No 2º Trimestre de 2025 estudaremos sobre o
seguinte tema: “E O VERBO SE FEZ CARNE - Jesus sob o olhar do Apóstolo do amor”. Teremos
como base o Evangelho de Jesus Cristo segundo escreveu o apóstolo João.
Comentarista: Pr. Elienai Cabral. Ele
atua como consultor doutrinário e tológico da CGADB e da CPAD, e além
de conferencista, ele é autor de várias obras editadas pela editora.
O apóstolo João inicia o Evangelho com esta
solene verdade: “No
princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1). Diz mais: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós,
e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de
verdade” (João 1:14). João deixa claro que o Filho de Deus, que se encontrava
no seio do Pai, foi concebido pelo Espírito Santo para habitar entre nós
(Sl.2:7; Is.7:14; João 1:18; 3:16).
1.
Por que João denomina-o “Verbo de Deus”?
Sendo Cristo o executivo do Pai, todas as
coisas vieram à existência por intermédio dEle; sem Ele, nada do que é
existiria. A expressão “no princípio” transporta-nos a Gêneses 1:1. Na criação,
Jesus já atuava: “Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que
foi feito se fez” (João 1:3).
O evangelista João aponta o “Verbo” como
alguém que já existia desde a eternidade; não foi criado, mas gerado. Jesus “é imagem
do Deus invisível o primogênito de toda a criação” (Cl.1:15). Notai que ele
diz: “Ele é”; não era, ou será, nem
muito menos que Ele se tornou a imagem de Deus;
Ele é o presente eterno - "Jesus Cristo, o mesmo ontem, hoje e
eternamente" (Hb.13:8). Jesus assumiu sua humanidade para revelar-nos Deus
e sermos conduzidos ao Pai.
2. “O Verbo estava com Deus”
Isto declara que Ele, o Verbo, desde o início
era Deus, indicando a deidade de Jesus. Essa deidade é descrita “porque foi do
agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse” (Cl.1:19). Era do desejo do
Pai que Jesus tivesse toda a plenitude da divindade; Ele não é um deus menor.
Jesus é a expressão da vontade divina; é o Agente na Criação: “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem
Ele nada do que foi feito se fez” (João 1:3); “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra,
visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam
potestades. Tudo foi criado por ele e para ele” (Cl.1:16).
Todas as coisas nos céus e na terra, as
visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados,
sejam potestades; tudo foi criado por Ele e para Ele. Isto quer dizer que nada
do que se fez, se fez sem Jesus Cristo. Ele tem o controle sobre tudo, e até
mesmo Satanás, que antes era Lúcifer, o querubim ungido para adoração de Deus,
também foi criado por Deus, através de sua Palavra viva, que é Jesus.
3. “E o Verbo era Deus"
Isto aponta para o Filho de Deus. Não se trata
de acréscimo de mais um Deus aqui, posto que ao apóstolo foi revelado, pelo
Espírito Santo, que o Verbo divino está incluído na essência una e indivisível
da Deidade, embora seja Ele distinto do Pai (João 8:17,18; 2João 3).
No trimestre passado, na Lição
05, estudamos exaustivamente sobre esse assunto. Dissemos que, desde os Evangelhos até as epístolas, a natureza divina de
Cristo é proclamada com clareza, mostrando que Ele é o Deus eterno que se
revelou em carne.
João começa
seu Evangelho com uma declaração poderosa: “No princípio era o Verbo, e o Verbo
estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1). Aqui, o termo “Verbo” (do
grego Logos) identifica Jesus como a manifestação plena e eterna de Deus. Ele
não é apenas divino, mas é Deus em sua essência, coexistindo com o Pai desde a
eternidade.
Apóstolo
Tomé, após a ressurreição, reconhece Jesus como “Senhor meu e
Deus meu” (João 20:28). Essa afirmação é um testemunho direto da divindade de
Cristo. Jesus não apenas aceita essa adoração, mas confirma que a fé de Tomé é
legítima, reforçando Sua identidade divina.
Paulo
descreve
Jesus como existindo “na forma de Deus” (morphē theou) (Fp.2:6), o que
significa que Ele possui a mesma essência divina. Sua escolha de não se apegar
à igualdade com Deus, mas de esvaziar-se, mostra Seu amor e humildade, mas não
nega Sua divindade.
Paulo
também afirma que Cristo é o “mistério de Deus” (Cl.2:2). Ele é a revelação
suprema e completa do Deus invisível (Cl.1:15), sendo plenamente Deus em
essência (Cl.2:9).
