguns críticos literários da Bíblia, especialmente quando surgiu o liberalismo teológico, não reconheciam o livro de Daniel como autêntico, nem como inspirado. Entretanto, o livro de Daniel encontra-se na Bíblia hebraica entre "os Escritos" e não entre os “livros proféticos". Posteriormente, outros estudiosos reconheceram a autenticidade do livro de Daniel como livro, não apenas histórico, mas como "profético". Principalmente, a segunda parte do livro contém revelações proféticas que tratavam de fatos que já cumpriram, mas com revelações futuras, tanto em relação ao próprio povo de Israel, como em relação aos gentios. Em relação aos gentios, Deus revelou a Daniel o quadro futuro dos tempos dos gentios representado por figuras alegóricas. Portanto, o livro de Daniel pode ser classificado como apocalíptico porque desvenda o futuro do mundo, tendo o povo de Israel como ponto convergente para os fatos futuros.

Propósito.
Encorajar os judeus do exílio babilônico mostrando que Deus, apesar de puni-los, estava no controle de todas as coisas, e que o Senhor tem o domínio sobre o tempo e sobre a história, bem como é soberano sobre cada ser humano individualmente e sobre todos os reinos da terra; logo, os judeus deveriam animar-se, pois Deus os traria de volta a Terra Prometida e julgaria todos os reinos.

CONCLUSÃO

“Daniel é um profeta contemporâneo porque sua mensagem revela o plano de Deus para com o povo de Israel através da história com eventos já cumpridos e outros que apontam para o futuro. A relação da profecia de Daniel com a Igreja é da maior importância, porque é como olhar para o relógio do tempo. A ênfase e o lugar que Israel ocupa como povo de Deus, objeto direto da profecia de Daniel e de outros profetas, mostram e indicam o futuro da Igreja de Cristo”. (2)

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Elaboração: Luciano de Paula Lourenço – Assembleia de Deus – M. Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com

Referências Bibliográficas:

Bíblia de Estudo Pentecostal.

Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.

Roy E. Swim. Comentário Bíblico Beacon. CPAD.

Integridade Moral e Espiritual – Elienai Cabral. CPAD.

Daniel – As visões para estes últimos dias. Severino Pedro da Silva. CPAD.

(1) Hernandes Dias Lopes – Daniel (Um homem amado do Cé). Hagnos.

(2) Revista Ensinador Cristão – nº 60 – CPAD.

Um comentário:

  1. Estive a ver e ler algumas coisas, não li muito, porque espero voltar mais algumas vezes,mas deu para ver a sua dedicação e sempre a prendemos ao ler blogs como o seu. Se me der a honra de visitar e ler algumas coisas no Peregrino e servo ficarei radiante, e se desejar deixe o seu parecer. Abraço fraterno.António.

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