Em
Tito 2:13, a expressão “nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo”
une os títulos de Deus e Salvador em uma única Pessoa, Jesus Cristo. Ele é
apresentado como o foco da esperança dos cristãos, reafirmando Sua natureza
divina.
Pedro
reafirma a divindade de Cristo, descrevendo-O como “nosso Deus e Salvador”
(2Pd.1:1). Essa passagem também conecta a obra salvadora de Cristo diretamente
à Sua divindade, evidenciando que Ele é tanto o justo quanto o justificador
(Rm.3:26).
João conclui
sua primeira epístola com uma declaração categórica: “Este é o verdadeiro Deus
e a vida eterna” (1João 5:20). Jesus é identificado não apenas como Aquele que
concede a vida eterna, mas como o próprio Deus verdadeiro.
Essas passagens não deixam dúvidas sobre a
identidade divina de Jesus. Ele é o Deus eterno, Criador, Salvador e Redentor.
Reconhecer Jesus como Deus não é apenas uma questão teológica, mas o fundamento
da fé cristã e da nossa esperança de salvação.
4. "E o Verbo se fez
carne" (João 1:14a)
Depois de afirmar a perfeita divindade do
Verbo, João agora assevera sua perfeita humanidade. Jesus é tanto Deus como
homem. É perfeitamente Deus e perfeitamente Homem. O Verbo que criou o mundo, a
razão que controla a ordem do mundo, fez-se carne e veio morar entre os seres
humanos. Possui duas naturezas distintas: divina e humana. É Deus de Deus, luz
de luz, coigual, coeterno e consubstancial com o Pai. Não obstante, fez-se
carne.
Quando o Verbo se fez carne, as duas naturezas
- divina e humana - se uniram inconfundivelmente, imutável, indivisível e
inseparavelmente. Vemos, portanto, a presença de Deus entre os seres humanos
(João 1:14). O Verbo eterno, pessoal, divino, autoexistente e criador
esvaziou-se de sua glória, desceu até nós e vestiu pele humana.
A carne de Jesus Cristo tornou-se a nova
localização da presença de Deus na terra. Jesus substituiu o antigo
tabernáculo. Fez-se um de nós, em tudo semelhante a nós, exceto no pecado (cf.
Hb.4:15). Isto é o grande mistério da encarnação (1Tm.3:16).
O Verbo, portanto, se fez carne, mas
permaneceu sendo o Verbo de Deus (João 1:1,18). A segunda Pessoa da Trindade
assume a natureza humana sem deixar de lado a natureza divina. Nele as duas
naturezas, divina e humana, estão presentes. Veja a Lição 03
do 1º trimestre de 2025.
5. Características humanas do
Verbo
Há indicações claras na Bíblia que Jesus era
uma Pessoa plenamente humana, sujeito a todas as limitações comuns à raça
humana, mas sem pecado. Ele nasceu como todo ser humano nasce. Embora sua
concepção tenha sido diferente, uma vez que não houve a participação de um pai
biológico, todos os outros estágios de crescimento foram idênticos ao de
qualquer ser humano normal, tanto física como intelectual e emocional. Também
no sentido psicológico era genuinamente humano, pois pensava, raciocinava, se
emocionava, como todo ser humano normal. Há abundantes e incontestáveis provas
de sua humanidade, ou seja, de que Ele nasceu, cresceu e viveu entre nós. Cito
algumas:
a) Seu
nascimento (Lc.2:6,7). Jesus nasceu de uma mulher humana, passando por todas as
fases que uma criança normal passa. Seu nascimento é contado com detalhes nos
dois primeiros capítulos de Mateus e de Lucas.
b) Seu
crescimento (Lc.2:52). Cresceu como toda criança normal cresce, sendo
alimentada por comida e água. Seu corpo não era sobre-humano e não tinha
características especiais, diferentes de qualquer ser humano normal.
c) Suas
limitações físicas. Foram idênticas as de um ser humano:
Ø Sentia
fome (Mt.4:2; Mc.11:12).
Ø Sentia
sede (João 19:28).
Ø Ficava
cansado (João 4:6).
Ø Sofria
dor (João 18:22; 19:2,3).
d) Era
uma Pessoa real, não um espírito (1João 1:1; Mt.9:20-22; 26:12; João 20:25,27).
Jesus de fato foi visto e tocado pelas pessoas à sua volta. Não era um espírito
com a forma humana, nem um fantasma, mas um Homem real, a ponto de Tomé só
acreditar em sua ressurreição após tocá-lo. O testemunho do Espírito de Deus
afirma que Jesus tomou plenamente a forma humana (1João 4:2,3a).
e) Sua
morte (Lc.23:46; João 19:33,34). Sua morte não foi aparente, mas verdadeira –
“Mas, vindo a Jesus e vendo-o já morto, não lhe quebraram as pernas” (João
19:33). Seu corpo sucumbiu aos sofrimentos infligidos e de fato expirou à
semelhança de todos os homens. Esta é talvez a suprema identificação de Jesus
com a humanidade, pois sendo Deus não deveria morrer, mas ao assumir plenamente
a humanidade torna-se sujeito a possibilidade da morte. Eis uma verdade
tremenda e profunda!
Portanto, Jesus Cristo não somente era pleno
Deus, era também pleno ser humano. Ele exibia um conjunto pleno tanto de
qualidades divinas quanto de qualidades humanas, numa mesma Pessoa, de tal modo
que essas qualidades não interferiram uma na outra.
6. Necessidade da encarnação
do Verbo
A encarnação de Cristo é o maior evento da
história humana, o dia em que o divino se uniu ao humano com o propósito de
salvar o ser humano. Com o ato da encarnação Deus mostrou que os sistemas
humanos estavam e estão falidos, filosofia ou religião não podem fazer nada
pelo ser humano. Deus mostrou que todo tipo de obra ou ritual religioso que o
homem cumpra é inoperante para salvá-lo, e só Ele poderia mudar a situação.
Observe alguns porquês da encarnação de Cristo e entenda esta necessidade:
a) Porque
o ser humano nasce morto em pecado. Todos nascem em pecado,
e assim em débito com Deus (Rm.3:23; 5:12; Ef.2:1-3), merecendo com isso o
castigo pelo pecado, a morte eterna, que é o pagamento desta dívida (Rm.6:23a).
b) Porque
não se pode ser salvo cumprindo rituais religiosos. Os esforços
pessoais do ser humano de nada valem. Paulo passou boa parte de sua vida
ensinando que a salvação não poderia ser alcançada cumprindo-se regras
religiosas como a Lei de Moisés, por exemplo (Gl.cap.3 e 4). Por ter uma
natureza pecaminosa (carnal) o ser humano não atinge as exigências de Deus
(Rm.7:12-24; 8:7,8).
c) Porque
não se pode ser salvo praticando boas obras. Obras de pessoas pecadoras,
mortas espiritualmente, são mortas também (Is.64:6). Só a graça de Deus
proporciona a salvação (Ef.2:8-10), e esta graça veio com a encarnação de
Cristo (João 1:17,18).
d) Porque
há necessidade de justiça. A encarnação foi o meio de Deus proporcionar
ao ser humano a justiça que ele não tinha. Paulo em Rm.3:21-26 explica que no
tempo da graça (de Cristo) se manifestou a justiça de Deus. Esta justiça os
profetas do Antigo Testamento já anunciavam, e agora ela havia chegado não para
os que cumpriam a Lei, ou praticavam boas obras, mas para os que tinham
fé em Jesus Cristo. Ele se encarnou para ser a propiciação pelos
pecados. Pagou a pena de morte que o homem devia à Lei por não tê-la cumprido,
mas ressuscitou porque era sem pecado. A justiça que Ele ganhou sendo justo não
serve para Ele, porque Ele já é santo, mas é depositada (imputada) para todo
aquele que tem fé nEle, que aceita o Seu sacrifício como substituto na cruz.
e) Porque
Deus é amor. A encarnação de Cristo para morrer como inocente no lugar
de criaturas pecadoras demonstra o grande amor de Deus. Este foi o motivo maior
pelo qual Ele enviou Cristo ao mundo (João 3:16; Rm.8:39; 1Joao 4:19). Foi
apenas por amor que Deus veio a terra; em Cristo se fez Emanuel (Deus conosco)
(Mt.1:23). E na cruz foi concretizado esse amor.
Diante de tudo isso podemos afirmar e
acreditar quão importante foi a encarnação do Verbo de Deus. A salvação só foi
realizada porque Cristo veio em carne (Ef.2:15: Cl.1:22; 1Pd.3:18; 4:1). O
caminho à presença de Deus foi aberto pela Sua carne (Hb.10:22). Foi por se
encarnar que Ele pôde ser o Mediador entre Deus e os homens (1Tm.2:5).
No início da Igreja, à época da João, muitos
falsos mestres enganavam os cristãos verdadeiros que Jesus não veio em carne.
Naqueles dias surgiram na grande cidade de Éfeso e em toda a região da Ásia,
onde estavam instaladas as sete igrejas, muitos enganadores que, através de
falas doutrinas, intentavam induzir os crentes ao erro fatal. Surgiram
“anticristos” (1João 2:18), mentirosos (1João 2:22) e falsos profetas (1João
4:1). João escreveu acerca dos falsos mestres para advertir os cristãos novos
na fé - “Estas coisas vos escrevo a respeito daqueles que vos querem
enganar”(1João 2:26).
A situação da igreja inspirava cuidados.
Notamos isso pelo que se lê nas Cartas às sete igrejas da Ásia (Ap.cap.2 e 3).
As heresias grassavam em muitas comunidades. O gnosticismo, sistema que mistura
ideias filosóficas, crenças judaicas e cristãs, era uma das principais fontes
de heresias da época. Assim, muitos cristãos se tornaram gnósticos. Criam em
Jesus, mas negavam a realidade de sua encarnação e morte. Os hereges (os
gnósticos) enganadores ensinavam que Jesus era apenas um homem, filho natural
de José e Maria. Em outras palavras, eles não criam em Cristo como o Deus
encarnado. Afirmavam que o mal residia na matéria; portanto, negavam que Deus
pudesse se encarnar. Todavia, em relação a Cristo, João escreveu: "nós
ouvimos, vimos, contemplamos, nossas mãos tocaram..." (1João 1:1-3). Ou
seja, o apóstolo estava afirmando firmemente que o corpo de Cristo era matéria,
pois poderia ser tocado, como de fato o foi. Não se tratava de um espírito, uma
aparição, como os gnósticos afirmavam (1João 4:2; 5:6).
João foi contundente contra esses hereges,
quando diz: “Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos
são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto
conhecereis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo
veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa que Jesus Cristo veio
em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já
ouvistes que há de vir, e eis que está já no mundo”(1João 4:1-3).
Portanto, não conhecer a encarnação de Cristo
é negar as profecias do Antigo Testamento e a mensagem do seu cumprimento em o
Novo Testamento (ver Is.7:14; 9:6; João 1:1,14).
“E o Verbo se fez carne e habitou entre
nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e
de verdade” (João 1:14).
6. Temas das Lições a serem estudadas
Durante o 2º trimestre, exploraremos as
seguintes Lições propostas:
Lição 1: O Verbo que se tornou em carne.
Lição 2: O Novo Nascimento.
Lição 3: A verdadeira adoração.
Lição 4: Jesus — o Pão da Vida.
Lição 5: A Verdade que liberta.
Lição 6: O bom Pastor e suas ovelhas.
Lição 7: “Eu sou a ressurreição e a vida”.
Lição 8: Uma lição de humildade.
Lição 9: O caminho, a verdade e a vida.
Lição 10: A promessa do Espírito.
Lição 11: A intercessão de Jesus pelos
discípulos.
Lição 12: Do julgamento à ressurreição.
Lição 13: Renovação da esperança.
Conclusão
O estudo deste 2º trimestre de 2025 reforça a
doutrina central da fé cristã: Jesus Cristo é Deus, plenamente divino e
plenamente humano. As Escrituras são claras ao afirmar sua divindade,
apresentando-o como o Verbo eterno que se fez carne (João 1:1,14), o Deus
verdadeiro e a vida eterna (1João 5:20).
A encarnação do Verbo não é apenas um evento
teológico, mas a maior demonstração do amor de Deus pela humanidade. Ele veio
ao mundo para restaurar nossa comunhão com o Pai, iluminando aqueles que
estavam em trevas e trazendo salvação e vida eterna.
Que os estudos deste trimestre nos aproximem
ainda mais de Cristo, o Verbo que se fez carne, fortalecendo nossa fé e
compreensão de sua obra redentora. Que possamos reconhecer a grandeza dessa
verdade e permitir que a Luz do Verbo transforme nossas vidas, conduzindo-nos a
um relacionamento mais profundo com Deus.
Luciano de Paula Lourenço
IEADTC/EBD
Boa noite, tem como adquirir em PDF está lição 2° trimestre 2025 grátis ?
ResponderExcluirPrezado, tudo aqui é grátis. Para conseguir essa Aula Introdutória, e as demais que virão, é só selecionar e copiar para o Word, e salvar em PDF.
ExcluirAguardando o comentário da 1ª licão
ResponderExcluirAmanhã, se Deus quiser
ExcluirAguardando o comentário da lição 1
ResponderExcluirPr Luciano de Paula Lourenço, a paz do Senhor Jesus !
ResponderExcluirO senhor, faz comentários sobre as lições Bíblicas ebd revista Betel?
Amém 🙌🏼 Deus te abençoe a cada dia, tem me ajudado bastante na compreensão das lições!
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